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Deputado estadual preso ontem teria feito negociação de R$ 5 milhões com o CV

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro investiga uma negociação de R$ 5 milhões feitas pelo deputado estadual TH Joias, preso ontem, com traficantes do Comando Vermelho. Outro ponto em apuração diz respeito à prática de lavagem de dinheiro. O MPRJ investiga a utilização de uma franquia de loja que comercializa produtos de um clube do Rio de Janeiro, localizada no Mato Grosso do Sul (MS). A suspeita é de que o estabelecimento tenha sido usado para ocultação de capitais, já que o faturamento seria incompatível com o serviço prestado. Ainda segundo Antonio José, foram identificados indícios de corrupção, com suposta oferta de propina a policiais por intermédio de um advogado. De acordo com o MPRJ, as investigações que culminaram na denúncia revelaram que o poder econômico adquirido pelas organizações criminosas, a partir do domínio territorial, é utilizado não apenas para corromper agentes públicos e autoridades, mas também para permitir o ingresso de criminosos nos poderes constituídos. “São necessárias ações de prevenção para evitar que pessoas envolvidas com atividades criminosas obtenham o registro de candidatura. Deve haver uma investigação prévia mais efetiva. É fundamental também que os partidos políticos tenham consciência e não registrem em seus quadros pessoas com estes antecedentes. Estamos atuando para que, além de outros objetivos, haja uma verdadeira limpeza dos órgãos públicos quando identificada a presença de pessoas ligadas ao crime”, afirmou Antonio José, procurador-geral. A investigação foi realizada pela Polícia Federal e pela Polícia Civil, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-RJ), que reúne diferentes forças policiais no enfrentamento ao crime organizado. O trabalho foi conduzido sob supervisão da Procuradoria-Geral de Justiça, responsável pela ação penal em razão da prerrogativa de foro do deputado estadual. Antonio José informou que o parlamentar será submetido à audiência de custódia, para verificação da legalidade da prisão, e que será feita comunicação formal à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que tem a prerrogativa constitucional de deliberar sobre a manutenção ou o relaxamento da prisão. Operação Bandeirantes De acordo com a denúncia oferecida pelo MPRJ ao Órgão Especial do TJRJ, os acusados atuavam nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas, intermediando a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones, usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela facção. Também movimentavam grandes somas em espécie para financiar as atividades do grupo criminoso. Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização, inclusive nomeando comparsas para cargos na Alerj. Ainda segundo a denúncia, ele é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo e aparelhos antidrones, além de realizar pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.

Um PM que foi acusado junto com dois colegas de farda de tortura ofereceu dinheiro a vítima para mentir em depoimento

Depois de dois anos do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de três PMs suspeitos de torturar dois homens para obter confissão sobre a localização de entorpecentes. Mas depois descontinuou a ordem de prisão de dois deles mantendo só a de um, Os agentes agrediram as vítimas com socos e chutes e ainda os ameaças de morte. Uma das vítimas disse que um dos PMs lhe ofereceu dinheiro, roupas e oportunidade financeira que mentisse no depoimento. Também falou que o mesmo policial o procurou na véspera da audiência para lhe orientar como responder as perguntas. Esse PM que tentou subornar a vítima teve mantida a prisão.

Veja quem são os policiais presos durante operação que capturou deputado estadual envolvido com traficantes

Na operação de ontem que prendeu o deputado esttadual TH Joias que estaria envolvido com traficantes do Comando Vermelho, foram presos também um delegado da Polícia Federal, um ex-secretário municipal da Prefeitura do Rio e do governo do Estado, além de quatro policiais militares. O delegado da PF preso foi Gustavo Steel Os PMs presos foram Wallace Menezes Varges Tobias (BOPE), Wesley Ferreira da Silva, 31º BPM), Alexandre Marques dos Santos (4ª BPM) e Rodrigo Costa Oliveira, O ex-secretário preso foi Alexandre Pitombeira, que trabalhou na gestão de Marcelo Crivella e no governo Cláudio Castro. O traficante Índio do Lixão também foi preso

Deputado estadual preso hoje por envolvimento com o tráfico foi citado em investigação da década anterior suspeito de repassar informações de operações policiais a criminosos e por lavar dinheiro para três facções

