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denúncia

Milícia que agiu no Quitungo movimentou mais de R$ 10 milhões. Só um taxista, R$ 1.5 milhão

A Polícia Civil busca envolvidos na lavagem de dinheiro de milicianos que atuavam na Comunidade do Quitungo, Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações revelaram um esquema de movimentação financeira suspeita que ultrapassa R$ 10 milhões.  Foi determinado pela Justiça o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. Um taxista envolvido com a quadrilha, em apenas seis meses, movimentou R$ 1,5 milhão em suas contas, transferindo parte desses valores diretamente para o homem apontado como chefe da milícia. Essa liderança também é alvo da operação desta quarta e é investigada por diversos homicídios. Ainda há mandados contra pequenos empresários que mantiveram relações financeiras com o grupo criminoso. As investigações apontam que,. para lavar o dinheiro, os suspeitos utilizavam pequenas transferências, uso de empresas inativas e movimentação entre múltiplas contas bancárias. O Quitungo não é mais dominado pela milícia, hoje está sob controle do Comando Vermrelho. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP denunciou 44 do CV que atuam no Sul Fluminense e pediu para prender 27

Quarenta e quatro ntegrantes da facção criminosa Comando Vermelho, que atuam na região Sul Fluminense,, foram denunciados pelo MPRJ..Foi e requerida prisão preventiva de 27 deles. Os mandados são cumpridos na manhã desta terça-feira (26/03),. Os investigados agiam em bairros como Vila Helena, Vale do Ipiranga e Caixa D’Água, todos em.Barra do Pirai, utilizando inclusive o interior de presídios como base de operações, além de aliciar adolescentes para o tráfico.  A denúncia revela que o grupo intimidava moradores e praticava violência como forma de consolidar o domínio territorial. Em um dos episódios narrados, um dos denunciados chegou a ameaçar um policial militar que atuava na região. O grupo e acusado por tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, constrangimento ilegal e violação de domicílio com emprego de violência. Os mandados, expedidos estão sendo cumpridos nos municípios de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, Itaboraí e Paraíba do Sul, além de buscas realizadas em unidades prisionais. FONTE: Ministério Público do RJ

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

Após confusão da manhã, situação voltou a ficar tensa no Engenho Novo agora de noite

Depois da confusão pela manhã quando traficantes do Morro do São João, no Engenho Novo mandaram moradores atravessarem vários ônibus nas ruas para protestar contra a PM, há relatos nas redes sociais de mais coletivos bloqueando vias do bairro no.periodo da noite. “Teve correria na Marechal rondon agora pouco. Motos voltando na contramão”, disse um morador. Movimentação estranha na Marechal Rondom nesse instante, falou outro Para aumentar a tensão, foram registrados relatos de tiros nas imediações da Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, colocando em risco a segurança da área. Cuidado na região. CLIMA TENSO AINDA NO MORRO SÃO JOÃO (CV) Traficantes atacaram as equipes da UPP a pouco. Sem feridos 🙌 Policiamento segue reforçado na região FONTE: Página Eng.Novo, Lins e Méier (Facebook) e Grupos Intense e Caos no RJ (WhatsApp)

Peixão (TCP) pretendia montar uma loja no Paraguai para facilitar o envio de armas para o RJ

