Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Investigação revela hierarquia e funcionamento do tráfico no Parque União (CV), na Maré, que é chamado de ‘gestão inteligente’ pelo fato de o chefão nunca ter sido preso

Investigação revela a hierarquia e como funciona o tráfico na Favela Parque União, no Complexo da Maré, dominada pelo Comando Vermelho. O chefão, como todo mundo sabe, é Alvarenga, denominou sua gestão a frente da favela como ‘Gestão Inteligente’, em razão de nunca ter sido capturado pelas forças do Estado durante toda sua jornada criminosa que já perdura por mais de uma década. Seus principais homens de confiança são os vulgos Naldo, Zé Louco e Carlão dedicados integralmente à manutenção e o bom andamento do tráfico de entorpecentes no Parque União. Ele contava também com Ninho para atuar no roubo de cargas. O roubo de cargas é uma atividade que é explorada pelos traficantes do Parque União uma vez que a posição geográfica da comunidade favorece esse tipo de crime por ser localizada às margens da Avenida Brasil e Próximo à Av. Washington Luís e da Via Dutra, sendo um local que pode ser considerado de fácil acesso para quem vem dessas famosas vias pelas quais circulam diariamente milhões de reais em mercadorias em veículos de carga. Ninho é um dos maiores ladões de carga da atualidade e encontrava-se homiziado no Parque União, uma vez que sabe estar cercado de homens fortemente armados e que nessa comunidade pode circular livremente pois destina parte do que subtrai para que “Alvarenga” dê o aval de sua permanência na comunidade,. GB e Tubinha, que foram presos, atuavam como seguranças armados das bocas de fumo e como uma contenção armada para deter o acesso das forças do Estado bem como o acesso de facções rivais na comunidade. Tubinha disse quea ordem dada pelo” chefe do tráfico “é para evitar atirar na polícia, mas caso seja preciso defender as cargas da boca de fumo ou alguém que tenha status de chefe, os atividades devem ser o primeiro contato e possuem liberdade para atirar o quanto for necessário para conter a entrada das forças policiais e dos inimigos. Tubinha disse que exercia a atividade em regime de plantão sendo 12h de trabalho e 12h de descanso, recebendo por isso a quantia de R$ 400,00 (quatrocentos reais) por semana. A arma normalmente deve ser usada para revidar ataques de facções rivais. Disse que o gerente da comunidade era Mário Bigode, que foi morto e após seu falecimentonão foi colocado outro” frente. Falou que não presta contas por não trabalhar com dinheiro, mas o fuzil que estava no dia da prisão é da atividade, ou seja, quando a pessoa assume o plantão, deixa o fuzil para o próximo que vai assumir o plantão. Contou ainda que no Parque União só há três bocas de fumo, sendo na Rua Ary Leão, Darcy Vargas e Roberto Silveira mas não soube dizer quanto cada uma fatura. Falou ainda que sempre sai da favela em operações. Alvarenga lucra demasiadamente com a venda de entorpecentes além de outras práticas criminosas que são viabilizadas por exercer o comando e domínio territorial naquela parte do conjunto de favelas da Maré. Para a manutenção do seu domínio, Alvarenga conta com um arsenal de armas de grosso calibre a fim de impedir o ingresso de forças do Estado e eventuais ataques de outras facções, frisando a iminência de conflito em razão de outra parte do conjunto de favelas da maré ser dominado pela facção TCP. Entre as atividades que geram receita para Alvarenga e mantém seu domínio está o depósito de drogas que chegam através da Av. Brasil e depois são distribuídas a outras comunidades da mesma facção, a receptação de cargas roubadas, o abrigo de outros traficantes foragidos de outros Estados e até do próprio Rio de Janeiro. Alvarenga necessita de homens de confiança que são escalonados de maneira hierárquica a fim de que possam gerir cada um o seu campo de atuação determinado pelo líder O tráfico local obstrui vias públicas com barricadas e impõe resistência fortemente armada com trincheiras e seteiras distribuídas em pontos estratégicos da comunidade para impedir o acesso às forças policiais do Estado e em razão disso, há a imperiosa necessidade de atuação especializada em progressão e confronto armado FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Povo de Israel passou a distribuir drogas em grande escala nos presídios e pode ter contato com grandes fornecedores. Vejas as unidades que essa facção se encontra no RJ e assassinatos cometidos pelo grupo e as lideranças do bando. Como funcionava o esquema de extorsão

