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Polícia aprendeu em Caxias 100 kg de cocaína avaliados em R$ 2 milhões que abasteceria favelas do CV

A Polícia Civil apreendeu 100 quilos de cocaína avaliados em cerca de R$ 2 milhões em Duque de Caxias. A droga, que veio de fora do Estado do Rio de Janeiro abasteceria comunidades dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho. O entorpecente estava dentro de uma caminhonete estacionada em via pública. O lucro com a venda da droga seria empregado para fortalecer a estrutura da facção com a aquisição de armas de grosso calibre e munições. Além disso, parte do dinheiro seria revertido para a “caixinha” da organização criminosa, principal fonte de sustentação da guerra de expansão territorial que vem ocorrendo em diferentes pontos do estado do Rio de Janeiro, inclusive na Zona Oeste. As investigações continuam para identificar e prender os envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Depois que a milícia se aliou ao TCP, bandidos do CV foram presos no Catiri

A PM prendeu na tarde de hoje(14/04) quatro traficantes do Comando Vermelho durante uma ação realizada na comunidade do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com dados de inteligência do 14° BPM, os presos integravam o grupo conhecido como “Crias do Jardim Bangu”, com ligações com o tráfico de drogas da Vila Kennedy atuando diretamente nas disputadas territoriais com a quadrilha que atua na região da Vila Aliança (TCP) que se aliou aos milicianos do Catiri Agentes do Grupamento de Ações Táticas da unidade realizavam buscas pela localidade conhecida como Projetada B, quando efetuaram a prisão de dois criminosos. Em uma segunda ação de patrulhamento, os militares prenderam outros dois indivíduos. Entre eles, três dos pressos possuem passagens pela polícia. Com eles foram apreendidas três pistolas, um rádio transmissor e uma granada. A ocorrência foi registrada na 34ª DP (Bangu). FONTE: PMERJ

Churrasco da milícia em Nova Iguaçu em fevereiro que terminou com cerca de 40 pessoas detidas, 16 ficaram presos na época mas depois 14 foram soltos

Em 24 de fevereiro, a polícia invadiu um churrasco da milícia em um sítio no bairro de Austin, em Queimados, e levou cerca de 40 pessoas para a delegacia. Na época, 16 deles ficaram presos, entretanto, a Justiça concedeu alvará de soltura para 14 deles ficando apenas dois deles na cadeia. Sete deles acabaram liberados porque foram encontrados na área de matagal, local onde foram dispensados aparelhos celulares e armas de fogo. É um nada, face o natural corre-corre diante do aparecimento da polícia no evento festivo. Os outros cinco foram soltos porque os autos não descrevem qualquer conduta criminosa, apenas, de forma genérica, imputa fatos criminosos. Aqui a inferência hospeda-se pelo simples comparecimento ao evento. Quanto aos outros dois, um foi encontrado próximo de 01 (um) revólver calibre .38mm com 04 (quatro) munições intactas no banco do motorista do Honda Civic branco, placa KPS5H08 e anotações de cobranças típicas da milícia privada. O outro, os fatos merecem um maior aprofundamento investigativo. Mas a Justiça argumentou que a denúncia não descreve qualquer comportamento dos denunciados que demonstre domínio ou posse consciente do conteúdo da bolsa ou material encontrado no veículo, tampouco registra que os denunciados tenham sido visto portando ou manipulando as armas ali encontradas. A simples presença dos documentos de identificação, por si só, não foi suficiente para presumir a posse ou propriedade das armas de fogo, carecendo mesmo a hipótese de melhores elementos informativos. A Justiça alegou ainda que ocorria um evento festivo, com inúmeras pessoas e que teria inclusive, ocorrido cobrança de ingressos dos participantes. Existe indícios que a festa realizada reunia diversos integrantes da organização criminosa. Sem embargo, via de regra, a apuração deste delito permanente exige aprofundamento investigatório. É claro que no evento havia milicianos, mas a estrutura criminosa hospeda a necessidade da inicial penal descrever minimamente a conduta do integrante. Cobrador, gerente financeiro, chefe, de que área, qual a conduta imputada, afinal não se pode descartar que nem todos que estavam na festa não integre a organização criminosa. Quanto aos dois que ficaram preso justifica-se em razão dos indícios de que os réus integrem organização criminosa, eis que que foram apreendidos além de grande quantidade de armas de fogo, veículos que haviam sido roubados, devendo-se salientar que houve apreensão de papéis da contabilidade referentes à cobrança da conhecida “taxa de segurança. Os autos apontam que parte do grupo fazia parte da milícia de Queimados e foram apreendidos no local uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, (ii) uma arma de fogo Taurus, calibre 40.mm, um revólver calibre .38mm uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, número de série ADE291808 (fls. 201); (v) uma arma de fogo Taurus, calibre .32mm, número de série 666846, (vi) uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, ; (vii) uma arma de fogo Taurus, calibre .380mm, (viii) uma arma de fogo Taurus, calibre .40mm; (ix) uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, (x) uma arma de fogo Glock, calibre .40mm, número de série AAMV324 (fls. 212); (xi) uma arma de fogo Glock, calibre .9mm, número de série ACLN381 (fls. 213); (xii) uma arma de fogo calibre .9mm, fabricante Emtan, modelo Ramon), além de 20 (vinte) munições calibre .38mm, 38 (trinta e oito) munições calibre .38mm, 81 (oitenta e uma) munições calibre .9mm, 125 (cento e vinte e cinco) munições calibre .40mm, 3 (três) munições calibre .32mm. e 69 (sessenta e nove) munições calibre .9mm, 5 (cinco) carregadores calibre .380mm, 9 (nove) carregadores calibre .40mm, 3 (três) carregadores de calibre não identificado. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ações contra o CV na Gardênia e Muzema teve suspeitos feridos, armas e granadas apreendidas

