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denúncia

Traficantes do CV aterrorizam moradores de comunidades da Praça Seca. Eles ameaçaram cortar a cabeça de uma moradora, mataram duas mulheres e milicianos e queimaram os corpos, expulsam as pessoas de casa e têm ate local de desova para os cadáveres das vítimas. VEJA QUEM SÃO OS PERSONAGENS

Os traficantes Doca, Abelha e Pedro Bala, do Complexo da Penha, comandam também as comunidades da Praça Seca, como o Bateau Moche e o Morro da Barão. E colocaram ali os frentes. Na Barão, quem fica é o traficante Tiriça e na Bateau Mouche, os responsáveis são DVD e Sussuê. Doca, Pedro Bala e Abelha fizeram um acordo com o falecido Paulo Muleta e arrendaram suas áreas na Praça Seca pagando um valor mensal para explorar as comunidades que já eram de seu domínio Os bandidos locais aterrorizam os moradores, incluindo a vizinha Favela da Chacrinha. Em 13 de julho do ano passado, uma mulher teve sua casa invadida pelos criminosos vulgos João da Serra e Weltinho. O primeiro disse. “Eu só não vou arrancar sua cabeça aqui agora porque você tem duas crianças aqui dentro agora e não conte a ninguém que eu vim aqui” A moradora foi obrigada a desbloquear seu telefone e o traficante começou a olhar as mensaens no WhatsApp. João da Serra voltou a dizer. “Eu vou estourar sua cabeça agora”. Após as ameaças, os dois foram embora. A moradora se mudou do local por conta das ameaças. Foi pichado no muro de sua casa. “CV, Bonde do Urso, a casa é nossa”. A facção criminosa Comando Vermelho tem expulsado e tomado as casas dos moradores das diversas comunidadades da região. A moradora deixou uma motocicleta no local e os traficantes roubaram e ainda mandaram vídeo. “Aí otário, tua motocicleta táa qui, a gente está roubando para c.. e matando, essa bronca vai cair para cima de você A moradora, muito assustada, desligou a ligação e bloqueou o usuário e denuncio junto ao aplicativo. Ela teme por sua vida e deu família. As comunidades da Chacrinha, Quiririm, Bateau Mouche, Barão, Divino, Jordão e Calango, são dominadas pelo Comando Vermelho e eram esses os traficantes que mais apavoravam os moradores. O vulgo GTA, que morreu. Hersin, PTK, Magnus, Gabryel, Kauã, Cabelinho, Weltinho, Lucas, Ana Vitória, Fábio Biruta, Ti Pepy ou Bala, Maridão, Isaias, ED, João da Serra, Susse, Tiriça, Thiaguinho, Marquito e Ygor. Relatos de que duas mulheres chamadas de Monalisa e Maiara foram mortas por João da Serra, Weltinho e Marquito. Elas foram queimadas depois na localidade de Serenidade. Maiara era esposa de um antigo miliciano e Monalisa era usuária de drogas e teve desavença com os traficantes. Os bandidos do CV também mataram um miliciano vulgo Limão, que também foi queimado. ELes mataram também outro miliciano, vulgo Di Dedo Na localidade da Serenidade ou Jaqueira, perto de uma caixa d`agua, existem diversos corpos queimados de moradores que não colaboraram com o tráfico de drogas. No local, existem barricadas fixas e concretadas impedindo o avanço da polícia, bem como existem contenções armadas, com indivíduos portando fuzis e granadas. FONTE: Relatóriuo da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Relatório da Polícia Civil destrincha guerra entre CV e TCP na Ilha do Governador

