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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Traficante do CV que queria tomar área do TCP em Teresópolis teve prisão decretada junto de outros quatro pelas mortes de dois homens. Um deles teria ido de ‘bucha’

A Justiça decretou as prisões preventivas de cinco traficantes envolvidos nas mortes de dois homens no dia 10 de abril na Rodovia BR-116, Meudon, em Teresópolis. As vítimas foram Yago Lino Medeiros e André Martins Cruz. Uma testemunha disse que Fael da Quinta Lebrão (CV) seria o mandante deste homicídio, pois ele esta querendo tomar a Vila da Miséria (TCP), desde a morte de Leozinho. O declarante disse que dois traficantes trazidos por Leozinho para serem soldados do tráfico enquadram as pessoas da comunidade, param veiculos de moradores , fazem abordagem por medo de elementos do CV estarem indo para la tentar se infiltrar ou matá-los. Relatou que houve toque de recolher na comunidade a mando do traficante vulgo Taioba. A testemunha disse ter recebido um áudio sobre a morte de André, “Dedeco foi de bucha, ele não era para andar com Iago não, nós ia matar algo” André já tinha sido ameaçado antes após dicustir com um traficante. FONTE: TJ-RJ

Ex-milicianos de Seropédica tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos das mortes de dois homens. Uma das vítimas teve o olho arrancado à bala

Foram decretadas no início do mês as prisões preventivas de dois ex-milicianos_ vulgos Boi e Trakinas_ pelos homicídios de dois homens em Seropédica. As vítimas foram Lucas Aguiar Rozilldo Silva, conhecido como Nelsinho, e Pedro Vinicius Rodrigues Fortes, o Peppa. Ambos receberam diversos disparos de arma de fogo sendo que Nelsinho teve o olho esquerdo arrancado por um projétil, com “zona de tatuagem”, isto é, comprovando o disparo efetuado à curta distância, causando as lesões que o levaram à morte. Uma testemunha relatou, que seis indivíduos armados com fuzis, uniformizados com roupa parecida com a da polícia, de balaclava, invadiram a casa no período da madrugada e acordaram Lucas com um tapa, perguntando onde estava a arma. Narrou que cinco homens levaram LUucas para casa de Peppa, dizendo que já sabiam de tudo; Após levarem Lucas, ouviu de 5 a 6 disparos de arma de fogo. Um dos indivíduos voltou para sua casa para chamar Trakinas e disse: “HOP. Reconheceu este indivíduo, por um mosaico de fotos apresentado pela polícia, como sendo Boi. Trakinas chegou a dizer que levariam Lucas para a 48ª DP e vasculhou o quarto da testemunha levando o seu celular e de seu fiho. A testemunha permanece morando no mesmo local e encontra-se em situação de vulnerabilidade. Os denunciados são apontados como ex-integrantes de milícia que atua na região de Seropédica e adjacências FONTE: TJ-RJ

Integrantes do ‘Novo Escritório do Crime’ alvo de operação do MP hoje pagavam para obter informações de unidades policiais

Uma testemunha confirmou que o novo ‘Escritório do Crime’ comandado pelo ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, cometeu uma série de homicídios por encomenda e que usava fuzis nas operações. A testemunha relatou ainda que os integrantes da quadrilha pagavam para receber informações privilegiadas de unidades policiais. “Há notadamente os indícios do funcionamento de uma organização criminosa miliciana fortemente armada, com integrante da Polícia Militar, funcionando mediante paga, com indícios de patrimônio ilícito”, disse a Justiça. Uma das vítimas do bando foi morta com cerca de 39 projéteis de fuzil e pistola 9mm, em ação delitiva típica de grupos de extermínio, cujo modus operandi revela os indícios da alta periculosidade. Batata foi acusado de planejar, encomendar e pagar a seus comparsas para executarem o crime, com vistas a garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. Houve indícios de que o bando planejou outras execuções. FONTE: TJ-RJ

Clínica da Família de Marechal Hermes está fechada por conta da ação de traficantes do CV e PM não havia sido comunicada oficialmente

A Clínica da Família Maestro Celestino, em Marechal Hremes, está fechada temporariamente devido a questões de insegurança no território (ação de traficantes da Palmeirinha ligados ao Comando Vermelho). As equipes de saúde da família da unidade estão realizando o atendimento em outras unidades básicas de saúde da região. A Secretaria Municipal de Saúde segue acompanhando e analisando a situação do bairro para a retomada das atividades. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 9º BPM, a unidade não foi previamente comunicada sobre o fechamento da referida Clínica da Família. Nesta quarta-feira (14/5), o comando tomou  conhecimento do fato e realizará reuniões com os órgãos competentes para elaborar as ações necessárias e estratégias para a reabertura da unidade de saúde. FONTE: Secretaria Municipal de Saúde do Rio e PMERJ

Operação do MPRJ mira mais um ‘Escritório do Crime’ no Rio do qual faz parte PMs. Quadrilha cometeu homicídios a mando da contravenção

O Ministério Público Estadual do Rio faz operação para cumprir nove mandados de prisão contra denunciados por integrarem uma organização criminosa armada que atua nos moldes do antigo ‘Escritório do Crime’. Entre os alvos estão três policiais militares, lotados no 9º BPM (Honório Gurgel), no 39º BPM (Belford Roxo) e um preso no Batalhão Especial Prisional (BEP). Um deles é capitão da PM.  A quadrilha atuava sob ordens de lideranças da contravenção penal. As investigações revelaram um esquema de venda de armas e munições apreendidas em operações da Polícia Militar. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  Parte dos homicídios atribuídos à organização teve como pano de fundo disputas entre grupos criminosos. O denunciado Thiago Soares Andrade Silva, conhecido como Ganso ou Batata, é apontado J como líder do bando. . A denúncia aponta o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. FONTE: Minisério Público do RJ

Em conversa atribuída ao chefão do Morro dos Macacos (TCP), ele falou em queimar ônibus e fechar vias por conta da guerra

Em uma conversa divulgada nas redes sociais atribuída ao traficante Scooby, chefão do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, ele falou em tacar fogo em.ônibus e parar o Boulevard 28 de Setembro, via principal do bairro, para desviar a atenção da PM.e seus comparsas expulsam os chamados ‘falsos crias’ do.morro. O Morro dos Macacos voltou a entrar em guerra nos últimos dias com nova tentativa de traficantes do Comando Vermelho do vizinho Morrondo São João de tomar a favela dos rivais do Terceiro Comando Puro. Bandidos do CV até tiraram fotos dentro da comunidsde exibindo fuzis. Moradores comentaram nas redes sociais que estaria ocorrendo toque de recolher na comunidsde. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram) e Informe Vila Isabel (Facebook)

Traficantes da Barreira do Vasco (CV) são suspeitos de matarem responsáveis pelo gatonet e pela internet da comunidade. Dono da TV a cabo clandestina foi morto porque não aceitou pagar o aumento da taxa imposta pelos criminosos