MARIO HUGO MONKEN Até o ano de 2022, a Subsecretaria de Inteligência vinha acompanhando ocorrências indicando que a facção criminosa Povo de Israel praticava o tráfico de drogas intramuros em pequenas quantidades. Porém, as recentes apreensões demonstraram que a cúpula do grupo estaria se dedicando ao tráfico em grandes proporções, tendo por finalidade adistribuição e venda de entorpecentes para consumo no cárcere entre os próprios internos. O quantitativo de drogas apreendidas poderia demonstrar que eles podem estar estreitando relacionamento com grandes fornecedores dedrogas, assim se relacionando com o tráfico de drogas. Em 16 de setembro de 2023, no Presídio Nelson Hungria foram apreendidos por policias penais, dentro de um caminhão que iria entregarrefeições para os internos, os seguintes ilícitos: Em 20 de setembro de 2023, no Presídio Romeiro Neto (SEAPRN), em uma operação conjunta entre policias penais e a polícia civil, prenderam em flagrante, dois Inspetores de Polícia Penal que estariam em posse de aproximadamente posse de 200 (duzentos) tabletes de maconha escondidos no teto de um banheiro, pesando aproximadamente 3,5 (três quilos e meio) de erva seca O Povo de Israel vem conseguindo cada vez mais se estruturar, aumentando o quantitativo de integrantes e oprimindo outros internos que se oponham a seus mandos e com grande poder aquisitivo. Verifica-se um expressivo efetivo de internos que a cúpula desse grupo criminoso teria arregimentado durante os últimos anos, mantendo um controle das práticas de crimes e lucros obtidos intramuros por seus membros, motivo pelo qual outras Organizações Criminosas(Orcrim) teriam tentado se aliar ao PVI. Com base no efetivo carcerário de 19 de agosto de 2023, o soma do efetivo das unidades prisionais (UP) citadas, 18.030 (dezoito mil e trinta),corresponde a 42,09% do efetivo total, que era 42.828 (quarenta e dois mil oitocentos e vinte e oito). O efetivo de internos com perfil neutro, que estaria sob influência desse grupo criminoso, teria ultrapassado o percentual de presos faccionados, da orcrim apontada como a maior na capital fluminense. O grupo criminoso denominado “PVI” teria surgido através de um efetivo carcerário de presos sem facção (neutros) que almejavam um isolamento de seus integrantes em uma unidade prisional de alocação exclusiva, tal como ocorre com as organizações criminosas (Orcrim) Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), e sua primeira tentativa nesse sentido teria se dado com o pleito de transferência detodos os presos denominados neutros para o Presídio Hélio Gomes (SEAPHG), em 2004. À época dos fatos, o pleito não foi atendido pela Seap e o PVI deflagrou uma rebelião no Presídio Ary Franco (SEAPAF), que resultou na morte de 08 (oito) presos. Com o passar dos anos foram implementadas novas logísticas operacionais no Sistema Prisional Fluminense que consideraram o ingressosignificativo de presos denominados sem facção (neutros), o que resultou na atual realocação de 13 (treze) unidades prisionais (UP) para esteefetivo carcerário (neutros). Assim sendo, passaram a custodiar presos neutros as seguintes unidades prisionais: Presídio Diomedes Vinhosa Muniz (SEAPVM). Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (SEAPPO); Presídio Nelson Hungria (SEAPNH); Cadeia Pública Inspetor José Antônio da Costa Barros (SEAPJB); Cadeia Pública Joaquim Ferreira (SEAPJFS); Instituto Penal Plácido Sá Carvalho (SEAPPC); Instituto Penal Benjamin de Morais Filho (SEAPBM); Presídio Evaristo de Morais (SEAPEM); Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM); Cadeia Pública Cotrin Neto (SEAPCN); Cadeia Pública Inspetor Luis Fernandes Bandeira Duarte(SEAPBD); Presídio Tiago Teles de Castro Domingues (SEAPTD); Cadeia Pública Juíza de Direito Patrícia Lourival Acioli (SEAPJP); Instituto Penal Edgard Costa (SEAPEC); Presídio Hélio Gomes (SEAPHG); Presídio Romeiro Neto (SEAPRN) O grupo