Um relatório da Polícia Civil obtido pela reportagem revela como é a guerra do tráfico na Ilha do Governador.  No bairro, pode-se apontar a presença do tráfico de drogas de duas facções rivais: Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV), que constantemente entram em conflito por tomada de território.  Há registros de ocorrência que narram ataques “surpresas” entre as facções, onde dois ou três elementos, passando-se por usuários, se aproximam da boca de fumo e entram em rápido confronto com finalidade de se apoderarem dos fuzis que são utilizados na “contenção”.  Como consequência e reação, uma “boca de fumo” na área da outra facção, sofre o mesmo tipo de ataque, ambas causando morte e feridos em sua maioria.  Tais ataques são pontuais e não visam imediatamente a tomada do território, mas sim, se apropriar das armas utilizadas pela facção rival, tais ações deixam feridos e mortos entre membros das facções.  O Terceiro Comando Puro (TCP) tem por domínio territorial, cerca de 80% do Complexo do Dendê e Morro do Boogie Woogie, que avança geograficamente por toda parte central da Ilha do Governador e por toda sua extensão. O Comando Vermelho (CV) possui como domínio de território principal as comunidades: Comunidade do Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, posicionadas aos redores das bases militares da Aeronáutica.  O traficante Chapola,  preso  no Estado de Minas Gerais, fpo apontado nas investigações como líder da facção criminosa local, com domínio territorial do complexo do Dendê, responsável pela exploração do crime de tráfico de drogas, extorsão, distribuição de sinal ilegal (gatonet) dentre outros. Com a sua prisão, assumiu o comando o bandido vulgo Neves que tem como principais assessores Neguinho, Flamengo, Pepa, Bomba,  As comunidades Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, possuem estreita ligação com as lideranças do Complexo da Maré, formando um pool na prática de crimes.  Com as análises das ocorrências, pode-se afirmar, que em sua maioria os crimes de Roubo de Veículo, Roubo com retenção de vítima e de carga, além do Tráfico de Drogas, são praticados por elementos destas comunidades, assim como, do Complexo da Maré, esta, tendo em vista as rotas de fuga facilitadas pelas vias Linha Amarela e Linha Vermelha.  Em sua maioria, os crimes praticados por esta facção, limitam-se territorialmente suas práticas até a Praça do Avião, localizada na Estrada do Galeão, provavelmente em razão do rápido retorno ou saída da Iha do Governador.  As investigações apontam o elemento de vulgo “Cachulé, atualmente evadido do sistema penitenciário, como sendo líder do tráfico de drogas destas comunidades. Ambas as facções realizam a defesa de “seus territórios” fazendo uso de armas e barreiras físicas que impeçam a entrada da força policial, visando a manutenção e domínio na venda de drogas em toda sua área. As análises demonstram que tais territórios vem se expandido e tais facções a cada dia reforçam seu poderio bélico.   Na circunscrição desta unidade, notadamente pode-se verificar o aumento dos conflitos armados entre traficantes e policiais, assim como o aumento dos pontos de venda de drogas.  Há investigações em curso, demonstrando a existência do “disque-drogas”, serviço disponibilizado pelo tráfico para entrega delivery de drogas,Em outro curso da investigação, identificou-se o uso de máquinas de debito e crédito em vários pontos de venda de drogas, cuja finalidade seria a lavagem de capitais dos lucros obtidos com a ações criminosas.  Observa-se também, que as “bocas de fumo” passaram a ser posicionadas nas entradas das comunidades, mais próximas a “pista” e não mais no centro ou no alto da comunidade, e estas protegidas por elementos fortemente armados. Toda força armada do tráfico, assim como o gerenciamento na venda de drogas, é comandada a “longa manus” pelos líderes locais, que nunca se expõem diretamente em tais conflitos, mantendo se em segurança e ocultos no interior da comunidade. Devendo citar, que mesmo quando encarcerados, mantêm seus domínios através de contatos e ordem enviadas por linhas telefônicas celulares.  Em razão das facções possuírem delimitação territorial, pode-se facilmente identificar a “propriedade” e origem das drogas apreendidas ou vendidas, bem como dos armamentos utilizados nos conflitos, ou seja, por possuírem natureza territorialista e sendo facções rivais, pode-se atribuir por região, o controle, gerenciamento e o poder de mando de cada um dos identificados. Em conclusão, é possível afirmar que a venda, a estocagem, o uso dos armamentos, o posicionamento das “bocas de fumo”, o controle financeiro, assim como a aquisição de novas drogas a serem preparadas para a venda, somente é possível ocorrer em uma área delimitada, sob o comando e controle dos “líderes” locais FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

PM manda para conselho disciplinar (que pode expulsar) 22 policiais envolvidos no esquema conhecido como ‘Tour da Propina’

