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Dois adolescentes foram baleados no Recreio. Um deles morreu

A Polícia Militar informa, através do comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), que, na noite desta terça-feira (09/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na altura do Posto 12, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, foi constatado que dois adolescentes foram atingidos, sendo um deles em óbito e o outro encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. O local foi preservado e a Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada para realizar a perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de um adolescente de 16 anos, no Recreio dos Bandeirantes. Durante a ação, outro menor, de 15 anos, ficou ferido e foi socorrido a uma unidade hospitalar. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

Adolescente foi morto e outros dois foram baleados em ataque a tiros em Campos (RJ)

Um adolescente foi morto e outros dois foram baleados durante um ataque a tiros no início da noite do último domingo (7) no bairro Vila Industrial, na área do Eldorado, em Guarus, Campos. No local, morreu Fábio Henrique dos Santos da Silva Leite, 16 anos, após ser atingido por cerca de cinco tiros. Já os dois baleados são os adolescentes de iniciais C.M.V. e C.H.W.S, ambos de 16 anos. Os baleados foram levados para o Hospital Ferreira Machado. Os tiros foram disparados por homens que estavam em um carro modelo Gol, geração 4, de cor branca. Os atiradores estavam encapuzados. Informações iniciais são de que o caso pode estar ligado com a disputa de duas facções rivais do tráfico de drogas

Tiroteio deixa mortos e baleado na Praça Seca

A Polícia Militar informa que, neste domingo (07/09), uma operação conjunta do 18º BPM (Jacarepaguá) e a 28ª DP na Praça Seca resultou em uma importante ação contra a criminalidade na Zona Oeste do Rio. A operação teve como objetivo desarticular uma quadrilha especializada em roubos a residências. Durante a ação, foi realizada a abordagem de um veículo suspeito de envolvimento em roubo a residência na Taquara. Os ocupantes reagiram atirando contra os policiais e houve confronto, que resultou no óbito de dois suspeitos. Um terceiro foi ferido e encaminhado a unidade de saúde, enquanto um quarto conseguiu fugir. Com os envolvidos, foram apreendidas duas pistolas calibre .40, um revólver calibre .32, um revólver calibre .38, uma espingarda calibre .22, um simulacro de pistola e dois veículos.

Líder comunitário de Rio das Pedras (milicia) foi baleado

Braz Galdino, vice-presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras, foi baleado no pé, na última quinta-feira (4). Esse foi o 2º ataque a tiros em pouco mais de um mês. No final de julho, ocupantes de um carro atiraram contra o vice-presidente da associação, que não foi alvejado.na ocasião Veja: O vice-presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras, Braz Galdino de Farias Junior, sofreu o segundo ataque a tiros em pouco mais de um mês. No ultimo atentado, os relatos são da participação de um motorista, dois homens de fuzil e outro armado com uma pistola. À 32ª DP (Taquara), a vítima relatou que o agressor o abordou e em seguida deu dois disparos contra ele. Pouco mais de um mês antes, em 29 de julho, ele estava na Estrada de Jacarepaguá, no Itanhangá, quando um veículo branco se aproximou do mototáxi onde estava pedindo para o condutor da moto parar. Braz, por sua vez, pediu para o motociclista acelerar, e então o ocupante do carro branco começou a disparar contra o vice-presidente da associação, que não foi atingido. O caso segue em andamento na 16ª DP (Barra da Tijuca).

Um morto e três baleados na Kelsons (CV)

Quatro criminosos foram baleados durante confronto com policiais militares do #16BPM, na comunidade Kelson’s, na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Um deles não resistiu aos ferimentos e morreu. Entre os presos está o criminoso conhecido como Chapoca, apontado como responsável por liderar tentativas de invasão nas comunidades do Campinho e do Fubá. Com o grupo, os policiais apreenderam um fuzil, uma pistola, celulares e um rádio transmissor.

Tiroteio na Taquara deixou dois mortos e dois feridos

A Polícia Militar informa que, no final da noite de terça-feira (2/9), de acordo com policiais militares do 18ºBPM , as equipes realizavam patrulhamento quando receberam informação sobre disparos de arma de fogo na Rua André Rocha, na Taquara, zona oeste do Rio. No local, as equipes encontraram um veículo com dois homens já em óbito e outro indivíduo ferido do lado de fora. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. Durante buscas na região, os policiais apreenderam um fuzil, munições, uma bolsa tática, dois carregadores de fuzil, uma mochila com roupas e cinto tático, uma faca e dois celulares. Um veículo clonado também foi recuperado. Outro homem ferido deu entrada, por meios próprios, no mesmo hospital.A ocorrência está em andamento na DH.O policiamento segue intensificado na região. 

