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denúncia

Jovem que teria sido confundido com assaltante, foi sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém (ADA)

Vinicius Heinen, de 19 anos, teria sido confundido com assaltante, acabou sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O rapaz foi brutalmente executado sem chance de defesa. A família aguarda pela liberação do corpo. A polícia já está ciente do caso e realiza diligências para esclarecer o episodio. As informações são do jornalista Bruno Assunção.

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

Leia mais detalhes da investigação contra quadrilha de traficantes de animais silvestres alvo de operação hoje no RJ

A organização criminosa alvo de operação hoje no Rio vendia animais silvestres na Feira de Duque de Caxias e de forma online, sem autorização da autoridade competente. O grupo caçava os animais em todo o estado e os mantinha em condições degradantes antes de serem vendidos. O bando repassava aos receptadores, que os acondicionavam em viveiros clandestinos e ofereciam as aves e animais silvestres a seus receptadores intermediários e varejistas. Os denunciados também atuavam para falsificar documentos dos animais comercializados, auxiliando os compradores a ocultar a sua origem ilícita e dando ares de legalidade à compra e venda dos animais. As investigações conduzidas pelo MPRJ também apontaram inúmeras negociações ilegais de armas de fogo e munições, indicando que os denunciados não se limitavam ao tráfico de animais, atuando também, sistematicamente, com a utilização e o emprego de arma de fogo em suas atividades ilícitas. Contra os denunciados, entre os quais está o deputado estadual TH Jóias, foram expedidos 56 mandados de busca e apreensão. Em maio deste ano foi ajuizada outra denúncia, desta vez contra 59 pessoas (incluindo sete denunciados em 2023), por associação criminosa, comércio ilegal de animais, receptação qualificada, comércio ilegal de armas de fogo e falsificação de documento público. A 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do TJ-RJ expediu 44 mandados de prisão contra os denunciados.

RIO DAS OSTRAS: Após se envolver em briga em bar, homem foi sequestrado e torturado por traficantes mas conseguiu fugir

Três traficantes vulgos DG, Murilinho e Piupiu estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem um homem em Rio das Ostras após uma briga em bar. O crime consistiu no sequestro e tortura da vítima, além da tentativa de homicídio, em ação criminosa iniciada no último dia 10/09/2025, mas terminada somente no dia seguinte, 11/09/2025, quando a vítima escapou.   Segundo apurado no procedimento, a vítima foi mantida em cárcere privado e submetida a agressões físicas e psicológicas praticadas pelos criminosos durante todo o período em que esteve em seu poder. Em determinado momento, a vítima conseguiu escapar e buscar auxílio junto ao Corpo de Bombeiros que, então, lhe prestou atendimento médico. 6.  Narra a denúncia  que depois de uma briga iniciada em um bar a vítima teria sido interceptada na ponte que liga os bairros Claudio Ribeiro e Âncora por quatro elementos em duas motos e, então, teria sido presa e levada “para um pasto próximo do local”, onde teria sido agredida violentamente pelos investigados, que seriam ligados ao tráfico de drogas da região.  A vítima informou à autoridade policial, ainda, que: “(…) ficou sob a posse dos indivíduos até a data e 11SET2025 por volta das 07h00, quando conseguiu escapar. Disse que um conhecido estaria procurando uma vaca sua que havia fugido e encontrou o declarante, em momento que os indivíduos teriam saído do local. Esse conhecido informou a vítima que não poderia liberá-la  pois temia por sua vida, já que os responsáveis pelo fato seriam do tráfico local;  Uma pessoa vulgo Bebel estaria de vigia do local, e teria dito a vítima que iria buscar café, e que o declarante não deveria tentar fugir;. Neste momento, o alvo conseguiu tirar a mordaça que os indivíduos teriam feito e mastigar as fitas que prendiam suas mãos. Após conseguir liberar as mãos se desamarrou e correu sentido a pista que passa próximo ao pasto;  Ao alcançar a pista, buscou ajuda no quartel do Corpo de Bombeiros que fica próximo ao local;. Chegando no quartel, relatou o fato aos Bombeiros que acionaram a Polícia Militar;  Quando saiu do atendimento hospitalar foi informado por policiais que estaria na ocorrência que um indivíduo teria procurado por ele no quartel dos Bombeiros onde teria recebido os primeiros atendimentos. Os suspeitos subtraíram os pertences do declarante, incluindo documentos e aparelho de celular .No curso do depoimento, a vítima procedeu à identificação dos indiciados. Consta do procedimento, ainda, as fotografias dos envolvidos e que serviram de base ao reconhecimento empreendido pela vítima. 

