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Comando Vermelho

TCP diz que estão proibidas cobranças de taxas de serviços em comunidades da Zona Norte de Niterói

Os criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) compartilharam informes de avisos para os moradores dentro das comunidades do bairro do Fonseca, em Niterói Ordenaram a proibição de pagamentos de taxas de serviços nas comunidades do Santo Cristo, Coréia, Pimba, Coronel, C4, Palmeira e Pimba. Avisaram que nenhum integrante do TCP estaria autorizado a realizar cobranças de serviços, gatonet, mototáxi e internet dentro do Fonseca e Engenhoca. Os membros do TCP do bonde do Malvadão, estão interessados em retomar o território do Fonseca inteiro, conseguindo criar uma nova base da facção em Niterói, sendo patrocinados com a renda dos serviços e taxas dentro das comunidades. Simultaneamente, estão atacando os Morros do Estado, Chácara, Arroz e Preventório no Charitas.

Após guerra em Niterói, TCP provoca o CV

Bandidos do TCP debocharam dos rivais do CV, dizendo que o gerente da área do CV fugiu da guerra em Niterói e estaria no Parque União, no Complexo da Maré. o vulgo Du Pente. Eles ainda mandaram a visão de que os fuzis que perderam para PM em Niterói não são nada perto do que já ganharam — e do que ainda vão ganhar com o tempo na área.

PM preso durante guerra de facções em Niterói continuará na cadeia. Veja detalhes da prisâo

Veja agora detalhes da prisâo do PM Edinei Silva de Andrade ocorrida ontem em Niterói. Foi decretada a sua prisão preventiva.  Narra a ocorrência policial que no dia 06/12/2025, por volta das 03h10min, policiais foram acionados  para dar apoio a ordem de policiamento em razão da guerra de facções na comunidade da Palmeira, no Fonseca ssfFoi feito.um cerco  em busca dos nacionais que estavam na guerra entre o Terceiro Comando  e CV(comando vermelho) Os PMs visualizaram o condutor do veículo Creta branco  passando pelo blindado em sentido ao topo da comunidade (aquela que estava sendo invadida) e que notaram que este veículo estava com várias perfurações aparentemente de tiros no capô e lateral.   Foi feita a abordagem desembarcando do veículo blindado, tendo sido obedecida a ordem de parada, e que na revista do interior do veículo foram encontradas uma pistola calibre 9mm, municiada com carregador alongado embaixo do banco do motorista, sendo que a pistola estava com a numeração suprimida.  Ainda, dentro do veículo foi encontrado um segundo carregador de pistola (9mm), e que este carregador sobressalente também estava municiado, em continuidade foi encontrado um fuzil calibre 7.62mm no banco traseiro do veículo, com numeração suprimida e que o fuzil não estav municiado, além de conter dois carregadores de fuzil, ao lado do fuzil, estes municiados com 33 projéteis calibre 7.62mm.  No porta trecos foi encontrada a quantia de R$2.800,00 (dois mil e oitocentos reais) em espécie. Afirma que apenas no decorrer da ocorrência, o conduzido se apresentou como policial militar, informando que pertencia ao 15º BPM -Caxias , graduação primeiro sargento..  Verificou-se que o custodiado possui anotações pelos crimes de associação para o tráfico de drogas, na forma dos artigos 35 da Lei 11.343/06 e por ameaça no âmbito da violência doméstica, na forma do artigo 147 do CP na forma da lei 11.340/06. 

CV faz mais uma provocação à milícia

Integrantes da Tropa do RD, facção ligada ao Comando Vermelho (CV), divulgaram nas redes sociais a imagem de uma pistola que, segundo eles, pertenceria a um dos milicianos mortos durante confronto ocorrido ontem, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A publicação tem sido usada pelo grupo para reforçar a narrativa de domínio territorial após o episódio.

Voltou a ter guerra entre o CV e a milícia na Taquara. Dois foram baleados, sendo que um acabou morrendo

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de tentativa de homicídio, em um bar, na Estrada do Tindiba, na Taquara, na tarde deste sábado (06/12). No local foi constatado que dois homens ficaram feridos depois que dois ocupantes de uma moto dispararam contra eles. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos. O outro foi socorrido ao Hospital Lourenço Jorge. Os agentes permaneceram no local até o término da perícia, que ficou a cargo da DHC.  A vítima fatal foi identidade como Nedilson Gomes de Souzs, o Baroni, que trabalharia como vigia mas existe a suspeita de ligação dele com milicianos Segundo relatos, o fato estaria relacionádo a disputa na comunidade do 700 onde .traficantres do Comando Vermelho vem atacando a milícia local. A briga ali seria entre traficantes das comunidades Santa Maria e Teixeira contra a milícia comandada por Léo Problema.

Destruída ontem pela polícia, Boca do Brilho no Chapadão (CV) tinha propaganda nas redes sociais. “O cliente pode assistir o corte ao vivo”

Destruída ontem pela polícia durante a Operação Barricada Zero, a Boca do Brilho no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, já tinha sido anunciada nas redes sociais. Em uma página no Twitter, escreveram; “Shank, Crumble, Ice, Pac, Dry, Lança, Black, loló e balinha e muito mais. o cliente pode pesar na hora e assistir o corte sendo feito ao vivo!!! “ O local tinha telhado e placas que exibiam um “cardápio” com tipos de entorpecentes e preços. Uma retroescavadeira foi usada para derrubar a estrutura, que funcionava de forma ostensiva, com sinalização visível da rua.

