Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

corrupção policial

Dois PMs, sendo um deles do BOPE, presos suspeitos de vazar informações para chefões do CV vão a conselho de disciplina que pode expulsá-los da corporação

Os dois PMs presos na semana passada suspeitos de vazamento de informações para chefes do Comando Vermelho estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina que pode decidir pela expulsão dos dois da corporação. O sargento do BOPE Rodolfo Henrique da Rosa teria repassado, ao menos, duas ações policiais realizadas nos Complexos da Penha e do Alemão, sendo uma delas deflagrada em janeiro de 2024. Já o cabo Luciano da Costa Ramos Júnior, que atuava no Tribunal de Justiça, fornecia ao núcleo da facção dados que ele afirmava obter por intermédio de uma segunda fonte ligada ao BOPE, ainda não identificada. Ambos mantinham contato direto com três traficantes vinculados ao núcleo dirigente da facção criminosa. Segundo a PMERJ, as informações de natureza confidencial em poder dos policiais militares no exercício legal e funcional da aplicação da lei devem ser mantidas em segredo, a não ser que o cumprimento do dever ou as necessidades da justiça estritamente exijam outro comportamento;

Presos policiais civis de SP suspeitos de receber propina de R$ 1 milhão de advogado do PCC

Na manhã desta quarta-feira (10/12), o MPSP,  por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Corregedoria da Polícia Civil e a Polícia Federal deflagraram a Operação Mata-Nota, que tem como alvo um advogado ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e três policias lotados no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) envolvidos na prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de capitais. Com autorização da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital, o advogado e dois policiais foram presos preventivamente (contra o terceiro agente público não foi necessária, no momento, a decretação da medida gravosa). A Justiça, a pedido do GAECO, também expediu mandados de busca e apreensão para cumprimento em endereços residenciais e no DENARC, bem como determinou o arresto, sequestro e bloqueio de bens no montante de R$ 1 milhão, exatamente a quantia apontada na investigação como a propina paga pelo advogado em favor dos agentes públicos. De acordo com o que foi apurado, ocorreu uma prisão em flagrante, no ano passado, de um homem que transportava 345 kg de substâncias entorpecentes em um fundo falso  de um caminhão frigorífico. Com a quebra de sigilo dos dados telemáticos, foi possível acessar um vídeo contendo diálogo acerca de pagamento para a interrupção de investigação no que tange a um traficante conhecido como “Costurado”, integrante de organização criminosa especializada em tráfico de entorpecentes e lavagem de capitais, atuando na parte da logística financeira do grupo. Mesmo com a identificação de um laboratório de refino ligado a “Costurado” na cidade de Jarinu, a investigação relativa a ele foi paralisada. O vídeo, gravado em 23 de maio de 2024, registra uma videochamada entre três dos quatro alvos e a citação ao quarto alvo da operação. Pouco tempo depois deste contato, deu-se a compra de imóveis pelos agentes públicos, que, segundo demonstrou o GAECO na demanda ao Poder Judiciário, já ostentavam patrimônio incompatível com os valores que percebem do Estado. O advogado já foi condenado num rumoroso processo de extorsão mediante sequestro e associação criminosa.

MPRJ apura supostas propinas pagas por facções a diretores de presídios para reduzir operações de apreensões de celulares e drogas

A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital do MPRJ informa que existe procedimento sigiloso de investigação sobre suposta corrupção no sistema penitenciário fluminense , cujas informações não podem ser disponibilizadas. Segundo o que circula, esta sendo apurado o suposto pagamento de subornos a diretores penitenciários no estado, especialmente no complexo de Gericinó, para reduzir as operações internas em troca da chamada taxa de tranquilidade. Os promotores investigam alegações de que diretores e agentes penitenciários receberam quantias ilegais de prisioneiros ligados a facções como o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro para reduzir inspeções, apreensões de celulares, drogas e outros itens proibidos dentro das unidades. A prática, que teria começado em 2025, ficou conhecida como a “taxa silenciosa”, supostamente paga para garantir menos operações e um ambiente mais favorável para as atividades das facções.