Tivemos acesso a denúncia do Ministério Público Federal contra o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão e Everson Silva, acusados de importar armas de guerra e trazer para o Rio por meio dos Correios. Everson buscava na internet anunciantes de equipamentos como bloqueadores de sinais e drones, bem como armamento, realizava a compra reiterada dos produtos escolhidos por Peixão e os entregava a este, como o fim de abastecer a organização criminosa. A “parceria” entre os dois era tamanha que “Peixão” cogitava abrir uma empresa de fachada, em conjunto com o primeiro denunciado, no Paraguai, local onde a comercialização de bloqueadores de sinais é permitida, e trazer, pormeio de outro membro da organização, os esquipamentos pela via terrestre ao Rio de Janeiro Na data de 10 de junho de 2024, o primeiro denunciado enviou a “Peixão capturas de tela do próprio celular, em que confirmava a compra de diversos fuzis com vendedores localizados no Paraguai e afirmava que iria buscar o armamento pessoalmente Everson era responsável pelo primeiro contato com diversos vendedores, a fim de comparar preços e forma de pagamento, bem como as condições deintrodução da mercadoria no país e depois repassava tais dados a Peixão. que, na condição de líder do TCP, escolhia quais produtos seriam adquiridos efornecia dinheiro para as aquisições Além de bloqueadores de sinais, armas e drones, os denunciados também adquiriam para a organização criminosa rádios de comunicação de longa distância e dispositivos aptos a interceptar comunicações policiais. Queriam até bazucas, Everson demonstra o pertencimento à facção Terceiro Comando Puro ao responder que os equipamentos que negocia serão suficientes para eliminar“Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. O sucesso da empreitada criminosa, garantida pela atuação dos denunciados na aquisição dos equipamentos proibidos, é comemorado por Péixão nosmeses de junho e julho Além da comunicação frequente com “Peixão”, líder da facção criminosa, também foi possível constatar que Everson mantinha contato constante com dois outros integrantes do Terceiro Comando Puro: indivíduos conhecidos como “Zero” (também chamado “TH”, e “Gordinho do Gás” (terminal ambos responsáveis pelo fluxo de valores do grupo, destinados a compra de equipamentos proibidos. Em síntese, “Zero” e “Gordinho” mantinham diversas contas correntes em nome de terceiros e, sob ordens de “Peixão”, transferiam a Evreson os valoresnecessários para as compras de drones, armas, bloqueadores de sinais e comunicadores, conforme se extrai dos diálogos datados de junho de 2024 e, em especial, do comprovante da transferência de R$30.000,00 (trinta mil reais) enviados por “Gordinho” ao primeiro denunciado, a fim de que este concretizasse a compra de mais um drone lançador de granadas: Na data de 12 de dezembro de 2023, Everson (identificado nas capturas de tela com a cor verde) entrou em contato com comerciante de bloqueadores de sinais, informando-o que pretendia realizar reiteradas compras semanais do equipamento18: Com o fim de evitar a interceptação de tais comunicações, “Peixão” sugeriu a Everson que este utilizasse terminal estrangeiro específico apenas para a negociação dos equipamentos proibidos. Everson tinha a função de negociar, adquirir e promover a importação de aparelhos destinados ao funcionamento da organização, tais como bloqueadores de sinais (utilizados para impedir o rastreamento de veículos e celulares, proibidos pela ANATEL), comunicadores de alta tecnologia e drones lançadores de granada (estes últimos apreendidos pela Polícia Federal em 15 de julho de 2024, quando foi preso. Ele também é responsável por planejar e efetivar a importação e a compra de armamento para os integrantes do Terceiro Comando Puro, incluindo revólveres, pistolas e fuzis, por meio de negociações com vendedores localizados no Paraguai, e custeadas pelo líder da organização criminosa Terceiro Comando Puro, Álvaro Malaquias, conhecido como “Peixão”. Peixão providenciava os recursos financeiros para que Everson promovesse a importação de mercadoria proibida, consistente em dispositivo bloqueador de sinal de radiocomunicação (BSR) utilizado para abater drones, comercialmente designado “fuzil anti-drone”. FONTE: Ministério Público Federal do RJ

Tráfico (CV) mandou moradores sequestraram ônibus para fechar rua no Engenho Novo em protesto contra a PM

Traficantes do Morro do São João mandaram moradores fecharem a Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, para protestar contra policiais militares. Ônibus foram sequestrados e usados para obstruir a via. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares foram até a Rua Barão de Bom Retiro verificar informações de que ônibus estariam na via sem as chaves, nesta terça-feira (25/03). O reboque foi acionado para a liberação da via. A motivação destas ações é uma represália contra a ocupação no Morro São João que ocorre desde janeiro e tem como objetivo principal impedir disputas entre facções rivais do Morro São João e dos Macacos. Hoje não foi registrado confronto com as equipes da polícia militar nessas comunidades. FONTE: Diário das Comunidades (WhatsApp) e PMERJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes escondidos na Vila Kennedy (CV) são suspeitos de matar policial penal em Santa Cruz. DH faz operação para capturá-los

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) faz uma operação para prender Thiago Ferreira Pinto, Caio Felipe Ferreira, da Cruz, vulgo Rezin, Hiago Ferreira Pinto, Fabiano da Silva Souza e Carlos Antônio Gomrs Junior, o Bradock. Os alvos são apontados como suspeitos do latrocínio do policial penal Henry dos Santos Oliveira. O crime ocorreu no dia 19 de dezembro de 2024, no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, sete indivíduos fortemente armados com fuzis e pistolas realizava um assalto a um depósito de bebidas. Enquanto parte do bando mantinha vigilância externa, os demais carregavam um veículo com as mercadorias subtraídas. Durante a ação, a vítima, tentou abordar um dos criminosoos.Neste momento, os comparsas, passaram a efetuar diversos disparos de revólver e fuzil contra o policial penal, que veio a óbito no local. Os marginais ainda subtraíram sua arma de fogo antes de empreenderem fuga. Os autores são todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, escondidos no interior da comunidade da Vila Kennedy. FONTE: Polícia Civil do RJ

