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Comando Vermelho

PM se negou a dar informação sobre ocorrência de suposto tiroteio entre bandidos no Morro do Turano (CV) ontem de noite

A Polícia Mililtar do Rio de Janeiro se negou a dar informação sobre a ocorrência de um suposto confronto ontem de noite entre criminiosos no Morro do Turano, no Rio Comprido. A reportagem enviou dois emails para a assessoria de imprensa da corporação e nenhum dos dois foi respondido. Ontem de noite vários grupos no Whatsapp e Telegram relataram que houve tiroteio no local e que teria sido um suposto baque de traficantes do Complexo de São Carlos (TCP) ao Turano, que é área do CV. Favor evitar a região do Morro do Turano, relatos de tiros provavelmente Traficantes rivais invadindo a localidade!! (São Traficantes do Terceiro Comando Puro no local!) FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Traficantes do CV da Praça Seca avisaram a moradores que quem tiver contato com alguém do TCP poderá perder a vida

Traficantes do Morro do Divino (,CV), na Praça Seca, mandaram recado a moradores. Segundo eles, quem tiver contato com integrantes do TCP vai perder tudo que tem, o sossego e até a vida. O Divino vive em guerra com os morros do Fubá e do Campinho. O comunicado foi assinado pela equipe Ripa Tiricça, líder do tráfico no local. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Polícia já tem um suspeito da morte de agente da CORE na Cidade de Deus (CV)

A polícia pede informações que levem ao paradeiro de Matuê, um dos envolvidos na morte de policial da CORE na Cidade de Deus. O traficante Ygor Freitas de Andrade, vulgo “Matuê”, de 28 anos, é ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV). Ontem após a morte do agente, foi feita uma operação na comunidade que deixou cinco presos. O Disque Denúncia (2253-1177) divulgou, nesta segunda-feira (19), um cartaz com o título – Quem Matou? – para auxiliar nas investigações e no inquérito policial instaurado pelo Núcleo de Investigações de Morte de Agentes de Segurança da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a fim de obter informações que levem à identificação e prisão dos envolvidos na morte do policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), José Antônio Lourenço, morto na manhã desta segunda-feira (19) durante a Operação Gelo Podre, ocorrida na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, quando baleado por criminosos, ligados à facção Comando Vermelho (CV).  Durante a ação, equipes da Core prestavam apoio a uma operação da Delegacia do Consumidor (Decon) para fiscalizar a qualidade do gelo vendido nas praias da Barra da Tijuca e Recreio, ambas na Zona Oeste do Rio. Na comunidade, uma fábrica foi interditada por uso de água contaminada por fezes e um dos responsáveis pelo local foi encaminhado para a delegacia.  Ele chegou a ser socorrido por colegas e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. A DHC assumiu o caso e no início da tarde, a Polícia Civil iniciou uma busca contra os criminosos envolvidos na morte do policial. Durante a ação, um intenso tiroteio provocou o fechamento da Linha Amarela, no sentido Fundão.  Quem tiver informações sobre sobre a identificação e localização do envolvidos , favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Polícia Civil.do RJ e Disque Denúncia

Circula boato que chefe do tráfico do Urubu e mais quatro caíram no ‘tribunal’ do CV na Penha

Circula nas redes sociais nesta segunda-feira um boato de que o traficante Netão, chefe do Morro do Urubu, em Pilares e recém-saido da cadeia, teria supostamente caído no ‘tribunal’ do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Segundo o que está sendo propagado nas redes, outros quatro bandidos tiveram o mesmo destino. Zé do macaco, Biruta, Shurek e JV. Um indício de que o fato pode ser verídico foi uma postagem do traficante Coelhão da Serrinha ,(TCP) debochando da suposta morte de Netão. “Ainda falou que ia trazer o G3.. Se f… todinho”. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Bandidos em racha interno de facção catarinense recebem apoio do CV do Rio

Circula nas redes sociais a informação de que haveria um racha na facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC) e que lideranças da organização estariam baseadas em favelas cariocas tendo o apoio de membros importantes do Comando Vermelho nesta briga interna. A facção PGC soltou comunicados sobre a rixa interna no grupo criminoso. Duas lideranças de nome Caçula do Mocotó e Mandela da Chico postaram um comunicado decretando vários outros membros. Em resposta, esses membros também divulgaram uma mensagem decretando Caçula e Mandela. FONTE: Página Submundo Criminal (Twitter)

