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Comando Vermelho

Chefe do tráfico morto em Niterói teve preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. Anos atrás, foi acusado de matar jovem que foi a baile funk dominado por facção rival a comunidade que morava no Rio

Morto em confronto com a PM em Niterói nesta segunda-feira, o traficante CHarles de Miranda Ramos, o Naizinho, havia sido preso pela última vez em 2022 e teve a prisão preventiva decretada mês passado suspeito de atacar PMs. O criminoso é filho do Nai, ex-dono do Morro da Mineira nos anos 90, que está preso desde 1992. Em 2014, teve prisão decretada suspeito da morte de Tiago Portelinha, que era morador da Comunidade do Morro de São Carlos, dominada pela facção ADA e teria ido, juntamente com outros amigos, a um baile funk realizado no Morro dos Prazeres, cujo controle do tráfico local pertence a facção Comando Vermelho, logo a vítima teria ingressado em um território “dominado” por uma facção rival. Na época, diversas testemunhas foram ouvidas em sede policial, havendo relatos de pessoas diferentes de que a vítima foi capturada por alguns homens, dentre eles, Charles de Miranda Ramos, sendo este último identificado por testemunha através de fotografia, como sendo o principal suspeito do crime. Anos depois, ele foi improunciando (ficou livre do juri popular). Em dia 15 de agosto de 2011, policiais militares rumaram para a Favela da Nova Brasília, localizada no Bairro do Fonseca visando apurar delação anônima dando conta que na véspera traficantes do local haviam recebido uma carga de 100 (cem) quilos de cocaína. Já no interior da comunidade, os agentes da lei tiveram sua atenção despertada para uma casa aparentemente desabitada e aberta, em cujo interior foram encontrados Charles e comparsas dentro de um quarto, constatando que os mesmos mantinham, sob sua guarda, na forma compartilhada, o material bélico a seguir descrito: – duas pistolas marca Taurus, calibre 9 milimetros, devidamente municiadas; – uma pistola marca Glock, devidamente municiada; – uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas. (…) Na época, a localidade tinha como dono, o traficante Pão Com Ovo, que está há vários anos preso. Charles era braço armado da quadrilha. Por conta desta prisão, Charles foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão FONTE: TJ-RJ

PM matou chefe do tráfico no Fonsequistão (CV), em Niterói, e prendeu cinco

O líder do tráfico de drogas do Complexo do Santo Cristo (Fonsequistão), que inclui as comunidades da Vila Ipiranga e Coronel Leôncio, em Niterói, o, o criminoso vulgo Naizinho, morreu em tiroteio com policiais militares do 12º BPM na Rua Coronel Leôncio, no bairro da Engenhoca. Na ação, outros cinco criminosos foram presos: dois estavam no mesmo carro que Naizinho, e três foram capturados durante um cerco realizado na comunidade dos Marítimos. Os policiais também recolheram um fuzil, uma réplica de fuzil, uma pistola, um rádio transmissor, carregadores com munições, 664 trouxas de maconha e um veículo. A ocorrência foi encaminhada à 78ª DP. FONTE: PMERJ

Como se deu a ascensão do traficante Professor do Alemão (CV) no mundo do crime. Há 11 anos, ele já era figura de destaque na facção e quando foi preso pela última vez, há dez anos, disse que não queria isso para a sua vida