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho disciplinar, que pode levar a expulsão, de 22 PMs envolvidos no esquema chamado de ‘Tour da Propina’. A deflagração da investigação teve como ponto de partida uma denúncia anônima recebidapela 3a Delegacia de Polícia Judiciária Militar (3a DPJM) em 30 de junho de 2023. A denúncia alegava o pagamento ilícito de valores a policiais militares do 20o Batalhão de Polícia Militar por parte de um ferro velho situado na Rua Caminho da Piteira, em Nova Iguaçu/RJ. A fim de corroborar as informações contidas na denúncia, foram realizadas ações controladas que resultaram na constatação da presença recorrente de viaturas policiais no estabelecimento comercial em questão. Além disso, diligências realizadas em outros estabelecimentos comerciais revelaram que asuposta prática criminosa não se limitava ao local inicialmente denunciado, uma vez que, as guarnições policiais demonstravam um comportamento recorrente nas manhãs de sexta-feira. Ao estacionarem em frente aos estabelecimentos comerciais, um funcionário se aproximava das viaturas, realizava uma rápida entrega e retornava ao interior do prédio. Em algumas ocasiões, um policial desembarcava e adentrava ao estabelecimento, permanecendo lá por poucos minutos antes de retornar à viatura, que, em seguida, se re-tirava do local. Durante as investigações, constatou-se que algumas guarnições tentaram obstruir ou mani- pular as imagens das Câmeras Operacionais Portáteis (COP), posicionando-as de forma inadequada, em desacordo com as normas internas da corporação, a fim de dificultar a fiscalização. A ferro velho, alvo da denúncia, não possui inscrição estadual nem alvará de funcionamento, conforme consultas realizadas na Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro e na Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu, respectivamente. Além disso, a empresa não possui licença ambiental. No intuito de aprofundar as investigações, foi deflagrada, em 11 de agosto de 2023, umaação controlada direcionada ao ferro-velhoDurante um período de três meses, compreendido entre os dias 11, 18 e 25 de agosto; 1o, 8, 15, 22 e 29 de setembro; e 6, 13, 20 e 27 de outubro de 2023, foram realizadas diligências em 12 (doze) sextas-feiras consecutivas. As investigações permitiram identificar a presença recorrente de viaturas pertencentes aos Destacamentos de Policiamento Ostensivo (DPOs) de Vila de Cava, Miguel Couto e Austin, bem como, dos setores “I” e “K” da Rádio Patrulha, todos vinculados ao 20o Batalhão de Polícia Militar. Observou-se que todas as guarnições monitoradas seguiam um padrão de “roteiro de visi-tas” em estabelecimentos comerciais, como centros de reciclagem, lojas de materiais de construção, depósitos de gás, entre outros, nos quais arrecadavam valores provenientes de corrupção passiva.Muitos desses locais foram visitados por mais de uma guarnição, como no caso do ferro-velho da Rua Caminho da Piteira, onde as guarnições compareceram pelo menos duas vezes ao dia. Ao longo do monitoramento, constatou-se que as guarnições fizeram contato com 54locais distintos, listados na representação. Em todos esses estabelecimentos, foram identificados indícios consistentes de crimes militares, como corrupção passiva, concussão e descumprimento de ordens. A corporação concluiu que os autos praticados pelos acusados revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar. Segundo a PM, adotaram, ter adotado conduta oposta àquela esperada de cada membro da Corporação, ferindo preceitos estatutários em vigor e configurando transgressão disciplinar de natureza grave, Durante as investigações, foi captada uma conversa bastante esclarecedora, pois nela eles declaram de forma espontâneas como fazem para cometer crimes quando estão utilizando a COP, no diálogo eles falam exatamente como é seu modus operandi, para a prática de corrupção passiva, qual seja, sempre que vão cometer o crime a COP é retirada, embora fique claro que eles também se utilizam da prática criminosas de obstrução de lente, pra mim cobrar alguém eu tenho que andar certo, pra mim falar que eu vou usar câmera, eu tenho que tá certo, ciente que não tôcometendo nenhum crime, entendeu, senão se eu vou fazer m…, eu não vou usar a câmera, eu vou filmar o meu próprio crime. Que p… essa. Idiotice cara não tem coerência.” Por isso que eu to usando câmera, eu não tô cometendo nenhum crime, o dia que eu for cometerum crime eu não vou usar câmera, que pô idiotice, não tem coerência. Entendeu as coisa incoerente cara, vou usar câmera sempre que eu não tiver cometendo crime, vou usar, vou trocar a câmerasempre que eu não tiver cometendo crime. : é pra eles que eu tô falando, tem que saber essa p…, que a gente não é idiota, acha que o policial é idiota, pior que tem, pior que tem Eles podem até parar de ficar me olhando, que não adianta, que eles olhar eu não vou estar cometendo crime. Eu não vou cometer crime com eles me olhando. (Pausa) Isso aí, esse negócio aí, que ficam olhando lá no monitor olham por amostragem po, não tem como olhar cinquenta mil, vamo bota vinte mil polícia, dez mil, não tem como olhar dez mil polícia. FONTE: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Do Chapadão (CV), mulher comanda a Favela da Chatuba, em Mesquita, e manda pessoas para o ‘tribunal do tráfico’, aponta investigação