Homem morreu baleado dentro de ônibus em área que estava tendo operação policial em São Gonçalo

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), nesta terça-feira (02/09), equipes da unidade iniciaram uma operação no Jardim Catarina, com o objetivo de reprimir a movimentação de criminosos na localidade.Na chegada ao local, segundo os agentes que atuaram na região, criminosos efetuaram disparos em direção à BR-101, que margeia a referida comunidade. Durante a ação, uma mulher que trafegava pela via em um veículo de aplicativo deu entrada no Hospital Icaraí após ser ferida. Um homem que estava em um ônibus foi atingido e não resistiu aos ferimentos. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NIT/SG).

Está preso o policial penal que atirou em entregador

Policiais civis da 32ª DP (Taquara), em ação conjunta com a Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), prenderam, neste domingo (31/08), o policial penal que atirou contra um entregador, no sábado (30/08). A motivação do crime teria sido a recusa da vítima em subir no prédio, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, para fazer a entrega.De acordo com as investigações, o agente atirou após uma discussão. Na ocasião, o homem foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. Após o fato, a 32ª DP começou a investigar e a arma do agente foi recolhida para perícia. A partir das análise das evidências, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do agente.. Neste domingo, ao ver o cerco se fechar e após negociação com os agentes, o autor se apresentou na Cidade da Polícia, onde o mandado foi cumprido. A investigação está em andamento.

Policial penal que atirou em entregador disse que se sentiu intimidado e que sua arma disparou acidentalmente. Imagens o desmentiram. LEIA DETALHES DO CASO

Leia agora a descrição do caso do policial penal que atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá, caso que teve grande repercussão na mídia carioca. A vítima, lado outro, trabalha fazendo entregas pelo aplicativo “iFood” e, nessa qualidade, hoje, dia 30/08/2025, por volta das 02h04min, teria ido ao encontro do cliente no seu endereço residencial. Antes de chegar ao local da entrega, contudo, a vítima teria avisado ao representado, por meio do “chat” do aplicativo, que o pedido deveria ser por ele recebido na portaria do condomínio, o que, aparentemente, o teria desagradado. Então, o representado, insatisfeito e contrariado, teria atendido a vítima na portaria do condomínio portando – indevidamente, diga-se – sua arma de fogo e de forma alterada, teria passado a questioná-la sobre sua resistência em ingressar para finalizar a entrega. Nesse momento, sentindo-se intimidada, a vítima passou a gravar o diálogo, captando o exato momento do disparo da arma de fogo contra si perpetrado pelo representado. As imagens captadas pela vítima, através de seu aparelho de telefone celular, mostram integralmente a conduta praticada pelo policial penal, que disparou sua arma de fogo dando ensejo a lesões físicas. As imagens gravadas pela vítima no momento do crime encontram-se acostadas ao “link” de fls. A gravação mostra que o agente penal inttencionou, clara e explicitamente, agredir a vítima com o disparo de sua arma de fogo depois de ameaça-la de forma bastante agressiva na portaria do edifício, desenvolvendo-se, todo o diálogo, em torno do fato de que a entrega da encomenda estaria sendo realizada naquele local e não no desejado pelo representado, a saber: na portaria do bloco do condomínio em que reside. Em seu depoimento, o policial afirmou que teria disparado sua arma contra a vítima porque, supostamente, “(…) durante a discussão, o entregador lhe disse: “Eu tô ligado na sua, eu sei quem você é” Neste momento, o entregador, segundo o policial, teria dito. “Vou passar para os manos”. O policial penal disse que já morou na Cidade de Deus e se sentiu intimidado, com o que o entregador disse; ele, no intuito de “enquadrá-lo”, começou a sacar sua arma; Durante o saque, sua arma disparou teria disparado acidentalmente em direção ao chão; QUE o declarante disse que o disparo pareceu ter atingido o solo; Após isso, o entregadorcomeçou a verbalizar, dizendo a outras pessoas, que o declarante havia atirado nele; Que ele pediu para vítima subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu. No entanto, não é esta a versão fática que se depreende das imagens captadas. De início, a gravação mostra o representado, de maneira bastante agressiva, dirigir-se à vítima para ameaça-la caso insistisse na recusa de ingressar no condomínio para finalizar a entrega. O momento inicial da gravação disponibilizada pela autoridade policial afasta, de forma peremptória, a versão que o representado procura emplacar em seu depoimento policial, pois não há qualquer evidência, nem mesmo indício remoto, de que o representado estivesse, ao momento do disparo, sentindo-se verdadeiramente intimidado pela vítima, como afirmou. Ao contrário, o que se vê, nas imagens, é que o representado agiu de forma agressiva e, com a arma em punho, intimidou e ameaçou a vítima por motivo absolutamente fútil – diga-se – já que a celeuma se referiu ao local apropriado para a finalização da encomenda antes feita pelo aplicativo “iFood”. O representado, então, diante da gravação das imagens pela vítima e claramente irritado com a narração que ela pretendia iniciar naquele momento (pelas imagens captadas, a vítima começaria a descrever o endereço em que estava realizando a entrega e a divergência então estabelecida com o solicitante do serviço), terminou por fazer o disparo com sua arma de fogo de modo que, pelas imagens apresentadas, Segundo a Justiça, não há como reconhecê-lo por qualquer prsma, como acidental.como também afirmou em seu depoimento. A vítima afirmou que “(…) se sentiu ameaçado, já que o autor estava alterado e armado e começou a gravar um vídeo, a fim de resguardar a sua integridade física. O entregador esperava que em razão da gravação do vídeo no celular, que não fosse agredido, tampouco alvejado. Que mesmo diante disso, sem que pudesse se defender o autor, afirmou, mais uma vez, ” não vai subir, não ?” e em ato contínuo fez um disparo em sua direção ; Que o declarante mesmo após ser atingido diz que é trabalhador e que é morador da região e solicita ajuda em voz alta ;QUE o autor pergunta por que o declarante continua o filmando ;Que o autor, mais uma vez pede a refeição e da as costas ;Que os populares que estavam na rua foram quem ajudaram o trabalhador. De fato, a ameaça perpetrada pelo representado foi clara e justificou, para a vítima, o início da gravação das imagens através de seu aparelho de telefone celular. A gravação mostrou o momento em que o representado, ainda insistindo para que a entrega fosse finalizada no interior do condomínio, indagou da vítima “não vai subir, não ?”. Ato contínuo, diante da recusa, a gravação mostrou o exato instante em que, irritado, o representado realizou o disparo com a arma de fogo em direção à vítima. A gravação também mostrou o momento em que a vítima, depois de alvejada e visivelmente incrédula diante do disparo com a arma, afastou-se do representado e gritou por socorro, sendo por ele questionada, em tom de ameaça, sobre o motivo de prosseguir com a gravação das imagens.Ao que parece, a gravação das imagens pela vítima parece ter sido o fator impeditivo, neste caso, para que o representado prosseguisse com a execução do delito. Ainda, ao contrário do que foi dito no depoimento prestado à autoridade policial, vê-se que a vítima foi socorrida por populares que passavam no local e não pelo representado, não sendo verdadeira a alegação de que “pediu para o entregador subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu”. Não é, em absoluto, verdadeiro o depoimento prestado pelo representado à autoridade policial. Isso