A ascensão do traficante Fhillip da SIlva Gregório, o Professor, no Complexo do Alemão veio em 2014 quando da morte de Diogo Wellington Costa, o Bebezão. O bandido voltou a ganhar destaque na mídia essa semana após serem divulgadas conversas dele com oficiais da UPP do Alemão sendo que em uma delas, um policial reclamou do valor da propina paga pelo criminoso. A partir daí, ele passou a ser o principal responsável pela aquisição e o transporte de armas, drogas e munições da facção criminosa Comando Vermelho. Na época, Professor tinha como base a Rua Canitá e um sítio localizado no município de Seropédica. Seu grupo tinha ramificações na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais. Já naqueles tempos, Professor e sua quadrilha movimentavam vultosas quantias que eram depositadas em contas pessoais ou de empresas e se destinavam ao pagamento das drogas, armas e munições apreendidas. Insta observar que, inclusive, o denunciado e seus comparsas enviavam fotografias das drogas, armas e depósitos feitos, como forma de “mostrar” a “mercadoria” ou a efetivação dos pagamentos. Foram feitas na ocasiã diversas prisões em flagrante pelo transporte de armas e drogas, bem como, se tomou conhecimento de ações policiais não vinculadas à investigação, onde foram feitas iguais apreensões. Em uma das mensagens trocadas entre o acusado e um elemento de vulgo “PH”, Professor mencionou que “possui um sítio com estrutura pica pra nois arriar aqui”, ou seja, para utilização no recebimento/armazenamento de entorpecentes, o que pôde ser comprovado com a prisão do acusado. No decorrer das interceptações foi constatado que a quadrilha, liderada pelo acusado, que já tinha um sítio em Seropédica, tinha a intenção de adquirir outra chácara nos limites entre Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, bem como um veículo carreta para armazenamento e transporte do material entorpecente, respectivamente. Ele chegou a mencionar a existência de um veículo carreta, que só negociava na Colômbia, Bolívia e Peru. Constatou-se que o acusado efetuava transações de substâncias entorpecentes e, por diversas vezes, reclamou da perda de material entorpecente. Além de ser o chefe do tráfico, Professor coordenava a entrega e distribuição de entorpecentes, recrutava entregadores, fazia contato com fornecedores de entorpecentes e realizava transações financeiras de grande soma, havendo referencia nos autos de movimentar valores superiores a R$1.000.000,00 (um milhão de reais) em 15(quinze) dias. Um policial pôde afirmar que, em virtude das mensagens trocadas pelo acusado e chegou a movimentar entre R$800.000,00 (oitocentos mil reais) e R$900.00,00 (novecentos mil reais) por semana. Professor foi preso quando voltou ao Rio depois de ter ido ao Paraguai transportar um comparsa de vulgo Orelha. A prisão do acusado foi possível, em virtude de conversas mantidas entre o acusado e sua esposa, onde se verificou que o mesmo retornou ao Brasil em um avião de pequeno porte, indo para São Paulo e de lá viria para o Rio de Janeiro em vôo comercial. A equipe, então, conseguiu, junto às empresas de aviação, localizar o vôo em que o mesmo estaria, prendendo o acusado. Em sede policial, o acusado foi informado que estava sendo monitorado, não tendo o mesmo negado a prática do delito, afirmando que era o chefe do tráfico local e que era ligado à Facção Comando Vermelho e concordou em levar a equipe de policiais até o sítio. Professor disse que, após sair da prisão, em julho de 2013, retomou o trabalho, como motoboy, tendo em paralelo se envolvido com elementos integrantes do tráfico de entorpecentes do Complexo do Alemão, Afirmou, no entanto, qque não era o líder da quadrilha, nem tampouco se escondia no Complexo do Alemão, eis que possuía residência fixa fora do Complexo e sua função no tráfico era de “ajudador”0 Disse na época. que recebia ordens, possuindo alguns elementos sob seu comando para receber e distribuir carga de entorpecentes, bem como para efetuar depósitos referentes ao pagamento das cargas e, para preservar a segurança de seus familiares, não declarou o nome de quem recebia tais ordens. Alegou o acusado que, quando tomou conhecimento através dos policiais federais da investigação e do monitoramento existente, percebeu que não tinha ideia da dimensão de seu envolvimento com os elementos do tráfico de entorpecente, caindo em si quanto à gravidade dos fatos em que havia se envolvido, se dando conta de que não era isso que queria para sua vida, tendo por conta disso levado os policiais por livre e espontânea vontade até o sítio em Seropédica. Segundo o acusado, não negociava armas, nem andava armado, afirmando que existiam elementos que faziam segurança do local quando chegava ao Complexo do Alemão. O acusado disse que não recebia drogas, mas era o responsável em organizar a chegada das drogas de São Paulo, desconhecendo o fato de drogas enviadas a Juiz de Fora. Foi condenado a 21 anos e dois meses de prisão. . FONTE: TJ-RJ

Traficante paraense presa fugiu para Cabo Frio após repercussão de seu vídeo com fuzil em rede social. Ela tinha a proteção de Doca da Penha (CV)