Antes de virar deputado estadual, TH Joias foi citado em uma investigação da década passada de participar de um esquema de repassaar informações sigilosas da polícia para traficantes de drogas. Segundo o que foi apurado na época, TH relatava aos crimosos datas em que ocorriam operações policiais. TH mantinha contato com um policial civil conhecido como Carlinhos Pitbull que lhe passava informações acerca das operações policiais realizadas pela então Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e outras unidades especializadas. O esquema rendia R$ 11 mil. Em uma das conversas, por exemplo, TH disse ser devido o valor de 6 a Pit Ainda na década passada, o atual deputado TH Joias atuava na ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas. Ele praticava atos de determinação de tarefas aos demais indiciados, venda de informações sobre operações policiais, pagamento de propina a agentes das forças de segurança, venda de armas, drogas e outros materiais, podendo ser considerado também comandante desta organização criminosa na modalidade (comando coletivo).Foi também TH que promoveu e constituiu o núcleo da organização que lavava o dinheiro deste braço da facção Terceiro Comando Puro, Comando Vermelho e Amiws dos Amigos Era o sócio da empresa TH Joias da qual se utilizava para possibilitar o ingresso de dinheiro oriundo do tráfico e fazer as movimentações financeiras do grupo criminoso.

Investigação que apontou ligação de deputado com o CV envolve também delegado da PF e PMs com o crime

A Polícia Federal informou que a investigação que apontou a ligação do deputado estadual TH Joias com traficantes envolve tambem um delegado da PF, policiais militares e um ex-secretário municipal e estadual A PF deflagrou hoje a Operação Zargun com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada à cúpula do Comando Vermelho.. A quadrilha é specializada no tráfico internacional de armas e drogas, corrupção de agentes públicos e lavagem de capitais. Na ação de hoje, os policiais cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal e Estadual . O Tribunal Regional Federal da 2ª Região também determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, totalizando R$ 40 milhões, além do afastamento de agentes públicos, suspensão de atividades de empresas utilizadas para lavagem de dinheiro e transferência emergencial de lideranças da facção para presídios federais de segurança máxima. A organização infiltrava-se na administração pública para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas, além de importar armas do Paraguai e equipamentos antidrone da China, revendidos até para facções rivais. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de armas e drogas, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Deputado estadual foi denunciado por envolvimento com o tráfico no Rio e está preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o deputado estadual TH Joias e outras quatro pessoas pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito. O.parlamentar foi preso essa manhã. Outras 14 pessoas também foram presas. O.orgâo obteve junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), quatro mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, cumpridos nesta quarta-feira (03/09), em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia e Copacabana. De acordo com a denúncia, os acusados mantinham vínculos estáveis com a facção criminosa Comando Vermelho, atuando nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas. O grupo é acusado de intermediar a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela organização, além de movimentar grandes somas em espécie para financiar as atividades da facção.  Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização criminosa, inclusive nomeando comparsas para cargos na Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ). Ainda segundo a denúncia, o deputado é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo, aparelhos antidrones e realizou pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.  Outro denunciado é apontado como uma das lideranças da facção, responsável pelo controle financeiro do grupo e pela autorização de pagamentos vultosos, incluindo a autorização para a compra dos antidrones usados para dificultar a atuação policial. Um terceiro denunciado exercia a função de tesoureiro, encarregado de armazenar drogas, guardar valores milionários, efetuar pagamentos e intermediar negociações de armas e munições.Um quarto denunciado atuava como fornecedor de equipamentos especializados à facção, em especial os dispositivos antidrones. Ele também era responsável pelos testes em campo e ensinava outros membros da facção a operá-los. De acordo com a Procuradoria-Geral de Justiça, paralelamente, o denunciado ocupava o cargo de assessor parlamentar, indicado pelo deputado, como forma de encobrir as atividades ilícitas. Ainda segundo a denúncia apresentada à Justiça, a quinta acusada havia sido nomeada para um cargo comissionado na ALERJ e sua função era servir de elo entre o grupo criminoso e o Legislativo. A assessora contribuía para acobertar o papel desempenhado pelo tesoureiro, com quem é casada.A investigação tramitou na Procuradoria-Geral de Justiça por envolver agente político com foro por prerrogativa de função.