criminoso PVI teria encontrado a oportunidade de arregimentar para o seu grupo, além dos presos sem facção, outrospresos expulsos de facções (principalmente do CV), valendo-se daquelas unidades prisionais designadas para a custódia de presos sem facção,denominados neutros. A estrutura hierárquica no âmbito do PVI, tem a presença de presos apontados como lideranças do grupo criminoso, que no PVI são identificados como “primeira voz”, suposto detentor de poder de mando, e demais presos identificados como “comissões”, porta-vozes das lideranças nos desígnios do grupo criminoso no âmbito de cada unidade prisional Alvinho é um dos chefões do grupo. Ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 19 JUL 1999, e em 05 DEZ 2007 obteve decisão favorável ao gozo de benefício de Visita Periódica Familiar (VPF), ocasião em que não regressou ao estabelecimento penitenciário que estaria recolhido, passando a ser considerado evadido. Foi recapturado, em 13 de novembro de 2009, e permanece preso até a presente data. . Enquanto custodiado no Sistema Prisional Fluminense apresentou comportamento indisciplinar, tendo em seu desfavor 13 (treze) partes disciplinares. Possui 09 (nove) anotações criminais pela suposta prática dos crimes de homicídio, roubo simples e majorado e estupro Alvinho teria amplo prestígio junto aos asseclas faccionados deste grupo criminoso e poder de mando junto a todo efetivo carcerário dasunidades prisionais destinadas ao PVI, deliberando sobre o ingresso ou expulsão de membros, rebeliões, tentativas de fugas, interrupções dodenominado “disque extorsão” e aplicação de punições a integrantes, que teria resultado em lesões corporais, morte, resistência ou uso da força contra policiais penais. Sobre a expulsão do grupo do criminoso conhecido como Chadeia pontado como segundo na hierarquia do PVI em 2021. Na oportunidade, Alvinho teria tomado conhecimento de suposta tentativa de sequestro de sua família por “Chadeia”, em 2020, e teria identificadovínculos deste com a facção milícia de Macaquinho, Em relação ao ingresso de novos membros, tanto os presos sem facção criminosa como também presos ex-integrantes de facções criminosasexpulsos de suas facções, tal como identificou-se com o apenado Lorde, outrora integrante do Comando Vermelho (CV), atuante no Morro da Fé. Lord teria sido apontado como mandante do ataque ao ônibus linha 350 em novembro de 2005, que lhe teria resultado em supostas ameaças pelo CV, fazendo com que este migrasse para o PVI. Supostamente Alvinho teria autorizado que presos do PVI alocados no Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM) empreendessem em fuga em 2018. O fato envolveu a utilização de armas de fogo por presos daquela UP, que embora frustrada, resultou que policiais penais permanecessem reféns de presos. À época foi deflagrada uma operação que

Como agia uma das maiores quadrilhas de receptadores de veículos no Rio que ganhou novo chefe nos últimos anos mas que foi para a cadeia em maio

Investigações revelam que as comunidades da Paula Ramos e Morro dos Prazeres, no Rio Comprido, são tidas como bases para a atuação de um dos maiores receptadores de veículo em atuação na cidade, criminoso vulgo Cocão” , preso em maio, A atuação da organização criminosa baseada nos Prazeres e Paula Ramos, afeta diretamente 07 (sete) circunscrições, das seguintes distritais, segundo dados cruzados de inteligência: UNIDADES AFETADAS 018a DP (Praça da Bandeira) 019a DP (Tijuca) 010a DP (Botafogo) 009a DP (Catete) 007a DP (Santa Teresa) 015a DP (Gávea) Segundo a polícia, Cocão seria o grande destinatário dos veículos subtraídos e para tanto ofertaria valores entre um mil a cinco mil reais por veículo aos responsáveis pelos roubos realizados , valores estes fixados pelo modelo e marca dos automóveis encaminhados. Estando na posse dos carros roubados, “Cocão” teria condições de optar entre duas modalidades criminosas: a primeira seria uma espécie de negociação com as vítimas, estipulando valores para “resgate” do bem, modalidade esta amplamente difundida no ambiente criminoso – que seriam valores pagos pelas vítimas para obtenção da entrega do veículo (extorsão); já a segunda seria a realização da “clonagem” dos veículos, com