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Para o STF, ao vazar informações para TH Joias, Bacellar queria mantar vínculo da política com o CV de olho em milhões de votos no próximo pleito eleitoral

Para o STF, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, era sabedor das notórias interações de TH Joias com o Comando Vermelho, visto que o parlamentar foi preso e permaneceu encarcerado por 10 meses entre 2017 e2018, tendo sido posteriormente condenado a quase quinzeanos de reclusão pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por tráfico de drogas. Por isso, Bacellar tomou ciência prévia da ação policial, conversou com o principal alvo de tal ação e ainda o orientou sobre a retirada de objetos de interesse da persecução da residência. Para o órgão, são fortes indícios da participação do presidente da ALERJ em organização criminosa.  O possível objetivo subjacente da ação obstrutiva é a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que seavizinha, do qual Bacellar foi especulado como futuro candidato ao governo. Todos esses elementos descortinam a existência de um verdadeiro estado paralelo, capitaneado pelos capos dapolítica fluminense que nos bastidores vazam informações que inviabilizam o sucesso de operações policiais relevantes contrafacções criminosas violentas, a exemplo do Comando Vermelho. Bacellar tinha influência não só na ALERJ  mas também no Poder Executivo estadual onde   gere a nomeação de cargos diversos na Administração Pública, inclusive em setores sensíveis à atuação de organizações criminosas, como a Polícia Militar e a Polícia Civil, de modo a potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida na atividade investigativa.

Bacellar orientou TH Joias a retirar objetos da sua casa antes de operação para prendê-lo

Sobre a prisão do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, deputado Rodrigo Bacellar, a decisão do STF informa que ela se deveu diante dos fundados indícios do vazamento de informações sigilosas que frustraram o cumprimento de operação em face do também deputado TH Joias, que acabou preso por envolvimento com o Comando Vermelho no mês de setembro. “Já no dia da operação, mais precisamente às 06:03h, a gravidade das interações vai além: TH envia para Bacellar a foto de um celular contendo as imagens do sistema de segurança. do imóvel objeto da busca, com a equipe policial desta Polícia Federal em seu interior, além de compartilhar com ele o telefone de sua advogada.”: A Polícia Federal ressaltou que Bacellar tinha o conhecimento prévio sobre a alteração do número de “TH Joias”, assim como orientou o investigado na remoção de objetos da sua residência, a indicar um envolvimento direto “no encobrimento do investigado à atuação dos órgãos de persecução penal” A Polícia Federal ressaltou que “TH inicia contato com Bacellar chamando-o de “01” e informando que está utilizando um novo número.Bacellar respondeu com uma figurinha, sugerindo que já tinha conhecimento de que haveria a troca. A atuação de Bacellar teve o objetivo de frustrar o sucesso da operação policial. na apreensão de bens de interessa da investigação A autoridade policial afirma, ainda, que (a) “logo após a efetivação das medidas cautelares, o Governador do Estado e a cúpula da ALERJ promoveram uma célere manobra regimental.  Esta ação política, que remete à notória Carta Picciani, resultou no retorno imediato de um deputado titular ao cargo, exonerando TH Joias (seu suplente) do mandato parlamentar, conforme consta na edição extraordinária do DOERJ de 3/9/2025 , dia da deflagração dasoperações policiais”, e (b) “a movimentação se justifica como uma estratégia imediata de controle de danos, visando desvincular a imagem da ALERJ do investigado TH Joias, que, como é de conhecimento público, era aliado político e presença constante em eventos institucionais dos Poderes Executivo e Legislativo”. Nesse aspecto, consigna que “tal articulação serve como forte indício de que o vazamento de informações pode ter tido como objetivo primário a proteção de agentes políticos aliados à organização criminosa”, e que “um possível objetivo subjacente da ação obstrutiva é a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro”. Por fim, aponta que “tais elementos denotam o grau acentuado de vulneração à ordem pública decorrentes das condutas do investigado, Chefe do Legislativo estadual e, portanto, figura central no combate à criminalidadeviolenta no Estado do Rio de Janeiro”, diz a decisão.,  Veja prints de conversas

Ex-agente penal envolvido em crimes no sistema prisional foi morto pelo tráfico em Campos