Policial civil foi preso por envolvimento com milícia em Queimados. Ele fornecia armas para o grupo e tentava impedir prisões de membros da quadrilha

O Ministério Público do Estado do Rio cumpriu hoje mandados de prisão e de busca e apreensâo contra integrantes de uma milícia atuante em Queimados, na Baixada Fluminense. Os cinco investigados foram denunciados pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelos crimes de constituição de milícia privada e extorsão qualificada. Entre os alvos da Operação Mibius estão um policial civil da ativa e um servidor público. O policial é acusado pelo MPRJ de fornecer armas e tentar impedir a prisão de comparsas. Já o servidor, lotado na Prefeitura de Queimados, teria atuado como motorista do grupo, transportando os criminosos no carro do Conselho Tutelar de Queimados, além de repassar informações e intermediar encontros entre os líderes da milícia. As investigações, conduzidas em conjunto com a Polícia Civil, revelaram que o grupo criminoso explorava os bairros de Fanchem, Porteira e Paraíso, praticando extorsões contra comerciantes e mototaxistas. Sob ameaça armada, exigiam o pagamento de “taxa de segurança” e recolhiam as chaves das motocicletas como forma de coação. Para dar aparência de legalidade às cobranças, os criminosos usavam a fachada de uma empresa denominada “Mibius Segurança Privada”, que distribuía cartões com telefones e chaves PIX para recolhimento das quantias extorsivas. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa e são cumpridos em endereços ligados aos investigados, em Queimados. A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP).

Denúncia relata terror imposto pelo tráfico na Cruzada São Sebastião (CV)

Denúncia divulgada em rede social aponta que traficantes do Comando Vermelho tomaram a Cruzada São Sebastião, no Leblon. De acordo com a denúncia, o chefe do tráfico, vulgo Dimas, teria se apóssado do bloco 2 e não respeita ninguém. Lá é um entre e sai de moradores de rua comprando crack e outras drogas e ainda furtam as roupas dos moradores que ficam no varal. Os bandidos instalaram um depósito de gelo no prédio acabando com a área comum, As crianças não têm mais onde brincar. Os moradores são monitorados. Se algum deles contrariar a ordem dos bandidos, sofre consequências. Um dos bandidos mais violentos é o gerente vulgo Tequila, que bate em morador. Outros como W e Igor gostam de ostentar armas para intimidar os moradores. Dimas gosta de forçar as garotas novinhas a ficar com ele. Se recusarem, são expulsas junto com suas famílias. Já teria tomado diversos apartamentos na Cruzada. A denunciante disse que não poderia revelar o seu nome porque sofreria represálias e corria o risco de ser levada ao tribunal do tráfico “Por favor nos ajude a se livrrar destes monstros que vêm infernizando a vida dos moradores da Cruzada que não aguentam mais essas covardias”.

Miliciano que comanda a Carobinha tem prisão preventiva decretada acusado de homicídio de homem que divulgou fotos de integrantes de seu grupo na rede social. Corpo até hoje não foi achado

