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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Mulher que foi assassinada e esquartejada pelo ex-marido e teve corpo concretado em loja temia pela sua vida. Ela iria trocar a fechadura da porta da sua casa e chegou a ligar para o 190 com medo de violência

Antes de ser morta, esquartejada pelo ex-marido e ter o corpo concretado em uma loja na Zona Oeste do Rio, Karine Braz de Souza, de 30 anos, já temia pela própria vida. O suspeito do assassinato que ja´estava preso teve a prisão preventiva decretada essa semana. Segundo processo no Tribunal de Justiça, Karine verbaiuziou seu desejo de modificar a fechadura do imóvel para impedir o acesso de seu ex-companheiro. Corroborando tais relatos, foi constatada ligação realizada pela vítima para o número 190 nos dias que antecederam os fatos e logo após contato com o acusado revelando seu temor de episódios prévios de violência doméstica. O acusado Alberto Santa Eugênio, que está preso, afirmou inicalmente na delegacia que não via a vítima desde o dia 28 de agosto, o que demonstrou, assim, incompatibilidade com a informação fornecida à testemunha. Posteriormente, após realizadas diligências iniciais pela Delegacia de Polícia, tais como oitiva de demais testemunhas e perícia na residência da vítima (a qual constatou a presença de sangue humano em diversas áreas do imóvel foi requerida a prisão temporária do então investigado bem como a busca e apreensão de objetos relacionados aos fatos e, ainda, o afastamento do sigilo de dados armazenados em aparelhos eletrônicos que eventualmente fossem apreendidos, tudo a possibilitar o deslinde das investigações. Com o deferimento das medidas acima mencionadas, avançou-se na linha investigativa que colocava Alberto como principal suspeito da prática dos crimes de feminicídio de ocultação de cadáver, sendo constatado por meio da quebra de sigilo que ele se fez presente na área de abrangência da residência da vítima exatamente no dia apontado como de sua morte, tal como relatado pelas testemunhas. Tal situação foi confirmada pelo próprio acusado, que, após ter sido capturado em caráter de prisão temporária, narrou toda a dinâmica delitiva, não apenas se identificando como autor dos fatos como indicando de maneira pormenorizada seu modus operandi, inclusive apontando o local onde havia escondido o corpo da vítima local este apontado no relatório de quebra de sigilo de dados que indicou a presença do denunciado e, posteriormente, se confirmou como local da ocultação do cadáver, que veio a ver localizado já no curso das investigações Segundo a apuração, o crime teria sido praticadoa de forma premeditada e com emprego de extrema violência, em contexto de relação pessoal entre o acusado e a vítima, valendo-se, assim, da facilidade de acesso à vítima e do grau de confiança existente. Demais disso, necessário ressaltar que a ação foi levada a cabo na própria residência da vítima, tendo toda a movimentação sido percebida por vizinhos, o que demonstra o desprezo do acusado não apenas pela vida das vítimas como pela segurança daqueles que se encontravam no local. Mais além, cumpre mencionar o modus operandi do acusado que, de maneira fria e calculista, teria, após ceifar a vida de sua ex-companheira, cortado seu corpo em diversos pedaços demonstrando elevado grau de crueldade. Além disso, além do fato de que a perícia no local dos fatos apontou “provável tentativa de limpeza posterior” tudo a indicar seu intuito de destruir eventuais vestígios relacionados aos fatos.

Cachulé era figura de destaque no tráfico na Ilha desde os anos 2000

Morto pela polícia de hoje, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, era figura de destaque na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, desde os anos 2000, logo após a milícia ser expulsa do local. Ele era segurança na quadrilha em 2004/2005 e com a morte de Andre Negão, Cachule teria progredido na organização, que passou a ser comandada naquela época por uma mulher conhecida como Rose Peituda. No princípio, Cachulé chegou a ser itinerante na hierarquia, hora ocupando a função de gerente hora como soldado. Naquela época, Cachulé chegou a ficar um tempo afastado do tráfico devido a uma enfermidade mas logo retomou seu posto. Com a prisão de Peituda, o bandido passou a exercer o comando do Barbante junto do companheiro de Rose, vuilgo Vascaíno. Cachulé foi preso em 2009 e o comando da quadrilha passou a ser de Drácula. Em novembro de 2022, Cachulé determinou a invasão da comunidade do Dendê, também na Ilha. Na ocasião, ordenou que seus comparsas matassem moradores locais Na ocasião, um homem que transitava a pé pela comunidade foi executado com cinco tiros.

Cachulé chefão do CV na Ilha foi morto pela PM

Na tarde desta sexta-feira (16/1), a Secretaria de Estado de Polícia Militar neutralizou o criminoso Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como “Cachulé”, apontado como o chefe do crime organizado na Comunidade do Barbante, também conhecida como Vila Joaniza, localizada na Ilha do Governador, Zona Norte da Cidade do Rio. Em uma ação conduzida pelo 17º BPM (Ilha do Governador), em conjunto com o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Corporação, as equipes interceptaram o veículo onde estava o criminoso, no interior da Comunidade do Barbante.Houve resistência armada e confronto. Wagner Barreto foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, porém não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.“Cachulé” era responsável por realizar ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da Polícia Militar na região e era foragido do sistema penitenciário desde 2016. As equipes isolaram a área e a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foi acionada.

Vídeo mostra momento que miliciano foi executado em Nova Iguaçu

Video mostea momento em que o miliciano Cristano Lima Oliveira, o Jiraya é executado no bairro Alvorada (Varão), em Nova Iguaçu. Logo após Jiraya estacionar seu carro ao lado de um comércio, quatro carros chegam, dois deles chegam primeiro e cercam o veículo de Jiraya com 6 homens equipados com balaclava, fardamento noturno e armados com fuzis de grosso calibre e descem atirando em direção à Jiraya, enquanto outros dois fazem a contenção do grupo responsável por executar o miliciano.

Mais um trabalhador sumiu ao entrar em área de milícia em Santa Cruz

O jovem Deivison da Silva, morador do KM 34, em Nova Iguaçu, está desaparecido após sair para buscar uma encomenda na região da João XXIII, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, mensagens trocadas com um primo, por volta das 12h, Deivison afirmou estar com medo após ter sido abordado por indivíduos que o mandaram aguardar. Nas mensagens, ele relatou que as pessoas estavam alteradas e demonstravam muita raiva. Pouco tempo depois, a família perdeu totalmente o contato com o jovem. Familiares e amigos estão desesperados em busca de notícias. Deivison não é o primeiro motorista a desaparecer após ser sequestrado por milicianos em Santa Cruz, área marcada por sucessivos relatos desse tipo de crime. O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e encaminhado à Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Agentes realizam diligências para localizá-lo.

Perseguição termina com dois mortos e três feridos em Niterói

Uma perseguição policial em Niterói terminou com dois suspeitos mortos e três feridos na madrugadax de sexta-feira (16). O grupo estava em um carro interceptado por equipes do 12º BPM durante uma ação nas comunidades da Chácara e do Estado. Houve troca de tiros e fuga, e o veículo acabou batendo em um poste na Avenida Marquês de Paraná, no Centro. Dois suspeitos morreram no local; outros três foram levados ao Hospital Estadual Azevedo Lima. Após o confronto, a PM apreendeu quatro fuzis, oito carregadores, duas pistolas e drogas. O policiamento segue reforçado na região.

Homem que defendeu um gari de uma briga com traficantes em Arraial do Cabo e agrediu um deles foi morto a pauladas mas assassinos sumiram com o corpo

A família de Márcio Pita, conhecido como Cuíco, segue em busca de informações que levem ao paradeiro do corpo. Ele está desaparecido desde o dia 30 de dezembro de 2025, no distrito de Monte Alto, em Arraial do Cabo. Segundo relatos de familiares e vizinhos, Márcio se envolveu em um desentendimento ao defender um amigo gari, envolvendo pessoas ligadas ao tráfico. Durante esse primeiro confronto, ele teria desferido um soco, nocauteando um dos envolvidos, que fugiu do local. Ainda de acordo com os relatos, horas depois, o mesmo indivíduo retornou acompanhado de outros homens. Márcio foi rendido dentro de casa e, conforme as informações repassadas, morto a pauladas. Após o homicídio, o corpo teria sido retirado da residência e levado para a região das dunas. Desde então, o paradeiro é desconhecido. Buscas estão sendo realizadas, mas até o momento o corpo não foi localizado. A família faz um apelo comovente: qualquer informação será mantida em absoluto sigilo. O desejo é apenas localizar o corpo para um enterro digno.📞 Informações: 21 99642-7254

MARICÁ: Homem flagrado em situação suspeita fugiu, foi perseguido por PMs, entrou em luta corporal com um deles, tentou tomar arma do policial, levou dois tiros e acabou preso

