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denúncia

Traficante Diaba Loira (CV) que se exibe em redes sociais chama atenção da polícia do RJ

Uma traficante conhecida como Diaba Loira do Comando Vermelho está chamando a atenção da polícia do Rio. A criminosa se exibe nas redes sociais sempre carregando um fuzil. Segundo relatos, ela foi vista dando tiro na polícia durante uma operação realizada na madrugada da última terça-feira (3/6), na comunidade na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro. Um integrante do CV conhecido como VK foi morto e um outro crimin0so da mesma facção, preso, durante a operação. Moradores da Gardênia Azul, comunidade controlada pelo Comando Vermelho (CV), vivem no meio das disputas entre milicianos e a facção criminosa. FONTE: Caos no RJ (WhatsApp)

Polícia esclareceu motivação de chacina em Realengo e suspeito teve a prisão decretada

A polícia esclareceu a motivação de uma chacina ocorrida em Realengo em setembro do ano passado e a Justiça decretou a prisão preventiva de um suspeito de envolvimento no crime. Na ocasião foram mortos Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigues Silva e Gabriel Willian Nascimento da SIlva. O suspeito com prisão decretada monitorou as vítimas na entrada da vila de casas, se comunicando ao celular, abriu o portão para os executores ingressarem na vila, assegurando o acesso do automóvel SUV escuro de ré ao local, aguardou a consumação dos crimes na entrada da vila com sua motocicleta e empreendeu fuga na mesma direção dos executores. Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de “guerra” do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, o que desagradou os criminosos e seus comparsas, além de estar praticando roubos a veículos.Os crimes foram cometidos mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, haja vista que foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino, por número excessivo de disparos. Segundo a Justiça,e foram utilizadas armas de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39. Uma testemunha afirmou que Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina, era usuária de entorpecentes, mais especificamente, cocaína, não sabendo informar onde ele adquiria esse tóxico, pois, próximo ao seu endereço, há diversas comunidades que vendem o produto; Carlos não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado à testemunha; A vítima consertava veículos que eram levados por qualquer pessoa, não sabendo informar se os que os que Gabriel, vulgo GB era fruto de roubo; Sobre Márcio, a testemunha afirmou que ele teria sido chamado por Gabriel para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina, não sabendo qual seria a origem desse carro; A testemunha afirmou que o suspeito que teve a prisão decretada tinha uma rixa com Gabriel uma vez que ambos eram de uma sendo que GB teria sido expulso, indo integrar outro grupo criminoso; GB tinha ganho liberdade prisional três meses antes do crime. A testemunha disse que no dia dos fatos ouviu alguém gritar, “Vamos embora, vamos embora) momento em que se debruçou para ver o que tinha ocorrido, visualizando uma Palio roxa do toda crivada de disparos e um dos executores, que tinha um rádio na cintura, uma guia vermelha e branca e portando uma arma longa; Falou que o mesmo teria recarregado a arma em sua posse e se dirigido à entrada da sua casa, efetuando novos disparos que levaram a óbito GB, uma vez que esta vítima teria corrido para este local; FONTE: TJ-RJ

NOVO LÍDER? Miliciano toma as rédeas no maior grupo paramilitar do Rio

Segundo relatos, uma figura vem ganhando destaque na maior milícia do Estado do Rio de Janeiro. Cansado ou Zero vem tendo mais importância do que o atual líder do grupo, vulgo Naval. Ele teria assumido toda a responsabilidade da organização da milícia e vem ditando as regras, muitas das vezes passando por cima do Naval. Essas atitudes vem causando um atrito entre eles. Zero vem ordenando algumas execuções sem antes passar pelo Naval, foi o caso do padeiro que foi morto nas Três Pontes por não comprar a farinha da milícia. Esse caso ganhou mídia e quem levou a culpa foi o Naval, que saiu de cena. Cansado era o encarregado de fazer ponte com os milicinaos presos, agora ele ficou responsável também por conter as investidas do Comando Vermelho. No entanto,,ele não estaria conseguindo lidar com essa situação por falta de experiência em guerra. Relemebrando, depois que Zinho se entregou à Polícia Federal em dezembro de 2023, quem assumiu a liderança na rua foi Pipito, mas este morreu em 2024 e Naval herdou o posto. FONTE: Pagina Milícia RJ News (twitter)

Presos homens que instalavam câmeras para vigiar a polícia para o CV em Cordovil. Eles também trabalhavam com internet do tráfico

