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denúncia

Testemunhas disseram que bebê de 11 meses torturado por casal chorava muito. Padrasto gritava com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Uma delas ouviu barulho de queda com posterior choro

 Uma testemunha relatou à Justiça como eram as agressões feitas por um casal acusado de torturar e tentar matar um bebê de apenas 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio.  Ela disse que o padrasto gritava muito com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. No dia 13 de fevereiro, a testemunha ouviu a criança horar muito, sem parar, por muito tempo, cerca de 20 minutos. De forma repentina, parou o choro e imaginou que ele “tivesse engolido o fôlego”;  A declarante disse acreditar que o bebê tenha ficado um bom tempo sem ser socorrido, desde o momento em que parou o choro;  No dia seguinte a testemunha soube que o menino fora socorrido pela vizinha. A declarante chegou a gravar uma das discussões entre o casal. Ela ouviu a suspeita dizer durante uma briga.  “Se eu abrir minha boca, você já sabe, você é drogado”. Ao ouvir essa postura, a testemunha afirmou que a mãe do garoto ela era conivente com toda essa situação pois já havia sido alertada sobre os choros constantes do filho.   Outra testemunha declarou que era comum o bebê chorar diariamente, em específico no final do dia/início da noite, período em que o padrasto estava em casa. O homem gritava com o menino. “Cala a boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Ela chegou a questionar a mãe da criança porque ela chorava demais e a acusada respondeu que o filho era manhoso; Mesmo após esse contato com a mãe do bebê, a criança permaneceu chorando muito pelos dias subsequentes;  Por duas vezes a declarante ouviu barulho de queda com posterior choro forte do menino. O padrasto permanecia gritando muito com a criança após o barulho de queda;  No dia 13 de fevereiro, a filha da testemunha lhe ligou e disse que o garoto estava sendo socorrido para o hospital;  A mãe da criança lhe disse que o filho estava chorando pois havia caído da cama;  Uma terceira testemunha disse que no dia 13/02, ouviu gritarias na casa do casal e ouviu a mãe do bebê dizer. “Ele tá branco, pálido, ele tá mole. O companheiro respondeu. “Ele tá bem, não precisa levar no médico não”. A testemunha insistiu para levarem o menino ao médico e achou estranha a postura do casal pois, no estado em que a criança se encontrava, qualquer minuto a mais poderia ser fatal. Nesse momento, o menino estava desfalecido, sem apresentar qualquer reação. Ele estava branco e seu pulmão estava roncando muito. No caminho ao hospital, o padrasto estava calmo, indiferente enquanto que a mãe estava um pouco nervosa, mas não demonstrava sinais de desespero.  O menino foi levado para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande. Eles entraram direto pela porta dos fundos da emergência; Vários médicos pararam o que estavam fazendo para atenderem o bebê, tamanha a gravidade de seu quadro de saúde. O padrasto chegou a dizer. “Essa criança cai sempre” A mãe do garoto chegou a dizer para a sobra. “A Bia escutou um tapa, mas não fala para ele não”. A testemunha chegou a ouvir outras duas discussões entre o casal. Em uma delas, a mãe ameaçou. “Eu vou contar a verdade sobre meu filho.  Segundo a Justiça, a gravidade concreta do delito é elevada, posto que os denunciados praticaram crime contra a criança na primeira infância, de apenas onze meses de vida, enteado do primeiro denunciado e filho da segunda denunciada.  A vítima está, até a presente data, segundo informações do inquérito policial, internada no Hospital, no CTI, o que revela a quantidade de lesões graves que foram praticadas contra ela.  A liberdade dos denunciados importará em eventual retorno da vítima, para a guarda deles, quando da eventual alta hospitalar, o que põe em risco a sua segurança.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Casal viveu momentos de terror ao ser extorquido por bandidos em Rio Bonito