Policiais civis da 146ª DP (Guarus) em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público deflagram, nesta quarta-feira (03/12), a “Operação Clausura”. Com o objetivo de desarticular a guerra entre facções na região de Guarus, a ação mira também os responsáveis pela morte de um ex-agente penitenciário. Os agentes estão nas ruas para cumprir mandados de prisão e de buscas e apreensão.A investigação iniciou em abril deste ano após a morte do ex-agente penitenciário Marcelo Aparecido de Lima, expulso da corporação após uma investigação do GAECO apontar o envolvimento dele em crimes dentro do sistema prisional. Com a sua morte, os policiais civis da 146ª DP, após intenso trabalho de inteligência e de campo, verificaram que o homicídio teria sido executado por integrantes de uma facção e identificaram cinco envolvidos na empreitada criminosa. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva de cinco homens pelo homicídio do ex-policial penal Marcelo Aparecido de Lima e tentativa de homicídio de Felipe de Carvalho Silva, crime ocorrido em abril deste ano, em Campos dos Goytacazes. Os mandados de prisão estão sendo cumpridos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (03/12). De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, Marcelo dirigia pela Rua Capitão Menezes, acompanhado do sobrinho, quando o carro dos executores fechou a rua, impedindo o acesso. Três dos denunciados desceram do veículo e efetuaram vários disparos de arma de fogo, atingindo Marcelo na cabeça. Ele foi levado para o hospital em estado grave e morreu dois meses depois.

Justiça decreta prisão de Juninho Varão e quatro comparsas por homicídio em Guaratiba

A Justiça decretou a prisão do miliciano Juninho Varão e de outros quatro comparsas por um homicídio cometido no Jardim Maravilha, em Guaratiba. Segundo relatos de uma testemunha, no dia do crime (não revelado nos autos), um homem vestindo uniforme da Polícia Civil com uma balaclava, portando um fuzil, entrou em uma festa agachado, sendo certo que já havia ouvido da vítima que aquela pessoa não seria policial, mas que estaria no local para matá-la. Após ouvir um disparo que atingiu a vítima Layane e que após ouvir outros disparos, foi arrastada por amigos para fora do salão. Uma outra testemunha aduziu que sabia que a vítima tinha envolvimento com a milícia do Jardim Maravilha e que em determinado momento da festa em que estavam, ao sair do banheiro, avistou um homem alto, vestido todo de preto, rosto coberto e portando um fuzil e que ao deparar-e com ele, procurou abrigo junto à laje do banheiro, quando ouviu ao menos 4 disparos de arma de fogo e que souber que haviam mais 3 autores do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em local público. O local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes, tendo sido uma outra pessoa uma segunda vítima da empreitada delitiva.

MPRJ apura supostas propinas pagas por facções a diretores de presídios para reduzir operações de apreensões de celulares e drogas

A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital do MPRJ informa que existe procedimento sigiloso de investigação sobre suposta corrupção no sistema penitenciário fluminense , cujas informações não podem ser disponibilizadas. Segundo o que circula, esta sendo apurado o suposto pagamento de subornos a diretores penitenciários no estado, especialmente no complexo de Gericinó, para reduzir as operações internas em troca da chamada taxa de tranquilidade. Os promotores investigam alegações de que diretores e agentes penitenciários receberam quantias ilegais de prisioneiros ligados a facções como o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro para reduzir inspeções, apreensões de celulares, drogas e outros itens proibidos dentro das unidades. A prática, que teria começado em 2025, ficou conhecida como a “taxa silenciosa”, supostamente paga para garantir menos operações e um ambiente mais favorável para as atividades das facções.

Crime organizado se infiltrou nas eleições e política de Macaé

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 8ª Promotoria Eleitoral que atua junto ao núcleo de Garantias da Justiça Eleitoral, obteve 21 mandados de busca e apreensão contra quatro suspeitos dos crimes de corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro e organização criminosa no município de Macaé. Os mandados obtidos pelo MPRJ são cumpridos, nesta terça-feira (02/12), pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Nova Capistrum. A investigação da Delegacia da Polícia Federal em Macaé apura a infiltração de grupos criminosos na política local, por meio da atuação de facções criminosas e milícias na coação de eleitores, no financiamento ilícito de campanhas, no uso de empresas contratadas pelo poder público para lavagem de dinheiro e apoio político-territorial a candidatos no município. Ainda segundo a investigação, entre os alvos estão empresários, agentes políticos e servidores públicos apontados como articuladores do esquema. Também estão entre os investigados indivíduos com forte influência no tráfico de drogas e na liderança de grupo paramilitar (narcomilícia) que exerce domínio territorial em comunidades da região. As investigações ainda mapearam o uso de empresas clandestinas de internet e distribuidoras de gás em Macaé e no Estado da Paraíba, além de indícios de peculato, caixa dois eleitoral e ameaças.

