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Saiba a nova versão que circula sobre a invasão ao Hospital Pedro Segundo em Santa Cruz

Leia agora uma nova versão que circula nas redes sociais sobre o episódio da invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, durante a madrugada. Segundo o que foi publicado nas redes sociais, o alvo dos invasores da unidade de saúde teria o vulgo de Japa, que seria frente da comunidade Nova Jérsei, em Paciência. Ontem de manhã, milicianos ligados a Juninho Varão teriam ido ao Nova Jérsei para matá-lo mas Japa conseguiu fugir e deixou um fuzil para trás.Japa , então, foi se esconder na comunidade do Gouvêia. E foi lá que ele foi baleado ele pelos próprios comparsas ligados aos milicianos Naval e PL, sucessores de Zinho, com a suspeita de que foi o próprio Japa quem deu o fuzil para os milicianos do Varão. Depois de ser baleado, o Japa foi levado para o Hospital Pedro ll. Depois já de madrugada, um grupo de milicianos foi lá tentar terminar o serviço que era matar ele. Em menos de 24 horas o alvo dos invasores no hospital quase foi morto três vezes. Japa teria bastante informação de dentro da milícia que era comandada por Zinho e é muito próximo ao Zero, que foi expulso do grupo paramilitar junto com a Martinha Sapatão pelo PL e Naval.

Milicianos que invadiram hospital queriam pegar um homem que havia mudado de facção indo para o Comando Vermelho, disse chefe da Polícia Civil

De acordo com o chefe da Polícia Civil, delegado Felipe Curi,, criminosos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, foram para matar um paciente que havia mudado de facção pulando da milícia para o Comando Vermelho. , O alvo estava internado no local após ser baleado e levado quatro tiros. Ele foi cooptado pelo CV para passsar informações do grupo paramilitar já que tinha conhecimentos da quadrilha, segundo Curi. O secretário de Segurança, Victor do Santos, afirmou que já foi identificado um criminoso que teria baleado esse paciente em uma emboscada e teria voltado ao hospital para matá-lo. Ele já teria sido preso em 2017 e tem vários registros criminais. Os agentes estão fazendo uma operação na comunidade do Gouveia, em Paciência., para prender os autores. Mas existe outra versão que circula sobre o caso. Ontem, teria ocorrido um ataque de milicianos de Juninho Varão e Waguinho na comunidade do Nova Jerséi., reduto da milícia do PL e Naval, sucessores de Zinho. Eles queriam pegar o frente da milícia lá, vulgo Japa, que conseguiu fugir mas os invasores teriam levado um fuzil. Segundo a fonte, esse frente da milícia tentou se esconder no Gouveia, onde teria sido baleado pelos próprios comparsas e levado para o hospital que foi invadido e era o alvo. O paciente alvo dos milicianos havia sido preso em 2019 fazendo cobranças em estabelecimentos comerciais no bairro e recolhendo dinheiro.Com ele, foram apreendidos três celulares mas atualmente não tem nenhum mandado de prisão pendetne. Há muito tempo a milícia que era do Zinho está em guerra com o Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. No úlitmo sábado, o CV atacou o Tingui, em Campo Grande, e matou um homem e deixou outro ferido. A investigação sobre a invasão ao hospital está a cargo da 36ª DP (Santa Cruz) com apoio da DRACO.

LAVAGEM DE DINHEIRO: Traficante Lacoste da Serrinha (TCP) tinha casarão avaliado em R$ 500 mil em Búzios que colocou em nome de dona de salão e fez moradores movimentarem valores milionários. Chefão do Jacarezinho (CV) também tinha residência em condomínio de luxo em Natal (RN)