Investigações apontam que uma mulher conhecida como Danúbia ou Titia está a frente do tráfico na conhecida comunidade da Chatuba, em Mesquita, dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Ela cumpre ordens do criminoso vulgo Criam, verdadeiro dono das bocas de fumo, e que está preso há vários anos. Segundo a apuração policial, é Danúbia quem decide e organiza o tráfico local. O traficante vulgo MK ou Talibã fica responsável pelo material bélico bem com a distribuição das armas e proteção da localidade. Ele fica ainda encarregado da segurança de Danúbia. Em fevereiro, a PM montou um cerco na comunidade após receberem várias denúncias de vários elementos armados com mais de 10 fuzis, entre eles as lideranças da traficância local como MK. Houve intenso tiroteio. Titia, no entanto, não mora na Chatuba e sim no Complexo do Chapadão. Quando ela vai até Mesquita, é sempre escoltada por diversos traficantes que saem do Chapadão em diversos veículos e fortemente armados. MK também reside no Chapadão PMs disseram que no dia do confronto conseguiram visualizar a presença de dez a doze traficantes armados e que entre eles se encontrava uma mulher, a qual suspeitam ser Danúbia porque desconhecem informação de qualquer outra mulher atuando ativamente entre os traficantes da Chatuba; Juntou-se aos autos a informação policial produzida no IP 861-00851/2021, na qual foi apontada como a atuação do Nome, vulgo CRIAM, e da Nome, se dá dentro da facção criminosa Comando Vermelho que domina as Comunidades da Coreia e Chatuba, cuja transcrição verifica- se abaixo. Danúbia é conhecida pelo rigor com que administra o tráfico de drogas e por compor o Tribunal de Sentença do Crime, ou seja, aquela quem determina quem morre ou vive em toda Chatuba e Coréia. 5.1. Relatório de Informação elaborado pelo Setor de Inteligência da DHBF também consta que os homicídios praticados por traficantes que exercem suas atividades ilegais nas comunidades do Rio de Janeiro, não ocorrem sem a anuência dos líderes do tráfico local e que, dito isso, entende-se que o fato delituoso em apreço (o confronto com PMs), foram perpretados com a autorização de Titia e de Criam. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

PF REVELA PLANO PARA MATAR LULA, ALCKMIN E ALEXANDRE DE MORAES

A Polícia Federal descobriu um plano de uma organização criminosa de matar o presidente Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o bando planejava um golpe de Estado para impedir a posse do governo legitimamente eleito nas Eleições de 2022 e restringir o livre exercício do Poder Judiciário. Um dos integrantes do grupo era o general da reserva Mário Fernandes, que foi secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro e hoje é assessor do deputado federal Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde de Bolsonaro. As investigações apontam que a quadrilha se utilizou de alto nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022. Os investigados são, em sua maioria, militares com formação em Forças Especiais (FE). Foi identificada a existência de um detalhado planejamento operacional, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, voltado aos homicídios de Lula e Geraldo Alckmin. Ainda estavam nos planos a prisão e execução de Alexandre de Moraes que vinha sendo monitorado continuamente, caso o Golpe de Estado fosse consumado. O planejamento elaborado pelos investigados detalhava os recursos humanos e bélicos necessários para o desencadeamento das ações, com uso de técnicas operacionais militares avançadas, além de posterior instituição de um “Gabinete Institucional de Gestão de Crise”, a ser integrado pelos próprios investigados para o gerenciamento de conflitos institucionais originados em decorrência das ações. Policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, e a suspensão do exercício de funções públicas. O Exército Brasileiro acompanhou o cumprimento dos mandados, que estão sendo efetivados no Rio de Janeiro, Goiás, Amazonas e Distrito Federal. Os fatos investigados nesta fase da investigação configuram, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado e organização criminosa. FONTE; Polícia Federal