Homens presos suspeitos de pertencer a milícia de Pedra de Guaratiba e que foram absolvidos por suposta falta de provas contaram terem sido agredidos e ameaçados de morte por policiais civis. “Disseram que iam me matar”

Dois homens que foram presos ano passado suspeitos de pertencerem a milícia de Pedra de Guaratiba e que acabaram absolvidos porque os policiais não comprovaram que eles estavam extorquindo comerciantes disseram que foram ameaçados de morte e agredidos pelos agentes. Um deles disse que ele e o amigo foram a um depósito, depois cortar o cabelo e em seguida comprar ração para um cavalo. Foi então que pararam dois carros. Os ocupantes do veículo estavam de preto e touca ninja. Eles lhe colocaram de cara no chão e disseram que iriam lhe matar, porque era da milícia. Ele disse, no entanto, que era trabalhador e atuava como mototaxista. Segundo o seu relato, os policiais lhe algemaram e o colocaram dentro do carro. Eles lhe deram socos. Depois eles saíram correndo com o carro e foram no sentido do Recreio. Depois do túnel, eles pararam o carro e continuaram lhe socando, dizendo que iam lhe matar. Na cidade da polícia, ficou algemado em um ferro. Disse que bateram com a sua cabeça na parede. Mandaram desbloquear o celular. Pediram a senha do celular e deram a senha para eles. O outro preso disse que. os policiais estavam com o rosto tampado. Não sabe por qual razão os policiais os prenderam. Disse que os policiais perguntaram se seu nome era Rodolfo e disse que não. Contou que os agentes disseram que seu nome era Rodolfo sim e perguntaram se tinha passagem. Disse que não. Então eles lhe bateram, dentro do carro. Eles perguntaram se fazia parte da milícia e disse que não. Falou que ees diziam que iriam lhe matar porque era o Rodolfo. Uma testemunha falou que conhecia um dos presos desde ,que ele entrou em seu estabelecimento comercial, no dia dos fatos, para comprar cerveja, que não falou com nenhum policial, neste dia, e que admite que paga taxas para a milícia, mas m nunca pagou nada para os dois presos. Segundo a Justiça, os policiais não viram a cobrança de valores e a acusação não chegou a demonstrar que ambos tinham a finalidade de praticar diversos crimes, dentre eles, extorsões. . Também não houve investigações preliminares e nem posteriores sobre o envolvimento dos réus com a milícia “A prova apresentada é insegura e traz mais dúvidas do que luzes, sobre o que realmente ocorreu no dia dos fatos”, dizem os autos. O MP recorreu da sentença e perdeu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ex-PM do BOPE preso suspeito de treinar e lavar dinheiro de traficantes do CV é investigado por duas mortes na Muzema

O chefe da Polícia Ciivl do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o ex-PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, preso ontem suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar dinheiro da facção, é investigado por envolvimento em pelo menso dois homicídios cometidos na comunidade da Muzema, no Itanhangá. As vítimas eram responsáveis por alguns condomínios na localidade onde o ex-militar expulsava moradores e tomava conta dos imóveis. Para lavar o dinheiro do crime, o ex-PM usava uma suposta empresa de segurança. Chamou a atenção dos policiais que o criminoso fez em duas semanas depósitos de R$ 350 mil para essa firma. A sócia dele era a sua pópria mã, que também praticava atos de ocultação de valores. Em dois meses, foram mais de meio milhão de reais investidos. A empresa, segundo as investigações, não funcionava já que não tinha nenhum empregado cadastrado, além de ser sediada na própria residência de Ronny. A mãe de Ronny teria adaquirido umc arro de luxo no valor de R$ 200 mil. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 3 milhões que teriam sido movimentados por essa sempresa de fachada em menos de um ano, além de ter bloqueado também os veículos de luxo. Outros R$ 2 milhões movimentados pela sócia e outras pessoas vinculadas também foram bloqueados. Segundo a Polícia Civil, Ronny chegava com armas dse grosso calibre e expulsava as pessoas que estavam construindo na localidade e tomava para si os préidos. Ele também colocava outras pessoas para morar nos imóveis. O ex-PM se aporveitava do conhecimento de táticas operacionais que ele adquiriu para treinar os traficantres do Comando Vermelho Esses ensinamentos eram usados pelos criminosos na guerra contra facções rivais e contra policiais. FONTE: Polícia Civil do RJ

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