Foram presos ontem dois homens que instalavam câmeras de vigilância a mando do tráfico de drogas, na comunidade do Dourado, no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio. Os dois foram localizados enquanto colocavam o equipamento em vias públicas para monitorar a movimentação das forças de segurança. As investigações apontaram que ambos têm vínculos com empresas de fornecimento de internet que operam exclusivamente na área explorada pelo tráfico. Durante a abordagem, foram apreendidos quatro câmeras que seriam instaladas, além de equipamentos para manutenção do serviço de internet. Os materiais seriam utilizados para fortalecer o “sistema de vigilância” montado pelos traficantes do Comando Vermelho da região. De acordo com os agentes, a ação teve como principal objetivo conter o avanço territorial do Comando Vermelho na região. Dados de inteligência demonstram que o fornecimento de internet e outros serviços comerciais dentro de comunidades tem sido utilizado como uma das principais fontes de lucro e lavagem de dinheiro da facção criminosa. Os dois foram autuados pelo crime de associação ao tráfico de drogas, por colaborar com as  criminosas. As investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema. FONTE: Polícia Civil do RJ

Vereador que quase foi morto pelo tráfico em Caxias disse que os bandidos fizeram disparos de fuzil contra ele e falaram . “Vai morrer todo mundo”

Leia agora como foi a tentativa de homicídio contra o vereador Leone Pereira da SIlva ocorrida no último dia 28 de maio, na comunidade da Coréia, em Saracuruna, Duque de Caxias. O político foi ao local para realizar atividade de fiscalização de obra pública municipal, ocasião na qual ele e sua assessora Fabiana foram abordados de forma violenta por diversos homens armados, dentre os quais foram identicados Bradock (traficante) e Alvarenga, líder comunitário. O vereador afirmou que, no momento da fiscalização, estava acompanhado de sua assessora parlamentar. Poucos minutos após sua chegada ao local, foi abordado por um indivíduo que posteriormente identificou como líder comunitário, o qual ordenou que o vereador se retirasse do local, alegando tratar-se de “área de outro político Em seguida, Alvarenga realizou uma videochamada e, ao mostrar o parlamentar pela câmera, afirmou: “Leone tá aqu, dando uma de maluco e não quer sair, vem aqui”. Logo em seguida, chegou ao local um grupo de aproximadamente oito indivíduos, distribuídos em quatro motocicletas, todos ostentando armas de fogo em via pública.Ao menos quatro desses homens portavam fuzis; Dentre os suspeitos armados, foi possível reconhecer de forma inequívoca o homem que liderava o grupo, conhecido pelo vulgo “Braddock”, O vereador afirmoutem conhecimento de que o referido indivíduo, vulgo “Braddock”, é apontado como o líder do tráfico de drogas na Comunidade do Coréa, localidade esta sob domínio da organização criminosa denominada Comando Vermelho (CV). Disse que também conseguiu visualizar nitidamente os rostos dos demais integrantes do grupo armado, e afirma possuir plena capacidade de reconhecê-los individualmente, caso necessário. Ao se aproximarem, os criminosos passaram a realizar diversos disparos de arma de fogo na direção do político e de sua assessora, ao mesmo tempo em que proferiam ameaças verbais, incluindo a frase: “Vai morrer todo mundo”; Nesse momento, pôde identificar claramente que o próprio “Braddock” foi um dos indivíduos que efetuaram disparos com fuzil contra sua pessoa e contra sua equipe de apoio. Os disparos passaram muito próximos do local onde se encontravam, o que gerou pânico e sensação iminente de morte, Temendo por suas vidas, o vereador e a assessora evadiram-se correndo até o veículo em que estavam, logrando êxito em embarcar e deixar rapidamente a localidade em alta velocidade, sob evidente risco de serem alvejados. Após alcançar um local seguro, entrou em contato com outros vereadores e com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para relatar o ocorrido. Em seguida, dirigiu-se ao seu escritório parlamentar. Em razão do forte abalo emocional causado pelo atentado, apenas conseguiu comparecer a delegacia dias depois para formalizar a comunicação dos fatos; Disse ainda que recebeu ameaças contra sua vida. Na delegacia, lhe foi apresentado um mosaico fotográfico contendo nove imagens de indivíduos distintos, ocasião em que reconheceu de forma inequívoca Alvarenga. como sendo o indivíduo que o ameaçou e realizou a videochamada no momento da abordagem, Reconheceu também, a partir de um segundo mosaico contendo nove fotografias, o indivíduo conhecido pelo vulgo “Braddock”, identificado posteriormente como Rafael Madeira Pitambeira,, como sendo o homem que liderava o grupo de traficantes que chegou ao local em motocicletas e que foi um dos responsáveis pelos disparos de fuzil que quase atingiram o declarante e sua assessora parlamentar O vereador apresentou o print com a ameaça que recebeu. FONTE: TJ-RJ