Investigação revela como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão (CV), conhecida nacionalmente por duas chacinas na década de 1990

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, comunidade conhecida nacioalmente por duas chacinas ocorridas na década de 1990. LÍDERES – São responsáveis pelas decisões importantes na favela e a eles de forma indireta o gerente-geral se reporta. Márcio dos Santos Nepomuceno – Marcinho VP lidera o grupo de traficantes de todo o Complexo do Alemão, apesar de preso em presídio federal. Luciano Martiniano da Silva – Pezão- é alvo de vários mandados de prisão, está foragido e, apesar de afastado fisicamente da comunidade citado, exerce ao lado do primeiro a liderança do grupo criminoso investigado. GERENTE-GERAL DA NOVA BRASÍLIA – coordena e supervisiona as atividades ilícitas vinculadas a venda de drogas na comunidade. Eduardo Fernandes de Oliveira – 2D ou Duda. Por ordem dos líderes comanda o território da comunidade Nova Brasília. Também foi indiciado como mandante da tentativa de homicídio contra policiais militares. Há também os gerentes por localidade: Cesinha (Sem Saída), Pardal (Rua Dois), Orelha (Sorveteria), Flamengo (Predinhos), além de Tio Delson ou DS, Garnizé, Binho, Rex, Cara de Mulher, Vitinho ou Malvado, BR, Camelo, King, Os gerentes são responsáveis pelo recolhe do dinheiro oriundo da venda de drogas; que esse dinheiro é recolhido, conferido, contado e entregue para uma pessoa que é chamada de contador, que deposita a grana em contas bancárias com ajuda de motoboys. CONTENÇÃO – São as pessoas que circulam na comunidade com armas de fogo, inclusive de grosso calibre (fuzis) e como tal enfrentam as forças policiais para proteger o território da favela e impedir a movimentação dos agentes. Pebinha, Bigode, Marllon Gasparzinho, Bragado, Bracinho, Sem Cabelo, Anizio, Galinho, Iguinho, José Lucas, Pim Pim, Darlan, Coisada, Da Morte, Perna Podre, Emerson, Alan, Feijão, Tio Chico, Biel, Bode Velho, VAPOR – São as pessoas que circulam na comunidade oferecendo e vendendo drogas (maconha, cocaína, crack e lança-perfume) Chininha, Leon, Lucas, Rodrigo, Ricardo, Fábio, Bará, Caolhinho, Chicletinho, Negueba, Yan, Iago, VISÃO – pessoas que permanecem dia e noite na função de vigilância com obrigação de comunicar os demais comparsas da movimentação da Polícia Jonathan, Paraíba ou Parazinho, José Luiz, Lucas Segundo PMs, além do comércio ilícito de maconha, cocaína e crack os traficantes atuam na venda de cigarros ilegais, controlam atividades de transporte (mototaxistas e kombis), exploram atividades de desvio de sinal de TV e internet, dentre outras. Cada comunidade do Complexo do Alemão existe um grupo de traficantes e na Nova Brasília não é diferente, mas todos esses homens a serviço do crime são lidersdos à distância por Pezão, que escolhe os líderes de cada grupo Os bandidos circulam fortemente armados, inclusive com fuzis e granadas; que a área principal de 2D são lugares dentro da comunidade Nova Brasília a seguir enumerados: (a) Predinhos, que é conjunto habitacional localizado na Estrada do Itararé, bairro de Ramos; (b) Praça do Conhecimento, (c) Capão; (d) Sorveteria; (e) Alvorada; (f) Chuveirinho e (g) Largo do Samba; (h) Rua Sem Saída É comum ocorrerem disparos de armas de fogo contra os policiais militares e assim os traficantes procedem por ordem de Pezão que não aceita perder armas e drogas;Relatos de policiais dão conta que os traficantes ficavam à espreita durante a madrugada e covardemente disparam suas armas contra os agentes da 2ª. UPP. Contudo, ultimamente esses tiroteios passaram a ocorrer pela manhã, exatamente no momento de deslocamento das equipes para troca de turno. Essa “guerra silenciosa” teve várias consequências e já foram contabilizadas mortes e ferimentos em agentes bem como em moradores. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jusbrasil

INVESTIGAÇÃO REVELA DETALHES DA QUADRILHA DE PEIXÃO (TCP) E CONFIRMA QUE BANDO ATUA COMO NARCOMILÍCIA

Investigação feita no ano passado revela detalhes do funcionamento da quadrilha de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, que comanda o Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O bando. além de atuar no tráfico de drogas, atua em serviços, tais como fornecimento TV a cabo, internet e cobrança de taxas de funcionamento de comércio e serviços na região por eles denominada de Complexo de Israel (Vigário Geral, Parada de Lucas, Cidade Alta, Pica-pau e Cinco Bocas) O grupo adotou práticas por vezes assemelhadas às típicas atividades de milícia privada, o que comumente vem sendo denominado de “Narcomilícia”. A organização visa a ampliação do domínio territorial por meio de verdadeiras guerras sangrentas ora contra os agentes do Estado, ora contra grupos criminosos rivais, Peixão é o principal líder, exercendo comando individual, sendo apontado de maneira uníssona, em diversos procedimentos, como o mandante de homicídios, torturas, invasões armadas à imóveis e regiões dominadas por facções rivais, além de montar e administrar toda a sistemática das arrecadações dos alugueres e taxas de funcionamento de comércio e serviços no denominado Complexo de Israel. Ressalta-se que foi sob o comando de Peixão que o Complexo de Israel se expandiu de forma significativa nos últimos anos, sendo hoje um dos criminosos mais temidos e procurados no Estado do Rio de Janeiro, com destaque não só para as práticas criminosas extremamente violentas, mas também para imposição da fé cristã aos moradores dos locais por ele dominados. Sardinha, irmão de Peixão, é seu braço-direito, sendo sua principal função na estrutura da organização atuar como liderança do tráfico de drogas na Comunidade de Parada de Lucas. Sardinha foi reconhecido por testemunha como uma das principais lideranças no Complexo de Israel. Noventinha, embora recluso exerce função de prestígio na hierarquia do Terceiro Comando Puro. Tal fato é corroborado por interceptações de mensagens de criminosos que pediam autorização para Noventinha de como proceder em questões de invasão a outras comunidades. Dessa maneira, mesmo de dentro da prisão, Noventinha mantinha contato com seus subordinados e coordenava ações de grande relevo da organização. Sombrão, da mesma maneira que Noventinha, atua de dentro do cárcere na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão. Ele exerce grande influência também na Comunidade Parque Paulista, em Duque de Caxias. Gaspar tem como incumbência gerenciar as bocas de fumo na Comunidade Cinco Bocas. . Além disso, foi identificado em imagens de rede social ostentando armas de grosso calibre, caderno de anotações do tráfico e gestos em alusão à facção TCP. Davi exerce a função de liderança do tráfico em uma das comunidades dominadas por Peixão fora do município do Rio de Janeiro, qual seja, a região conhecida como “Buraco do Boi” em Nova Iguaçu. Davi é titular do perfil no Twitter (atual X) “dvz_57” – twitter.com/davidduarte33, onde é possível vê-lo em pontos de vendas de drogas, no meio de outros narcomilicianos, ostentando armas de grosso calibre. Maridão MeteFilho ou Terror do Corolla atua como braço armado, de maneira mais recorrente, na Comunidade Cidade Alta. Ele aparece em rede social autointitulando-se justiceiro comunitário e comemorando morte de traficante rival, além de ostentar armas de fogo com a legenda “Os predinhos de cordovil nunca mais vai ter comando. Tamo em casa defendendo o projeto do homem contra tudo e contra todos” Além, disso antes da prisão de Sombrão, ele atuava como seu segurança, sendo reconhecido por testemunha nos presentes autos. Farinha tem como incumbência gerenciar as bocas de fumo da comunidade “Cidade Alta”, sendo um dos principais homens de confiança de Peixão, contando, inclusive, com segurança própria. Alan atua na estrutura da organização como segurança de boca de fumo, responsável por conter eventuais invasões de rivais e de operações policiais. Alan, em uma ocasião, foi responsável por fazer disparos contra guarnição da polícia militar que, por tentar fugir do trânsito, adentrou na Comunidade (IP nº 038-05771/2023). Josenildo exerce a atividade de cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. Rogério. por sua vez, faz segurança armada nos interesses da facção atuante no Complexo de Israel, notadamente, na Comunidade da Cidade Alta. Ademais Rogério se autointitula um dos “frentes” do grupo criminoso. Jean Axl atua na função de “vapor do tráfico” sendo designado pelas lideranças da presente organização delinquencial para comercializar entorpecentes no interior da Comunidade da Cidade Alta, sendo lá encontrado com grande frequência. Geleia, Camarão e Jacó servem à organização criminosa como seguranças armados, sendo o primeiro descrito no incluso caderno investigativo como um dos mais violentos. Ressalta-se que por não ostentarem postos de maior prestígio no grupo possuem passagens pelo sistema carcerário mais breves, porém suas fichas criminais extensas reforçam o envolvimento destes com a traficância local. “Jacó”, no dia 02 de maio de 2022, acionou uma ambulância do SAMU para uma emergência no interior da comunidade, porém ao chegar no local abordou a técnica de enfermagem e o motorista do SAMU, exigindo-lhes que o retirassem do local porque estaria ocorrendo uma operação policial naquele momento Importante destacar que, por vezes, os popularmente conhecidos como “Soldados do Tráfico” exercem a função de segurança de criminosos de hierarquia superior dentro da quadrilha, sempre ostentando armas de fogo e outros utensílios bélicos Outrossim, foram identificadas a presença de menores de idade, integrantes da organização criminosa liderada por Peixão e que participam ativamente nos interesses desta, Atual braço armado da quadrilha, o traficante Nem Malucão não foi citado nesta investigação. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja como Beira Mar (CV) tomou um golpe e perdeu áreas para o TCP em Caxias. Traficantes receberam apoio de Peixão e hoje brigam com a milícia por territórios na cidade

