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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Mais um PM foi morto no Rio

Um policial militar morreu na manhã desta quarta-feira (24) durante uma tentativa de assalto no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. Ele foi abordado por criminosos que tentaram roubar sua motocicleta e acabou sendo baleado. Este é o segundo policial morto em menos de 24 horas no estado. Na terça-feira (23), um PM reformado também foi morto a tiros em Padre Miguel, na Zona Oeste. Os casos estão sendo investigados pela Delegacia de Homicídios da Capital. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou a motivação dos crimes. Ó PM morto hoje foi identificado como o 3º sargento Belk Viana Thomaz, de 39 anos

Polícia impede que assassino de grávida na Rocinha fuja para Minas e o prende

Em uma rápida ação de inteligência, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) impediu que o criminoso responsável pela execução da companheira, grávida de cinco meses, fugisse do estado. O autor do feminicídio foi preso na noite desta terça-feira (23/12), na Rodoviária do Rio, na Zona Portuária do Rio, menos de 24 horas após cometer o crime. A prisão contou com o apoio operacional de policiais civis da 5ª DP (Mem de Sá). O crime ocorreu na manhã desta terça, na Comunidade da Rocinha, Zona Sul do Rio. A vítima chegou a ser socorrida por vizinhos e levada para uma unidade médica, mas não resistiu aos ferimentos. Logo após o ocorrido, agentes da DHC realizaram a perícia no local e iniciaram diligências para localizar o companheiro da mulher, apontado por testemunhas como autor do crime. Durante as investigações, os policiais identificaram que o criminoso tentava fugir do Rio de Janeiro para Minas Gerais. A 5ª DP (Mem de Sá) foi acionada para dar apoio à operação e conseguiu localizá-lo nas imediações da rodoviária, onde ele foi capturado e conduzido à delegacia.

Traficantes mataram PM reformado em Niterói porque ele teria supostamente feito atos libidinosos em via pública

Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.

Traficantes do CV em Meriti mataram usuário de drogas que furtava casas de moradores para sustentar seu vício e havia ido para o TCP

Os traficantes Suel e Novinho do Comando Vermelho.estso com as prisões preventivas decretadas desde o dia 19 pelo homicidio de um homem que furtava casas dos moradores para sustentar seu vicio em drogas e era ligado ao Terceiro Comando Puro. O crime ocorreu em fevereiro no Morro da Baiana, em São João de Meriti Um vizinho  da vítima Eduardo, disse, em sede policial  que na área onde mora sofre influência da facção Comando Vermelho, que Eduardo era usuário de drogas e furtava objetos da casa de moradores para sustentar seu vício e que, antes de ser morto, entrou para a facção Terceiro Comando Puro e era de conhecimento de todos da região, inclusive dos traficantes da “Baiana”,chegaram a ameaça-lo de morte. Disse, ainda, que no dia 18 de fevereiro de 2025, por volta de 14h30min, o declarante estava em casa, ao lado da casa de Eduardo, quando escutou diversos disparos de arma de fogo e, seguindo até o portão, avistou uma motocicleta com dois homens, e um deles com arma um punho, saindo da casa de Eduardo, sendo que o homem que pilotava a motocicleta era o nacional conhecido como “Suiel  traficante da facção Comando vermelho que aterrorizava a região e que o homem que estava com arma em punho é conhecido como “Novinho como sendo o homem que saiu da casa de Eduardo com uma arma em punho. 

Traficante do CV que saiu da cadeia em agosto é suspeito de ter dado ordem para matar PM em Rio Bonito. Conhecido por sua repressão ao crime, policial recebeu oferta de propina mas não aceitou e foi jurado de morte