Duas pistolas, cal. 9mm, carregadores, duas granadas, cinto tático e um celular foram apreendidos pelo BOPE, durante operação na Comunidade da Gardênia, neste domingo (13/04). Houve confronto, dois suspeitos ficaram feridos. Ação do BPChq, nesta madrugada, apreendeu carregador de fuzil, munições de fuzil cal. 7,62mm, artefato explosivo e farto material entorpecente, durante ocupação, na comunidade da Muzema, Itanhangá. FONTE: PMERJ

Polícia invadiu festa da milícia em Caxias e prendeu nove. Grupo tem aliança com o TCP e possui PM entre os líderes

A Polícia Civil prendeu hoje nove milicianos que atuam na comunidade do São Bento, em Duque de Caxias. Os agentes haviam recebido informações sobre a realização de uma festa de comemoração do aniversário de integrantes da milícia, que tem tem ligação com a facção criminosa Terceiro Comando Puro – TCP. Foi organizada uma operação direcionada a um estabelecimento comercial com piscina, churrasqueira, campo de futebol e bar, onde estaria sendo realizado o evento. Ao chegarem ao local, os policiais renderam alguns milicianos que estavam na porta do local, fazendo a segurança, e adentraram o recinto, onde foram identificados outros milicianos, todos armados.  Houve reação por parte de alguns deles, que tentaram fugir pulando o muro para uma área de mata. Após uma rápida troca de tiros, os criminosos em fuga foram alcançados e capturados. No local havia aparelhagem de som, churrasco e farta quantidade de bebidas. Foram apreendidos diversos armamentos, dentre eles 07 (sete) pistolas, 01 (uma) espingarda, além de um simulacro de arma de fogo, materiais bélicos como placas balísticas e equipamentos táticos. Dentre os presos identificados estavam o líder da milícia da localidade, Rogério Moura Ferreira, além de um homem vulgo PQD contra o qual constava um mandado de prisão por homicídio, o qual teve que ser hospitalizado por uma entorse em seu pé ocorrida durante a fuga dos policiais. Todos os envolvidos tinham diversas anotações criminais contra si.   Outra liderança da milícia local, de acordo com as investigações, é um policial militar que, juntamente com “Roger”, atua na extorsão dos moradores e comerciantes locais. Ele não foi localizado na ação. A DPJM foi acionada informando os dados de investigação obtidos em relação ao policial militar. Os presos foram encaminhados para o presídio de Benfica, onde ficarão à disposição da Justiça. FONTE: Polícia Civil do RJ

Mulher presa no velório do marido suspeita de transportar drogas entre o PCC e o CV já havia sido pega em SP após buscar cocaína no PR e levar para o RJ