Policiais federais e PM são suspeitos de extorquir empresário no Rio

Na manhã desta quinta-feira, 6/11, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mundemus com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pela prática de extorsão reiterada a empresário. A investigação contou com o apoio do Ministério Público Federal. A investigação teve início após o compartilhamento de elementos de prova encontrados fortuitamente no bojo da Operação Cash Courier – deflagrada em março deste ano – contra grupo criminoso especializado no tráfico internacional de armas de fogo e liderado por policial federal aposentado.Os dados analisados apontaram a existência desse outro grupo criminoso formado por três policiais federais e um policial militar com o objetivo de exigir pagamentos em dinheiro para que não fosse instaurado inquérito policial contra um empresário. Além do pagamento mensal pelo silêncio, o grupo ainda fornecia carteira funcional e distintivo da PF para que o empresário se apresentasse como policial federal. Dos três agentes federais envolvidos, dois são aposentados e um está na ativa. Na ação de hoje, os policiais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, além da imposição de uma série de medidas cautelares diversas da prisão aplicadas em desfavor dos integrantes da Orcrim, dentre elas: (i) o afastamento das funções públicas inerentes aos seus cargos, com a revogação dos acessos aos sistemas de informação e a entrega das armas pertencentes à Polícia Federal e à Polícia Militar e próprias, além das carteiras e distintivos funcionais; (ii) a proibição de ausentar-se do Brasil e, mais especificamente, do município de residência, sem autorização do juízo, devendo entregar o seu passaporte na Secretaria do juízo no prazo de dois dias úteis ; (iii) a proibição de contato com os outros investigados na operação mundemus; (iv) a proibição de acesso à Superintendência Regional de Polícia Federal no Rio de Janeiro e em outras edificações da PF. A ação contou com o apoia da Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para o cumprimento do mandado de busca e apreensão e demais medidas cautelares impostas ao policial militar investigado. Os investigados foram indiciados pelos crimes de organização criminosa, extorsão majorada pelo concurso de pessoas, falsidade ideológica de documento público, falsificação de selo ou sinal público e violação do sigilo funcional.. FONTE: Polícia Federal

Denúncia de suposta propina paga por traficante do TCP a PMs em Caxias circula nas redes. Polícia diz que caso tem que ser comunicado para a Corregedoria, Ouvidoria ou delegacia

Circula nas redes sociais denúncia de suposta corrupção de PMs em Duque de Caxias. Segundo relatos, o traficante Flamengo (TCP) estaria supostamente pagando policiais para ocupar somente a parte dominada pelo seu aliado, vulgo Corinthians. Ainda de acordo com o denunciante, um tenente receberia supostamente R$ 6 mil toda semana na parte que o Flamengo domina, as comunidades da Jaqueira e Cacareco. E haveria suposta propina de R$ 3 mil para o Pantanal. A página Reage Jaqueira denunciou que a corrupção está escancarada. Teriam tirdo as viaturas da Jaqueira em um dia para fazer baile funk no outro. Questionada, a PM perguntou se a referida denúncia foi formalizada em delegacia ou através da Ouvidoria ou Corregedoria da Polícia Militar. Caso sim, gostaria de receber o número do registro de ocorrência ou protocolo. FONTE: PMERJ e página Reage Jaqueira (Twitter)

Há mais de um ano, MP afirmou que investigação que culminou em megaperação na Penha e no Alemão tinha inegável potencial no combate a agentes da lei corruptos