adulteração de chassis, placas e documentos, passando o veículo produto de roubo a ostentar identificação de outro idêntico. Em ambas as hipóteses, há grande movimentação de quantias para a quadrilha capitaneada pelo criminoso, não sendo excessivo afirmar que a atividade de “Cocão” , com o pagamento de quantias a autores dos roubos, vem afetando consideravelmente as estatísticas relacionada a esta modalidade de delito. Por ser o destinatário dos veículos roubados, Cocão seria o grande responsável e arquiteto dos crimes, estipulando metas e modelos a serem visados pelos criminosos, oferecendo quantias em espécie quando da entrega dos veículos. Não é por outro motivo que “roubadores”, estimulados pela obtenção rápida de quantias em dinheiro, atuariam de forma reiterada em vias públicas, endereçadas nas circunscrições das Unidades Policiais que atendem a grande Tijuca e adjacências. Cocão foi indiciado junto com Comel , que foi antes dele o grande receptador primário de veículos, isto é, exercia a mesma função atual de “Cocão”, Cocão assumiu a função de Comel,, preso em janeiro de 2022, também em uma operação realizada pela polícia civil na comunidade do Turano, como a seguir demonstrado. Com a captura de “Comel”, o investigado “Cocão” teria assumido a gestão dos veículos clonados em comunidades estratégicas do complexo do Rio Comprido, dentre elas a atuação criminosa realizada nos Prazeres e Paula Ramos, figurando como destinatário de todos os veículos roubados encaminhados a estas comunidades. Gize-se, que em inúmeros casos, veículos recém roubados em vias públicas, endereçadas no bairro da Tijuca e adjacências, são rastreados 3 , logo após a prática do crime, em vias localizadas no interior da comunidade dos Prazeres e Paula Ramos, evidenciando ser esta região o destino dos veículos objeto da ação criminosa, como é o caso da presente investigação. Cumpre, desde logo, ressaltar que o investigado de vulgo “Cocão” foi capturado, na manhã do dia 21/05/2024 4 , no deflagrar da operação “Rota do Rio no interior da comunidade dos Prazeres, por policiais civis. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Relatório da Polícia Civil aponta como era formada a quadrilha do traficante Corolla de Manguinhos (CV), preso recentemente

  Investigação revela como era formada a quadrilha do traficante Corolla ou Chacota, que chegou a comandar o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Corolla foi preso recentemente.  Ele é um dos suspeitos de envolvimento na morte do Soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, em janeiro de 2019.  Em desfavor de dele haviam  40 anotações criminais, dentre elas os delitos de roubo majorado, homicídio e associação para o tráfico de drogas.  Ainda contra o bandido foram encontrados 48 registros de ocorrência, dos quais versam como autor.  Constam ainda 09 mandados de prisão pendentes em desfavor do criminoso. Abaixo dele estava Big Big ou Magrinho. Ele tornou-se o “frente” do tráfico de drogas na Comunidade do Mandela, Complexo de Manguinhos, após a morte do irmão, o traficante Diogo de Souza Feitoza, o DG, ocorrida em 2013.  Possui 15 anotações criminais pelos delitos de tráfico de drogas, quadrilha ou bando. Foram encontrados 22 registros de ocorrência contra ele.  Não possui mandado de prisão pendente, ingressou no sistema penitenciário em 2012, posto em liberdade em 2016.  Desde então, atua diretamente no tráfico de drogas na comunidade de Manguinhos, sendo braço direito de Corolla. C Big Big não costuma ficar no Mandela. Ele dá as ordens e receber o dinheiro da venda das drogas de dentro da Comunidade Nova Holanda”… A investigação citou também o traficante Fabinho São João que, segundo relatos, teria deixado o crime. Ele possui 51 anotações criminais por homicídio, homicídio qualificado, organização criminosa e tráfico de drogas.  Foi preso em 2019, mas está em liberdade condicional desde 19/11/2021. Segundo relatório, ele era um dos braços de Corolla. Tem ainda o bandido vulgo Quinze, apontado como gerente do tráfico na CCPL.  Possui seis anotações criminais por tráfico, roubo qualificado e associação; consta como autor em 14 registros de ocorrência. Possui dois Mandados de Prisão pendentes.  