O traficante Lacoste ou Salomão, chefão do Complexo da Serrinha, em Madureira, adquiriu há alguns anos um imóvel de veraneio na cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos, no valor de R$ 500 mil. Só que para ocultar o seu nome, colocou o bem no nome de uma mulher, que era uma espécie de secretária dele. A moça possuía um pequeno salão na Serrinha totalmente desestruturado. incapaz de justificar a titularidade, da sua parte, de mais de R$500.000,00.Parte dos valores para a compra da casa foram depositados por um homem que foi preso por tráfico de drogas. A polícia chegou a ficar de campana no local em datas comemorativas e feriados para tentar prender Lacoste em Búzios Ocorre que estas diligências foram capazes, exclusivamente, de revelar o uso do imóvel por familiares do traficante”, a exemplo de uma de suas filhas, que se encontrava presente em uma dessas diligência Lacoste também se vale de moradores para depósitos, com fins de ocultação da origem. Em uma investigação foram identificados em depósitos vinculados ao tráfico da Serrinha um total de mais de R$3.000.000,00 Na mesma investigação, foi descoberto que um outro chefão do tráfico, vulgo Lambari, da Favela do Jacarezinho (CV), adquiriu um imóvel em um condomínio em Natal (RN) e colocou no nome de um homem, que era proprietário de um comércio minúsculo no interior da comunidade. Lambari se mudou do Estado do Rio de Janeiro, passando a viver com considerável conforto no nordeste brasileiro. Ele saiu dos holofotes policiais, perambulando livremente junto à sociedade já há algum tempo, sem que os aparatos de justiça criminal tivessem conhecimento de seus atos. Mesmo assim, continuou envolvido com o tráfico de drogas, recebendo “participações nos lucros” ou “royalties” decorrentes da sua condição de “dono da comunidade”. E ele manteve mantém alguns bens em nome de interpostas pessoas (laranjas) de sua maior confiança. E essas pessoas são moradoras do Jacarezinho, pessoas, ordinariamente, sem renda, que movimentavam valores estratosféricos, completamente fora da realidade de vida contemplada por esses indivíduos, não deixando dúvidas de que estas pessoas são operadoras do esquema de arrendamento da comunidade levado a cabo por Lambari.Um outro morador, dono de um pequeno comércio na comunidade, movimentou R$ 5 milhões. Seu frente, Chico Bento, vivia sob mais absoluto luxo no Jacarezinho em um imóvel projetado por arquiteto, móveis os mais modernos, piscina, banheira de hidromassagem, ,

Bandidos infiltrados em torcidas organizadas são alvos de operação no Rio

Criminosos se passam por torcedores de facções organizadas para cometer delitos violentos como roubos e homicídios. Esses bandidos se utilizam de redes sociais para marcar confrontos, cujos resultados vêm se agravando, com casos recentes de feridos e mortes. Hoje, a Polícia Civil faz uma operação contra esses marginais. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra 39 alvos, em diversos endereços, incluindo as sedes das principais torcidas do Rio. Até o momento, dois homens foram presos em flagrante: um por entrar em confronto com os agentes e outro por posse ilegal de arma de fogo. Além disso, dois fuzis foram apreendidos durante as diligências A ação visa a obter maiores subsídios para identificar as organizações criminosas inseridas nas torcidas.

Confira a hierarquia da quadrilha do CV (cúpula, líderes territoriais e gerentes) especializada em roubo de veículos