Há mais de um ano quando foi iniciada a investigação que culminou com a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, o Ministério Público Estadual do Rio afirmou que o caso investigado tinha inegável potencial para o firme combate ao tráfico de drogas no Complexo da Penha e roubos de carga, de veículos e estabelecimentos comerciais financiados por tais famigerados traficantes, além de agentes da lei corruptos e inescrupulosos. As informações coletadas abrangia diversos traficantes sabiamente de função hierárquica no Complexo da Penha. O informante, que por motivo óbvio preferiu o anonimato, forneceu contatos telefônicos de traficantes poderosos, do naipe, por exemplo , do vulgo Gadernal. Havia informações também de terminais usados para negociar com policiais criminosos o “arrego” (taxa da corrupção), para reduzir a fiscalização e atuação contra o tráfico de drogas . Havia fornecimento de várias linhas telefônicas e seus reais usuários, inclusive com expressa menção à expansão do tráfico de drogas comandada pelo CV, o que, aliás, vinha sendo constatado pela Promotoria principalmente desde o início de 2023 na região da grande Jacarepaguá, como na comunidade Gardênia Azul. Isso vinha causando execuções em séries não apenas de rivais, como de supostos relacionados a rivais, e até mesmo por “bala perdida” decorrente de intenso confronto armado. Segundo o MP, Complexo da Penha, cada vez mais, é uma fortaleza do crime, de difícil acesso a policiais para operações regulares, sendo que os traficantes locais usam armas de grosso calibre, mormente fuzil, bem como se valem de barricadas e outros obstáculos para dificultar qualquer tipo de atuação policial. No que concerne à identificação parcial dos investigados assim consignou em sua promoção: “No que tange aos demais suspeitos citados na denúncia se tratam de indivíduos notoriamente pertencentes a mais perigosa facção criminosa do Estado, tais como Gadernal (responsável pela guerra nas áreas de milícia e TCP), Grandão (sindico da Penha, responsável pela Penha inteira e pelo arrego das UPPs, por colocar os soldados do tráfico na rua e pelos eventos na Penha), Belão (responsável pelo Quitungo, Guaporé e Ipase) e Wl (frente do Gogó do Chapadão) O potencial êxito da investigação, dada a gama de terminais fornecidos, também poderia contribuir para auxiliar na localização e também na coleta de mais provas sobre a atuação criminosa do traficante Doca – um dos principais líderes do CV, foragido do sistema penitenciário. De acordo com o MP, é notório que integrantes de associações criminosas mudam de número de telefone com muita rapidez, a dificultar interceptação e rastreamento do usuário. FONTE: MPRJ

Contabilidade do tráfico da Penha (CV) tinha anotação de R$ 4.500 para arrego de policiais

Uma contabilidade divulgada em um documento da investigação sobre o tráfico no Complexo da Penha tem uma anotação que reserva R$ 4.500 para um suposto arrego para policiais. Uma outra escrita também faz menção ao arrego, mas no valor de R$ 4.300. O responsável pelas anotações é um traficante conhecido como Vinicius. Segundo a investigação, ele gerencia o tráfico de drogas da organização criminosa “Comando Vermelho” no Complexo da Penha. Isso porque, em diversas fotos, notam-se de sua posse, cadernos de anotações quecomprovam a margem de lucro da comercialização das drogas.Nas anotações, foi possível constatar uma grande movimentação de dinheiro proveniente do tráfico de entorpecentes na região. Vinicius foi visto em diversas fotos documentando o recebimento dos entorpecentes, bem como conferindo a embalagem dos materiais para posterior venda. FONTE: Polícia Civil do RJ

Diálogos mostram traficantes da Penha (CV) mencionando suposto pagamento para policiais para devolução de material apreendido . Major da PM ligou para bandido para pedir recuperação de veículo roubado. Há conversas também sobre homícidios e uso de drones pela quadrilha