Em conversa vazada na rede social, suposto membro do CV de morros do Catumbi aliciou bandido do TCP a mudar lado e pediu que ele matasse rivais

Circulam nas redes sociais conversas entre supostos traficante em que um bandido que seria do Comando Vermelho dos morros do Fallet e Fogueteiro, no Catumbi, alicia um integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) a mudar de lado e pede a ele que mate integrantes da facção rival . ” Estou esperando o.melhor momento”, disse o criminoso do TCP. . O rival.respondeu. “Nois não quer arma e quer ver para sangrar”. O membro do TCP chegou a perguntar se depois que ele mudasse da facção ele iria morrer e o.outro.disse que iria buscá-lo mas fez um.pedido . “Mas se você tiver a oportunidade de matar o Leandrinho (que seria o Scooby, chefe do Morro dos Macacos)”, disse o contato do CV. O suposto membro do TCP combinou com o.contato do CV uma troia (emboscada) para matar os antigos aliados. Veja as conversas: FONTE: Página Band Net News (Twitter)

Traficante flagrado pela PF dizendo que autoridades pediram ao CV trégua no G20 se intitulava ‘porta-voz’ da facção nas cadeias. Da prisão, comandava o crime no Sul Fluminense e ordenou homicídios

O traficante do Comando Vermleho que teve captada pela Polícia Federal dizendo que o representante de uma autoridade teria pedido a um membro da facção trégua nas guerras e roubos no Rio durante o G20, vulgo Naldinho, tinha posição de destaque dentro do Comando Vermelho. Ele se intitulava “porta voz” das cadeias do estado do Rio de Janeiro/RJ e afirmava a todo momento que ele e mais cinco criminosos seriam os responsáveis pela região Sul Fluminense no que diz respeito à distribuição de drogas, ordens para execuções e castigos corporais, registro de novos pontos de drogas e recolhimento da “caixinha” paga para a facção criminosa. A quadrilha de Naldinho age pelo menos desde 2013 em Resende e Volta Redonda, e posteriormente em outras localidades, incluindo as dependências de estabelecimentos prisionais onde alguns dos agentes se encontravam presos, O bando recebia remessas de drogas da comunidade do Parque União, no Complexo da Maré. A associação em apreço contava com a liderança de membros atualmente inseridos no sistema carcerário estadual, situação na qual também se encontram outros integrantesinferior escalão, o que evidenciou que unidades penitenciárias funcionavam como verdadeiros escritórios a serviço da criminalidade, sendo certo que os denunciados se comunicavam precipuamente por meio de linhas telefônicas. O bando agia com violência e grave ameaça contra aqueles que se afastassem de suas diretrizes, ou que intentassem o comércio autônomo de drogas em áreas consideradas sob o seu domínio, recorrendo inclusive à prática de homicídios . Ademais, diversos diálogos telefônicos travados entre os denunciados evidenciaram o habitual emprego de armas de fogo na venda de entorpecentesNaldinho é ao lado de Tio 10 como sendo as principais lideranças do Comando Vermelho na região Sul Fluminense, restando evidenciada a expansão gradativa deste domínio territorial para a venda de entorpecentes. Mesmo preso, Naldinho comanda vários pontos de venda de entorpecentes na cidade de Resende/RJ e região, além, de ordenar assassinatos de desafetos, evidenciando tratar-se de indivíduo de alta periculosidade. Para realizar o controle da venda de entorpecentes, Naldinho realizou vários contatos telefônicos, bem como através de mensagens escritas, especialmente com Tio Dez, Marcelo, Juninho, Dentão, Juninho Matias, Nega, Tiago, Léo Russo, Márciko Soldado, Marcola, Rafael Papel, Diego, Valter Baby. Como representante do CV no Sul Fluminense, Naldinho é o responsável pela cobrança da “caixinha” paga para a facção (…) Um dos redutos do bando é a região da Grande Alegria, formada pelas localidades de Baixada da OLaria, Itapuca, Área de Lazer, Nova Alegria, Vila Aliança e Mutirão). O local e outros bairros dominados pela facção Comando Vermelho vinham sofrendo com o aumento da violência imposta pelos traficantes que estabeleceram a “Lei do Silêncio” em seus domínios, utilizando-se de armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, pistolas e até granadas para atingirem seus objetivos. A quadrilha usava o grupo de Whatsapp ‘Um por Todos”para evitar prisões e apreensões de drogas e armas de fogo, além de ataques de traficantes rivais. Ele ordenou a morte do traficante Russinho por suspeitar que ele tivesse repassando informações para a PM. Mandou também a execução dos vulgos Baby e Chiick, orientando seus subordinados a não “assustarem” as futuras vítimas para que elas não percebam que na verdade estariam à beira de ser executadas. Naldinho repreesentava 50% do domínio da estrutura administra os carregamentos de drogas, compras e pagamentos, tudo que gira em torno do numerário do tráfico, ao passo em que ‘Tio Dez”, ficava à frente do pessoal, da segurança da área e’ do controle dos pontos de venda de droga. FONTE: TJ-RJ e STJ

Mensagens apontam que autoridades teriam procurado integrante do CV para pedir para segurar roubos e guerras no Rio durante o G20 e confirmam tratativas para aliança da facção com a ADA

Mensagens que teriam sido captadas pela Polícia Federal no ano passado de supostos traficantes do Comando Vermelho apontam que representante de autoridades teriam procurado um integrante da facção para pedir para segurar os roubos e as guerras na cidade durante sete dias por conta da realização do G20. Uma outra mensagem confirmou o que a polícia fluminense ratificou em 2025: a aliança entre o CV e a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) Confira as mensagens FONTE: As informações foram divulgadas nas redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Saiba o quem é quem da quadrilha especializada em produção e venda de drogas sintéticas alvo de operação da PF nesta semana no Rio. Grupo tinha ligação com o CV, montou laboratórios na Penha e Rocinha e possuía intermediário para fazer contato com o traficante Doca

A organização criminosa denominada Cartel Brasil, que foi alvo de operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro essa semana e é especializada em explorar a produção em larga escala e a comercialização de drogas sintéticas, notadamente comprimidos de MDA E MDMA, de modo a viabilizar a manufatura, transporte, venda e demais atividades de traficância, era associada ao Comando Vermelho. Havia laboratórios do bando no Complexo da Penha e na Favela da Rocinha, dois dos principais redutos da facção sendo que um membro da quadrilha era o responsável pelo contato do líder com Doca, chefão do CV. O líder do bando é Vinicius Abade. Ele é o responsável por comandar o esquema criminoso de produção, venda e distribuição de entorpecentes, com logística de transporte coordenada em nível nacional através de serviço de frete operado por parte de seus colaboradores (transporte pessoal) e da remessa postal de comprimidos realizada por meio de uma empresa. Rato encontra-se à frente de um dos laboratórios clandestinos de produção de ecstasy da organização criminosa Cartel Brasil, também instalado no interior do Complexo da Penha, nesta Cidade, sendo responsável pela aquisição de insumos, montagem de laboratórios, produção de drogas, logística de distribuição, bem como pela operacionalização de transações financeiras realizadas em nome da organização.” Rato e Vinicius foram flagrados em conversas sobre a produção e distribuição de drogas sintéticas, incluindo aquisição de insumos, montagem de laboratório, produção de drogas, logística e transações financeiras, de acordo com a análise de conversas da Polícia Federal, inclusive de envio de foto por Whatsapp para Vinicius referente a etapa de produção da droga sintética, Leiliane, esposa de Rato, efetua transferências financeiras para empresas e indivíduos envolvidos no esquema criminoso, além realizar a aquisição de insumos e equipamentos essenciais, participar diretamente do processo de produção de drogas sintéticas e auxiliar ativamente na contagem e empacotamento do material entorpecente.” Ela emprestava conta para o marido. Em uma escuta, Rato disse paraa mulher para contar as “balas” e lacrá-las. De acordo com o relatório de inteligência financeira nº 1000698, no período de 22/07/2021 a 17/07/2022, movimentou, de forma atípica, a quantia a crédito o valor total de R$ 749.392,99, e à débito o total de R$ 750.609,23Hiuri “possui função ativa e crucial na fabricação de drogas sintéticas para a presente organização criminosa, sendo responsável pelo manuseio de produtos químicos e pela operação de máquinas de compressão de ecstasy.” Rato enviou mensagem para Hiuri falando sobre o MD estar úmido. Em outra mensagem o chefe da quadrilha enviou a quantia de R$ 1.000,00 para Hiuri, referindo-se a ele como “menininho que bate”, Milho está diretamente vinculado às atividades de produção de drogas sintéticas, manuseio de máquinas de compressão