A mulher que foi presa na última sexta-feira no velório do marido em Itaguaí suspeita de transportar drogas entre as facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho havia sido pega em 2022 na Marginal da Rodovia Presidente Dutra, 165, Parque Meia Lua, na Comarca de Jacareí (SP) junto de um homem transportavam drogas, entre estados da federação, com o fim de entregar a consumo de terceiros, consistentes em 8 (oito) barras de cocaína, pesando 8,855kg, Segundo foi apurado na época, quando dos fatos policiais rodoviários federais efetuavam bloqueio na Rodovia Presidente Dutra quando abordaram o veículo Ford KA SE, de cor preta e placas LSY 9H77, conduzido pelo homem tendo a moça como carona. Efetuada as revistas de praxe foram encontradas, no assoalho do veículo, aos pés da denunciada, um saco plástico contendo oito barras de cocaína, com peso de 8,855 kg. Em poder do denunciado ainda foram encontrados três aparelhos de telefonia celular, das marcas Samsung, Microsoft e Asus, bem como R$ 1600,00 reais em dinheiro. A bordo do automóvel ainda se encontrava a filha da mulher, que conta com um ano de idade. Ou seja, a prática envolveu criança que tinha suprimida a capacidade de entendimento e determinação, ante a tenra idade. Apurou-se na ocasiçao que os denunciados saíram do Estado do Rio de Janeiro e se dirigiram até o Estado do Paraná, onde pegaram a droga e a transportavam para o Rio de Janeiro. A mesma mulher também foi pega em 2023 quando transportava drogas do Complexo do Chapadão para a comunidade do Sem Terra, em Itaguaí, FONTE: Tribunal de Justiça de São Paulo e TJ-RJ

Largou as Forças Armadas para integrar o tráfico e acabou morto na Vila Kennedy (CV)

Um.ex-militar da Marinha que largou as Forças Armadas para ser gerente do tráfico na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio, foi morto em confronto com PMs na tarde de hoje. Segundo relatos, o suspeito que se chamava Kleber atacou os PMs durante uma ação para coibir o tráfico de drogas e acabou baleado. Não resistiu e morreu. Com ele, foi apreendida uma arma de fogo e drogas. FONTE,: Página Bangu ao vivo (Instagram)

PRF apreendeu três fuzis e dez pistolas na Via Dutra

Três fuzis e dez pistolas foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal nesta sexta-feira (11), na Via Dutra, na altura da Serra das Araras. As armas estavam escondidas dentro de um fundo falso em um carro. O condutor contou que vinha de Goiânia para o Rio de Janeiro. Ele afirmou que ia visitar amigos em Copacabana, onde pretendia passear, apesar de estar desempregado. Entretanto, as K9 Cacau e May, cães especialistas no faro de armas e drogas, indicaram a presença de material ilícito no interior do automóvel. Em uma revista mais detalhada, o armamento foi encontrado em um compartimento escondido no porta-malas. Havia dez pistolas, de marcas variadas, além de três fuzis – calibres 7,62mm e 5,56mm. FONTE: Polícia Rodoviária Federal

Chefe do tráfico e comparsa foram mortos em confronto com a PM em Niterói

O chefe do tráfico de drogas do Morro do Castro, localizado em Tenente Jardim, em Niterói, foi baleado durante um confronto com policiais militares do 12º BPM no interior da comunidade. Na mesma ação, outro criminoso também ficou ferido. Ambos morreram. Com eles, um fuzil foi apreendido. Bandidos fizeram barricadas com fogo para atrapalhar a ação policial. Em nota, a Assessoria de Imprensa da PMERJ informa que, de acordo com o comando do 12º BPM (Niterói), na manhã desta sexta-feira (11/04), durante operação no Morro do Castro, localizado no bairro Tenente Jardim, policiais da unidade apreenderam um fuzil, granadas e entorpecentes. Na ação, os agentes foram atacados por disparos de arma de fogo e reagiram. Um dos chefes do crime local, conhecido pelo vulgo de “Naíba”, e outro suspeito foram feridos e socorridos por militares do Corpo de Bombeiros mas não resistiram Em seguida, um grupo ateou fogo em objetos para interromper o trânsito na Rua Dr. March, mas foram contidos pelas equipes. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

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