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Comando Vermelho

Prefeito comemorou morte de bandido em Belford Roxo. “Eu avisei que ele iria sentar no colo do capeta”

Um traficante conhecido como “MM”, apontado como um dos líderes de uma facção criminosa, morreu após troca de tiros com a polícia durante uma operação na comunidade do Castelar CV) em Belford Roxo. Segundo informações, ele possuía 16 anotações criminais, com passagens por tráfico de drogas e roubos, e era investigado por envolvimento em ações violentas na região. Durante a abordagem, houve confronto, e o suspeito acabou não resistindo. Na ação, os agentes apreenderam um fuzil. e o caso foi registrado na delegacia responsável. As investigações seguem para identificar outros envolvidos. O prefeito Márcio Canella comemorou a morte do bandido. Bandido perigosíssimo, vulgo MM, responsável por diversos assassinatos e ataques em São Leopoldo e no Bom Pastor, onde fez várias vítimas, trocou tiros com a Polícia, foi neutralizado por policiais do 39ºBPM nessa madrugada e uma arma de guerra foi apreendida. Eu avisei que uma hora ele iria bater de frente com a Polícia e iria sentar no colo do capeta. Parabenizo o comandante do 39ºBPM, Coronel Lima e todos os policiais do Batalhão. Agradeço ao Governador Cláudio Castro e ao Secretário da PM, Coronel Menezes, pela força que têm dado a Belford Roxo.

Soldado caiu no ‘tribunal do CV’ após perder um fuzil apreendido pela PM. Corpo teria sido jogado na Baía de Guanabara

Segundo publicação do jornalista Bruno Assunção, um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. De acordo com o jornalista, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Fontes da polícia ouvidas pelo repórter afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, na Penha, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo corpo do filho na comunidade, mas segundo relatos, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara.

Polícia interceptou em Campo Grande bandidos do CV que haviam atacado área da milícia. Três foram presos e um estava morto dentro do carro

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 40º BPM (Campo Grande), policiais militares tiveram a atenção voltada para ocupantes de um veículo que trafegava em alta velocidade, nas ruas de Campo Grande, nesta terça-feira (23/12). Os agentes realizaram o cerco e o alcançaram na Estrada das Capoeiras. No interior do veículo, foi localizado o corpo de um homem. Três suspeitos foram detidos e encaminhados para a delegacia da região. Com eles foram apreendidas duas pistolas. A DH da capital foi acionada para o local. Ocorrência em andamento. De acordo com publicação na rede social, os presos seriam ligados ao Bonde do RD do Comando Vermelho e minutos antes teriam participado de um ataque na localildade conhecida como Casinhas do Tingui. Houve confronto com milicianos e um dos traficantes teria sido morto. Sua foto foi estampada no Twitter.

Traficantes do CV em Meriti mataram usuário de drogas que furtava casas de moradores para sustentar seu vício e havia ido para o TCP

Os traficantes Suel e Novinho do Comando Vermelho.estso com as prisões preventivas decretadas desde o dia 19 pelo homicidio de um homem que furtava casas dos moradores para sustentar seu vicio em drogas e era ligado ao Terceiro Comando Puro. O crime ocorreu em fevereiro no Morro da Baiana, em São João de Meriti Um vizinho  da vítima Eduardo, disse, em sede policial  que na área onde mora sofre influência da facção Comando Vermelho, que Eduardo era usuário de drogas e furtava objetos da casa de moradores para sustentar seu vício e que, antes de ser morto, entrou para a facção Terceiro Comando Puro e era de conhecimento de todos da região, inclusive dos traficantes da “Baiana”,chegaram a ameaça-lo de morte. Disse, ainda, que no dia 18 de fevereiro de 2025, por volta de 14h30min, o declarante estava em casa, ao lado da casa de Eduardo, quando escutou diversos disparos de arma de fogo e, seguindo até o portão, avistou uma motocicleta com dois homens, e um deles com arma um punho, saindo da casa de Eduardo, sendo que o homem que pilotava a motocicleta era o nacional conhecido como “Suiel  traficante da facção Comando vermelho que aterrorizava a região e que o homem que estava com arma em punho é conhecido como “Novinho como sendo o homem que saiu da casa de Eduardo com uma arma em punho. 