Presa na última sexta-feira (2), em Cabo Frio,a traficante Bianca Duarte Franco, a Fielzinha ou Ayna se deslocou do Pará para os Complexos do Alemão e Penha na procura de se manter livre do alcance do Poder Punitivo estatal. Na Penha, Bianca obteve a ajuda e proteção do traficante Edgar Alves Andrade, conhecido como ‘Doca’, apontado como um dos integrantes da cúpula criminosa que controla a região do Complexo da Penha; também responsável pela expansão do Comando Vermelho para outras áreas dentro e fora do Estado do RJ. Até a semana passada, Bianca estava escondida no Complexo da Penha. Mas, com a repercussão do seu vídeo ostentando fuzil nas redes sócias, a mesma veio a se esconder na comunidade do Gardênia Azul, em Jacarepaguá; e no, feriado do Dia do Trabalhador, junto com uma comparsa também faccionada, a mesma veio para uma pequena comunidade também sob o jugo da narcofacção CV, no município de Cabo Frio. Bianca responsável por cadastrar todos os membros da Organização Criminosa CV-PA após análise criteriosa. Seu cargo na facção CV-PA é equivalente ao Recursos Humanos de uma empresa. Um da suas comparsas presas, Layane integra ao CV-PA na condição de ‘mula’, responsável por levar drogas de uma favela para outra sem ser percebida. Além disso, respondia diretamente às ordens de Ayna, para fazer o que fosse necessário em nome da facção CV-PA. Kalita é responsável pela venda de drogas no varejo na comunidade do ‘Morubá’, em Cabo Frio – RJ”. FONTE: TJ-RJ

MP arquivou e não investigou denúncias recebidas pela sua Ouvidoria sobre supostas propinas pagas a PMs pelo tráfico e milícia

O Ministério Público Estadual do Rio engavetou denúncias recebidas por sua Ouvidoria a respeito de supostas propinas recebidas por PMs.. Em uma delas, uma moradora afirmou que a frente do tráfico da Favela da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, possuía um telefone so parra falar com os policiais do batalhao que ela pagaria arrego. “Ela manda matar quem deve e a família nao pode procurar a policia senao morre tambem agora ela manda colocar drone na chatuba e tem um telefone so pra falar com os policia do batalhao que ela paga arrego”, disse. O MP argumentou que a denúncia anônima é genérica e não indicou as circunstâncias de fato específico a ser objeto de apuração, tampouco vítimas ou testemunhas da ação delitiva, não sendo acompanhada por qualquer elemento de convicção, de forma a aferir a sua plausibilidade, impondo-se o seu indeferimento/rejeição. Em outra notícia crime enviada à sua Ouvidoria, um denunciante disse que milicianos do Catiri, em Bangu, cobravam uma taxa de R$ 150,00. No entanto, houve reajuste determinado pelos milicianos e a taxa passou a custar 500,00.. Narrou que tudo ocorre com a anuência do batalhão da área pelo fato dos policiais receberem propina para não interferir nas ações dos milicianos. Conta inclusive que certo dia a viatura de nº 523164, com quatro policiais armados de fuzis, estava na Rua Solidão, às 21 horas e saíram apenas às 21h30 com certa quantia nas mãos (não detalhou). “A notícia se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como para corroborar a autoria delitiva atribuída pelo noticiante aos elementos identificados , haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos noticiados, nem tão pouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação”, afirmou o MP. Mas essa não foi a única denúncia sobre o Catiri recebida pela Ouvidoria do MPRJ Uma outra pessoa comunicou que os milicianos andam armados sem nenhuma restrição, pois os policiais somente aparecem no local para receber propina. “notitia criminis anônima em epígrafe encontra-se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como acerca da autoria delitiva, haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos, tampouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação. Adicione-se que não há qualquer indício de materialidade para iniciar uma investigação, haja vista que há apenas uma narrativa especulativa, desacompanhada de quaisquer elementos de prova.”, afirmou o MP. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Saiba quem são os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão (CV)