Processo na Justiça revela trama para assassinar o PM Flávio dos Santos Duarte Teixeira, achado morto no Km 265 da Rodovia BR-101, em Rio Bonito. em 5 de novembro. O homicídio teria sido ordenado por traficantes locais, ocupantes de cargos elevados na hierarquia do Comando Vermelho, em represália à atuação da vítima como policial militar altamente combativo ao tráfico de drogas. A vítima estava sendo monitorada por ser alvo de insatisfação entre os traficantes por conta de sua atuação altamente dedicada na repressão ao tráfico de drogas nas cidades de Tanguá e Rio Bonito. Ambas as testemunhas pontuaram que teria havido proposta de suborno para reduzir sua atuação no combate ao tráfico de drogas na comunidade conhecida como Parque Andreia, em Rio Bonito, assim como “jurada de morte” por traficantes de Tanguá. Duas semanas antes do crime, os traficantes Negão e Jefferson fizeram chamado de video com Canela para buscarem informações sobre Teixeira, com o objetivo de matá-lo”. Um investigado que foi preso ao depredar a sede da 3ª CIA do 35º BPM (fls. 237), em suas declarações, verificou-se tom ameaçador empregado ao se referir a ordens emitidas pelo Canela que é apontado como liderança da facção criminosa supracitada na cidade de Tanguá, que se encontra evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano Imagens de câmeras de segurança dos estabelecimentos comerciais registraram o trajeto de uma motocicleta percorrendo inicialmente no sentido Rio Bonito e posteriormente na direção oposta, rumo a Tanguá ou Itaboraí em horários próximos ao crime Vale destacar informações sobre a investigação apontando que um criminoso teria sido visto festejado como executor do crime na comunidade conhecida como Reta Velha, em Itaboraí. ]O fato é que a vítima provocou insatisfação entre nos chefes do tráfico e drogas de Tanguá e das comunidades de Nova Cidade e Parque Andrea, em Rio Bonito, por conta de sua atuação combativa, havendo indicação de que teria havido proposta de pagamento de propina, prontamente negada, para alteração de sua conduta. Diante da negativa, a vítima teria sido “jurada de morte”. Tais versões são corroboradas pela gravação de um dos investigagdos em que este relata ordens emitidas por Canela, liderança da facção criminosa na cidade de Tanguá, que se encontraria evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano, para execução da vítima. Destaque-se, ainda, a informação de que teria havido uma chamada de vídeo entre os investigados para tratar da execução de policiais que com sua atuação prejudicavam a facção criminosa, ressaltando-se que o Policial assassinado residida em área controlada pela facção criminosa Comando Vermelho, onde também teria prejudicado o comércio de entorpecentes com sua conduta. Todos estes elementos conduzem à validade da linha investigativa, entendendo-se por demonstradas fundadas razões que levam à provável autoria ou participação dos “donos” do tráfico de drogas das localidades de Parque Andrea e Nova Cidade, em Rio Bonito, e da Cidade de Tanguá. Saliente-se que as células do Comando Vermelho em atuação nas Cidades de Tanguá e Rio Bonito notoriamente são vinculadas à comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, indicando dinâmica altamente complexa e bem executada que poderia ter envolvido as três sucursais. Foram decretadas as prisões preventivas de Canela, Rafael Negão e Jefinho pelo crime,

Grávida de cinco meses morta estrangulada na Rocinha. Companheiro é principal suspeito

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Géssica Oliveira de Souza. Grávida de cinco meses, ela foi estrangulada com um fio na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, Agentes realizam diligências para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (23/12), policiais militares da UPP Rocinha foram acionados após a entrada de uma vítima já em óbito no Hospital Estadual Miguel Couto. A ocorrência trata-se de um possível caso de feminicídio, tendo como principal suspeito o companheiro da vítima, que teria fugido do local. Os policiais estão realizando buscas pela região a fim de localizar o suspeito. O fato ocorreu na comunidade da Rocinha. A ocorrência foi encaminhada para a 11ª DP.

Os bastidores do assassinato de um casal muito jovem morto por traficantes da ADA em Macaé

Processo na Justiça revela a trama do assassinato de um casal em Macaé identificado como Tony Machado Macedo de Almeida, de 18 aos, e Maryana Anastácio Cabral Gomes, de 16 anos, ocorrido em 20 de novembro do ano passado. Tony era envolvido com o tráfico e chegou a vender uma motocicleta para comprar drogas na capital fluminense e posteriormente repassado para outros venderem. Esses intermediários, no entanto, teriam sido picotados pelos traficantes. O pai de Tony dissse que um traficante vulgo Semente queria matá-lo e por isso retirou seu filho da cidade tendo ele permanecido fora de Macaé durante 15 dias em São José do Ubá, De volta a Macaé, Tony apareceu com uma Tucson marrom e enviou mensagem para o pai. “Semente avisou que os meninos vão me cercar para me pegar” A mensagem foi enviada momentos antes de Tony ser assassinado Tony ainda falou para o pai. “Pai eu vou lá para o aeropor, o senhor me encontra lá para a gente para São José de Ubá porque eu estou correndo risco de vida, os garotos estão me cercando”. Em outra mensagem, Tony expressava o medo. ” “Mãe, manda meu pai indo lá pra reta da Dona Rute porque eu vou ter que ir embora de Macaé rápido. Os cara me viram no bairro aqui e explanou onde eu “to”. Eu tenho que ir embora”. Tony assim como Maryana teriam sido mortos por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).  Testemunhas disseram à polícia que um homem, pilotando uma motocicleta preta, se aproximou do casal e disparou contra eles antes de fugir. Maryana era namorada dae Tony. O policial Claudio Cordeiro disse que foram acionados para comparecerem no local, pois havia um duplo homicídio, na Rua Chico Mendes próximo ao Recanto da Lagoa, no Bairro São Marcos, que alguns populares estavam no local dizendo que ouviram disparos. Que um dos populares, de nome Vicente viu de sua janela que o autor estava pilotando uma moto. Ao chegtar ao local do crime, o pai de Tony informou que o filho era envolvido com tanto com o tráfico quanto com o roubo; que disse também que um homem de vulgo Semente seria o responsável por matar seu filho. No local foram apreendidos os telefones das vítimas. Dois envolvidos com o crime estão com as prisões decretadas. Um deles, inclusive, era amigo de Tony e esteve com ele antes do crime. Esse amigo fugiu assim que soube que homens em uma motocicleta foram até a sua casa procurá-lo. Posteriormente, a polícia apreendeu munições e caderno com possíveis anotações do tráfico

Após mandar soltar suspeito de atacar equipes do Barricada Zero e balear servidor de Caxias, Justiça determinou prender de novo

No final de novembro, agentes públicos e trabalhadores civis que participavam da Operação Barricada Zero do governo estadual foram atacados a tiros por traficantes do Comando Vermelho na comunidade do Corte Oito, em Duque de Caxias. Na ocasião, um servidor da Prefeitura de Caxias foi baleado. Na ocasião, um bandido vulgo Siri foi baleado e hospitalizado e foi reconhecido por fotografia por testemunhas. A Justiça, no entanto, não considerou o reconhecimento válido e informou que não se mostrava possível a conversão da prisão em flagrante do custodiado em prisão preventiva Além disso, argumentou que o preso era primário, não ostentando nenhuma anotação criminal e a suposta arma de fogo utilizada para a execução da conduta a ele imputada não foi apreendida. Justificou ainda que o custodiado foi apontado como suposto autor dos fatos ora em análise tão somente porque ingressou no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes para atendimento médico após ter sido atingido por disparo de arma de fogo. Assim, a Corte considerou a fragilidade dos elementos de convicção carreados aos autos, deixou de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva e determinou a sua soltura. A decisão que soltou Siri foi objeto de Recurso em Sentido Estrito interposto pelo Ministério Público, ao qual foi atribuído efeito suspensivo em sede de plantão judicial, reconhecendo a plausibilidade da tese acusatória e o risco concreto à ordem pública. Agora a Justiça diz que a liberdade dos acusados representa risco real à ordem pública, não apenas pela gravidade concreta do fato, mas pelo contexto de criminalidade organizada que subjuga a população local. “A manutenção da custódia é imprescindível para interromper a atuação da facção criminosa, que utiliza poder bélico para impor suas regras e desafiar o Estado, colocando em risco a vida de policiais e cidadãos. Medidas cautelares diversas da prisão não se mostram adequadas ou suficientes diante da periculosidade evidenciada”, dizem os autos. No dia dos fatos, policiais prenderam Siri e identificaram Capetinha como o outro autor. A identficação só fo possível porque ele apresentava o pé lesionado e enfaixado, mesma lesão que SIri apresentava no momento de sua captura, levando a conclusão que ambos foram atingidos no mesmo momento quando empreendiam fuga com uma motocicleta;Siri e Capetinha são parceiros na traficância da localidade. Uma testemunha que também pertence ao tráfico declarou que os dois montaram num motocicleta e viu Siri dando tiros na direção da viatura. A testemunh efetuou cerca de 3 (três) tiros para o alto. Siri e Capetinha seguiram na motocicleta e chamaram o declatante, mas ele negou e fugiu para a área de mata (…) enquanto estava tentando se esconder na região de mata, avisou no grupo de whatsapp dos integrantes do tráfico no Corte Oito que estava escondido e viu mensagens dizendo que os comparsas haviam baleado uma pessoa próxima a retroescavadeira que retirava barricadas em apoio a equipe da PMERJ

BARRA MANSA: Morador de área do TCP foi morto por frequentar comunidade dominada pelo CV

Kauã Fonseca Costa, de 20 anos, foi morto em agosto por traficantes do Comando Vermelho em Barra Mansa por morar em comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro e frequentar a área dominada por facção rival, o que levou os bandidos a acreditar que ele estaria passando informações para os inimigos. Kauã também foi executado porque estaria mantendo relacionamento amoroso com uma prima de uma pessoa próxima dos traficantes. Uma testemunha narrou que estava com Kauã em uma festa no bairro do Boa Vista III quando uma mulher avisou que um dos traficantes queria se encontrar com a vítima em uma boca de fumo. Temendo por suas vidas, a testemunha deixou a festa para buscar sua motocicleta, visando se retirar do local com seu amigo Kauã, mas que ao retornar, visualizou o momento em que um dos criminosos puxou a vítima, retirando-a do local do evento, sendo que a testemunha, ao tentar se aproximar do seu amigo e impedir a execução do crime, foi contido por um outro bandido que o segurou pelo braço, para impedi-lo de ir em auxílio, facilitando, assim, o atentado contra a vida de Kauã. Um dos traficantes teria desferido diversos disparos de arma de fogo em direção de Kauã, causando-lhe lesões corporais que foram a causa eficiente de sua morte. Era de conhecimento da testemunha que os criminosos queriam matar Kauã, o qual, por estar em um possível relacionamento amoroso com a prima de um terceiro próximo dos acusados, estaria frequentando o bairro Boa Vista III, e que por frequentar tal bairro, os acusados acreditavam que a vítima poderia estar passando informações para a facção rival. Também narra que quando soube que a vítima foi convidada a ir numa festa no bairro, disse-lhe para não ir, pois “…Os caras estão na maldade com ele”. Outros elementos informativos também, especialmente os prints de conversa de id. 171, apontam que o crime teria sido cometido em razão de a vítima residir em área controlada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, isto é, no bairro Nove de Abril, enquanto o local dos fatos, bairro Boa Vista III, seria região de atuação da malta criminosa rival “Comando Vermelho”, da qual os acusados seriam integrantes. De acordo com a Polícia Militar, Kauã foi baleado na coxa e no peito. Ele não tinha passagens criminais Apenas um traficante está com a prisão preventiva decretada acusado do crime.

MACAÉ: Mulher chamou traficantes para pegar homem que teria se masturbado em frente da sua janela. Criminosos sumiram com o rapaz

Uma mulher chamou integrantes do tráfico de drogas como vingança contra um homem que teria se masturbado na varanda em frente de sua casa, em Macaé. Os criminosos teriam ingressado na casa da vítima, no caso, um alojamento no qual o alvo residia com outros colegas de trabalho, e, após a mulher confirmar a identidade da vítima, levaram-na em direção à Comunidade da Linha. Cerca de uma hora depois, os bandidos deixaram a vítima na calçada em frente ao alojamento aparentemente com os braços e pernas quebrados e já com a pulsação fraca, como informado pelas testemunhas que o socorreram. Enquanto aguardavam a chegada da SAMU, as testemunhas presenciaram a mulher denunciante falar pelo telefone que a vítima havia morrido. Logo depois os acusados regressaram ao local e levaram o rapaz, que até o momento não teve seu corpo encontrado. Como restou esclarecido com as diligências policiais, o crime teria sido praticado como represália porque a mulher teria dito à indivíduos ligados ao tráfico de drogas que a vítima estava se masturbando na varanda em frente à sua casa. Dessa forma, pelos depoimentos colhidos, há indícios de que o crime foi instigado pela mulher e, seu companheiro, que estavam presentes e auxiliaram na condução da vítima . Por sua vez, dois traficantes foram identificados como executores do crime. Outros dois foram identificado como mandantes, tendo ingressado no quarto da vítima e a levado para reconhecimento pela mulher. Um deles teria permanecido do lado de fora da residência fazendo campana, e um outro teria conduzido o carro que fez o translado da vítima e dos demais acusados. Testemunhas disseram que um dos suspeitos e dois adolescentes . teriam regressado ao local do crime, informado que haviam pegado o corpo da vítima e alertado às testemunhas para que não comunicassem os fatos à Polícia. Seis suspeitos tiveram as prisões preventivas decretadas, entre elas a mulher e seu marido.

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