Traficante do CV que saiu da cadeia em agosto é suspeito de ter dado ordem para matar PM em Rio Bonito. Conhecido por sua repressão ao crime, policial recebeu oferta de propina mas não aceitou e foi jurado de morte

Processo na Justiça revela trama para assassinar o PM Flávio dos Santos Duarte Teixeira, achado morto no Km 265 da Rodovia BR-101, em Rio Bonito. em 5 de novembro. O homicídio teria sido ordenado por traficantes locais, ocupantes de cargos elevados na hierarquia do Comando Vermelho, em represália à atuação da vítima como policial militar altamente combativo ao tráfico de drogas. A vítima estava sendo monitorada por ser alvo de insatisfação entre os traficantes por conta de sua atuação altamente dedicada na repressão ao tráfico de drogas nas cidades de Tanguá e Rio Bonito. Ambas as testemunhas pontuaram que teria havido proposta de suborno para reduzir sua atuação no combate ao tráfico de drogas na comunidade conhecida como Parque Andreia, em Rio Bonito, assim como “jurada de morte” por traficantes de Tanguá. Duas semanas antes do crime, os traficantes Negão e Jefferson fizeram chamado de video com Canela para buscarem informações sobre Teixeira, com o objetivo de matá-lo”. Um investigado que foi preso ao depredar a sede da 3ª CIA do 35º BPM (fls. 237), em suas declarações, verificou-se tom ameaçador empregado ao se referir a ordens emitidas pelo Canela que é apontado como liderança da facção criminosa supracitada na cidade de Tanguá, que se encontra evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano Imagens de câmeras de segurança dos estabelecimentos comerciais registraram o trajeto de uma motocicleta percorrendo inicialmente no sentido Rio Bonito e posteriormente na direção oposta, rumo a Tanguá ou Itaboraí em horários próximos ao crime Vale destacar informações sobre a investigação apontando que um criminoso teria sido visto festejado como executor do crime na comunidade conhecida como Reta Velha, em Itaboraí. ]O fato é que a vítima provocou insatisfação entre nos chefes do tráfico e drogas de Tanguá e das comunidades de Nova Cidade e Parque Andrea, em Rio Bonito, por conta de sua atuação combativa, havendo indicação de que teria havido proposta de pagamento de propina, prontamente negada, para alteração de sua conduta. Diante da negativa, a vítima teria sido “jurada de morte”. Tais versões são corroboradas pela gravação de um dos investigagdos em que este relata ordens emitidas por Canela, liderança da facção criminosa na cidade de Tanguá, que se encontraria evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano, para execução da vítima. Destaque-se, ainda, a informação de que teria havido uma chamada de vídeo entre os investigados para tratar da execução de policiais que com sua atuação prejudicavam a facção criminosa, ressaltando-se que o Policial assassinado residida em área controlada pela facção criminosa Comando Vermelho, onde também teria prejudicado o comércio de entorpecentes com sua conduta. Todos estes elementos conduzem à validade da linha investigativa, entendendo-se por demonstradas fundadas razões que levam à provável autoria ou participação dos “donos” do tráfico de drogas das localidades de Parque Andrea e Nova Cidade, em Rio Bonito, e da Cidade de Tanguá. Saliente-se que as células do Comando Vermelho em atuação nas Cidades de Tanguá e Rio Bonito notoriamente são vinculadas à comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, indicando dinâmica altamente complexa e bem executada que poderia ter envolvido as três sucursais. Foram decretadas as prisões preventivas de Canela, Rafael Negão e Jefinho pelo crime,

Após mandar soltar suspeito de atacar equipes do Barricada Zero e balear servidor de Caxias, Justiça determinou prender de novo