Segundo o relatório, todos os indivíduos elencados acima são criminosos contumazes, com área de atuação e poder de mando no Complexo de Manguinhos. Os investigados eram integrantes do tráfico ilícito de drogas da Comunidade de Manguinhos, sendo certo que tal prática típica contra o patrimônio, neste caso, roubo de carga, são perpetrados a fim de financiar a atividade criminosa.  Com esse propósito os membros da organização criminosa roubam os produtos para fins de subsequente comercialização ilícita, realizada pelos próprios ou para abastecimento de receptadores de cargas roubadas. Impende frisar, ainda, que o transbordo de cargas roubadas na localidade em questão, não ocorre sem a anuência dos traficantes locais, sendo certo que as mercadorias subtraídas servem como custeio, ainda que parcial, das despesas necessárias ao incremento das atividades de mercancia ilícita de drogas, praticadas pelos integrantes da facção criminosa que atuam nessa localidade.  FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Justiça aponta envolvidos em guerra constante entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP)

Investigações apontam os envolvidos na sangrenta guerra entre os complexos da Pedreira (TCP) e do Chapadão (CV), em Costa Barros. Segundo a polícia, o traficante Carlos José da Silva Fernandes, o Arafat, apesar de preso desde 2016, continua como chefe de várias comunidades de Costa Barros como B13, Chaves e Terra Nostra, pertencente a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Anderson Hilário Vicente, o Dinho, é seu braço direito e responsável por executar as suas ordens.” Os frentes no vizinho Complexo do Chapadão (CV) são Pará da Xica, 2D e Feijão, todos vinculados ao Comando Vermelho. Feijão é apadrinhado de Nando Bacalhau e seu o homem de confiança deste, responsável pelo Chapadão; Além destes, tem ainda o gerente do Gogó da Ema, vulgo HG. Nando Bacalhau, atualmente preso, continua sendo o dono das bocas de fumo do Chapadão Segundo uma testemunha, os ataques entre as facções rivais ocorrem constantemente Tais invasões ao Chapadão contam com a participação de diversos traficantes provenientes do Complexo da Pedreira; Por conta da proximidade a maioria deles vêm da Comunidade Terra Nostra e B13; O bandido vulgo Sego, que é gerente e frente do B13 e quem possui o maior controle das invasões; O frente das comunidades da Pedreira e da Quitanda é o traficante Raro, também preso. . A testemunha revelou que os “frentes” das comunidades não permitem que crimes patrimoniais aconteçam no seu interior, bem como no entorno, acrescenta que os crimes de homicídios nas comunidades do Chapadão e demais só acontece por ordem dos “frentes”, ressaltando inclusive que por chamada de vídeo o vulgo “Nando Bacalhau” já determinou a sentença de morte de vários indivíduos; fONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Bar, sorveteria, farmácia, padaria, barbearia, loja de ração: nada escapava da cobrança de milicianos no bairro do Prata, em Belford Roxo. Taxas variavam de R$ 50 a R$ 70

No último dia 30 de agosto, a PM prendeu um miliciano que fazia cobranças a comerciantes no bairro do Prata, em Belford Roxo. Segundo investigações, o suspeito age a mando de Soneca e Gabriel da Madeira. Ele adentrava nos comércios, recolhia os valores e saía guardando ou contando dinheiro; O criminoso esteve em um bar, loja de ração, padaria, sorveteria, barbearia e drogaria. Com o bandido, foram encontrados R$521 em espécie, tudo fracionado em notas de R$50, R$20, R$10, R$5 e R$2. A cobrança é realizada sem a utilização de arma de fogo, mas que a grave ameaça consiste em saber que se caso não houvesse o pagamento por conta dos comerciantes, retornaria posteriormente e provocaria um mal maior. Os comerciantes  confirmaram que houvera a   cobrança e que em geral pagava o valor de R$50 a R$70 mas não quiserem compareceram na delegacia por medo da milicia local. O bandido preso afirmou espontaneamente que trabalha para narcomilicia local, ganhando o valor de R$500 semanal. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação sobre assassinato de advogado no Centro do Rio revela existência de grupo de extermínio formado por PMs responsável por vários homicídios com mesmo modus operandi