Policial penal que atirou em entregador havia sido detido com carro roubado em janeiro mas pagou fiança e foi liberado

O policial penal que atirou em um entregador na noite da última sexta-feira na Taquara, em Jacarepaguá, já havia sido detido esse ano dirigindo um carro com registro de roubo mas pagou uma fiança de R$ 11 mil e foi liberado. A Justiça decrretou a prisão dele por ter atirado no trabalhador. Em janeiro, ele foi abordado junto com a esposa em Duque de Caxias por policiais rodoviários federais em um veículo VW Nivus. O agente informou aos patrulheiros ter comprado o automóvel há cerca de 5 meses de um suposto representante, nome Alex, de uma loja física cujo nome não sabe precisar, mas algo parecido como “sport car”, na Avenida Intendente Magalhães pelo valor de R$ 80.000,00; Na transação deu seu veículo anterior, VW Fox, mais a quantia de R$ 40.000,00 em espécie e PIX. O agente penal não conseguiu apresentar nenhum comprovante de pagamento nem registros da negociação. Ele não tinha nenhum documento acerca da transação. Pela desproporção entre preço/valor de mercado e se tratando de uma história inconsistente, a equipe decidiu realizar a identificação veicular, oportunidade em que foram constatados sinais de adulteração no chassi e no vidro e no motor. Foi possível apontar a existência de registro de roubo/furto em relação ao mesmo: registro de ocorrência 110-0001092/2024 de Itaboraí, na data 17/02/2024. Por fim, os patrulheiros conduziram o condutor para a 60ª DP pela adulteração de sinal identificador de veículo automotor; Ao se identificar como policial penal,o motoristal indicou a localização de sua arma patrimoniada , Glock G23 calibre .40 no interior do veículo; sua arma foi retirada de sua posse e entregue na delegacia em virtude da natureza da ocorrência; ficando a cargo da autoridade policial a apreciação da situação;

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