Segundo investigações, os traficantes Fernandinho Beira-Mar, Marcinho VP, Fu, Barbozinha e Abelha integravam a cúpula da quadrilha do Comando Vermelho especializada em roubo de veículos e comandavam os valores pagos pelos carros subtraídos e o papel de outros membros no esquema; Mesmo já estando em unidades prisionais, eles mantêm o domínio finalístico das ações do grupo, deliberando sobre as estratégias criminosas e emanando ordens para os demais escalões. Os veículos objetos de subtração pelo grupo eram levados para comunidades dominadas pela facção “Comando Vermelho”. A apreensão de veículos roubados no Rio de Janeiro,já com placas e chassis adulterados (“clonados”), em outros estados como Espírito Santo e São Paulo, enquanto eram utilizados para outros crimes como o tráfico de drogas, demonstra a sofisticação, a amplitude e a conexão interestadual da organização criminosa. Existiam os lideres territoriais Um deles é Paulinhozinho, apontado como líder do Morro do Fallet e Fogueteiro, bem como membro do “Conselho”. Ele não apenas autoriza, mas fornece a estrutura necessária para que os veículos roubados sejam levados para sua área de domínio, garantindo abrigo e proteção aos executores. Sua liberdade representa a manutenção de um porto seguro para a continuidade dos crimes. Jiló, é tido como líder do Morro dos Prazeres e membro do “Conselho”. A investigação, corroborada por confissões, indica sua comunidade como um dos principais locais para aclonagem de veículos, atividade que ele supervisiona e com a qual lucra. Lambari é imputado como chefe da Favela do Jacarezinho e também membro do “Conselho”. A investigação apontou sua comunidade como destino de veículos roubados e revelou um robusto esquema de lavagem de dinheiro, demonstrando seu papel central no financiamento da quadrilha., . Corolla ou Chacota é apontado como chefe da Favela de Manguinhos. Sua área de domínio foi identificada como o destino de veículos e o local de origem de roubadores, indicando seucontrole direto sobre a atividade criminosa na região. Ratinho é tido como líder da Favela do Arará. Esta comunidade foi apontada como base para uma quadrilha de roubadores e destino de veículos subtraídos. Sua atuação é fundamental para dar suporte e proteção aos executores. Adidas ou Gazela ´é apontado como coordenador do tráfico no Morro do Turano, responsável por determinar ações e dar proteção aos criminosos em sua área de atuação. As investigações apontam que Adidas passa as determinações do “Conselho” para os seu comandado vulgo Pivete,.“Marcinho da Paula Ramos é imputado como membro do “Conselho” e líder do Morro Paula Ramos. Encontra-se em prisão domiciliar, mas as investigações apontam que, após sua soltura para este regime, os roubos de veículos na região dobraram. Ademais, conforme certidão da SEAP e demais informações descritas Marcinho descumpriu as condições impostas, não sendo localizado em seu trabalho e não comparecendo para a instalação de tornozeleira eletrônica. Assim, sua conduta revela total desrespeito à ordem judicial e umretorno imediato ao comando do crime, Gerentes e Núcleo Operacional Pivete – é apontado como a atual “frente”, auxiliar do chefe, do Morro do Turano. Ele tem a função de executar as determinações criminosas e dar proteção a roubadores e clonadores na comunidade. A investigação demonstra que ele se reporta à estrutura de comando historicamente liderada por “Adidas” ou “Gazela”) naquela localidade, mantendo as atividades ilícitas em pleno funcionamento mesmo após a prisão de outras lideranças. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de suacomunidade, sendo o elo entre o comando do “Conselho” e a execução nas ruas. Sua prisão é essencial para desarticular a linha de frente operacional do grupo. Chico Bento – atua como “frente” da Favela do Jacarezinho. Sua função é a de determinar as ações criminosas e proteger os executores de roubos no território. As investigações indicam que ele responde diretamente às ordens do chefe da localidade, Lambari, sendo o principal responsável por gerenciar a atividade criminosa na ponta. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de sua comunidade, sendo o elo entre o comandodo “Conselho” e a execução nas ruas Cocão – exerce a função de líder dos executores de roubos e principal “clonador” de veículos. Em sua confissão detalhou o funcionamento do esquema, revelando sua posição central na engrenagem criminosa. Ratinho” ou “Rato Velho” atua no transporte dos veículos roubados e no contato com receptadores para “escoar” a mercadoria ilícita. Marconi – desempenha a função de “piloto” ou “atravessador” do grupo, sendo essencial para a movimentação dos veículos roubados/clonados. Graxinha – apontado como um dos maiores receptadores do grupo, responsável por receber, adulterar e desmanchar os veículos roubados. Leandro Daniel atua como “batedor”, garantindo a segurança das operações de roubo e transporte, sendo responsável por observar e avisar da presença policial ao grupo criminoso que executa o roubo e na entrega dos veículos clonados, além de escolher os veículos queserão subtraídos. Natureza – atua como como receptador e vendedor dos veículos clonados. Sua confissãofoi de extrema importância para desvendar a estrutura do núcleo operacional e o papel de cada integrante.

MP denunciou 70 integrantes do Comando Vermelho do Catiri, Penha e Tabajaras

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), denunciou 33 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, incluindo suas lideranças, pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas na comunidade do Catiri, em Bangu. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (17/09), uma operação no Catiri e na Vila Kennedy, na Zona Oeste da capital, para prender os 33 denunciados e cumprir 62 mandados de busca e apreensão. A denúncia encaminhada ao Judiciário relata que os acusados atuavam na comercialização de entorpecentes na comunidade, sendo a organização criminosa estruturada em hierarquia, liderança e divisão de tarefas, e responsável pela venda, distribuição, fornecimento e entrega de drogas na localidade, além da contabilidade do tráfico e da gerência dos pontos de venda de entorpecentes.  Ainda segundo a denúncia, os acuados contavam com estrutura voltada para a proteção armada do território, considerado estratégico pelo grupo criminoso devido à sua logística para o tráfico de drogas, à circulação de armamentos e à comunicação com internos do sistema prisional. Denunciados em Copacabana, Botafogo e Penha Entre julho e agosto de 2025, a 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro ajuizou outras duas denúncias contra membros do Comando Vermelho, com atuação nas comunidades da Ladeira dos Tabajaras, nos bairros de Copacabana e Botafogo, e da Vila Cruzeiro, na Penha.  No primeiro caso, 23 pessoas foram denunciadas pela participação no tráfico de drogas na Ladeira dos Tabajaras e pela prática de ataques contra comunidades dominadas por milícia e facções rivais, com uso de violência, grave ameaça e emprego de armas de fogo e explosivos. No segundo, 15 integrantes da organização foram denunciados pela atuação na Vila Cruzeiro, associando-se de forma estruturalmente organizada e com divisão de tarefas para praticar crimes, como o porte de armas de fogo de uso restrito e proibido, além de homicídios relacionados ao narcotráfico. 

Beira-Mar, Marcinho VP e outros chefões do CV tiveram prisões decretadas por crimes patrimoniais na região da Grande Tijuca

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve a prisão preventiva de 20 integrantes da organização criminosa Comando Vermelho, por associação criminosa para a prática de crimes patrimoniais. A denúncia do MPRJ relata que os integrantes da organização criminosa, entre eles os líderes Luiz Fernando da Costa, conhecido como “Fernandinho Beira Mar”, Márcio Santos Nepomuceno (“Marcinho VP”), Ricardo Chave de Castro Lima (“Fú”), Ocimar Nunes Robert (“Barbozinha”), e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha (“Abelha”), associaram-se para praticar, reiteradamente, uma série de crimes patrimoniais na cidade do Rio de Janeiro, concentrando suas atividades no roubo de veículos e receptação. Ainda segundo o documento, os integrantes da organização promoveram diversos roubos de veículos na circunscrição distrital da 18ª e da 20ª Delegacias de Polícia, clonando os veículos roubados para serem revendidos ou vendendo suas peças para lojas e ferros-velhos. De acordo com as investigações, a dinâmica dos crimes era composta, além dos líderes da organização, pelos “batedores”, responsáveis por observar e avisar ao grupo que executava os roubos da presença de policiais, pelos “executores”, que efetivamente conduziam o roubo dos veículos, e por integrantes do grupo que eram responsáveis por levar os automóveis roubados a uma das comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com a prévia anuência dos chefes das localidades.

Polícia faz operação contra expansão do CV na Zona Oeste do Rio. 27 foram presos

As disputas por expansão territorial do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio são alvo de ação da Polícia Civil, nesta quarta-feira (17/09). A operação ocorre”, nas comunidades do Catiri e da Vila Kennedy. Ao todo, 27 criminosos foram presos e um menor foi apreendido. Também, foram apreendidos um fuzil, pistola, granada, munições, drogas e um jammer, além de oito veículos recuperados. O objetivo da ação é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes da facção que atuam na região. As investigações demonstraram que os líderes do tráfico no Complexo da Penha, em especial Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, e seu principal aliado, Carlos Costa Neves, o “Gadernal”, vêm coordenando a atuação de células armadas, com o propósito de expandir a influência territorial da organização criminosa. Essa expansão, segundo apurado, abrange o Catiri e áreas estratégicas de Campo Grande, tendo a Vila Kennedy como ponto de apoio logístico e operacional. A partir dessa base, foram deflagradas sucessivas ofensivas violentas, que culminaram em homicídios e graves violações à ordem pública na região. As investigações apontaram que os criminosos utilizam violência e ameaças para consolidar seu domínio, impondo toques de recolher, expulsando moradores de suas residências e instalando barricadas, a fim de dificultar a entrada das forças policiais. Os agentes também identificaram o uso intensivo de tecnologia, com drones empregados tanto para monitorar as tropas policiais quanto para guiar ataques contra rivais e agentes públicos. Com base em provas técnicas, a Polícia Civil obteve mandados judiciais para desarticular a célula criminosa. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 50 capturados e outros 7 criminosos neutralizados em confronto.

Jovem que teria sido confundido com assaltante, foi sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém (ADA)

Vinicius Heinen, de 19 anos, teria sido confundido com assaltante, acabou sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O rapaz foi brutalmente executado sem chance de defesa. A família aguarda pela liberação do corpo. A polícia já está ciente do caso e realiza diligências para esclarecer o episodio. As informações são do jornalista Bruno Assunção.

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