No final de novembro, agentes públicos e trabalhadores civis que participavam da Operação Barricada Zero do governo estadual foram atacados a tiros por traficantes do Comando Vermelho na comunidade do Corte Oito, em Duque de Caxias. Na ocasião, um servidor da Prefeitura de Caxias foi baleado. Na ocasião, um bandido vulgo Siri foi baleado e hospitalizado e foi reconhecido por fotografia por testemunhas. A Justiça, no entanto, não considerou o reconhecimento válido e informou que não se mostrava possível a conversão da prisão em flagrante do custodiado em prisão preventiva Além disso, argumentou que o preso era primário, não ostentando nenhuma anotação criminal e a suposta arma de fogo utilizada para a execução da conduta a ele imputada não foi apreendida. Justificou ainda que o custodiado foi apontado como suposto autor dos fatos ora em análise tão somente porque ingressou no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes para atendimento médico após ter sido atingido por disparo de arma de fogo. Assim, a Corte considerou a fragilidade dos elementos de convicção carreados aos autos, deixou de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva e determinou a sua soltura. A decisão que soltou Siri foi objeto de Recurso em Sentido Estrito interposto pelo Ministério Público, ao qual foi atribuído efeito suspensivo em sede de plantão judicial, reconhecendo a plausibilidade da tese acusatória e o risco concreto à ordem pública. Agora a Justiça diz que a liberdade dos acusados representa risco real à ordem pública, não apenas pela gravidade concreta do fato, mas pelo contexto de criminalidade organizada que subjuga a população local. “A manutenção da custódia é imprescindível para interromper a atuação da facção criminosa, que utiliza poder bélico para impor suas regras e desafiar o Estado, colocando em risco a vida de policiais e cidadãos. Medidas cautelares diversas da prisão não se mostram adequadas ou suficientes diante da periculosidade evidenciada”, dizem os autos. No dia dos fatos, policiais prenderam Siri e identificaram Capetinha como o outro autor. A identficação só fo possível porque ele apresentava o pé lesionado e enfaixado, mesma lesão que SIri apresentava no momento de sua captura, levando a conclusão que ambos foram atingidos no mesmo momento quando empreendiam fuga com uma motocicleta;Siri e Capetinha são parceiros na traficância da localidade. Uma testemunha que também pertence ao tráfico declarou que os dois montaram num motocicleta e viu Siri dando tiros na direção da viatura. A testemunh efetuou cerca de 3 (três) tiros para o alto. Siri e Capetinha seguiram na motocicleta e chamaram o declatante, mas ele negou e fugiu para a área de mata (…) enquanto estava tentando se esconder na região de mata, avisou no grupo de whatsapp dos integrantes do tráfico no Corte Oito que estava escondido e viu mensagens dizendo que os comparsas haviam baleado uma pessoa próxima a retroescavadeira que retirava barricadas em apoio a equipe da PMERJ

BARRA MANSA: Morador de área do TCP foi morto por frequentar comunidade dominada pelo CV

Kauã Fonseca Costa, de 20 anos, foi morto em agosto por traficantes do Comando Vermelho em Barra Mansa por morar em comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro e frequentar a área dominada por facção rival, o que levou os bandidos a acreditar que ele estaria passando informações para os inimigos. Kauã também foi executado porque estaria mantendo relacionamento amoroso com uma prima de uma pessoa próxima dos traficantes. Uma testemunha narrou que estava com Kauã em uma festa no bairro do Boa Vista III quando uma mulher avisou que um dos traficantes queria se encontrar com a vítima em uma boca de fumo. Temendo por suas vidas, a testemunha deixou a festa para buscar sua motocicleta, visando se retirar do local com seu amigo Kauã, mas que ao retornar, visualizou o momento em que um dos criminosos puxou a vítima, retirando-a do local do evento, sendo que a testemunha, ao tentar se aproximar do seu amigo e impedir a execução do crime, foi contido por um outro bandido que o segurou pelo braço, para impedi-lo de ir em auxílio, facilitando, assim, o atentado contra a vida de Kauã. Um dos traficantes teria desferido diversos disparos de arma de fogo em direção de Kauã, causando-lhe lesões corporais que foram a causa eficiente de sua morte. Era de conhecimento da testemunha que os criminosos queriam matar Kauã, o qual, por estar em um possível relacionamento amoroso com a prima de um terceiro próximo dos acusados, estaria frequentando o bairro Boa Vista III, e que por frequentar tal bairro, os acusados acreditavam que a vítima poderia estar passando informações para a facção rival. Também narra que quando soube que a vítima foi convidada a ir numa festa no bairro, disse-lhe para não ir, pois “…Os caras estão na maldade com ele”. Outros elementos informativos também, especialmente os prints de conversa de id. 171, apontam que o crime teria sido cometido em razão de a vítima residir em área controlada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, isto é, no bairro Nove de Abril, enquanto o local dos fatos, bairro Boa Vista III, seria região de atuação da malta criminosa rival “Comando Vermelho”, da qual os acusados seriam integrantes. De acordo com a Polícia Militar, Kauã foi baleado na coxa e no peito. Ele não tinha passagens criminais Apenas um traficante está com a prisão preventiva decretada acusado do crime.