Cara de Égua, miliciano que comanda a Favela da Carobinha, em Campo Grande, está com prisão preventiva decretada acusado de um homicídio no ano passado de um homem que postou em rede social a foto de um integrante da sua quadrilha. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 24 de novembro de 2024, em horário não precisado, mas após às 02h30min, no interior da comunidade, os paramilitares mataram Franklin Mello Marcondes. Consta do incluso procedimento que a vítima havia postado na rede social X fotografias de um miliciano do grupo criminoso liderado por Cara de Égua. No dia dos fatos, o denunciado e diversos outros criminosos, em seis carros foram até a casa da vítima. Em seguida, os criminosos obrigaram a vítima a sair da residência, entregar o telefone e, após verem as publicações, o amarraram e o amordaçaram, colocando no porta-malas de um veículo de cor branca. Os bandidos levaram a vítima para um local não determinado, no interior da comunidade da Carobinha, onde ele foi executado. O crime foi perpetrado, portanto, por motivo torpe, uma vez que serviu para afirmar o poder da organização criminosa de natureza paramilita, em razão da vítima ter publicado, sem autorização, fotografias de indivíduos armados da referida milícia na rede social “X” no dia anterior aos fatos, o que provocou a ira dos seus integrantes.A ação foi praticada mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que foi retirada de sua residência durante a madrugada, por cerca de 20 homens armados, sem possibilidade de fuga. Cara de Égua ainda ocultou o cadáver da vítima, levando-o para local incerto e não sabido. Vale ressaltar que, até o presente momento, o cadáver não foi encontrado, o que corrobora a dinâmica de ocultação e intimidação promovida pelo grupo paramilitar.” Uma Uma testemunha disse que, no dia 24NOV2024, aproximadamente às 02H30MIN, cerca de 20 a 30 homens armados, desembarcaram de seis carros e entraram na casa do ex-marido da declarante que reside ao lado do imóvel dela e de quem é separada há onze anos; Que um de seus filhos, estava dormindo e acordou com uma arma apontada para o seu rosto. Os bandidos fizeram seu filho sair da casa, bater no portão da declarante e chamá-la; Disseram que eram d polícia. A testemunha foi ordenada a prender o cachorro, abrir o portão e sair do local com as mãos para o alto; Assim que saiu, começou a ser agredida por alguns desses indivíduos. Sua filha de 14 anos saiu com ela e também teve uma arma apontada para si.Franklin e mais três crianças. Os suspeitos mandaram ela chamar Franklin, que saiu do imóvel e mandaram ele ficar sentado. Então os homens perguntaram quem tinha havia tirado a foto. A testemunha disse que não foi ela e que não sabia de foto nenhuma. Então um dos homens adentrou no imóvel da declarante e voltou com o celular desta em mãos. Odenou que a declarante desbloqueasse o celular, o que foi feito; QU E, segioda. esse homem abriu o aplicativo “X” no celular da declarante, onde havia uma foto de um homem com vestes militares e máscara. Os milicianos perguntaram à declarante se teria sido ela a responsável pelas fotos, o que ela respondeu negativamente. Então perguntaram se foi alguém da casa; Franklin não se acusou nesse momento; No dia 23 de novembro de 2024 durante o dia, Franklin tirou duas fotos dos milicianos locais: na primeira, havia um homem de lado, segurando uma arma longa e de balaclava e, na segunda, dois homens armados de costas. Sem ela saber, Franklin instalou o aplicativo “X” no aparelho celular da declarante e postou uma das fotos utilizando a conta dela. Ele deve ter tirado essas fotos da cozinha ou do corredor da casa, pois era possível reconhecer o imóvel da declarante nas fotos por causa da bicicleta de sua filha; A testemunha então apontou para Franklin. Os milicianos começaram as agressões contra Franklin “só me dá uma surra que eu vou ralar”; Q Franklin após apanhar mais, assumiu que era o responsável pelas fotos e que o havia feito “por zoação. Ele disse que possuía um enteado na milícia. Falou ainda que tinha família em Campo Grande e deu o endereço onde residia com a mãe anteriormente; Um dos homens lhe indagou: “Tua família é melhor do que a minha?”; então, um dos homens ligou para alguém por telefone. Esse homem repetia o que o outro interlocutor falava por telefone. Ele disse que Franklin estava jurado de morte na área onde a mãe dele residia; Franklin havia roubado uma bicicleta de alguém “grande” em Campo Grande. Então disseram à Franklin e à declarante que “X9” não sobrevive; Disseram que a declarante teve sorte, pois ficaria viva. Que amarraram as mãos de Franklin e o amordaçaram, sendo em seguida colocado no porta-malas de um carro;Tiraram fotos de suas filhas de 12 e de 5 anos e da filha de Franklin de 6 anos. A declarante pediu para não fazerem nada com as meninas; Os criminosos disseram para a testemunha fingir que nada havia acontecido e para sumir com as coisas de Franklin e que, se alguém procurasse por ele ou falasse alguma coisa, voltariam para “pegar todo mundo”, A testemunha disse que não pode mais voltar para a Carobinha e tem muito medo do que possa acontecer com os seus filhos, já que conhecem muitas pessoas que residem na região da Carobinha. Ela ateou fogo nas roupas e nos documentos de Franklin; QUE os milicianos levaram o celular da declarante e tiraram fotografias dela e de suas filhas; QUE na comunidade não há barricadas, tampouco homens armados com fuzis nas ruas de dia, mas que à noite eles aparecem em pontos específicos; Contou que há confronto recente entre os milicianos da região e os traficantes oriundos da Vila Kennedy, dominada por outra facção; Em novo depoimento, a testemunha disse que viu Franklin levado na mala de um carro branco Ela deparou com seis veículos com diversos homens do lado

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