Vítima sequestrada por PMs na Zona Oeste tem irmão envolvido com o tráfico da Nova Holanda (CV). VEJA DEPOIMENTOS

Leia agora o depoimento da vítima de extorsão mediante sequestro por parte de PMs que foram presos no último fim de semana na Zona Oeste do Rio. O alvo contou que estacionou seu carro em casa e viu três homens com fardas da Polícia Militar, usando balaclavas da cor preta e portando fuzil. Disse foi colocado dentro do carro. Ao entrar no veículo, viu o motorista, que não estava fardado Relatou que foi levado até perto da Vila Kennedy. Ali tiraram fita adesiva que estava adulterando a placa do carro. Seguiram adiante e pararam em frente a Comunidade do Muquiço, Guadalupe, perto do valão; Então, o motorista saiu e outro criminoso também saiu; Foi feito contato pelo telefone celular com a filha da vítima, com sua companheira e com seu irmão. Exigiram o valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para que a vítima fosse libertada; O declarante informou para os criminosos que não tinha dinheiro para pagar o resgate. Eles disseram que se não arrumasse iriam matá-lo. Contou ainda que havia uma viatura Frontier da Polícia Militar, “tipo velha”, escoltando o carro onde estavam. Pensa que também havia um veículo Honda, modelo CRV, “antigo”, cor preta, que também estava fazendo a escolta (…)”  Em sede policial, uma testemunha corrobora a declaração acima em relação ao momento da abdução da vítima, da exigência de valores para a liberação ela bem como perguntada se houve algum pagamento de resgate respondeu que não. Informou que quando os criminosos estavam saindo do local do fato a declarante disse que não tinham dinheiro e um dos criminosos disse que pediriam para o irmão da vítima; Nesse momento, o alvo esclareceu que seu irmão e que ele é envolvido com o narcotráfico da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Um policial encarregado da ocorrência informou que o aparelho celular da filha da vítima que foi levado pelos sequestradores estava sendo utilizado nas negociações extorsionário: Que o monitoramento do celular deu a localização do bairro de Rocha Miranda (…) que durante abordagem realizada na Estrada de Gericinó, encontraram a vítima algemada e mais 3 policiais militares O auto de apreensão especifica o material como: 2 armas de fogo imbel (fuzil) – calibre (7,62); 1 arma de fogo i.m.i. (fuzil) – calibre (5,56 mm); 1 arma de fogo Beretta (pistola) – calibre (9 mm).  

Leia mais detalhes do sequestro cometido por PMs na Zona Oeste do Rio no último fim de semana. Policiais tiveram as preventivas decretadas

O Núcleo de Atuação em Audiência de Custódia (NACAC/MPRJ) obteve, no sábado (13/09), a conversão em prisão preventiva dos policiais militares Janildo Lopes de Souza, Raphael Nascimento da Silva e Christiano Vicente Castro de Oliveira, presos em flagrante pela prática de extorsão mediante sequestro em Santíssimo, Zona Oeste do Rio. De acordo com a investigação, a vítima foi abordada em frente à sua residência por homens vestidos com fardas da Polícia Militar, encapuzados e armados com fuzis. Ela foi obrigada a entrar em um veículo e conduzida até a região de Guadalupe, onde os criminosos exigiram o pagamento de R$ 500 mil para sua libertação, sob ameaça de morte.  Segundo o apurado, durante o trajeto, o grupo adulterou placas do carro utilizado e contou com o apoio de uma viatura da PM, que fazia a escolta do veículo, indicando a participação de outros envolvidos. O homem foi mantido sob coação armada até ser resgatado em Rocha Miranda, após monitoramento da polícia. Na ação, foram apreendidos dois fuzis calibres 7,62 e 5,56, além de uma pistola 9 mm. Na audiência de custódia, o MPRJ defendeu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a extrema gravidade da conduta, o uso de armamento de guerra, o envolvimento de agentes públicos e a necessidade de resguardar a ordem pública e a aplicação da lei penal. 

COMPRA DE ÁREA DA MILÍCIA E ACORDO COM O CV: Relembre a investigação que resultou na última prisão de Celsinho da Vila Vintém (ADA)

A denúncia que resultou na última prisão do traficante Celsinho da Vila Vintém diz que , toda a região de Curicica, em Jacarepaguá, era dominada pelo miliciano André Boto. Entretanto, Boto teria feito um acordo espúrio para transferir a atuação nos seus territórios para traficantes de drogas das facções criminosas denominadas de “Comando Vermelho” e “ADA – Amigos dos Amigos”. Tal acordo, celebrado com a facção criminosa ADA, que tem como líder Celsinho teria obtido o “aval” do traficante Doca, chefe da facção criminosa Comando Vermelho. Assim, a partir desse cenário, iniciou-se investigação criminal, lastreada em informações de inteligência produzidas pelo GIC da 32ª DP, que levaram à prisão em flagrante, no dia 26 de fevereiro de 2025, de diversos integrantes da ADA, Os criminosos declararam que foram “recrutados” diretamente por Celsinho para dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo, tendo ainda afirmado estarem associados à facção criminosa “ADA- Amigos dos Amigos”, liderada por ele. . Cumpre esclarecer que tal ocupação fora realizada sem resistência, pois Boto teria “vendido” o domínio do território para Celsinho, uma vez que Boto exerce a liderança da milícia do local, o que foi ressaltado por várias testemunhas ouvidas nos autos, Durante as investigações, foram juntados documentos que demonstram que uma ocupação ordenada por Celsinho ocorreu no dia 10 de março de 2025, no interior da Comunidade Dois Irmãos, também localizada no bairro Curicica, quando policiais civis da 41ª DP prenderam um homem em flagrante delito. Esse homem afirmou que: “faz parte da tropa do Celsinho da Vila VIntém, e o grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta dele, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área; Ele confirmou que Celsinho comprou a área do miliciano Boto, que negociou toda a área; Importante ressaltar o envolvimento do líder da facção criminosa denominada “Comando Vermelho”, Doca, uma vez que o homem preso também afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. A associação entre Celsinho e Doca, através de um acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul cinco suspeitos sendo que alguns deles afirmaram que eles e os demais traficantes teriam ido à Comunidade Gardênia por ordem do denunciado Doca, líder do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Tal movimentação fora orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com a milícia de Boto. Celso teria pedido “apoio” a Doca. , inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Peixe da Vila Aliança (TCP) continua vivo

Circula nas redes sociais desde a noite de domingo (14), o boato de que o traficante Rafael Alves, conhecido como “Peixe da Vila Aliança”, teria falecido no presídio de Bangu em decorrência de sua grave doença. No entanto, essa informação não procede. De acordo com.a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP, Rafael Alves permanece vivo, embora esteja extremamente debilitado devido a uma doença degenerativa que o afeta há vários anos. A condição de saúde do criminoso tem exigido acompanhamento médico contínuo dentro do sistema prisional.

Traficantes de São Gonçalo são suspeitos de matar homem que prestou informações contra eles em inquérito

Os traficantes Playboy ou Ballack e Verdão estão com a prisão preventiva decretada suspeitos de cometer um homicídio contra uma pessoa que prestou informações deles para a polícia de São Gonçalo. O delito foi praticado por motivo torpe, uma vez que os acusados tiveram ciência de que a vítima havia noticiado, nos autos do inquérito nº 072-08353/2022, as atividades ilícitas que eles cometiam na região dos fatos e, em retaliação, ceifaram a sua vida. A partir de declarações prestadas pelas testemunhas em sede policial, além da análise do delito em tela com o inquérito Policial nº 072-08353/2022, o qual apura a prática do crime de associação para o tráfico pelos suspeitos. Em razão disto, os réus possuem bastante influência e conhecimento na região, havendo testemunhas que residem e trabalham próximo ao local do crime e possuem algum tipo de relação com os acusados, de modo que estas se encontram temerosas com a liberdade destes. Portanto, a decretação da custódia provisória é extremamente importante para assegurar a manutenção da Ordem Pública.

‘TRIBUNAL DO TRÁFICO’ EM ARRAIAL: Mesmos bandidos são suspeitos de matar idoso que foi espancado e teve o corpo incendiado e um suposto furtador que acabou torturado e teve a mão arrancada

A Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Marcinho, MK, Gato Mole, Fred ou Boca de Xereca e PL pelo assassinato de um idoso na localidade de Monte Alto, em Arraial do Cabo. O homem de 66 anos identificado como Roberto Matusin foi espancado e teve o corpo incendiado com o intuito de dificultar a identificação e ocultar o crime. Ele foi vítima do do ‘tribunal do tráfico’. Os autos não revelam a motivação do crime, O mesmo bando é acusado de matar também Reginaldo Siriaco Gonçalves Júnior, que foi encontrada morto em 22 de dezembro de 2024, em Arraial do Cabo, após ter sido sequestrado e brutalmente torturado (com pauladas e amputação de uma das mãos) antes de ser executado. O crime teria sido motivado pelo fato de a vítima ser apontada como furtadora, em um contexto de atuação de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e a um “tribunal do tráfico” local. Neste segundo crime citado, são acusados também João Vitor, Paiva, Nachico ou Coroa e Vanessinha.

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