investigação revela todos os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão, bandido flagrado conversando com oficiais da PM da UPP, e que comanda o Morro da Fazendinha. A quadrilha conta com um grupo de narcoguerrilheiros, estruturados em diversospostos, desde olheiros, a vapores (que fazem escoar as drogas), a gerentes e seguranÁas, respons·veis pela defesa do territÛrio, expansão ·rea de domÌnio, proteção dos lÌderes e ataque às forças de segurança. Professor segue as ordens de Marcinho VP e Pezão. Seu fornecedor de drogas é Paulista. Seu gerente-geral é 2D ou Macaco Louco. Seus gerentes são Pim-PIm, Rick e Torá. Seus soldados são É o Bixo, Humberto, BN, Dim, Róbson, Gordola, Paulo Henrique e Carlos Roberto Outros bandidos citados pelos PMs se chamam Lucas, Alex, Jobson, Thiago, Felipe, Fernando, Michel, Patrick (filho de Pezão), Pablo, Vítor, reconhecidos por fotos em rede social alguns deles portando fuzis. De acordo com a investigação, haveria cobranÁa de taxas ilegais aos moradores da comunidade Há relatos de que três rapazes teriam ido à Fazendinha resgatar um veículo e acabaram mortos e tiveram os corpos esquartejados. A investigação iniciou-se apÛs a equipe de busca eletrônica da Polícia Civil receberpelas redes sociais imagens e vÌdeos de torturas praticadas por traficantes daquela localidade contra jovens que teriam praticado recentemente roubos e furtos na orla carioca, bem como o ato de violÍncia praticado contra uma jovem. A comunidade da Fazendinha era altamente conflagrada, em razão dos diversosprocedimentos policiais existentes envolvendo troca de tiros entre policiais e traficantes da localidade, bem omo noticiando outros ataques à base da UPP que lá existe, onde, inclusive, os agentes de segurança que lá estavam, acabaram feridos ou mortos. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Doca (CV) teve prisão preventiva decretada apontado como o mandante de ataque a delegacia em Caxias

O traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefão do Comando Vermelho, teve a prisão preventiva decretada apontado como o mandante do ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, fato ocorrido em fevereiro Também tiveram as prisões preventivas decretadas os criminosos vulgos Nilsinho ou Novinho e Brinquedo que também teriam participado da ação junto com Joab e Bebel, além de aproximadamente outros 15 elementos ainda não identificados, todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Segundo relatos, todos cumpriram as ordens de Doca para promover a fuga do preso Rodolfo Manhães Viana, vulgo Rato, líder do tráfico da Comunidade do Vai Quem Quer, que se encontrava legalmente detido no interior da 60ª Delegacia de Polícia, em razão de prisão em flagrante lavrada no procedimento nº 060-01338/2025, no mesmo dia. Doca, segundo os autos, atuou como mandante e autor intelectual do ataque à 60ª Delegacia de Polícia, sendo o responsável pela ordem a seus subordinados para invadir a unidade policial, por meio de disparos de armas de fogo de grosso calibre e granadas, a fim de resgatar o traficante Rato que lá se encontrava detido. Doca é apontado como o maior líder da facção criminosa Comando Vermelho em liberdade e homiziado no Complexo da Penha, de onde, normalmente, são emanadas as ordens e realizadas reuniões da cúpula para as prestações de contas da facção. Nilsinho ou Novinho e Brinquedo supostamente participaram ativamente do ataque além de ostentarem fotos portando fuzis, foram obtidas mensagens em que dizem que tem que matar policiais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes com táticas de guerrilha cercavam base de UPP em morro da Tijuca, que era monitorado por todos os lados por criminosos com fuzis e pistolas

“Tem muita gente que passa pela UPP e dá tiro nos policiais, que sabemos que a pessoa é da sacanagem, mas não podemos fazer nada porque não está devendo nada, mas sabemos que é do tráfico/da contenção”. “Há muro onde (os meliantes) ficavam monitorando os policiais”.  “A base ficava num vale dentro da favela, então eram monitorados de todos os lados: pela frente, por trás e laterais; que a base cansou de ser atacada tanto pela retaguarda como pela guarda; que eles faziam uma contenção para atacar a base através da vanguarda com fuzis e pistolas; que já houve policial baleado ali; que agora fizeram a guarita de alvenaria, porque não estávamos aguentando”. Esses relatos são de PMs que trabalhavam na UPP do Morro da Formiga, na Tijuca, área dominada pelo Comando Vermelho, que era alvo constante de ataques de traficantes. Os  traficantes atacavam a polícia com tiros de fuzil e granadas; que inclusive a base da polícia é toda furada; que eles impõem o terror na comunidade e expulsavam os moradores que eram contra o tráfico de drogas; que as armas utilizadas são fuzis, pistolas, granadas, AK-47 e FAL. Os bandidos fazem parte do Bonde do Parma, que tem relação com o Comando do Vermelho, que atua em Caxias e também na Formiga há um bom tempo.O Bonde do Parma tinha o objetivo de tomar morros do Rio, seja em Jacarepaguá, seja na Tijuca; que esse bonde ficou acantonado na Floresta da Tijuca com aprendizado de tática de guerrilha. Segundo relatos, quando esses indivíduos descem do morro da Tijuca, seja pela Barra da Tijuca, seja por Jacarepaguá, seja pela Tijuca, seja pelo Centro, eles roubam e sobem o morro de novo; que é como se fosse Alibabá e os 40 ladrões, porque eles têm a chave para subir no morro e ninguém os encontra. Com a suposta morte de Paulinho Muleta, o novo líder agora é Corujito, que como “chefe do pó” das “bocas de fumo” existentes na “Comunidade da Formiga”, sendo o responsável pela venda de cocaína de todos os pontos de venda da localidade.  Os criminosos agem com extrema violência. Relatou um PM que os traficantes haviam colocado um indivíduo no paredão e o fuzilaram; que a pessoa era da boca de fumo, mas tinha ido a Duque de Caxias e, quando voltou, mataram porque pensaram que era alemão; que, quando chegou lá, considerou que ele morreu como um animal. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes paraenses foram presas em Cabo Frio. Uma delas foi filmada com fuzil em baile funk na Penha (CV)

