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denúncia

Comerciante e infuenciadora que mora em área do CV mas não é envolvida com crime vem sendo difamada nas redes sociais que apontam sua ligação com o TCP e Peixão

Uma comerciante e influenciadora que possui loja de vestuário na Comunidade Vila Operária, bem como residindo no Parque Beira Mar, ambas áreas notoriamente dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho em Duque de Caxias , vem sendo difamada nas redes sociais onde lhe imputam falsamente envolvimento com o tráfico de drogas e atribuindo-lhe vínculos com o Terceiro Comando Puro (TCP), inclusive associando sua identidade a indivíduo conhecido como “Peixão”. Um perfil tem sido utilizado para obter vantagens ilícitas em nome da autora, mediante contato com terceiros, páginas e empresas, a fim de celebrar supostas parcerias comerciais e realizar vendas fraudulentas de roupas, divulgando, inclusive, o número de telefone como se fosse de titularidade da comerciante. A difamação não se restringiu ao ambiente do Instagram. Conforme se verifica, diversas postagens no X (antigo Twitter) e vídeos no YouTube vêm replicando e ampliando os ataques, com publicações que insinuam, de forma depreciativa, que a autora estaria careca, atribuindo a suposta condição a retaliação de integrantes do Comando Vermelho, em razão de relacionamento amoroso falsamente imputado à ela com indivíduo ligado ao grupo rival. A influenciadora buscou solucionar a questão pela via administrativa, realizando, por mais de 15 (quinze) dias, denúncias sucessivas junto à plataforma Instagram, inclusive mobilizando seguidores para reforçar os pedidos de remoção do perfil. Todavia, a empresa manteve-se absolutamente inerte, permitindo a continuidade do perfil fraudulento e a perpetuação dos danos. Segundo a Justiça, , é patente que a omissão da plataforma contribui diretamente para a manutenção da situação lesiva, impondo à Autora a necessidade de recorrer ao Poder Judiciário, a fim de ver resguardados seus direitos fundamentais à honra, imagem, vida, integridade física, segurança e livre exercício profissional, os quais se encontram em evidente estado de ameaça

Comando Vermelho se infiltrou na administração estadual do RJ e no Poder Legislativo

Segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, atraves do deputado estadual TH Joias e do ex-secretario estadual Alessamdro Pitombeira Carracena, a facção criminosa Comando Vermelho teria se infiltrado na administração estadual do Rio de Janeiro e no Poder Legislativo para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas. A principal atividade do grupo investigado consistia na importação de armas do Paraguai e de equipamentos anti-drone da China e revenda para integrantes de facções no Rio de Janeiro, além do tráfico de drogas. Pitombeira papel estratégico que ele desempenhava dentro da estrutura política da organização criminosa Comando Vermelho (CV). Ele integrava o núcleo político do grupo, sendo responsável por fornecer informações privilegiadas, articular medidas junto a órgãos públicos e até solicitar a retirada de forças do BOPE da comunidade Gardênia Azul, em troca de pagamentos vultosos. Em uma interceptação telefônica, TH Joias afirmou: “Carracena me ligou cedo. Bateu tudo que ele falou”. O agora ex-deputado estadual TH Joias chegou a buscar 9 milhões de reais no Complexo do Alemão para trocar em dólar e fortalecer o tráfico da região. De acordo com a PF, TH e a mulher movimentaram R$ 13 milhões nas próprias contas entre 2021 e 2023. TH Joias importava equipamentos antidrone de alta tecnologia da China por um valor e os repassava para criminosos do Complexo do Alemão por um preço dez vezes superior ao original. As investigações apuraram ainda que o parlamentar infiltrava pessoas ligadas aos bandidos da facção dentro da Assembleia Legislativa do Rio. O Tribunal Regional Federal decide pela transferência para presídios federais de segurança máxima de três investigados da operação que teve como principal alvo o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias. Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, e o ex-assessor de TH, Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, foram presos durante operação integrada das polícias Civil e Federal com o Ministério Público na quarta-feira (03). O terceiro acusado é o traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, chefe do tráfico do Complexo do Alemão, que é considerado foragido. Quando for preso, ele deve ser levado diretamente para um presídio federal.

Traficantes do CV são suspeitos de matar motorista de Uber no Catiri pensando que fosse miliciano

De acordo com informações, traficantes da Vila Kennedy mataram um motorista de Uber achando que era miiliciano, próximo a fábrica da Coca-Cola, no Catiri, em Bangu. Ericsson (31anos) era motorista de aplicativo e como fazia todos os dias: saiu de sua casa na Vila Kennedy sentido Centro para iniciar sua jornada de trabalho. Quando chegou na altura da Piquerobi foi confundido com milicianos e acabou alvejado e mrto por crimin*sos. Segundo testemunhas, quatro homens armados participaram da ação e, após o crime colocaram o corpo para fora do carro e dispararam novamente. Na fuga, os traficantes seguiram em direção à Vila Kennedy. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 14º BPM (Bangu), nesta sexta-feira (05/9), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência na Avenida Brasil, na altura de Bangu. No local, um homem encontrava-se em óbito no interior de um veículo. A área foi isolada para perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Ericson Luiz da Silva Maciel. A perícia foi feita no local. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

No Complexo da Maré, traficantes do TCP controlam a vida de moradores revistando celulares e lucram com extorsões a população e comerciantes

Segundo investigação da Polícia Civil, os traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Maré passaram a constranger os moradores com ameaças e intimidações, exigindo sempre a visualização dec elulares, conversas e mı́dias, com o objetivo de saber se alguém da grande região teve ou tinha algum contato com os grupos rivais, até mesmo com a polı́cia. De acordo com a apuração policial, o domínio do TCP na Maré se estende pelas comunidades do “Morro do Timbau, Conjunto Esperança, Conjunto Pinheiros, Vila dos Pinheiros, Vila do João e Salsa e Merengue”, e seus principais integrantes ucram explorando diversas outras atividades criminosas como extorsão de moradores e comerciantes locais e o roubo de cargas e veı́culos. A investigação confirma denúncia de dois anos atrás de que traficantes faziam a utilização de instalações públicas da comunidade para treinamento de guerrilha armada. O grupo criminoso TCP usvam o campo de futebol, que deveria ser local para prática de esportes, como área de treinamento de táticas de combate urbano, O grupo é liderado pelo traficante Menor P, que está preso há vários anos. Abaixo dele, estava TH ou Gabigol mas este morreu em 2025. Depois, vinha Mano Bill ou Bill liderança local, com atuação mais restrita dentro do complexo mas com determinante autonomia na condução do tráfico local, Em seguida, vinha Chocolate, que está preso. Ele tinha expertise na preparação e distribuição de drogas na localidade, sendo também chamado de “o quı́mico” pelos narcotraicantes, tendo em vista a capacidade de determinar o grau de pureza e qualidade das drogas distribuidas e adquiridas,Outras figuras importantes são Cria, Pescador, Carrapato, sendo que este último exerce liderança armada na localidade, sendo responsável pela manutenção e supervisão dsuporte armado das atividades criminosas

Traficante da Maré preso em hospital levava vida de luxo e andava até de helicóptero

Investigação revela que o criminoso conhecido como Filhote de Gabigol preso ontem em um hospital em Bonsuecesso esbanjava uma vida de luxo, com gastos exorbitantes, sem ter renda própria formal ou mesmo atividade proissional deinida. Pelos levantamentos realizados, o mesmo transitava em veı́culos de luxo, alugava imóveis de alto padrão, se alimentava em restaurantes de luxo, se vestia com roupas de grife e passeava até mesmo de helicóptero pelo estado. A investigação mostrou que Filhote se deslocava para São Paulo em possı́veis veı́culos alugados ou robados, pois o mesmo não possui veı́culo registrado em seu nome. Tal informação gera à conclusão de que o mesmo poderia estar realizando transações comerciais relativas ao narcotrá ico em outras localidade do pais. Ele possuía redes sociais, onde postava fotos portando armamento pesado, entorpecentes, veı́culos roubados/furtados, etc. Também postava imagens ao lado das lideranças ciminosas do Complexo da Maré, inclusive usando colares de ouro e pedras preciosas que pertenciam ao seu patrão, Thiago da Silva Folly, o TH ou Gabigol, morto esse ano. Filhote também foi apontado como envolvido no roubo de carga de cigarros, com valor de R$ 679.202,03 (seiscentos e setenta e nove mil, duzentos e dois Reais e três centavos O fato ocorreu no dia 26/02/2025, por volta das 10h, na Rua Praia de Inhaúma, altura da Cidade Universitária, Rio de Janeiro – RJ. O transbordo da carga ocorreu na Favela Vila do João – Complexo da Maré O bandido foi apontado como sendo um dos indivíduos que estavam no local onde fora feito o transbordo da carga e portava uma pistola

PM flagrado em conversas suspeitas com miliciano ligado ao falecido Ecko e a Zinho pode ser excluído da corporação

Um policial militar está sendo submetido a Conselho de Disciplina que pode decidir pela sua expulsão da corporação por seu envolvimento com milicianos. Inicialmente no anos 2020, quando servia no 27o BPM (Santa Cruz), foi apontado o envolvimento do agente com o chefe da milícia da comunidade Reta da Base, que era homem de confiança de Zinho. Posteriormente, em julho de 2023, o PM de serviço no 41º Batalhão (Irajá) foi alvo de buscas em razão da operação desencadeada pela Coordenadoria de Seguran-ça e Inteligência do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL), a qual visava cumprir 05 (cinco) Mandados de Prisão e 08 (oito) Mandados de Busca e Apreensão, ambos expedidos pela 1a Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, no bojo do Procedimento no 0099321-05.2020.8.19.0001, desdobramento do Inquérito Policial no 861-00653/2022, referente a homicídioconsumado e dois tentados, ocorridos na localidade de Cabuçu, em Nova Iguaçu/RJ. Os mencionados crimes foram perpetrados em decorrência de divergências quanto à cobrança de taxas a motoristas de transporte alternativo pela organização criminosa, sendo a autoria apontada para Danilo Dias Lima, vulgo “Tandera”, Gilson Ingracio de Souza Júnior, vulgo “Juninho Varão”, dentre outros. A busca e apreensão no PM deu com a finalidade de obter a quebra do sigilo e dos dados telefônicos e telemáticos de telefone celular eventualmente apreendido quando no cumprimento da ordem, tendo em vista que o policial, no mês de novembro de 2019, quando servia no 27o BPM – Santa Cruz,, manteve diversos contatos com o miliciano Mendes, braço direito do Bruno Eduardo de Andrade Gomes, vulgo “Chang Lee, e responsável por diversas negociações criminosas, com destaque para compra ilegal de armas, clonagem de veículos, corrupção de agentes públicos, venda de cigarros clandestinos, bem como monitoramento de viatura das forças de segurança pública. Consta nos autos que foram encontradas 74 troca de mensagens entre o miliciano Mendes e o subtenente no período de novembro a dezembro de 2019. No dia 03 de novembro de 2019, às 0h01min, o Mendes encaminhou um áudio para o gradu-ado informando que o encontraria na UPA, pois segundo ele, uma “viatura doida” circulava na região. No dia 30 de novembro de 2019, às 21h43min, o PM, escalado de serviçona RP Setor “A”, do 27o BPM, pediu ao Mendes para fazer contato com o “Padrinho” para ver o “Carvão”. Ocorre que, “Padrinho” no diálogo é uma referência ao Bruno Eduardo de Andrade Gomes, vulgo Chang Lee e carvão seria dinheiro. Em seguida Mendes envipi um áudio informando que aguardava resposta do “Padrinho” quanto ao pedido do policial, e relata que também estava esperando seu pagamento.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltar van roubada por traficantes do Quitungo (CV) até o dono depois deste pagar pelo resgate. Eles não apresentaram o fato na delegacia

Dois PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de escoltarem um veículo roubado por traficantes da comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, até aos verdadeiros donos. O fato ocorreu em janeiro. Na ocasião, só foi possível a recuperação do veículo após negociação, de um funcionário da empresa, com um intermediário, tendo o veículo sido liberado, após o pagamento de R$ 26.000,00. O veículo roubado foi recuperado horas após o roubo e, quando foi entregue, teria sido escoltado por uma viatura da PMERJ.Um dos PMs, por meio de seu aparelho de telefo- nia celular, teria conduzido uma tratativa de natureza indevida acerca da entrega do referido veículo. Às 15h17min01seg o CB PM MONDAINI: “fala padrinho, ainda estou aqui, vou demorar um tempinho”; Cumpre salientar que os investigados envidaram esforços, a todo momento, para manter o episódio em absoluta clandestinidade, confiando, em aparente temeridade, que as autoridades jamais tomariam ciência dos fatos gravíssimos narrados. Um dos PMs manteve câmera operacional portátil (COP) constantemente direcionada para baixo, limitan- do intencionalmente a captação das imagens. Todavia, apesar dessa manobra, os registros acabaram por cap-tar diálogos que evidenciam acordos de natureza escusa. Os PMs deveriam reportar o caso à delegacia mas não fizeram.

Deputado estadual preso comprou sete bazucas e vendeu a traficantes de três facções do Rio

Veja agora a relação de equipamentos anti-drones comprados pelo deputado estadual TH Joias, preso por ligação com o tráfico, e vendido a criminosos O material foi negociado com os traficantes Pezão e Índio do Lixão do Comando Vermelho bem como para bandidos do Terceiro Comando Puro e Amigos dos Amigos. O parlamentar adquiriu por exemplo sete bazucas O deputado também comprou dois detectores de drones Veja a decisão que decreteou a prisão preventiva do deputado e seus comparsas O desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decretou a prisão em flagrante do deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, mais conhecido como “TH Jóias”, e a prisão preventiva de Luciano Martiniano da Silva, vulgo “Pezão”; Gabriel Dias de Oliveira, vulgo “Índio do Lixão”; e Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o “Dudu”. Os quatro são suspeitos da prática de crimes de tráfico de armas, drogas e corrupção, na comunidade do Lixão, em Duque de Caxias, bem como nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio – áreas dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho. O parlamentar foi preso na manhã desta quarta-feira, 3 de setembro. É de competência do Órgão Especial o processamento e julgamento de deputados estaduais e dos agentes cujos delitos alegadamente praticados sejam conexos àqueles imputados ao detentor do foro especial por prerrogativa de função. “Entendo que a autoridade policial demonstrou adequadamente a presença de indícios suficientes de autoria e materialidade, relativamente a Gabriel, Luciano, Thiego e Luiz Eduardo, em especial no que tange a supostamente integrar organização criminosa para prática de crime equiparado a hediondo, qual seja, o tráfico de drogas, com fundados indícios, ainda, da prática de lavagem de dinheiro, principalmente por Thiego Raimundo dos Santos Silva”, destacou o relator do processo, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, que acrescentou que a decisão da prisão em flagrante do parlamentar é necessária para a garantia da ordem pública. “Demonstrada adequadamente a presença de indícios suficientes de autoria e materialidade, e em sendo necessário garantir a ordem pública, bem como resguardar a instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal, entendo por determinar a prisão em flagrante do deputado estadual”, completou. A decisão do magistrado também deferiu o pedido de busca e apreensão em face dos quatro investigados e a quebra de do sigilo telemático, relativamente a quaisquer dados armazenados em aparelhos celulares, pen drives, HDs, tablets, “nuvem”, e demais dispositivos eletrônicos. Nesta quarta-feira, 3 de setembro, o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, proferiu nova decisão levantando o sigilo e determinando a redistribuição do processo em razão das férias do relator de 1º a 30 de setembro. “Desta forma, temos que o presente feito demanda solução urgente, aplicando-se o disposto no § 1º. do artigo 83, do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça. Pelo exposto, determino a redistribuição dos processos 0065652-85.2025.8.19.0000, 0065664-02.2025.8.19.0000, 0003970-32.8.19.0000 e 0003984-16.2025.8.19.0000, os dois últimos em razão de decisão já proferida pelo relator originário (que avocou a competência para processar e julgar todos os feitos), a um dos Exmos. Desembargadores do E. Órgão Especial”, concluiu.

Em conversa divulgada na TV, chefão do Complexo do Alemão (CV) mandou comparsa convidar deputado estadual preso ontem para uma festa

Uma conversa divulgada no programa Balanço Geral da TV Record mostrou o traficante Pezão, chefe do Complexo do Alemão falando com Índio do Lixão, preso na operação que prendeu o deputado estadual TH Joias, falando para avisar o parlamentar sobre uma festa. “Avisa o TH da festa amanhã, se ele puder passar lá, manda o convite para ele”. Índio respondeu: “Vou mandar sim, ele vai ficar feliz demais em ser convidado”, disse,

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