TCP voltou a atacar áreas do CV em Niterói

Traficantes do Terceiro Comando Puro voltaram a atacar os rivais do Comando Vermelho em Niterói na última noite. Os bandidos fizeram mais uma tentativa no Morro do Estado, no Centro da cidade. Segundo relatos, eles teriam conseguido entrar na comunidade trocando tiros com a contenção do CV que, optou por fugir e deixaram pra trás cargas e até pistolas. Os bondes do CV teriam recuado para o Morro do Palácio, vizinho ao Morro do Estado, Arroz e Chácara. Foi registrado também confronto no Fonsequistão, na Zona Norte de Niterói, Neste caso, a polícia agiu e prendeu um suspeito e apreendeu um fuzil. A polícia tem informações de que o traficante Alex Moreira, vulgo Dril, é o responsável pelos confrontos. Ele estaria investindo pesado para recuperar territórios para o TCP na cidade. Dril já comandou a comunidade do Sabão, em Niterói, e o Morro da Dita, em São Gonçalo, na época da ADA.

Como estão os domínios por facção por região no Grande Rio, de acordo com o estudo da UFF

Segundo o estudo da Geni/UIFF, O Leste Fluminense é o território da hegemonia quase absoluta do Comando Vermelho: em 2024, o grupo responde por mais de 98% da área sob controle e influência na região, que concentra praticamente metade de toda a extensão territorial dominada pelo CV no Grande Rio. A Baixada Fluminense, por sua vez, se converteu, especialmente nos últimos seis anos, em área de disputa acirrada: o CV se mantém como principal força, mas as milícias cresceram 1.608% em controle territorial e mais de 1.200% em população dominada desde 2007, ao mesmo tempo em que o TCP ampliou significativamente sua presença, muitas vezes ocupando espaços deixados pelo ADA em retração. Na capital, o quadro é mais complexo e expressivo da “cidade partida” que organiza o imaginário sobre o Rio de Janeiro. Em 2024, 31,6% da superfície urbanizada do município e 42,4% da população estavam sob controle ou influência de grupos armados, com 22,5% da área e 36,3% dos moradores submetidos a controle efetivo.A hegemonia miliciana se concentra sobretudo na Zona Oeste, região que responde por 65% do território urbanizado da cidade e 49% de seus habitantes. Nessa zona, quase 90% da área dominada e cerca de 80% da população submetida a grupos armados estão sob o comando de milícias.A partir de 2020, porém, o relatório identifica um recuo gradual: entre 2020 e 2024, as milícias perderam parte do território e da população que controlavam na Zona Oeste, abrindo espaço para avanços do CV, do TCP e de pequenos remanescentes do ADA. No Centro e na Zona Sul, o vetor dominante é o Comando Vermelho, em boa medida a partir da conquista de áreas historicamente associadas ao ADA. A perda da Rocinha e do Vidigal, na Zona Sul, por exemplo, aparece na série como ponto de inflexão para o declínio dos Amigos dos Amigos e a recomposição do mapa sob liderança do CV. Já na Zona Norte, a história é de disputa e crescente complexidade: por muitos anos, milícias e CV alternaram posições na hegemonia territorial, com leve vantagem do CV em termos populacionais. Nos últimos anos, o TCP entra na equação com força, tornando a região um dos espaços mais disputados da cidade.

Milícias lideram domínio de extensão territorial no Grande Rio mas CV é hegemônico em número de áreas controladas, aponta estudo da UFF

Estudo do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI/UFF) revela que as milícias são o grupo armado com maior extensão territorial sob seu controle ou influência na Região Metropolitana do Rioç]. Em 2024, os paramilitares controlavam ou influenciavam 49,4% da extensão territorial da região sob o domínio de grupos armados, o que corresponde a 201 km². No entanto, quando considerado apenas o controle territorial, o Comando Vermelho é quem assume a primeira posição com 47,5% dos territórios controlados (150 km²) sob seu domínio. O Terceiro Comando Puro ainda está muito distante das maiores forças do Grande Rio: as milícias e o CV. É a terceira força, sendo responsável por 8,05% da extensão do controle territorial dos grupos armados no período e 7,8% quando soma dos controle e influência. Em 2024, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), 18,1% da superfície territo rial urbanizada da RMRJ e 34,9% da população se encontravam sob controle ou influência exercida por algum grupo armado. Isso significa que há mais de 4 milhões de habitantes do Grande Rio J sob controle ou influência de grupos armados, Na dimensão populacional, em 2024, o Comando Vermelho lidera o domínio sobre pessoas: 47,2% da população sob controle armado — aproximadamente 1,607 milhão de habitantes. O CV tem no Leste Fluminense sua área de maior hegemonia territorial, além de ser o local responsável pela maior área em Km² sob seu controle e influência. O grupo é também incontestavelmente hegemônico na Zona Sul e no Centro da Capital. As milícias são o grupo hegemônico na Capital, onde controlam 67,9% dos territórios e 47,3% da população sob controle armado e, somados o controle e a influência armada, controlam 74,1% do território e 52,7% da população. Isso se deve principalmente à sua forte hegemonia na Zona Oeste da Capital. Também a Zona Norte e a Baixada Fluminense são regiões que concentram parte importante do controle/influência territorial e populacional das milícias, embora o CV seja o principal grupo nessas áreas TCP, a terceira força e com tendência ao crescimento, também tem participação signifi cativa nessas duas áreas, além da Zona Oeste. Os ADA perderam territórios e população onde eram mais fortes, casos da Zona Sul da Capital, Baixada, Leste Fluminense, man tendo algum controle na Zona Norte e Oeste.

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