MP denunciou seis PMs por furto de fuzil e desmanche de veículo na megaoperação na Penha e Alemão (CV)

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu à Justiça duas denúncias contra seis policiais militares do Batalhão de Choque pelos crimes de peculato e furto qualificado, praticados no dia 28 de outubro de 2025, durante a Operação Contenção nas comunidades do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro. De acordo com as denúncias, as infrações foram identificadas a partir da análise das imagens das câmeras operacionais portáteis (COPs), que revelam condutas graves e autônomas praticadas por agentes em serviço .Subtração de fuzil no Complexo do Alemão A 1ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar denunciou os 3º sargentos Marcos Vinicius Pereira Silva Vieira e Charles William Gomes dos Santos por peculato, após a subtração de um fuzil semelhante ao modelo AK-47, escondido no interior de uma residência onde cerca de 25 homens já haviam se rendido. As imagens das COPs mostram que Silva Vieira arrecadou o armamento e, em seguida, se afastou do grupo de policiais responsáveis pela contabilização dos materiais apreendidos. Minutos depois, ele se reuniu com Charles Santos, e ambos ocultaram o fuzil dentro de uma mochila, sem registrá-lo entre os itens oficialmente apreendidos ao final da operação. A denúncia foi ajuizada na sexta-feira (28/11) .Furto e desmanche de veículo na Vila Cruzeiro Já a 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar denunciou, em outro Inquérito Policial Militar (IPM), o subtenente Marcelo Luiz do Amaral, o sargento Eduardo de Oliveira Coutinho e outros dois policiais militares pelo crime de furto qualificado decorrente do desmanche de um veículo Fiat Toro encontrado estacionado na Vila Cruzeiro. Segundo as investigações, Coutinho subtraiu o tampão do motor, o farol e as capas dos retrovisores, enquanto Amaral e outro PM garantiram condições para a prática criminosa, inclusive tentando impedir o registro das ações pelas câmeras corporais. Machado, embora presente, omitiu-se deliberadamente, deixando de agir para impedir o crime. A denúncia foi ajuizada no sábado (29/11).O MPRJ ressalta que, em ambos os casos, houve tentativa deliberada de manipular e obstruir o funcionamento das COPs pelos policiais denunciados. O Termo de Análise de Vídeo registra episódios de manipulação direta das câmeras corporais, incluindo tentativa de desligamento, com o objetivo de garantir a impunidade e comprometer o controle interno e externo da atividade policial. Em diferentes momentos, os agentes tentaram cobrir, retirar ou desviar o campo de visão das câmeras, prejudicando a produção de provas e distorcendo a documentação das ações policiais. As Promotorias de Justiça junto à Auditoria Militar seguem analisando integralmente as imagens coletadas durante a Operação Contenção, visando à responsabilização pelo mau uso das câmeras corporais e à identificação de outros possíveis delitos que venham a ser revelados no curso da investigação.

Dez PMs que cobravam por segurança de comerciantes em Belford Roxo estão na lista para serem demitidos do órgão