Traficantes tentaram matar vereador em Caxias. Dois suspeitos foram presos

Traficantes tentaram matar um vereador e uma assessora dele no último dia 28 de maio em Duque de Caxias. Dois homens suspeitos do crime foram presos ontem. Segundo os agentes, os criminosos possuem posições de destaque na comunidade da Coreia, em Duque de Caxias, sendo um deles “frente” do local vulgo Bradock e o outro líder comunitário. A investigação aponta que o vereador e sua assessora foram abordados por um dos presos. O criminoso foi informado pelo líder comunitário do local que o parlamentar e sua funcionária estavam na localidade e tentaram impedir a presença deles, alegando que a área seria controlada por outro político. Durante a abordagem, narcoterroristas da região, todos armados com fuzis, passaram a ameaçar de morte o vereador e sua assessora. Os criminosos dispararam contra a dupla, com um dos tiros passando próximo à cabeça do parlamentar. Após tomar ciência do fato, os agentes da 60ª DP prontamente realizaram diligências para localizar e responsabilizar os envolvidos. Diante dos fatos, os policiais cumpriram mandados de prisões temporárias por tentativa de homicídio e associação para o tráfico de drogas. Segundo os agentes, os presos já possuíam passagens pela polícia, com registros de envolvimento em crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Alvo de operação contra lavagem de dinheiro do CV, mulher de MC Poze acusa polícia e governador de perseguição

A mulher de MC Poze do Rodo ,Viviane Noronha usou as redes sociais do cantor para denunciar ação policial e criticar o governador Cláudio Castro. Ela foi alvo de operação hoje da Policia Civil que mira a lavagem de dinheiro do Comando Vermelho. Em tom de desabafo, ela afirmou que o nome do governador será lembrado nas urnas nas próximas eleições, em função da suposta perseguição (declaração da própria) cometidos pelas forças de segurança do estado. Poze deverá ser colocado em liberdade hoje 03/06/2025. FONTE,: Redes sociais de MC Poze do Rodo

Grande Tijuca voltou a ter madrugada de terror com nova guerra de facções

Voltou a ter guerra na madrugada de hoje na região da Tijuca e Andarai. Segundo relatos, os traficantes do Morro do Cruz e Casa Branca com apoio do São Carlo, todos TCP atacaram a comunidade do Andarai (CV) resultando em uma intensa troca de tiros entre as duas facções. Vídeos com o som dos tiros foram divulgados na Internet. Pelas redes sociais, moradores reclamaram. Que horror. Que Deus proteja todos os moradores. 🙏 Virou rotina! Sempre no mesmo horário. Triste demais Um horror 🫤 Assustador isso … Acordei com os tiros. Que tristeza. Triste realidade a nossa! Não ter paz dentro da própria casa, dormindo, descansando… Quase meia hora de tiroteio 😢 FONTE,: Alerta Tijucano (Facebook)

Operação contra lavagem de dinheiro do CV chegou até a um suposto operador da Al Qaeda mas não é a primeira vez que seu nome aparece em investigação sobre a facção