As policias do Pará e do Rio de Janeiro fizeram uma operação policial em comunidade dominada pela facção criminosa Comando Vermelho no município de Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde prenderam em fragrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico três mulheres integrantes da organizacão. . Duas delas, Bianca e Layane, são paraenses e faccionadas do CV atuante no Estado do Pará. Contra Bianca também foi cumprido um mandado de prisão preventiva expedido pela justiça do Pará por integrar a ORCRIM CVPA. Bianca, vulgo Ayna, é responsável por cadastrar todos os membros da Organização Criminosa CVPA após análise criteriosa. Seu cargo na facção CVPA é equivalente ao Recursos Humanos de uma empresa. Ela foi flagrada com um fuzil dançando em um.baile funjk na Penha. Layane integra ao CVPA na condição de “mula”, responsável por levar drogas de uma favela para outra sem ser percebida. Além disso, respondia diretamente às ordens de Ayna, para fazer o que fosse necessário em nome da facção CVPA. Kalita é responsável pela venda de drogas no varejo na comunidade de Cabo Frio. FONTE; Polícia Civil do Pará

Traficante do CV apontado como sucessor de Beira-Mar e que foi flagrado negociando com PMs, empresta armas para bandidos da facção em troca de drogas

Investigações revelam que o traficante Professor do Alemão, o mesmo que foi flagrado em conversas com oficiais da PM pela Polícia Federal, tem uma atuação mais próxima da figura de “matuto”(grande fornecedor de drogas), sendo certo que seus contatos, especialmente no Paraguai, credenciaram-no também para fins de comércio de armas de fogo, sendo detentor de enorme arsenal, o qual cede a várias outras lideranças em troca de “preços” de drogas. Muitos o apontam como sucessor de Fernandinho Beira-Mar. Pelo empréstimo de armas a chefes do tráfico de comunidades, “Professor recebe um percentual dos lucros do comércio de drogas de determinado produto (a exemplo do “pó de50”, da “maconha de 10”, ou seja lá como for o acordado). Professor ganhou mais destaque dentro do Comando Vermelho com a morte do traficante Leandro Simões Nascimento Furtado, o Diminho, que era chefe dosmorros da Fazendinha e Nova Brasília, neutralizado em confronto com policiais. Diminho ou Oliver era detentor de um verdadeiro arsenal de guerra, atuando da mesma forma que “Professor quem o sucedeu, inclusive na herança do “arsenal” Diversos foram os fuzis apreendidos ou identificados eminvestigações com o acrograma Oliver ou o símbolo da marca BMW com as inscrições Oliver.Todo esse arsenal, que abastecia várias comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho, foi herdado por Professor somando-se ao acervo de armas que já detinha. Professor tinha contatos com Galã, um dos maiores narcotraficantes do país, indivíduo ligado à máfia internacional do comércio de drogas e armas. Eles mantiveram conversas por meio de um aplicativo, inclusive quando o bandido carioca estava preso. Apesar de ter sido flagrado negociando com PMs, Professor determinava que seus seguranças confrontem com policiais militares e traficantes de outras facções criminosas. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

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