A investigação sobre o assassinato do advogado Rodrigo Crespo no Centro do Rio, em fevereiro deste ano, aponta para a participação de vários policiais militares da ativa em um grupo de execução/extermínio, que se aproveita do poder estatal para criar um poder paralelo e ainda se infiltrar no Poder Estatal, indo dos mais baixos aos mais altos postos de poder. Um PM está diretamente envolvido neste assassinato e está preso. Este grupo não apenas executa pessoas, mas também obstrui investigações e destrói evidências, comprometendo também a reputação da instituição da Polícia Militar, a qual é repleta, na sua grande maioria, de bons e honestos policiais. Esta situação revela uma tragédia dentro das polícias do Estado do Rio de Janeiro, onde alguns poucos maus policiais se unem a outros criminosos para executar pessoas a mando de várias pessoas e de organizações criminosas, criando assim sua própria estrutura criminosa responsável por uma série de homicídios encomendados, sem o menor receio de que as forças estatais elucidem o caso. Esta aliança entre membros da polícia e criminosos é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e uma grave ameaça à segurança pública. O assassinato de Crespo, por sua função profissional e por seu interesse de empreender na exploração legal de jogos online (como destacado pelo MPRJ e pela autoridade policial), estabelece um precedente alarmante que evidencia a infinita audácia da organização criminosa, que mescla atividades aparentemente legais com ilegais (como jogos de azar e comércio de cigarros), com a intenção de eliminar, de maneira direta ou indireta, seus concorrentes.  Essa quadrilha, baseada em Duque de Caxias, estaria envolvida em diversos homicídios com modus operandi extremamente similar em diversos crimes: “o modo como se deu a execução, com o intenso monitoramento da vítima antes do crime; a utilização de veículo “clonado” para a empreitada; o uso de luvas e balaclava pelo executor direto; a crueldade e a precisão com que se deu a morte, sendo todos os disparos (ao que consta) certeiros e em regiões vitais de Crespo, e, não menos importante, a fuga posterior para esta cidade da baixada fluminense, conforme destacado pela autoridade policial representante”.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do.Rio de Janeiro

Leia com detalhes como age a quadrilha de ladrões de veículos e cargas baseada nas favelas Nova Holanda e Parque União, na Maré, todas do CV

Investigações comprovam que o Parque União e Nova Holanda, no interior do Complexo da Maré, dominadas pela facção “CV – Comando Vermelho”, funcionam como um grande centro de recebimento de veículos roubados/furtados.  O Complexo da Maré é o local de onde os bandidos saem para cometer os crimes, bem como o local para onde os veículos subtraídos são levados e, eventualmente, recuperados.  As lideranças destas comunidades, além de exercer as atividades tipicamente ligadas ao tráfico de drogas, também passaram a explorar outras formas de lucro, mormente o roubo de veículos e cargas, como forma de seu financiamento e sustento.  Os chefões que atuam na região determinam aos sujeitos que se encontram em posições mais baixas da hierarquia que estes vão para a rua e roubem determinado número de veículos ou cargas.  Após os roubos, os indivíduos retornam para a comunidade, local onde, com calma, podem usufruir dos bens roubados, seja lucrando diretamente com a venda da carga ou o desmanche de veículos, seja com a cobrança de “resgate” das seguradoras, etc. Os anos de 2022 e 2023 apresentaram números exorbitantes de roubos de cargas, roubos de veículos e roubos a transeuntes relacionados com a facção criminosa que exerce o comando territorial da comunidade do Complexo da Maré.  As investigações demonstraram que os roubos, quando não acontecem na área, acontecem em áreas próximas com o objetivo de que as cargas, carros e demais produtos roubados sejam levados para o interior do Complexo OS PRINCIPAIS AUTORES SÃO A) Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga – Apontado como criminoso de altissima periculosidade, considerado como o dono do Parque União. Possui 40 anotações criminais e 8 mandados de prisão, sendo o autor ou suspeitos de diversos crimes, entre eles: homicídios, associação criminosa, roubos, tráfico de drogas e associação para o tráfico.  