Confundido com um rival, morador do Chapadâo (CV) foi sequestrado por traficantes da Pedreira (TCP) e queimado vivo

Um morador do Complexo do Chapadão (CV) foi sequestrado na divisa com a Pedreira (TCP) e foi levado para o chamado “tribunal do tráfico”. Acabou sendo queimado vivo. Segundo informações do jornalista Bruno Assunção, ele foi confundido com um integrante do CV. A vítima chegou a ser amarrada na localidade do Bairro 13 a mando do chefe do TCP, identificado como Cego. A vítima era um homem, trabalhador, mas está sob o domínio dos traficantes só por morar no Complexo do Chapadao. O GAT do batalhão de Irajá fou ao local. Durante a incursão para resgatar a vítima, houve confronto. Bruno Assunção confirmou um criminoso do TCP neutralizado e a apreensão de um fuzil.

Mototaxista foi assassinado por traficantes do TCP em Nova Iguaçu só porque postou foto no Morro do Vidigal (CV)

O mototaxista Renan Velasco Dias foi assassinado em julho por traficantes da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, área dominada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, do Terceiro Comand Puro, só porque postou uma foto em rede social em um ponto turístico do Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, reduto do Comando Vermelho. O crime ocorreu no dia 1º daquele mês, na Rua Bassea Furman, nº 504, bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaç. Os assassinos armados com fuzis calibre 5,56mm e pistolas calibre 9mm, efetuaram diversos disparos contra a vítima atingindo-lhe regiões vitais e causando-lhe morte imediata. Após a execução, os criminosos subtraíram a sua motocicleta, uma moto Honda/CB 300F Twister, cor dourada, placa SRU9J44, bem como seu aparelho celular, evadindo-se rapidamente da cena do crime e tomando rumo ignorado. Foram decretadas as prisões preventivas de três envolvidos no crime,, de vulgos Macaulay, Bebel e Russinho. Segundo consta nos autos, vítima trafegava em via pública quando foi surpreendida pelos denunciados que, de maneira repentina, realizaram a abordagem e passaram a efetuar disparos sucessivos contra Renan, que faleceu instantaneamente. Um amigo de Renan disse que no dia do fatos viu circular em um grupo de mensagens no WhatsApp, a foto de uma pessoa morta; que a vítima na imagem usava um casaco vermelho semelhante ao que Renan costumava usar; que, diante disso, entrou em contato com LEO, amigo em comum, o qual confirmou que o amigo havia sido assassinado; que, imediatamente, dirigiu-se até o local do fato e constatou a veracidade da informação ; Ouviu comentários de que Renan teria sido morto por ter tirado uma foto em um ponto turístico no Morro do Vidigal, área dominada pela facção Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia, sendo esta última sob domínio da facção Terceiro Comando Puro (TCP), cujo chefe seria Peixão. Contou ainda que , no grupo de WhatsApp denominado Jornal Destaque da Baixada, circularam informações de que os autores do homicídio de Renan seriam os indivíduos Macauli e Bebel. Na época do crime, , a Comunidade do Danon estaria envolvida em confronto com uma facção criminosa rival ; Um suspeito que foi preso com a moto de Renan disse que pediu o veículo emprestado para um dos envolvidos no crime, vulgo Bebel, Ele disse ue Bebel é gerente de um dos pontos de venda de drogas na Comunidade do Danon e atualmente um dos líderes do tráfico na região. Contou que antes de ser preso, o traficante conhecido como ” Macauly”, era o frente (líder) da comunidade; Antes de ser preso, ” Macauly” recebia ordens dos dois donos do tráfico de drogas na comunidade do Danon, conhecidos como “Flamengo e Bóris. Uma testemunha disse que ;Renan não fazia uso de drogas e trabalha fazendo entregas e como mototaxista em um ponto próximo à estação ferroviária de Nova Iguaçu, utilizando a motocicleta Honda/CB 300F Twister, de cor dourada, a qual desapareceu no dia do ocorrido; Contou que no mês de junho do corrente , a comunidade passou a ser palco de disputa territorial entre os traficantes da localidade (Terceiro Comando Puro) e do Comando Vermelho, oriundos do Conjunto da Marinha (Complexo do Grão Pará); Disse que Renan e a declarante gostavam muito de visitar um ponto turístico no Morro do Vidigal, área que agora toma conhecimento que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a depoente reside; Inicialmente, a declarante pensou que o Renan havia sido vítima de roubo seguido de morte, mas depois ouviu comentários dando conta de que ele havia sido executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde Renan residia; Circulou na comunidade, que dias antes de sua morte, o Renan havia participado de uma confraternização para comemorar o aniversário de um amigo, que já havia pertencido à facção criminosa Comando Vermelho; Em uma página da plataforma WhatsApp, intitulada Plantão Baixada, no dia do sepultamento da vítima, circulou a mensagem apontando que os envolvidos na morte do Renan.” Uma segunda testemunha disse que Macauley, Russinoh e Bebel” passaram a liderar o tráfico de drogas na Comunidade do Danon; que o declarante ainda possui parentes morando no interior da Comunidade do Danon e, recentemente, soube que o traficantes conhecido pelo vulgo “Russinho , teria sido um dos autores da morte de Renan, ocorrida no interior da Comunidade do Danon; que o Renan foi executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia.” Russinho também teve a prisão preventiva decretada pelos homicídios de Dinei Fábio Alvares e Italo Batista Soares de Medeiros, que foram mortos na Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu, ocorridos em 16 de junho. Um sobrevivente disse que seguia com amigos em um carro para o Conjunto da Marinha, área dominada pelo CV, um carro branco fechou o veículo e desembarcaram os executores. Reconheceu os atiradores como sendo Russinho, Meteoro, Da Vovó e João Luiz. Disse que Russinho já o havia ameaçado de morte pela qual chegou a se mudar para Coroa Grande; Diziam que se vissem eles “dando mole na rua, o carro iria passar”; Afirmou acreditar que no dia dos fatos alguém informou a Russinho que ele e o amigo estavam no veículo alvejado; Russinho também responde pela morte de um barbeiro ocorrida em 2023 por acreditar que  a vítima era “X9” da facção Criminosa Comando Vermelho. Também foi acusasdo de cometer um homicídio em 2022.

Assassinato de PM na Barra teria custado R$ 200 mil

O assassinato do PM Marcos Antônio Cortiñas López na Barra da Tijuca em fevereiro deste ano pode ter custado R$ 200 mil.,   O crime teria sido motivado pela briga do Comando Vermelho contra o grupo paramilitar pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Em depoimento prestado nos autos do Inquérito Policial nº 901-00206/2025 um.suspeito  após ser questionado sobre o homício em questão, afirmou que um hoimem foi em sua casa na Vila Kennedy e teria lhe oferecido R$ 200 mil  para executar a vítima, mas que não pôde fazê-lo porque tinha sido baleado no pé dias antes, ficando a cargo de um indivíduo identificado como “Chel” a execução da empreitada criminosa. . Dois.envolvidos no crime foram presos..Jefferson Senra Amaral e um.outro, Caio Felipe da Cruz, apontado como autor dos disparos. Para a polícia, os envolvidos estão ligados à Tropa do RD, braço do Comando Vermelho responsável por guerras na Zona Oeste do Rio contra milicianos.

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