Conversas extraídas de traficantes do Complexo da Penha revelam conluio com policiais mencionando suposto pagamento a agentes da lei e a devolução de material apreendido mediante quantias. Quem faz a menção sobre as negociações é o traficante vulgo Belão, que foi preso durante a megaoperação da última terça-feira que deixou 121 mortos, a mais letal da história do Rio A polícia descobriu que um major da PM entrou em contato direto com o traficante Grandão para solicitar a recuperação de um veículo 7, em nome de Nestor Sant’anna , que foi subtraído em 26/04/2024. A investigação mencionou também homicídios. Em um vídeo filmado pelo traficante Bafo um homem não identificado aparece amarrado e ensanguentado com vísiveis sinais de tortura, sendo possível ouvir que Bafo comentando que “deu uma massagem” no sujeito e, logo em seguida,, o bandido perguntar ao homem: “quer morrer?” Bafo também pediu a outro suspeito contatar um terceiro a fim de que dê fim a um corpo. O traficante Gadernal foi flagrado determinando a execução (morte) de um vapor da boca por ter perdido muitos carregamentos de drogas. Determinaque o gerente da boca pratique o homicídio. O uso de drones também foi falado. Gadernal solicita que Grandão realize um monitoramento com drone da comunidade. Depois, disse que eles devem se adequar à tecnologia e adquirir drone com visão noturna. Afirma ainda que “o traficante Bochecha Rosa” irá comprar um drone com visão noturna para a facção. FONTE: PCERJ

PM morto ontem em Jacarepaguá também integrou quadrilha na Baixada que matava e torturava traficantes que não pagavam propina

Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação. O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes. O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas. Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade – FONTE: TJ-RJ

PM põe em conselho de disciplina que poderá expulsar sargento suspeito de receber propinas de traficantes de Petrópolis

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que poderá levar a expulsão de seus quadros, de um policial militar preso recentemente por suposto envolvimento com traficantes de Petrópolis. Segundo investigações, desde meados de agosto de 2023, o sargento PM mantinhatinha contato quase que diário com o traficante Macumbinha por meio de colóquios travados através do aplicativo WhatsApp e repassava informações estratégicas e sigilosas a traficantes em troca de pagamentos semanais que eram realizados na conta corrente de uma terceira pessoa. O envolvimento do PM com a associação fica claro também em diálogos envolvendoMacumbinha e outros interlocutores. Nas conversas, é possível ver que entre 16Jun2024 e 20Jul2024, foram feitas cinco transferências no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada em nome de uma mulher para um homem, todas referentes à contraprestação paga por um criminoso pelas informações recebidas repassadas pelo sargento. Além de Macumbinha, foram identificados outros traficantes que se beneficiavam das informações e efetuavam os pagamentos de propina.As conversas mostraram que o policial militar em questão trabalhava fornecendo informações sobre a rotina policial e desviando denúncias, a fim de assegurar que áreas controladas por determinados chefes do tráfico de drogas na cidade de Petrópolis não fossem atingidas por ações policiais, recebendo em contrapartida pagamentos semanais de propinas. O PM operava fornecendo dados sobre as atividades policiais e ocultando denúncias com o intuito de garantir que regiões sob o controle de certos líderes do tráfico dedrogas não fossem alvos de intervenções policiais, recebendo, em troca, pagamento regulares. O PM tinha ciência em razão do cargo e que deveria ter permanecido em segredo, em prejuízo da administração militar, na medida em que, após colocação de um GPS em uma viatura da Polícia Militar, passou a monitorar sua posição e informá-la a Macumbinha e outros traficantes a ele associados. As mídias encaminhadas pelo sargento a Macumbinha demonstram que es-te atuava como seu informante, pois colaborava com o criminoso acerca da posição dos demais policiais militares e das operações realizadas. Além disso, informa ter ―apagado‖ denúncias em desfavor de traficantes para beneficiar a horda criminosa. E ainda, Macumbinha encaminhava os ―prints‖ das conversas com o PMa diversos contatos, inclusive Felipinho, traficante que divide com ele a liderança naslocalidades de Secretário e Nogueira, e que realizava pagamentos ao policial em comento por meio de con-tas de terceiros, sendo informado expressamente pelo sargento os alvos atuais da Polícia Militar, a posição dos policiais e eventuais informantes. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima