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denúncia

Suspeito da morte de motorista de ônibus achado sem vida em Seropédica foi flagrado limpando o carro usado no crime. Seu filho, um ex-PM que também estaria envolvido, foi preso nu sob efeito de álcool ou drogas. Com eles, foram encontradas várias armas

Sobre a morte do motorista de ônibus Everton Ariel dos Santos, que foi encontrado sem vida no újltimo dia 23, em Seropédica, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro,, policiais militares afirmaram que, naquela data, por volta das 11 horas e 30 minutos, receberam informações oriundas da P2 do 24º BPM acerca da localização de um automóvel supostamente envolvido na ocultação de um cadáv. Em razão dessa informação prévia, teria sido realizado cerco pelo Setor Charlie, na Estrada Santa Ângela, onde foi localizado um corpo em óbito, às margens da via, no endereço localizado na Estrada Santa Ângela, nº 366, bairro Santa Alice, na comarca de Seropédica/RJ. Os policiais militares ainda informam que o veículo utilizado no crime era uma caminhonete Toyota Hilux, que estaria estacionado na Rua Luís Augusto Pinho. bairro Santa Eugênia, na comarca de Nova Iguaçu/RJ. De posse de tais informações, a guarnição policial dirigiu-se ao endereço indicado, onde avistou a referida caminhonete estacionada, bem como um indivíduo, posteriormente identificado como sendo Flávio de Lima e Silva, aparentemente limpando o veículo, com as portas abertas. Foi realizada revista no veículo, não tendo sido localizado nenhum objeto ilícito em seu interior. Os policiais informam, ainda, que o portão da residência encontrava-se aberto, tendo Flávio franqueado, espontaneamente, o ingresso da guarnição, sendo que a residência era composta de três pavimentos e, no terceiro andar, a guarnição localizou Fábio, que se encontrava nu, aparentando estar sob efeito de substâncias psicoativas ou alcoolizado, tendo ele se identificado como ex-policial militar. Durante as buscas no interior do referido imóvel, foram arrecadados 1 espingarda calibre 12; 1 pistola calibre 9 mm; 1 pistola calibre .380; 4 carregadores de arma de fogo calibre .380; 2 carregadores calibre 9 mm; 1 cinto porta-munição para calibre 12; 21 munições calibre .380; 17 munições calibre 9 mm; 15 munições calibre 12; 2 rádios comunicadores; 2 speed loaders calibre .38; 2 CRAFs; 1 carteira de identidade funcional da PMERJ em nome do custodiado Fábio; 1 identidade profissional de dentista também em nome do custodiado Fábio; a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em espécie, além de outras armas de fogo que se encontravam com a documentação regular. Flávio e Fábio, que são pai e filho, tiveram as prisões preventivas decretadas.

PMs aposentados foram denunciados por fazerem parte da segurança pessoal de Rogério Andrade. Um deles tentou subornar policia da ativa para obter informações sobre quadrilha rival

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça Rogério de Andrade, atualmente custodiado em presídio federal, e dois policiais militares aposentados, por constituição de organização criminosa voltada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Os mandados de prisão obtidos pelo GAECO/MPRJ na segunda fase da operação Petrorianos estão sendo cumpridos nesta quinta-feira (29/01), em endereços na cidade do Rio de Janeiro e na Penitenciária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).A investigação decorre de Procedimento de Investigação Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ contra integrantes do jogo do bicho. De acordo com a denúncia, Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido como Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, identificado como Carneiro, fazem parte da equipe de segurança pessoal do contraventor e prestam serviços diretos a Rogério de Andrade e a seus familiares.Ainda segundo o GAECO/MPRJ, Carlos André, em conjunto com Rogério de Andrade, foi denunciado por subornar um policial militar da ativa para obter informações sigilosas sobre operações policiais e para direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos explorados por grupos criminosos rivais. A denúncia foi recebida pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.

Peixão (TCP) foi absolvido em processo que respondia por ter se unido à uma milícia em Cordovil

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, foi absolvido pela Justiça do Rio de Janeiro de um processo que respondia junto a outros 13 réus acusados de integrarem uma milícia no ano de 2020 na região de Cordovil, na Zona Norte do Rio, que teria cometido ao menos dois homicídios. Na ocasião, dois corpos foram encontrados carbonizados. Segundo os autos, Peixão havia feito uma espécie de acordo com uma parte de uma milícia para poder dividir o território e usar aquilo ali para poder alcançar novas áreas do Comando Vermelho. Uma outra parte do grupo paramilitar não concordou e, aí começou uma guerra entre os milicianos. Um lado da milícia ficou a favor do Quitungo apoiado pela Cidade Alta que é reduto de Peixão, e do outro a parte de Tinta e Dourado. Os falecidos eram da parte do Dourado e Tinta, pois num desses ataques que eles estavam fazendo entre si, eles capturaram as duas vítimas de homicídios e as mataram. Por este acordo da época, Peixão exploraria o tráfico de drogas na mesma região e os paramilitares continuariam explorando o que eles já exploravam como milícia. O acordo seria mais ou menos esse, uma divisão do território, apelidada na época de União 5.3, 5 referente à milícia e 3 referente ao Terceiro Comando Puro. Para absolver os acusados, a Justiça concluiu que o arcabouço probatório não trouxe elementos contundentes a indicar a efetiva atuação dos réus no indicado grupo criminoso, na medida em que as provas apresentadas, apenas, apontam, em linhas gerais, a existência de uma organização criminosa na localidade, sem, contudo, esclarecer, com a participação dos denunciados.

Influencer digital especulado como morto após ser supostamente espancado por traficantes da Rocinha (CV) está internado em estado estável em hospital no Centro do Rio

A reportagem confirmou junto à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro que o influencer digital Iago Nascimento, o Rei da Jogada, está internado no Hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade e tem quadro de saúde estável. “A direção do Hospital Municipal Souza Aguiar informa que o estado de saúde do paciente é estável.”, diz a nota. Circulou desde ontem nas redes sociais que ele havia sido morto por traficantes da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, mas a informação não se confirmou. O que se sabe é que ele teria sido supostamente espancado pelos criminosos a mando do chefe do tráfico local, vulgo Johny Bravo. As circunstâncias não foram esclarecidas. Um morador relatou à reportagem que ele teria sido espancado durante alguns dias em um barraco porque teria supostamente instalado GPS em mochilas de bandidos para PMs. Mas circulou outras informações de que ele teria sido agredido por conta de mulher ou inveja. A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil e aguarda resposta.

Circula boato que influenciador digital teria sido morto por traficantes da Rocinha (CV) mas nada foi confirmado até agora

Circula desde ontem nas redes sociais que um influenciador digital conhecido como Rei da Jogada teria sido morto na Favela da Rocinha a mando de traficantes. A informação, porém, ainda não está confirmada. A Polícia Civil foi questionada a respeito mas perguntou para a reportagem quando teria ocorrido o fato e respondemos que o boato circula desde ontem e não tivemos mais retorno. Um morador da Rocinha disse que o fato ocorreu e que o influenciador teria sido morto por estar supostamente ajudando PMs a obter informações de traficantes. Contou que ele teria passado cinco dias dentro de um barraco apanhando até decidirem pela sua morte, mas nada foi confirmado até agora. Sobre o corpo, falou: “Aqui não acha corpo de ninguem” Outras especulações dizem que ele teria sido morto por causa de mulher ou inveja. O influenciador está a mais de 6 dias sem postar nada no Instagram e no Tiktok,. Segundo relatos, ele nunca ficou mais que 2 dias sem postar desde o seu começo. O.repórter Bruno Assunção também divulgou a informação em suas redes socias escrevendo que uma das hipóteses seria que o influenciador teria se envolvido com a amante do chefe do Comando Vermelho (CV) na área, identificado como John Wallace da Silva Viana, conhecido como Jhony Bravo. Ele é considerado foragido da Justiça e apontado como responsável por diversos homicídios e pelo tráfico de drogas. A segunda hipótese levantada é a de que teria sido armada uma suposta “mancada” contra o influenciador — gíria usada na favela para indicar que alguém estaria “no erro”. Ainda de acordo com a apuração, nessa versão, ele teria sido acusado de ser “X9”, termo utilizado no mundo do crime para designar informantes da polícia ou de grupos rivais, o que teria motivado a decretação de sua morte. Em contato com uma fonte da Delegacia de Homicídios da Capital, o.jornalista postou que a informação foi confirmada como de conhecimento através das redes sociais, mas a polícia afirmou que, até o momento, não foi oficialmente acionada para investigar o caso.

Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho por homicídio relacionado à máfia dos cigarros

A Justiça do RIo de Janeiro decretou hoje a prisão preventiva do bicheiro Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, por um homicídio supostamente relacionado a máfia de cigarros, segundo informações que constam no site do TJ-RJ. Segundo os autos, Adislinho agiu dolosamente, comandando as atividades ilícitas dos demais denunciados, concorreu para o crime, induzindo os executores a matarem Fabricio Alves Martins de Oliveira. O crime em análise foi realizado de forma organizada, mediante tocaia para surpreender a vítima, com a utilização de vestes da polícia, em um local público (posto de combustível), com armas de grosso calibre, inclusive fuzil (Auto de apreensão id. 866 – munições, inclusive calibre 7.62), tendo sido efetuados 14 disparos (Laudo de exame em local de morte violenta. O crime, está relacionado a disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio clandestino de cigarros.O teor das interceptações telefônicas revela a atividade da organização voltada ao comércio ilegal de cigarros. Foram coletados elementos de informação acerca da participação dos acusados no crime. Um dos acusados, Alex de Oliveira Mattos atia no comércio ilegal de cigarros e a investigação apontou sua relação com a morte de FabrícioHá conversas entre Alex e sua esposa sobre Fabrício, indicando repulsa em relação a este diante de supostos “botes” praticados em transações anteriores. Em conversa com Alex, outro suspeito, José Ricardo Gomes Simões, há menção a homicídios praticadosinclusive mediante paga, além de tratarem sobre a possibilidade de morte de outro sujeito que também estaria envolvido no comércio ilegal de cigarros. Na mesma conversa, os acusados falam especificamente de Fabrício e de sua companheira, , com questionamentos acerca da razão de Fabrício estar vivo. Salienta-se que o diálogo se deu aproximadamente 5 (cinco) meses antes da morte do assassinato. Os autos apontam ainda Daniel Maia como envolvido e um trecho de conversa com Simões que indica o envio de foto de um homem chamado Rafael discutindo-se a sua localização. Em seguida, Danielnforma que está buscando informações sobre o indivíduo. A investigação apurou que Rafael ” estaria envolvido no comércio de cigarros. Cumpre ressaltar que Rafael nha relação com Fábio, sujeito que foi executado ao sair do enterro de Fabrício. Ademais, Fábio era primo de Rafael. Rafael disse que Fábio , lhe falou que Fabrício atuava no comércio ilegal de cigarros. Ainda no que se refere a Daniel, este possuía em sua galeria de fotografias imagens dos documentos de Fabrício no dia da sua morte. Em relação a Adilsinho, ele é apontado como “01”, responsável pela tomada de decisões, sendo possível concluir que a morte de desafetos exigiria sua concordância ou ordem. Ainda sobre ele,, este é citado por Rafael em suas declarações que não descartava a possibilidade de Fabrício ter sido morto pela “máfia de Caxias” Os envolvidos são pessoas perigosas e voltadas para o cometimento de ilícitos penais encaixados na alta criminalidade. A investigação revelou que os acusados integram uma organização criminosa que explora, ilegalmente, o comércio de cigarros contrabandeados ou fabricados em território nacional sem autorização do órgão competente. A constituição de organização criminosa armada e estruturada para a exploração ilegal de cigarros contrabandeados, por si só, evidencia a gravidade concreta do crime e justifica a decretação da prisão preventiva, especialmente para a garantia da ordem pública, objetivando tanto a interrupção das atividades ilegais da organização, bem como tutelar a saúde pública dos consumidores.

Polícia caça Malandrex, bandido que foi dado como morto em megaoperação e que continua afrontando nas redes

Renan James Carvalho Tavares, conhecido como Malandrex ou Sadã, encontra-se foragido do sistema penitenciário desde 17 de maio de 2025, quando não retornou após saída autorizada. ⚔️ Chegou a ser reportado como morto durante uma megaoperação no Complexo da Penha, no fim de 2025. Atualmente, segue publicando vídeos nas redes sociais, ostentando armas, dinheiro e táticas do tráfico, em total afronta às autoridades e à população.

Traficantes do TCP na Tijuca teriam pulado para o CV levando fuzis

Segundo informações que circulam nas redes sociais nesta terça-feira, dois traficantes insatisfeitos, anteriormente ligados ao tráfico de drogas nas comunidades da Chácara e do Morro do Cruz (facção TCP), na Tijuca, pularam para o Morro do Borel (facção CV). Durante essa movimentação, os criminosos levaram consigo um arsenal composto por dois fuzis, duas pistolas e uma granada, ampliando o poder de fogo do grupo. Eles postaram as fotos das armas na Internet e debochada.”Adoramos os presentes”.

Denúncia nas redes aponta que traficantes do TCP teriam estabelecido regras para entrada de moradores e pessoas de fora em comunidade de Niterói

Relato de um.internauta nas redes sociais aponta quev traficantes do Terceiro Comando Puro que assumiram o controle da comunidade da Palmeira, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, teriam estabelecido regras para pessoas de fora que precisam entrar na localidade. A determinação vale para moradores, taxistas, visitantes, motoristas de aplicativos e entregadores. Veja acima.

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