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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

TERESÓPOLIS: PMs adentraram clandestinamente na casa de suspeito de tráfico e ao encontrarem drogas, foram para a delegacia e atribuíram falsamente a ele a acusação de oferecer propina para não ir preso

Depois de dois anos, a Auditoria da Justiça Mlitar abriu processo contra quatro PMs suspeitos de invadirem a casa de um homem suspeito de tráfico de drogas em Teresópolis e depois te terem encontrado entorpecentes no local, atribuíram falsamente ao homem a acusação de ter oferecido propina para não ser preso. O fato ocorreu em 6 de março de 2023. Os PMs adentraram landestinamente, na casa da vítima B.M.S e lá permaneceram no local durante um tempo de acordo com imagems das câmeras corporais. Um outro policial ficou do lado de fora fazendo a segurança do perímetro. Os PMs foram até lá após receberem informações de que B.M.S estaria traficando no interior de sua casa,. Eles foram ao endereço sem realizar contato prévio com os moradores, Posteriormente, os PMs envolvidos mputaram a B.M.S -o crime de corrupção ativa, de que o sabiam inocente. Na ocasião, os agentes da lei após adentrarem o imóvel da vítima, realizaram revista domiciliar e localizaram diversas sacolas com drogas na laje da casa. Ato contínuo, os denunciados procederam à 110º DP para lavratura do auto de prisão em flagrante em razão da prática do crime de tráfico de drogas, mas declararam falsamente ter a vítima oferecido vantagem indevida para não ser conduzido à autoridade policial. Em razão das declarações prestadas pelos PMs, a autoridade policial instaurou o IP nº 110-01560/2023, que, posteriormente, originou a ação penal nº 0801935-48.2023.8.19.0001, tendo sido imputado a B.M.S, em ambos os feitos, o crime de corrupção ativa. Os PMs foram denunciados e respondem a processo por violação de domicílio e um outro processo por corrupção passiva. .

Processo judicial traz mais detalhes sobre como PMs furtaram fuzil abandonado por traficantes durante megaoperação na Penha e no Alemão (CV). Envolvidos queriam até posar para foto com a arma e a desmontaram para esconder em uma mochila

Processo na Justiça traz mais detalhes sobre como PMs envolvidos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 121 mortos furtaram um fuzil avaliado em cerca de R$ 30 mil deixado por traficantes durante um confronto. Na ocasião, os agentes de dentro do terreno da residência entraram em confronto armado com criminosos que ao se evadirem deixaram caído ao chão o fuzil citado. As imagens captadas por câmera corporal mostram que o PM Xaropinho denunciado S. arrecada o fuzil em questão, que se encontrava caído em plena via pública, sendo que, não é possível visualizar o que ocorre em seguida porque outro PM, Martins, obstrui sua câmera corporal visando garantir que a arrecadação do armamento não fosse devidamente registrada A câmera corporal portada pelo PM Coutinho, capta diálogo seu com o denunciado Marcelo em que aquele pergunta “eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?” Marcelo, então, questiona, “vou colocar lá atrás no banco, valeu? porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, tá separado”. Em seguida, Marcelo perguntou a Coutinho. “você colocou na sua mochila?”, ao que este responde: “está dividido, eu desmontei”. Depois, os PMs Marcelo e Renato determinam que Coutinho vá “tirar uma foto com ele lá” (se referindo ao fuzil e ao denunciado Xaropinho); ao que Coutinho responde que “tem muita gente aqui” e Xaropinho, então, afirma: “pô, tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba”, complementando ainda: “lá pra cima tem umas ruas desertas dessas aí”. Logo após, os PMs ingressam em viatura não identificada quando, “pode ser ouvido som semelhante com manuseio de armamento, manuseio de ferrolho, alavanca de manejo ou até mesmo montagem de algumas peças”, o que torna evidente que os PMs , assim como tinham plena ciência do fuzil arrecadado e atuou, como todos os demais, na consumação do delito, eis que, o referido armamento jamais foi apresentado em sede policial.