A invstigação da Polícia Civil sobre lavagem de dinheiro do Comando Vermelho chegou até o nome do egípcio Mohamed Ahmed Elsayed Ahmed Ibrahim, que tinha ligações com a Al Qaeda, grupo extremista responsável por diversos atentados ao redor do mundo, incluindo os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Mas não é a primeira vez que houve essa relação, Ele foi citado em um relatório da Polícia Federal brasileira como parte de uma investigação sobre lavagem de dinheiro. Seu nome teria aparecido em comunicações interceptadas e movimentações financeiras sob investigação. As autoridades investigavam se havia cooperação indireta entre redes criminosas internacionais, como o tráfico de drogas e o terrorismo, no uso de estruturas de lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, haviam indícios de que contas bancárias e empresas no Brasil teriam sido usadas para movimentações financeiras internacionais suspeitas, conectando integrantes do Comando Vermelho com células ligadas ao terrorismo internacional. Esse tipo de conexão entre organizações criminosas e grupos terroristas não é inédito no mundo. Muitas vezes, traficantes e terroristas compartilham canais financeiros, rotas logísticas e até documentos falsos. O caso brasileiro, se confirmado, representaria mais um exemplo de como o crime organizado e o extremismo religioso podem se cruzar por meio do financiamento ilegal. Ibrahim foi considerado um dos operadores ligados à Al-Qaeda. De acordo com o FBI, ele tem experiência em coordenação logística e facilitação de comunicações internacionais para a Al-Qaeda. Sua atuação era focada na captação de novos membros e no suporte operacional ao grupo, incluindo possíveis articulações financeiras para sustentar as ações da organização. O FBI chegou a oferecer recompensa por informações que levassem à sua captura, FONTE: Polícia Federal e Polícia Civil do RJ

Polícia faz operação contra lavagem de dinheiro do CV. Professor do Alemão comandava esquema e esposa de MC Poze do Rodo está envolvida

Em pouco tempo depois da morte do traficante Professor do Alemão, e da decisão de soltar o funkeiro MC Poze do Rodo. a Polícia Civil do Rio de Janeiro faz uma operação para desarticular o núcleo financeiro do Comando Vermelho, responsável pela lavagem de mais de R$ 250 milhões. Os valores são oriundos do tráfico de drogas e da aquisição de armamentos de uso restrito. As investigações identificaram Professor, como uma das figuras centrais da engrenagem financeira do Comando Vermelho, responsável por eventos como o “Baile da Escolinha”, que funcionava como ferramenta de dominação cultural e captação de recursos para o tráfico de drogas e armas. O criminoso morreu neste domingo (01/06), mas este fato não compromete o andamento do inquérito, tampouco interfere nas medidas judiciais em curso. Mesmo com sua morte, permanece clara sua importância dentro do esquema, sobretudo na consolidação da cultura do tráfico e na estruturação de empresas de fachada para dar aparência de legalidade ao dinheiro sujo. A apuração revelou outro nome de destaque, a influenciadora digital Vivi Noronha, e esposa de MC Poze do Rodo, preso na última quinta-feira (29/05). Ela e sua empresa figuram como beneficiárias diretas de recursos oriundos da facção Comando Vermelho, recebidos por meio de pessoas interpostas (“laranjas”) com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro. As análises financeiras apontam que valores provenientes do tráfico de drogas e de operadores da lavagem de capitais da facção foram canalizados para contas bancárias ligadas à mulher, que passou a ser um dos focos centrais do inquérito. A posição dela, segundo os agentes, na estrutura criminosa é simbólica, pois representa o elo entre o tráfico e o universo do consumo digital, conferindo aparente legitimidade a valores oriundos do crime organizado e ampliando o alcance da narcocultura nas redes sociais. As investigações apontam ainda que um restaurante situado estrategicamente em frente ao local onde é realizado o “Baila da Escolinha” funcionava como ponto de lavagem de dinheiro, movimentando recursos provenientes do tráfico sob a fachada de atividade empresarial lícita. O local era utilizado como polo logístico e símbolo de poder da facção, conectando a vida noturna da comunidade à engrenagem financeira do Comando Vermelho. Outra empresa com papel relevante no esquema é uma produtora identificada como operadora de lavagem de dinheiro e fomentadora de bailes funk promovidos por integrantes da facção, que funcionavam como ponto de venda de drogas e difusão da narcocultura. As investigações revelaram que o responsável pela firma e a própria empresa figuram como destinatários diretos de recursos financeiros oriundos de operadores do Comando Vermelho, recebendo valores de pessoas físicas e jurídicas interpostas com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos lucros do tráfico. Entre os remetentes identificados nas análises financeiras, destacam-se um segurança pessoal do traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, chefe da facção no Complexo do Alemão, e outro indivíduo com histórico relevante no sistema financeiro informal ligado à facção, e procurado pelo FBI por suspeita de atuar como operador de valores para a Al-Qaeda, conforme dados de cooperação internacional. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A ação inclui ainda ordens de bloqueio e indisponibilidade de bens e valores de 35 contas bancárias. O esquema criminoso utilizava pessoas físicas e jurídicas para dissimular a origem ilícita dos valores, promovendo o reinvestimento em fuzis, cocaína e na consolidação do poder territorial da facção em diversas comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

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