Um casal passou por momentos de terror ao ser extorquido por criminosos em Rio Bonito em junho do ano passado.  Os bandidos exigiram o valor de R$ 430,00 de uma cesta básica, acrescido de juros e despesas com gasolina.   Um dos criminosos exigiu o pagamento da quantia inicialmente através de mensagens pelo aplicativo WhatsApp ameaçando a mulher, se não pagasse, colocaria fogo em sua casa e levaria sua turma à casa das vítimas para dar uma surra.    Em 5 de junho, os autores  foram até a residência das vítimas e em tom intimidativo afirmaram que não sairiam até receberem a quantia acrescida de juros.  Ainda na mesma data, por volta das 23h00, um dos criminosos, de entrou na residência das vítimas localizada na BR-101, km 257, contra a vontade das mesmas e proferiu a seguinte ameaça:  “Cadê o meu dinheiro? Tá pensando o que, que eu sou otário? Eu boto fogo na p… toda, não tem p… de filho, não tem o c… a quatro. Tá achando que você e o safado do seu marido vão me passar a perna Intimidados, as vítimas entregaram a quantia de R$ 500,00. O primeiro denunciado exigiu o acréscimo de mais R$ 100,00 para cobrir as despesas com a gasolina, totalizando R$ 600,00. Após receber a quantia, saiu da residência das vítimas e deixou o local no veículo Toyota Hilux SW4, cor preta     Posteriormente, em data e horário não definidos, mas sendo certo que no mês de junho de 2024, nesta cidade, o outro envolvido, ao saber que a mulher compareceria à 119ª DP para prestar declarações, pretendeu favorecer interesse próprio consistente em furtar-se à responsabilização criminal, e mediante grave ameaça realizada por contato telefônico com a vítima Alexandre, afirmou que a vítima não iria chegar em casa depois de sair da delegacia.   Um dos autores foi flagrado em sua residência com artefato explosivo apto a ser acionado e deflagrar com eficácia, e 03 (três) munições de arma de fogo intactas. Várias vítimas das extorsões praticadas  compareceram em sede policial para noticiar ameaças graves por parte dos mesmos e apropriação indevida de bens como forma de cobrança de valores monetários. FONTE: Denúncia do Ministério Público Estadual do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Fogos e tiros em favelas do CV para festejar aniversário de um dos principais puxadores de bondes da facção

Madrugada de fogos e tiros nas áreas de Comando Vermelho na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, e no Complexo da Penha (CV), para comemorar o aniversário do traficante Tiriça. Tiriça, é conhecido como um dos principais puxadores de bondes do Comando Vermelho. Atualmente lidera a criminalidade no Morro da Barão na Praça Seca. Foi um dos responsáveis por expulsar os milicianos do bairro. Ele é envolvido em um crime de Homicídio. Em fevereiro de 2020, um homem morreu vítima de tiros, o corpo dele foi colocado no porta-malas de um carro, que foi incendiado. De acordo com as investigações, os suspeitos, entre eles “Tiriça” cometeram o crime por acreditarem que a vítima era informante de um grupo rival. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia e Baú do Rio OFC (Telegram)

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Casal foi preso suspeito de torturar e tentar matar um bebê de 11 meses. Criança está em estado grave

Foi.preso hoje pela 15a DP (Gávea) um casal suspeito de tortura e tentativa de homicídio contra um bebê de 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela está com duas costelas quebradas, laceração hepática, hemorragia interna e hematomas nas costas. Além disso, teve uma parada cardíaca durante a internação. A mãe e o padrasto alegaram que o bebê havia sofrido uma queda enquanto tomava banho. No entanto, os médicos constataram que as lesões não eram compatíveis com esse tipo de acidente. Vizinhos contaram que frequentemente ouviam o bebê chorando muito e observavam discussões dentro da residência. A mãe, segundo os relatos, era omissa nos cuidados com o bebê e sabia dos maus-tratos praticados pelo padrasto, que é usuário de drogas. O homem tem passagens pela polícia, incluindo lesão corporal e associação para o tráfico. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Jovem de 22 anos foi baleado por PM durante discussão entre vizinhos em Campo Grande

Um rapaz de 22 anos foi baleado por um PM na noite do último sábado (8) durante uma discussão entre vizinhos na comunidade da Carobinha em Campo Grande. Relatos indicam que o entreveiro começou depois que a mulher do PM fezr manobras perigosas com o carro na rua em que estavam familiares da vítima. A mãe do jovem foi falar com o casal e iniciou-se um bate boca. O rapaz foi defender a mãe e acabou baleado na barriga. Todos foram para a delegacia e o PM saiu escoltado por outros policiais O jovem está internado no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e tem quadro de saúde estável. Para proteger o jovem, não publicaremos nem seu nome nem sua foto, que está estampada nas redes sociais, A Carobinha é área de milícia FONTE: Página Camará Tem Voz (Facebook)

Investigação revela extorsão a presos no Rio para obtenção de laudos e atestados médicos

Investigações da Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio revelam que havia dentro do sistema prisional fluminense um esquema de extorsão de presos para a obtenção de laudos e atestados médicos. Os internos com maior poder aquisitivo eram identificados por Inspetores Policiais Penais e, sempre que era exigida a emissão de um laudo médico ou nutricional, o grupo criminoso entrava em ação para cobrar valores ilícitos. Segundo as investigações, uma advogada também estaria envolvida no esquema, atuando como intermediária entre os internos e seus familiares para a exigência dos pagamentos. Os alvos da operação desempenhavam funções específicas no esquema criminoso, exigindo quantias elevadas para fornecer documentos médicos que favorecessem os detentos. Hoje, o Miniztério Público Estadual faz operação para cumprir 10 mandados de busca e apreensão contra o grupo criminoso que atua na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu – Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho (SEAP/HA). FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de agredir com martelo na cabeça e no rosto da mulher em Itaboraí durante discussão por ciúmes