de comprimidos de ecstasy, sendo também usado como intermediário em transações financeiras associadas aos desígnios criminosos da organização criminosa.” Há uma conversa em que Milho reclamou sobre a dificuldade em utilizar a máquina compressora de comprimidos. Há ainda uma conversa onde ele, sugere que a organização criminosa arrume um sítio para produção das drogas sintéticas. Bel “atua como revendedora de expressiva quantidade de substâncias entorpecentes, interagindo principalmente com Vinicius e Rato.Bel também participa de transferências bancárias para a organização criminosa Fex possui envolvimento direto na produção, testagem, distribuição e comercialização de drogas sintéticas, operando a partir de um laboratório clandestino instalado no interior da Comunidade da Rocinha. Coxinha atua na produção e comercialização de drogas sintéticas, sobretudo, no que se refere à montagem do laboratório clandestino instalado na Comunidade da Rocinha, nesta sendo responsável pela compra de compostos químicos necessários para a produção de MDA/MDMA, tais como: helional, peroxido de hidrogênio, dimetilsulfóxido (DMSO), hidroxilamina, dentre outros Diongador ou Cabeludo -“é responsável por adquirir grandes lotes de droga em seu formato final (comprimidos de ecstasy) ou na forma de “sal” (substrato dos comprimidos) e por comercializar os entorpecentes produzidos por Vinicius, efetuando transações que envolvem a utilização de veículos como parte do pagamento.” Em mensagens trocadas, ele conversou com Vinicius conversaram sobre o valor de R$ 1.000.990,00 (hum milhão e novecentos mil reais), que seria pago pelo grupo criminoso de São Paulo, sendo Dionga responsável pela negociação. Matheuzinho – desempenha papel central na cadeia operacional da súcia criminosa, revelando uma extensa rede de distribuição de MDA/MDMA para várias regiões do Brasil, sendo responsável por organizar a venda de grandes quantidades de drogas sintéticas para diferentes compradores, incluindo indivíduos identificados pelos vulgos “Jaba”, “Lc Su”, “Mohammed Joabe – “é responsável pela produção, venda, transporte, armazenamento e por intermediar a distribuição de drogas sintéticas produzidas pela organização criminosa Cartel Brasil, em especial, no que se refere às atividades desenvolvidas no laboratório clandestino instalado na Rua Mario Barbosa nº 85, no Bairro de Xerém, em Duque de Caxias/RJ, onde foi preso em flagrante delito Há conversas que indiciam a participação de Joabe.no esquema criminoso de transporte de drogas para Guarujá/RJ. Ele foi preso flagrante em 21/11/2023,, em um laboratório construído para produzir droga sintética, localizado na zona rural de Duque de Caxias. Há indícios suficientes para o recebimento da denúncia em relação ao denunciado. Malva ou Gordinho : “participa ativamente na logística de envio e entrega de drogas sintéticas da súcia criminosa, sendo responsável por realizar o transporte de substâncias entorpecentes aos seus clientes, o translado de produtos químicos destinados à fabricação, bem como o pagamento de fretes e serviços.” Há conversas onde é discutido o transporte de 5.000 comprimidos de ecstasy, pagamentos via pix, transporte de substâncias como Polivinilpirrolidona (PVP), e referências a locais de entrega, como a rodoviária e o Complexo da Penha. Vejamos algumas conversas: Antônio Donizete – apresenta expertise técnica no processo de produção de ecstasy e se encontra diretamente envolvido nas atividades de produção, compra e distribuição de substâncias ilícitas, possuindo laboratório clandestino próprio para a sua fabricação, além de realizar a revenda de drogas sintéticas compradas de Vinicius. Tarta – : “possui um profundo envolvimento com a venda de drogas sintéticas da presente organização criminosa, principalmente MDA, utilizando-se, para tanto, de propriedades e outros bens como “moeda de troca” para diversificar os meios

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