Traficantes da comunidade Barreira do Vasco, em São Cristóvão, mataram no ano passado um homem responsável pela distribuição do gatonet na favela por ele não aceitar pagar um aumento na taxa exigida pelos criminosos. O chefe do tráfico, vulgo Parazinho e um dos executores tiveram as prisões preventivas decretadas este mês.  O crime foi cometido em 17 de março de 2024 em um campo de futebol que fica em frente ao estádio de São Januário. A vítima Leôncio Castor Silva estava com o irmão na calçada  quando parou um veículo Kia Cerato, modelo novo, de cor branca, placa não anotada, que fizeram disparos. Um deles era o de vulgo Sabiá e o outro era conhecido como Cartolinha ou Cartola ambos traficantes do Morro do Tuiuti, que migraram para a Barreira do Vasco. Eles são seguranças do líder do tráfico na comunidade, vulgo Parazinho. Eles haviam se mudado para a Barreira do Vasco há cerca de um ano, Leôncio trabalhava fornecendo televisão cabeada (gatonet) para moradores da comunidade Barreira do Vasco, há cerca de cinco anos. Os traficantes da região, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, respeitavam Leôncio, tendo em vista ser “cria” da referida comunidade. Em contrapartida Leôncio efetuava o pagamento da quantia de R$ 5.000,00 mensais para o tráfico de droga Antes do crime, Leôncio havia dito que Parazinho queria aumentar a quantia paga, no valor de R$20.000,00 mensais mas ele se recusou a pagar dizendo inclusive que todo o trabalho era dele, que “ele era quem subia no poste para fazer a instalação. Uma testemunha relatou que um amigo de confiança de Leôncio , que ajudava em toda a operação do gatonet, possa ter convencido o tráfico a aumentar o valor da cobrança, tendo em vista que recentemente ele virou o responsável pela cobrança do gatonet da comunidade Barreira do Vasco, substituindo Leôncio. Há relatos também de que Cartola também foi o autor do homicídio de Thiago Monteiro de Melo, que era responsável por distribuir internet para os moradores da Comunidade Barreira do Vasco;  A testemunha disse que viu Cartola na garupa de uma motoccileta  efetuando disparos contra Thiago. O declarante disse que ajudou a socorrer Thiago  ajudou a socorrer colocando ele em um carro (Uber), que passava pelo local. Thiago foi transportado para Hospital Souza Aguiar, onde veio a falecer; O  fato ocorreu em julho de  2023. Uma outra testemunha confirmou que Leôncio comandava a distribuição do gatonet na comunidade cobrando  R$ 50 por residência e que pagava R$ 7 mil mensais ao tráfico. Disse que ouviu falar  que, em dezembro de 2023, houve uma mudança no comando da favela e os novos traficantes, da mesma facção(C.V.), exigiram de Leo, R$ 20.000,00, por mês, para manter o serviço, o que fez com que Leo aumentasse o valor mensal para R$ 70,00, por residência. A declarante não sabe dizer se Leôncio, pagou ou não o novo valor aos traficantes. Ouviu, que na comunidade da Barreira, havia sido executado depois que assumiu o novo comando, o detentor do serviço de “internet” no local, e que acredita que possa ter sido pelo mesmo motivo, que Leo possa ter sido executado. FONTE: TJ-RJ

Quadrilha nacional de traficantes de drogas sintéticas pagava taxas a bandidos de facções do Rio. PF fez operação

A Polícia Federal fez hoje uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada na produção e distribuição de drogas sintéticas que atua em âmbito nacional e possui capacidade estimada para fabricar mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy por ciclo de produção. A quadrilha operava sob a proteção de facções criminosas locais, mediante o pagamento de um “tributo territorial”, que na prática funciona como um sistema informal de alvará de funcionamento ilícito. Em contrapartida, parte da droga produzida era destinada ao tráfico local. A ação ocorreu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e no Distrito Federal. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio e o sequestro de bens, imóveis, contas bancárias, criptoativos e veículos de luxo, com valor estimado em R$ 50 milhões. O bando contava com laboratórios clandestinos instalados em comunidades do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e no interior do Paraná, além da utilização de empresas de fachada para a aquisição de insumos químicos e movimentação de recursos ilícitos. As substâncias químicas empregadas na produção dos entorpecentes eram adquiridas com notas fiscais emitidas por empresas de “fachada” desvinculadas de suas atividades reais, como perfumarias e barbearias. Segundo laudo pericial da Polícia Federal, uma única empresa de fachada vinculada ao líder do grupo adquiriu cerca de 4,6 toneladas de DMSO, insumo essencial à síntese de MDA, o que permitiria a produção de mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy. O suposto líder da organização criminosa foi preso na data de ontem, 13/5, em um apartamento de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos de luxo, dinheiro em espécie, drogas sintéticas e documentos relevantes para a investigação contra o grupo criminoso. Outros dois integrantes da organização também foram presos na última terça-feira, sendo um deles no Recreio dos Bandeirantes e o outro no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ao longo das apurações, foram realizadas apreensões e prisões significativas, entre as quais se destacam: a prisão de um investigado com 67.000 comprimidos de ecstasy, apreendidos em novembro/2023; prisão em flagrante de outro investigado, também em novembro/2023, no interior de um laboratório clandestino em Duque de Caxias/RJ com farta quantidade de insumos, drogas e equipamentos; e prisão em flagrante de uma integrante da organização em agosto/2023, na Rodoviária Novo Rio, durante o transporte de drogas com destino ao Espírito Santo. BALANÇO DA OPERAÇÃO Operação Cartel – Balanço Final Nove prisões: Além disso, mais três homens que se encontravam sob custódia no sistema prisional também foram alvos de mandados de prisão preventiva, os quais foram cumpridos na data de hoje. Apreensões: FONTE: Polícia Federal