Dez policiais militares estão sendo submetidos a conselho de disciplina da corporação que pode levá-los a expulsão dos quadros suspeitos de integrarem existência de esquema criminoso estável, estruturado e territorializado no Setor de RP “Bravo” do 39o BPM, no município de Belford Roxo/RJ, por meio do qual comerciantes (“padrinhos”) realizavam pagamentos periódicos em troca de atendimento policial direcionado e preferencial. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação oferece à sociedade no cotidiano, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal —, transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. Outro aspecto relevante é a capacidade de perpetuação da atividade transgressiva, não obstante os remanejamentos rotineiros de efetivo entre os setores do batalhão. A cada substituição de efetivo, procedia-se ao repasse aos recém-chegados de uma “lista de padrinhos”, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento de vantagens indevidas, assegurando a continuidade da arrecadação ilícita. Os pagamentos ilícitos, feitos de forma periódica (em regra, semanal), eram exigidos de bares, mercados, postos de combustíveis, farmácias, lotérica, mototáxis, transportes alternativos, depósitos e outros estabelecimentos, em contrapartida de cobertura policial diferenciada, com rondas seletivas, presença ostensiva por demanda e acesso direto aos policiais de serviço — uma privatização de fato do atendimento ostensivo. O funcionamento do grupo seguia lógica empresarial: havia captação de novos “padrinhos”, definição de valores e dias certos de recolhimento, direcionamento do policiamento conforme os interesses privados e partilha regular dos lucros. A engrenagem demonstrava autonomia e estabilidade, sobrevivendo às mudanças de escala e de lotação: sempre que havia substituição de policiais na RP do Se-tor “Bravo”, os antigos transmitiam aos novos a lista de padrinhos, com identificação de estabelecimen- tos, valores ajustados e periodicidade de cobrança (passagem de ponto). Havia lista de padrinhos “Posto Hehópolis – 40,00Gas Tupinambas – 50,00Gás Marcelo – 50.00Depósito Rio D’ouro – 50,00Moto táxi Estr Miguel Couta – 80,00Vans – 60,00Farmácia Andrade – 50,00”

Traficantes do CV obrigaram moradores a comprarem gás com eles no Lins com preço mais caro

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 26ª DP (Todos os Santos), com apoio da 25ª DP (Engenho Novo) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28/11), uma ação contra um esquema criminoso que ameaçava moradores da região do Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em um depósito de gás vinculado à facção criminosa Comando Vermelho. Até o momento, 700 botijões foram apreendidos. Segundo as investigações, narcoterroristas do Comando Vermelho danificaram e interromperam o fornecimento regular de gás encanado na região, para obrigar os moradores a comprar o insumo de um único estabelecimento a preço acima do valor de mercado. Enquanto em outros locais o custo era de cerca de R$ 100, os moradores da região chegavam a pagar R$ 300, de acordo com a vontade dos traficantes. Essa é apenas mais uma das fontes de renda do CV no Complexo do Lins. A facção explora as comunidades para esconder e clonar veículos roubados e para o transbordo de cargas subtraídas, além do comércio de drogas e de cobranças ilegais. No curso da apuração, uma concessionária confirmou que seus técnicos foram ameaçados e impedidos de entrar na localidade para restabelecer o fornecimento. Além disso, diversas distribuidoras relataram que não poderiam entregar os itens em endereços da região com medo de represálias. No decorrer das investigações, agentes identificaram que um depósito realizava entregas no local, mesmo diante da proibição imposta pelos criminosos. As equipes, então, confirmaram que o estabelecimento tinha exclusividade nas vendas, consolidando o monopólio ilegal e prejudicial aos clientes. Em troca, a dupla responsável pelo comércio realizava pagamentos às lideranças criminosas. O local funcionava como um braço econômico da facção criminosa, que financiava e estruturava atividades ilícitas de modo permanente. A operação desta sexta, portanto, tem o objetivo de desmantelar esse esquema criminoso e coletar novas provas que corroborem as investigações da ação criminosa. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Desde o início das ações da “Contenção”, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

PMs foram expulsos da corporação por envolvimento com a milícia de Jacarepaguá

Três PMs foram excluídos da corporação este mês após investigação indicar que eles tinham envolvimento com a milícia da comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, entre os anos de 2017 e 2020. Os três PMs foram acusados de receberem propina de um criminoso vulgo PC ”, para fornecer informações privilegiadas sobre operações policiais militares, bem como liberar os mototaxistas da malta, eventualmente detidos operações policiais militares de trânsito, ocorridas na área de atuação do 18o BPM, independentemente das infrações de trânsito verificadas. A milícia  praticava um número incontável de crimes como a exploração e comercialização de sinais clandestinos de televisão a cabo, venda de cigarros, exploração de pontos de mototáxi, com cobrança de taxas, extorsão aos mototaxistas e corrupção de agentes públicos. Existindo ainda indícios da prática de esbulho possessório, grilagem de terras, exploração sexual de menores e lesões corporais contra membros da malta miliciana que cometessem erros e/ou desobedecessem ordens superiores. O criminoso vulgo Dô atuava como líder da organização criminosa miliciana, sendo o principal beneficiário dos valores indevidamente obtidos pela horda criminosa

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