Um homemflagrado em situação suspeita em Itaipuaçu, Maricá, foi perseguido por PMs, tentou tomar arma de um policial e acabou levando dois tiros, um.na perna e outro na nádega na última quarta-feira   Durante a abordagem, ao ser solicitado que desembarcasse do veículo,tentou evadir-se do local, empreendendo fuga a pé, sendo imediatamente perseguido pelos policiais militares. Após breve perseguição, iniciou-se luta corporal entre o autor e os policiais, ocasião em que o suspeito conseguiu, momentaneamente, se desvencilhar, tentando novamente evadir-se, sendo necessária a utilização de spray de pimenta para sua contenção. No decorrer da ação, quando um dos PMs se aproximou com a arma de fogo em punho, o autor agarrou firmemente o armamento do policial, tentando subtraí-lo de sua posse, passando a travar intensa luta corporal enquanto mantinha a arma segurada. O policial conseguiu direcionar o armamento para local seguro, evitando que fosse apontado contra si ou contra terceiros, apesar da persistente tentativa do autor de tomar-lhe a arma. Diante da iminente ameaça à vida do policial, o outro agente, ao se aproximar para cessar a agressão, efetuou três disparos de arma de fogo, dos quais dois atingiram o autor, sendo um na perna direita e outro na nádega esquerda.  Mesmo após ser alvejado, o autor continuou resistindo à prisão, tentando morder os policiais durante o procedimento de algemação. Em razão da intensa luta corporal, dois policiais militares restaram lesionados. O autor foi socorrido ep encaminhado ao Hospital Che Guevara. Durante a abordagem, o autor confessou estar em posse de entorpecentes e informou que, durante a fuga, dispensou um pino contendo pó branco, o qual foi arrecadado no local pela guarnição. Não foram apreendidos outros elementos indicativos de mercancia, fracionamento, valores em espécie ou instrumentos típicos do tráfico, circunstância que, no caso concreto, indica posse destinada ao consumo pessoal. Posteriormente, na unidade policial, foi constatado que havia em desfavor do autor mandado de prisão em aberto expedido pelo Estado do Espírito Santo, fato que, segundo o próprio conduzido, teria motivado a tentativa de fuga. Em razão desses fatos, o custodiado foi preso e levado à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. 

Esse é o traficante responsável pela guerra em Belford Roxo

O traficante Raphael Linhares Chagas, conhecido como “Esquilo”, de 30 anos, que era apontado como liderança no Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, e ligado ao TCP, teria dado um “golpe ” contra o traficante Wallace de Brito Trindade, o Lacosta da Serrinha, chefe do tráfico na região, e mudado de facção passando para o Comando Vermelho (CV) Há intensos confrontos armados no Gogó, e outros criminosos insatisfeitos com a liderança de Lacoste também teriam aderido à ruptura. O Terceiro Comando Puro (TCP), facção que domina partes de Belford Roxo, continua controlando o Gogo da Ema, mas o Comando Vermelho está constantemente, com a passagem do “Esquilo” para o CV, tentando dominar a localidade. Hoje a PM prendeu sete traficantes do Comando Vermelho que pretendiam invadir o Gogó. Os bandidos tinham até um drone. Contra “Esquilo”, consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções penais (VEP), Espécie de prisão: RecapturaTipo do Mandado Originário: Mandado de Prisão, Motivo: Fuga, onde cumpria pena pelo crime de Tráfico de Drogas.

Polícia encontrou corpos de trabalhadores mortos covardemente por milicianos

O corpo do motorista de aplicativo, Carlos Gilberto de 30 anos, que estava desaparecido em Santa Cruz foi encontrado na Baía de Sepetiba. ]Ele buscou um passageiro na Carobinha, em Campo Grande, foi até a reta da João XXIII e sumiu. O carro dele foi encontrado queimado. Milicianos o matarm. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, a cobrança por parte da mídia teria levado milicianos a desovarem o corpo da vítima na tentativa de impedir uma operação policial na região. A confirmação da morte causou profunda dor à família. Carlos deixa um irmão gêmeo e familiares devastados pela perda. Motoristas de aplicativos fizeram manifestação na Decaminada e na reta da João 23, pedindo mais segurança para os trabalhadores de aplicativo. A PM também encontrou hoje o corpo de Jonathan Batista, funcionário de uma ONG que presta serviços ao governo do RJ. Ele foi morto por paramiltiares de Rio das Pedras,, em Jacarepaguá, que desconfiaram que ele seria envovlido com o tráfico. Os assassinos ainda ficaram exibindo o corpo do rapaz pela favela.

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