Ladrão de carros e homem de guerra do TCP foi preso em Belford Roxo

Foi preso nesta quarta-feira (14/05), escondido na casa de familiares, na Comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo, um traficante do Terceiro Comando Puro que faz parte do grupo que mais realizava roubos de veículos na região e atuava como “homem de guerra” nas disputas territoriais. Ele atua na comunidade da Guacha, em Belford Roxo. Ele integra o “braço” responsável por realizar roubos, que era liderado pelo traficante Genaro morto pela polícia no ano passado. Além de atuar nos assaltos, ele participava de tentativas de invasão em comunidades dominadas por facções criminosas rivais. Pelas redes sociais, o bandido ostentava diversas fotografias portando fuzis e pistolas. Ele era procurado por um homicídio praticado em julho de 2024, durante o confronto entre facções criminosas no Morro da Caixa D’Água, e por uma  tentativa de latrocínio, em fevereiro deste ano, quando atirou no peito de um motociclista durante um assalto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Morador da Vila Cruzeiro (CV) tenta processar o Estado alegando ter sido furtado por PMs do BOPE. Governo contesta

Um morador da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, tenta processar o Estado alegando ter sido roubado por PMs do BOPE em novembro do ano passado. Conforme narrativa do morador, ele afirmou que se encontrava em sua residência por volta das 9h40, quando teria sido surpreendido por policiais do BOPE que, supostamente sem autorização judicial ou qualquer mandado, teriam ingressado em sua casa, promovido desordem no local e realizado busca e apreensão de forma arbitrária e abusiva. O autor sustenta que os agentes públicos, além de ingressarem em seu domicílio sem autorização, teriam praticado suposto furto de diversos bens pessoais, quais sejam: (i) um cordão de ouro pesando 62,44 gramas, uma pulseira de ouro de 8 gramas; (iii) um perfume importado da marca Dior, modelo Homme Intense de 100ml,  (iv) um relógio da marca Náutica, modelo mergulho com pulseira de borracha azul e ainda dinheiro em espécie.  Sustenta, ainda, que o fato foi devidamente registrado na 22a Delegacia de Polícia da Penha, sob o número 022-11775/2024, e que a apuração encontra-se em fase investigativa. Pelo ocorrido, pede indenização pelos danos materiais e danos morais. Mas segundo a Procuradoria Geral do Estado, todas as afirmações trazidas consistem em meras alegações desprovidas de respaldo probatório, não havendo qualquer elemento concreto que demonstre a prática dos atos imputados a policiais do Estado, tampouco a existência e a titularidade dos bens supostamente subtraídos, o que inviabiliza a procedência da demanda. De acordo com o órgão, o autor da ação não logrou êxito em demonstrar que houve a violação de seu domicílio e e que essa violação tenha sido efetivamente praticada por agentes estatais, mais especificamente por policiais do BOPE. Não há nos autos qualquer documento, testemunho ou outro elemento capaz de comprovar a desordem causada no seu domicílio e a efetiva atuação dos referidos policiais na data e local mencionados na petição inicial. A simples alegação de que agentes do Estado participaram da ação não é suficiente para ensejar responsabilização objetiva do ente público, exigindo-se a demonstração mínima do nexo de causalidade entre a conduta dos supostos agentes e os prejuízos apontados. Além disso, conforme informações prestadas pela Administração do BOPE, não houve operação policial no dia 03/11/2024 no local. FONTE: TJ-RJ

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