Um homem está com a prisão preventiva decretada acusado de agredir a esposa com martelada na cabeça ontem em Itaboraí. A vítima está internada sem previsão de alta médica. Vizinhos ligaram para a polícia após presenciaram uma briga envolvendo um casal de moradores. A mulher foi socorrida para a UPA de Manilha. O agressor nrelatou que teve um desentendimento com sua esposa. Ele contou que a mulher lhe deu um tapa na sua nuca e que ele revidou dando um soco no pé da orelha da companheira; A vítima disse que teve uma discussão com seu marido motivada por ciumes. Segundo ela,  o seu esposo tomado por ciumes pegou um martelo e a golpeou na nuca e rosto. Ela está com um corte na nuca, lateral esquerda do rosto inchado e os lábios machucado. Ela permanece sem previsão de alta médica. Um vizino contou que escutou pedido de socorro vindo da casa da vítima, quando avistou a mulher saindo de casa ensanguentada e gritando por socorro. Ele perguntou para a vítima se precisava de ajuda e ela o infomou que o marido dela havia acabado de tentar matá-la, golpeando sua cabeça e ainda a vítima estava desnorteada; A mulher foi socorrida por ele e vítima e levada até a UPA de Manilha. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mulher ficou gravemente ferida ao ser espancada por companheiro na frente do filho de quatro anos na Zona Oeste do Rio

A polícia procura um homem chamado Yuri Neves morador da Vila Aliança em Bangu. Ele é acusado de agredir Erica Pereira na frente do filho de apenas quatro anos. A jovem está internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer em Realengo Logo após o crime, o suspeito fugiu. Sua foto está estampada nas redes sociais FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Processo judicial que tramita em sigilo revela detalhes de sessão de tortura seguida de homicídio de uma mulher em Itaperuna. Vítima foi morta porque teria delatado ex-namorado integrante da quadrilha ao CV

Um processo sigiloso que tramita desde o ano passado revela detalhes de uma sessão de tortura seguida de homicídio contra uma mulher em Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense. A vítima foi agredida com socos, chutes, coronhadas, golpes com vara de espinhos e afogamento e sofreu graves ameaças de morte por parte de criminosos com o fim de obterem a confissão de que ela teria delatado os mesmos para facção rival Comando Vermelho e levado seu ex-namorado para ser morto pelos membros da quadrilha. Em seguimento, teriam, com dolo de matar, os bandidos efeturam disparos de arma de fogo contra a vítima, causando-lhe lesões que foram a causa eficiente de sua morte. Os autores teriam ocultado o cadáver da vítima, jogando seu corpo no rio Muriaé. Narra a denúncia que a vítima estaria em um bar com seu companheiro quando um dos criminosos chegou ao local seguido de mais dois comparsas, tendo um deles perguntado à vítima “quem é você?” e ela respondeu que seria “Claudinha”. Em seguida, o criminoso mostrou que estava armado e disse à vítima “levanta e vai lá pro beco”, determinando que o companheiro dela seguisse para o mesmo local, ocasião em que todos seguiram para o bar de uma mulher, onde estavam os demais bandidos, portando armas de fogo. A vítima e seu companheiro foram, então, ordenados a se dirigirem ao “Beco do Jajá”, próximo à Cachoeira do Macaco, momento em que um dos criminosos disse para a dona do bar “fica na visão! Qualquer coisa me avisa!”, tendo ela respondido “pode deixar”. Chegando à cachoeira, os autores determinaram que o companheiro da vítima abaixasse a cabeça e começaram a desferir socos, chutes, coronhadas e varadas de espinhos contra ela, perguntando “quem te mandou aqui? Você que está entregando a gente pra outra facção do bairro Cehab? Foi você que levou o Pablo pra morrer?”. Em seguida, um dos bandidos pegou a vítima pelo cabelo, levando-a até a beira do rio, onde passou a afogá-la e agredi-la, dizendo “fala o que você sabe! Você sabe sim!”. Em razão da vítima permanecer negando os fatos, mesmo após pedirem para que seu companheiro a convencesse a falar o que eles queriam, um bandido o levou de volta ao bar, onde o ameaçou dizendo “se você abrir a boca, eu mato seu filho e vou atrás de você até onde você for!” e o liberou, ordenando que dois indivíduos que lá estavam o seguissem em outra motocicleta, enquanto ele ia embora. Após o companheiro da vítima ser liberado, Claudinha continuou sendo torturada, até que foram efetuados disparos de arma de fogo contra ela e seu corpo foi jogado no rio. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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