Novas mortes em Nova Iguaçu e Paciência põem em dúvida sobre a existência de suposto acordo de paz entre as maiores milícias do RJ. VIDEO

O suposto acordo de paz entre as duas maiores milícias do Rio de Janeiro pode não ter ido para a frente. Segundo informações divulgadas nas redes sociais, ontem houve um ataque na localidade de Manguariba, em Paciência, e um miliciano acabou morto .A informação que circula nas redes foi que a ação foi praticada pela quadrilha de Juninho Varão contra o grupo de PL, sucessor de Zinho. O bonde teria saído do Km 32, em Nova Iguaçu. O homem morto foi abordado por ocupantes de dois carros, de onde foram feitos os disparos. Mas não foi sõ não. De acordo com notícias nas redes, ontem, milicianos do PL foram até o Valverde, em Nova Iguaçu, reduto de Varão, e mataram um homem chamado André Monteiro. O suposto acordo de paz, segundo o que vem sendo noticiado, inclusive pela TV Globo, teria sido a causa da morte do miliciano Jiraya, assassinado no início da semana, em Nova Iguaçu A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 27º BPM (Santa Cruz), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de disparo de arma de fogo no bairro Manguariba, em Paciência, na madrugada deste sábado (17/01). No local foi verificado dois carros perfurados, mas sem vítimas. Horas depois deu entrada na UPA de Paciência um homem não identificado ferido por disparos de arma de fogo, que não resistiu aos ferimentos. Os agentes preservaram o local para a perícia que ficou a cargo da DH da Capital. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

PM foi morto ao reagir a assalto em Caxias

O 3º sargento PM Bruno Dantas de Sousa, lotado no programa Segurança Presente (SSGP), foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto na Parada Morabi, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O militar foi socorrido por populares e encaminhado ao Hospital Adão Pereira Nunes, mas, segundo as primeiras informações, não resistiu aos ferimentos. O caso ocorre em meio ao aumento da criminalidade no município. Desde os primeiros dias de 2026, Duque de Caxias registra uma escalada na onda de assaltos, com sucessivos arrastões e roubos que vêm deixando a população amedrontada e reforçando a sensação de insegurança na região.

Mulher que foi assassinada e esquartejada pelo ex-marido e teve corpo concretado em loja temia pela sua vida. Ela iria trocar a fechadura da porta da sua casa e chegou a ligar para o 190 com medo de violência

Antes de ser morta, esquartejada pelo ex-marido e ter o corpo concretado em uma loja na Zona Oeste do Rio, Karine Braz de Souza, de 30 anos, já temia pela própria vida. O suspeito do assassinato que ja´estava preso teve a prisão preventiva decretada essa semana. Segundo processo no Tribunal de Justiça, Karine verbaiuziou seu desejo de modificar a fechadura do imóvel para impedir o acesso de seu ex-companheiro. Corroborando tais relatos, foi constatada ligação realizada pela vítima para o número 190 nos dias que antecederam os fatos e logo após contato com o acusado revelando seu temor de episódios prévios de violência doméstica. O acusado Alberto Santa Eugênio, que está preso, afirmou inicalmente na delegacia que não via a vítima desde o dia 28 de agosto, o que demonstrou, assim, incompatibilidade com a informação fornecida à testemunha. Posteriormente, após realizadas diligências iniciais pela Delegacia de Polícia, tais como oitiva de demais testemunhas e perícia na residência da vítima (a qual constatou a presença de sangue humano em diversas áreas do imóvel foi requerida a prisão temporária do então investigado bem como a busca e apreensão de objetos relacionados aos fatos e, ainda, o afastamento do sigilo de dados armazenados em aparelhos eletrônicos que eventualmente fossem apreendidos, tudo a possibilitar o deslinde das investigações. Com o deferimento das medidas acima mencionadas, avançou-se na linha investigativa que colocava Alberto como principal suspeito da prática dos crimes de feminicídio de ocultação de cadáver, sendo constatado por meio da quebra de sigilo que ele se fez presente na área de abrangência da residência da vítima exatamente no dia apontado como de sua morte, tal como relatado pelas testemunhas. Tal situação foi confirmada pelo próprio acusado, que, após ter sido capturado em caráter de prisão temporária, narrou toda a dinâmica delitiva, não apenas se identificando como autor dos fatos como indicando de maneira pormenorizada seu modus operandi, inclusive apontando o local onde havia escondido o corpo da vítima local este apontado no relatório de quebra de sigilo de dados que indicou a presença do denunciado e, posteriormente, se confirmou como local da ocultação do cadáver, que veio a ver localizado já no curso das investigações Segundo a apuração, o crime teria sido praticadoa de forma premeditada e com emprego de extrema violência, em contexto de relação pessoal entre o acusado e a vítima, valendo-se, assim, da facilidade de acesso à vítima e do grau de confiança existente. Demais disso, necessário ressaltar que a ação foi levada a cabo na própria residência da vítima, tendo toda a movimentação sido percebida por vizinhos, o que demonstra o desprezo do acusado não apenas pela vida das vítimas como pela segurança daqueles que se encontravam no local. Mais além, cumpre mencionar o modus operandi do acusado que, de maneira fria e calculista, teria, após ceifar a vida de sua ex-companheira, cortado seu corpo em diversos pedaços demonstrando elevado grau de crueldade. Além disso, além do fato de que a perícia no local dos fatos apontou “provável tentativa de limpeza posterior” tudo a indicar seu intuito de destruir eventuais vestígios relacionados aos fatos.

Cachulé era figura de destaque no tráfico na Ilha desde os anos 2000

Morto pela polícia de hoje, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, era figura de destaque na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, desde os anos 2000, logo após a milícia ser expulsa do local. Ele era segurança na quadrilha em 2004/2005 e com a morte de Andre Negão, Cachule teria progredido na organização, que passou a ser comandada naquela época por uma mulher conhecida como Rose Peituda. No princípio, Cachulé chegou a ser itinerante na hierarquia, hora ocupando a função de gerente hora como soldado. Naquela época, Cachulé chegou a ficar um tempo afastado do tráfico devido a uma enfermidade mas logo retomou seu posto. Com a prisão de Peituda, o bandido passou a exercer o comando do Barbante junto do companheiro de Rose, vuilgo Vascaíno. Cachulé foi preso em 2009 e o comando da quadrilha passou a ser de Drácula. Em novembro de 2022, Cachulé determinou a invasão da comunidade do Dendê, também na Ilha. Na ocasião, ordenou que seus comparsas matassem moradores locais Na ocasião, um homem que transitava a pé pela comunidade foi executado com cinco tiros.

Cachulé chefão do CV na Ilha foi morto pela PM

Na tarde desta sexta-feira (16/1), a Secretaria de Estado de Polícia Militar neutralizou o criminoso Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como “Cachulé”, apontado como o chefe do crime organizado na Comunidade do Barbante, também conhecida como Vila Joaniza, localizada na Ilha do Governador, Zona Norte da Cidade do Rio. Em uma ação conduzida pelo 17º BPM (Ilha do Governador), em conjunto com o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Corporação, as equipes interceptaram o veículo onde estava o criminoso, no interior da Comunidade do Barbante.Houve resistência armada e confronto. Wagner Barreto foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, porém não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.“Cachulé” era responsável por realizar ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da Polícia Militar na região e era foragido do sistema penitenciário desde 2016. As equipes isolaram a área e a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foi acionada.

Vídeo mostra momento que miliciano foi executado em Nova Iguaçu

Video mostea momento em que o miliciano Cristano Lima Oliveira, o Jiraya é executado no bairro Alvorada (Varão), em Nova Iguaçu. Logo após Jiraya estacionar seu carro ao lado de um comércio, quatro carros chegam, dois deles chegam primeiro e cercam o veículo de Jiraya com 6 homens equipados com balaclava, fardamento noturno e armados com fuzis de grosso calibre e descem atirando em direção à Jiraya, enquanto outros dois fazem a contenção do grupo responsável por executar o miliciano.

Mais um trabalhador sumiu ao entrar em área de milícia em Santa Cruz

O jovem Deivison da Silva, morador do KM 34, em Nova Iguaçu, está desaparecido após sair para buscar uma encomenda na região da João XXIII, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, mensagens trocadas com um primo, por volta das 12h, Deivison afirmou estar com medo após ter sido abordado por indivíduos que o mandaram aguardar. Nas mensagens, ele relatou que as pessoas estavam alteradas e demonstravam muita raiva. Pouco tempo depois, a família perdeu totalmente o contato com o jovem. Familiares e amigos estão desesperados em busca de notícias. Deivison não é o primeiro motorista a desaparecer após ser sequestrado por milicianos em Santa Cruz, área marcada por sucessivos relatos desse tipo de crime. O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e encaminhado à Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Agentes realizam diligências para localizá-lo.

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