Segundo um relatório da Polícia Civil da qual a reportagem teve acesso, em 2018, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria enviado uma carta ao criminoso vulgo Corinthians ou Di Austin, pedindo para que ele matasse o bandido vulgo Trem ou Flamengo. A carta, no entanto, caiu nas mãos de Trem. Após lerem a carta, Trem e Di Austin se juntaram e deram um golpe de estado em áres de Beira-Mar como o Barro Vermelho e passaram a integrar a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Peixão deu suporte a Trem com armamentos e homens para evitar a retomada da comunidade por parte do Comando Vermelho. Na época de mudança da facção, havia cerca de 40 fuzis no Barro Vermelho, que mudou seu nome para Barro 3 e os próprios traficantes mudaram seus vulgos passando a se chamar Flamengo e Corinthians. Os vulgos de vários traficantes foram citados por uma testemunha como participantes da quadrilha como Baleado, Diamante (gerente geral),MT (vapor), LC, Xexa (gerente da boca de fumo da Marquesa),, Patinho, Yuri (vapor), Matheus (vapor), Amendoim (roubos de carga), Léo Morango (roubos de carga), Lilica (tesoureira), Monstrão (gerente da boca da Jerusa e tesoureiro de Flamengo),. Segundo as informações da testemunha, o TCP vem tentando expandir seu território na região e por isso estaria em guerra com milicianos que agem no Santo Antônio, Pilar, Vila Rosário, Morro do Sossego e Morro do Cacareco. Flamengo e Corinthians deram ordens para a tomada dos territórios com apoio de Peixão. Os bandidos inclusive teriam matado o miliciano vulgo Bruxo. Os assassinos seriam homens que trabalham para Flamengo e Corinthians. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

Investigação revela esquemão do jogo do bicho entre Espírito Santo, interior do RJ e SP

Investigações revelam a relação entre o jogo do bicho do Espírito Santo com o do Noroeste Fluminense e o Estrado de São Paulo Segundo a denúncia ofertada pelo Ministério Público as bancas de jogo do bicho situadas nos municípios de Vitória, Cachoeiro do Itapemirim e Itaperuna agiam diretamente interligadas, na seguinte forma: todas as “descargas” (apostas de risco) das bancas situadas em Vitória e Cachoeiro do Itapemirim eram direcionadas para a Banca de Itaperuna, que além de dar o suporte financeiro para as bancas capixabas, também seria a responsável pela difusão dos resultados decorrentes dos sorteios do jogo do bicho, tendo em vista que a mesma estava diretamente ligada ao Estado de São Paulo, de onde emanava os resultados para os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais”. Os envolvidos movimentavam uma grande quantidade de dinheiro. Um deles adquiriu a propriedade de 15 imóveis de alto padrão no montante de R$ 5.400.000,00 e três veículos, oriundos também da atividade do jogo do bicho e outros crimes como agiotagem. Eles lavavam dinheiro também em cavalos. O chefe da quadrilha seria proprietário de 112 animais, além de 3 cavalos em condomínio. fonte: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação revela hierarquia e funcionamento do tráfico no Parque União (CV), na Maré, que é chamado de ‘gestão inteligente’ pelo fato de o chefão nunca ter sido preso

Investigação revela a hierarquia e como funciona o tráfico na Favela Parque União, no Complexo da Maré, dominada pelo Comando Vermelho. O chefão, como todo mundo sabe, é Alvarenga, denominou sua gestão a frente da favela como ‘Gestão Inteligente’, em razão de nunca ter sido capturado pelas forças do Estado durante toda sua jornada criminosa que já perdura por mais de uma década. Seus principais homens de confiança são os vulgos Naldo, Zé Louco e Carlão dedicados integralmente à manutenção e o bom andamento do tráfico de entorpecentes no Parque União. Ele contava também com Ninho para atuar no roubo de cargas. O roubo de cargas é uma atividade que é explorada pelos traficantes do Parque União uma vez que a posição geográfica da comunidade favorece esse tipo de crime por ser localizada às margens da Avenida Brasil e Próximo à Av. Washington Luís e da Via Dutra, sendo um local que pode ser considerado de fácil acesso para quem vem dessas famosas vias pelas quais circulam diariamente milhões de reais em mercadorias em veículos de carga. Ninho é um dos maiores ladões de carga da atualidade e encontrava-se homiziado no Parque União, uma vez que sabe estar cercado de homens fortemente armados e que nessa comunidade pode circular livremente pois destina parte do que subtrai para que “Alvarenga” dê o aval de sua permanência na comunidade,. GB e Tubinha, que foram presos, atuavam como seguranças armados das bocas de fumo e como uma contenção armada para deter o acesso das forças do Estado bem como o acesso de facções rivais na comunidade. Tubinha disse quea ordem dada pelo” chefe do tráfico “é para evitar atirar na polícia, mas caso seja preciso defender as cargas da boca de fumo ou alguém que tenha status de chefe, os atividades devem ser o primeiro contato e possuem liberdade para atirar o quanto for necessário para conter a entrada das forças policiais e dos inimigos. Tubinha disse que exercia a atividade em regime de plantão sendo 12h de trabalho e 12h de descanso, recebendo por isso a quantia de R$ 400,00 (quatrocentos reais) por semana. A arma normalmente deve ser usada para revidar ataques de facções rivais. Disse que o gerente da comunidade era Mário Bigode, que foi morto e após seu falecimentonão foi colocado outro” frente. Falou que não presta contas por não trabalhar com dinheiro, mas o fuzil que estava no dia da prisão é da atividade, ou seja, quando a pessoa assume o plantão, deixa o fuzil para o próximo que vai assumir o plantão. Contou ainda que no Parque União só há três bocas de fumo, sendo na Rua Ary Leão, Darcy Vargas e Roberto Silveira mas não soube dizer quanto cada uma fatura. Falou ainda que sempre sai da favela em operações. Alvarenga lucra demasiadamente com a venda de entorpecentes além de outras práticas criminosas que são viabilizadas por exercer o comando e domínio territorial naquela parte do conjunto de favelas da Maré. Para a manutenção do seu domínio, Alvarenga conta com um arsenal de armas de grosso calibre a fim de impedir o ingresso de forças do Estado e eventuais ataques de outras facções, frisando a iminência de conflito em razão de outra parte do conjunto de favelas da maré ser dominado pela facção TCP. Entre as atividades que geram receita para Alvarenga e mantém seu domínio está o depósito de drogas que chegam através da Av. Brasil e depois são distribuídas a outras comunidades da mesma facção, a receptação de cargas roubadas, o abrigo de outros traficantes foragidos de outros Estados e até do próprio Rio de Janeiro. Alvarenga necessita de homens de confiança que são escalonados de maneira hierárquica a fim de que possam gerir cada um o seu campo de atuação determinado pelo líder O tráfico local obstrui vias públicas com barricadas e impõe resistência fortemente armada com trincheiras e seteiras distribuídas em pontos estratégicos da comunidade para impedir o acesso às forças policiais do Estado e em razão disso, há a imperiosa necessidade de atuação especializada em progressão e confronto armado FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

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