B) Rodrigo da SIlva Caetano, o Motoboy – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré. Possui 94 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos, além de possuir 12 mandados de prisão pendentes.  C) Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré, juntamente com Motoboy. Possui 57 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos de cargas.  D) Felipe Ferreira dos Santos, o Jackcargas – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsáveis dos roubos de cargas e veículos. Possui 31 anotações criminais, entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  E) João Pereira de Araújo Júnior , vulgos Russo ou Russão – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsaveis pelos roubos de cargas e veículos, juntamente com JackCargas. Possui 24 anotações criminais, entre vários homicídios, roubos de cargas e veículos, homicídio, associação criminosa e organização criminosa. Possui 2 mandados de prisão pendentes.   F) Alex dos Snatos Souza Borges, o Pit – Criminoso apontado como um dos roubadores da comunidade e do bonde do JackCargas. Possui 2 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 2 mandados de prisão pendentes.  G) Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D – Criminoso apontado como um dos roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 35 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  H) Rodrigo Correia Martins Resende, o Loirinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 26 anotações criminais sendo entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, receptação, posse ou porte de arma de fogo, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 12 mandado de prisão pendente.  I) Luiz Felipe Medeiros Lage, o Filipinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 23 anotações criminais sendo entre homicídios, associação criminosa, receptação, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  Um ladrão de carga relatou que usava  um “Jammer” (grande inibidor de sinal GPS). Disse que, em janeiro, foi chamado por roubadores de cargas e veículos  da Comunidade do Parque União e  Nova Holanda, para roubar uma carga de óleo. Segundo ele, tudo o que acontece na comunidade da Nova Holanda e Parque União passa pelo aval desses dois elementos (Alvarenga e Motoboy); Que todo o armamento utilizado no tráfico de drogas e roubos são fornecidos por esses dois donos;  Que no interior dessas comunidades existem revólveres, pistolas, fuzis e granadas;  Disse que os elementos que compõem o principal grupo de roubadores dessas comunidades é liderado por Jackcargas, tendo como integrantes Dentinho, Horeste, Bel, Cocada, Loirinho, Rato, Russo e 2D. Que todos esses roubadores são ladrões antigos na comunidade, com várias passagens; Que eles faziam parte do bonde do LeoGTA, que se encontra preso atualmente; Que Loirinho é o responsável pela clonagem de todo os veículos das comunidades; Que Russo possui uma pizzaria na comunidade;   Que esse grupo de roubadores, quando vão para a rua roubar cargas e veículos,  sempre utilizam carros blindados, fuzis, pistolas, roupas táticas, coletes e toucas ninjas; Que são utilizados vários veículos para os roubos, dentre eles  SW4, sendo dois blindadas e uma normal, Jeep Compass cinza, Toyota corola, um Toyota Corola Tcross, fiat argo para bater pista, HB20 branco;  Disse que um dos SW4 preto foi utilizado no  roubo de dois veículos que estavam em um caminhão cegonha, próximo da comunidade em Bonsucesso; Que o declarante afirma que toda a carga e  veículos roubados são colocados dentro do galpão desativado de uma empresa de ônibus, onde são desmanchados. Nas comunidades também são aceitos carros roubados em outras localidades e por outros roubadores de fora da comunidades, onde são pagos em dinheiro, geralmente em até 10% do valor do carro ou por troca de drogas; Que os roubos de cargas que foram

Veja o quem é quem na quadrilha de traficantes que fornecia drogas para o TCP da Maré que foi alvo de operação da PF e do MPRJ ontem

Veja agora as funções de cada um dos integrantes da organização criminosa de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual ontem. Robson Martins – Era o líder da organização criminosa e fornecedor de drogas para o Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, mais precisamente na Vila do Pinheiro. Após ser condenado em 2019 a 14 (quatorze) anos de reclusão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 11 , se refugiou no município deLima Duarte/MG, onde comprou a fazenda Rochedo, que servia de entreposto para o transporte das drogas para o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro/RJ. Marcelo do Nascimento, Fábio Pires e Fábio Mezbarba ´-eram operadores financeiros da organização criminosa. Eram testas de ferro de Robson e, por consequência, agiam como seu representante nas sociedades empresárias , e por meio delas realizava movimentações financeiras de dinheiro do tráfico a mando do chefe. Mezabarba ainda era responsável por alugar veículos usados para o transporte das drogas. Marcão era o destinatário das remessas das drogas da organização criminosa no Complexo da Maré, para posterior distribuição local e a outras comunidades da facção criminosa Terceiro Comando Puro(TCP). Tinha ligação direta com Robson e com os transportadores das drogas. Fábio Rosa – era piloto de helicóptero da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em percursos mais longos. Foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 durante o transporte de 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína no helicóptero modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada PR-BAR, quando foi obrigado a fazer um pouso forçado em meio a um canavial no município de Paraguaçu Paulista/SP. Felipe Chadi – – Era o responsável pelo apoio logístico da organização criminosa na região de Paraguaçu Paulista/SP e adjacências. Era acionado sempre que havia alguma intercorrência no transporte da cocaína, tanto que foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 após resgatar o piloto de helicóptero Fábio Rosa, o qual foi obrigado a fazer um pouso forçado em um canavial de Paraguaçu Paulista/SP carregado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Robert Felipe – Era o mecânico do helicóptero da organização criminosa, que possuía um modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada para PR-BAR e modificado para o transporte de drogas. O denunciado fazia a manutenção do modificado helicóptero e foi chamado 4 vezes pelo piloto Fábio Rosa no dia em que fez o pouso forçado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Jaqueson de Aguiar – Era o motorista da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em veículos automotores até o comprador. Foi preso em flagrante em 29 de julho de 2021 transportando 51kg (cinquenta e um quilos) de cocaína, escondidos na carroceria da VW/SAVEIRO, cor vermelha, placa KYR-5H29. (…) Christopher Michael – Tinha a função de “batedor” da organizaçãocriminosa durante o transporte da droga em veículos automotores. Auxiliava os motoristas indo à frente emoutro veículo para verificar a presença de alguma viatura da Polícia Rodoviária Federal ou da Polícia Militar. As investigações começaram a partir da prisão em flagrante de integrantes da quadrilha em 2021 . Durante as investigações foi possível identificar uma tede de tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro advinda do lucro ilícito, através da ocultação edissimulação de R$ 7.422.991,00 (sete milhões quatrocentos e vinte e dois mil novecentos e noventa e um reais) referentes às movimentações financeiras e R$1.825.436,92 (um milhão oitocentos e vinte e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) referentes às aquisições de imóveis, quantias oriundas do crime de tráfico de drogas. Empresas de frutas, picador de madeiras, fibra, construções e distribuidora foram abertas para lavar o dinheiro do crime. O bando adquiriu uma fazenda pelo valor de R$ 1.035.436,92 (um milhão trinta e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), quantia essa proveniente do tráfico de drogas e, seguida; ocultando-o e colocando em nome da empresa de picador de madeiras, Uma outra fazenda foi adquirida pelo valor de R$ 790.000,00 com dinheiro do tráfico de drogas, FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima