Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Após copiloto ser baleado por traficantes do TCP, cadeia que abriga presos da facção é vistoriada

A Secretaria de Administração.Penitenciária do RJ (,SEAP)faz manhã desta sexta-feira (21/03), uma ação de revista geral na Penitenciária Esmeraldino Bandeira, lem Bangu,. Na ação, 39 celulares foram achados, além de chips e drogas. A vistoria na unidade que abriga integrantes da facção Terceiro Comando Puro, faz parte de uma ação integrada com as demais forças de segurança do estado em razão da operação realizada pela Polícia Civil, na última quinta-feira (20/03), na comunidade Vila Aliança, que resultou na ofensiva do tráfico de drogas ferindo gravemente um policial copiloto de uma aeronave da Polícia Civil. A Seap junto com a Senappen vem fazendo ações em mais de 40 cadeias do estado para retirar celulares das unidades prisionais como forma de combater a comunicação ilícita do crime organizado e reduzir os índices de violência em âmbito nacional. FONTE: SEAP

Polícia prendeu CAC que adquiria armas ilegalmente e vendia para facções criminosas

A Policia Civil do Rio prendeu hoje Renan Rangel Pinheiro. Ele usa sua condição de Colecionadore, Atiradore Desportivo e Caçador (CAC) para adquirir, em larga escala, armas de fogo, munições e acessórios bélicos, com o propósito de repassá-los a organizações criminosas. Entre os anos de 2020 e 2024, Renan movimentou mais de R$ 600 mil em compras de munições e acessórios para fuzis, valor absolutamente incompatível com sua renda declarada, Chamou a atenção dos investigadores foi o volume expressivo de compras realizadas por Renan, especialmente entre os anos de 2022 e 2023, quando adquiriu aproximadamente 125 carregadores de fuzil e 40 carregadores de pistola, além de 60.650 munições, evidenciando um padrão de consumo atípico para fins esportivos ou de coleção. Renan Rangel também é investigado em São Paulo por possível envolvimento na aquisição de munições desviadas da loja “BR Armas e Acessórios”, o que reforça os indícios de atuação em um esquema de abastecimento ilegal de armamento. As diligências foram cumpridas nos bairros de Sampaio e Campo Grande. Durante a ação, os agentes da DESARME apreenderam:• 5 pistolas• 1 revólver• 3 fuzis• Centenas de munições de diversos calibres• Acessórios para armamento• Um veículo Jeep Compass clonado FONTE: Polícia Civil do RJ

Leia detalhes sobre o caso dos irmãos presos que fingiram ser traficantes para expulsarem família de casa no Rio Comprido

Dois irmãos invadiram um imóvel usado como república de estudantes no Rio Comprido e comunicaram a locatária que a partir daquele momento, o local”passaria a pertencer ao tráfico”, exigindo sua saída. Eles foram presos hoje pela Polícia Civil. Fingiam ser bandidos. Constrangida e ameaçada, a mulher teria abandonado o imóvel, levando o proprietário a alugar o imóvel para um casal e três filhas. A nova locatária afirmou que um dos suspeitos, vulgo Negão esteve no local acompanhado por duas mulheres, uma das quais já avistada diversas vezes rondando o imóvel. A mulher afirmou que “teme por sua vida e de suas filhas” O companheiro dela também prestou depiomento ratificando integralmente o relato por ela prestado. Disse que “estava em sua casa quando dois homens entraram na local; que um deles era um homem negro, magro, medindo pouco mais de 1,90 de altura e o outro também negro, porte físico mais forte, com mais ou menos 1,80 de altura; que um dos homens indagou o declarante sobre quem havia autorizado ocupar o imóvel e ele respondeu que foi o proprietário quem o autorizou. Um dos homens disse que o declarante deveria avisar ao proprietário que ele não é mais proprietário de p…nenhuma e que agora o proprietário aqui é nós. O declarante deixou seu prato e levantou-se, momento que um dos homens levantou a camisa e segurou o cabo de uma pistola; que o declarante voltou a se sentar prevendo o perigo e também porque suas filhas estavam no local; que o homem que estava armado ficou próximo ao declarante enquanto o outro homem subiu e foi até o quarto do declarante para retirar uma placa de aluga-se a qual estava exposta na janela do quart.O. O rapaz não subiu por estar intimidado com o outro elemento armado próximo a sua família e resolveu ir para o lado de fora da casa para ligar para polícia. Uma outra tesemunha, além de informar a ocorrência da invasão do imóvel, também informou a ocorrência de roubo com emprego de arma de fogo, na medida em que afirmou que “algum tempo após os homens saíram do local, o declarante subiu ao quarto e foi até a mesinha aonde fica seu modem de internet e percebeu que o suspeito estava subtraindo uma quantia em dinheiro no valor de R$ 680 que estavam no laudo do modem da Internet. O declarante havia visto o dinheiro minutos antes da chegada dos homens e não tem duvida que o valor foi subtraído pelo homem que subiu até o seu quarto (…)”. 6 Embora os indiciados tenham comparecido espontaneamente à Delegacia de Polícia para prestar depoimento após a veiculação de notícia sobre o fato, é forçoso reconhecer que o fizeram com o fim exclusivo de apresentar à autoridade policial versão francamente mentirosa do ocorrido. Seu comparecimento perante a autoridade policial, portanto, não teve o fim de esclarecer o fato e suas circunstâncias. Ao contrário. O comparecimento dos indiciados deu-se com o fim de desviar a investigação de seu rumo correto e de justificar o injustificável – a invasão do imóvel e a exigência, sob ameaça, de que os moradores legítimos o abandonassem. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

Depois de três anos, Justiça decretou prisão de quatro chefões do tráfico do Complexo da Pedreira (TCP) por homicídio de rapaz considerado por eles X9 por encontrarem no seu celular conversas dele com membros do CV. Vítima clamou por socorro e não teve corpo encontrado até hoje

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva dos traficantes Raro, Arafat, ambos presos, Coelho e Menor D, todos do Complexo da Pedreira, em Costa Barrros, por um homicídio cometido em 2022. Consta nos autos que, no dia 10/2/2022, um rapaz chamado Gabriel teria ido à comunidade do “Chaves”, que integra o Complexo da Pedreira, no bairro Barros Filho, onde costumava frequentar o “Bar Mercearia Chega Junto”, e teria sido executado por traficantes locais. Pelos depoimentos das testemunhas. a comunidade estava, à época dos fatos, sob o controle da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), que realizava abordagens e revistas em moradores para identificar possíveis inimigos e consolidar seu domínio na localidade, pois se encontrava em disputa territorial com o Comando Vermelho. Segundo os testemunhos, durante uma dessas abordagens, Gabriel teria sido interceptado por um grupo de traficantes armados, no “Bar Mercearia Chega Junto”, e teve seu telefone celular revistado. Ao encontrarem conversas com integrantes do Comando Vermelho – a facção rival – os criminosos passaram a acusar a vítima de ser “X-9” (um informante da facção rival). Gabriel possuía amigos de infância ligados à facção rival, o que teria sido suficiente para que fosse considerado uma ameaça pelo TCP. Em seguida, a vítima teria sido levada para um contêiner na comunidade, onde teria sido brutalmente executada. Consta que, enquanto Gabriel clamava por socorro e afirmava que era morador e tinha família, os criminosos o acusavam de ser “X-9”. Gritos de dor foram ouvidos, seguidos de silêncio. Nesse sentido, vejamos um trecho do termo de declaração de uma testemunh “que o declarante foi colocado em um canto separado na rua juntamente com Gabriel; Que o declarante conseguiu reconhecer Gabriel sendo abordado pelos criminosos na mesma oportunidade em que estava sendo abordado; que o declarante viu quando Gabriel foi levado para dentro de um container juntamente com dois elementos que não consegue identificar; que, na oportunidade, conseguiu ouvir Gabriel clamando por socorro, falando que era morador, que tinha família e gemendo de dor; que os elementos armados gritavam “Socorro é o c…, tu é X9”; Que o declarante não viu se estavam batendo em Gabriel ou se o estavam esfaqueando, mas que, no momento, não ouviu nenhum disparo de arma de fogo; A testemunha disse acreditar que os criminosos esfaquearam Gabriel; Falou que os criminosos gritavam para Gabriel “se gritar vai morrer”; (…) O declarante afirmou que quando chegou em casa começou um tiroteio bem intenso que durou até às 02H00MIN do dia 11/02/2022; Disse que teve muitos tiros e mais parecia um confronto que uma execução. Contou que soube que Gabroeç teria sido morto a facadas naquela madrugada do dia 11/02/2022.” O conjunto das declarações prestadas apontam que Gabriel teria sido morto a facadas, embora seu corpo não tenha sido encontrado, havendo a suspeita de que tenha sido ocultado ou queimado, prática recorrente em casos de execuções realizadas pelas facções ligadas ao tráfico de drogas. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Preso ex-PM suspeito de matar jovem que acreditou estar indo a uma entrevista de emprego

A policia prendeu o himem apontado como o autor do homicídio de uma jovem, de 23 anos. O criminoso, que também ocultou o corpo da vítima, foi preso em Piabetá, no município de Magé. O.preso é ex-policial militar. Ele armou um plano para incriminar o genro. A vítima, Camille Vitória Pereira Rodrigues, foi induzida a achar que estava sendo levada para uma entrevista de emprego quando, na verdade, foi conduzida ao local onde foi assassinada. Ela foi chamada para tirar fotos para comprovar a traição de uma mulher casada. O crime aconteceu em julho de 2024 e, em um primeiro momento, Camille era considerada desaparecida. O corpo dela foi encontrado em uma área de mata, na Rodovia Rio-Magé, dias após o homicídio. Como parte da trama junto ao corpo da vítima, havia fotos e pistas falsas que indicariam o genro como sendo o autor do crime. Ficou constatado que o homem já havia forjado outros crimes para culpar o genro. O assassino foi preso nesta semana, após o mandado de prisão ser expedido pela Justiça. FONTE: Polícia Civil do RJ

Copiloto de helicóptero da Polícia Civil foi baleado na cabeça durante operação na Zona Oeste do Rio

A Secretaria de Estado de Polícia Civil informa que o copiloto da aeronave que estava apoiando a operação na Vila Aliança foi atingido na cabeça por disparo de arma de fogo realizado por criminosos. O policial Felipe Marques foi socorrido para o Hospital Miguel Couto. Informações sobre o estado de saúde serão divulgadas assim que possível mas o quadro seria grave . O agente precisa de doações de sangue. Se puder ajudar, doe no Hemorio e informe o nome dele na doação. 📍 Local: Hemorio – Rua Frei Caneca, nº 8, Centro, RJ.⏰ Horário: Segunda a sábado, das 7h às 18h. Em nota, a corporação ressalta que a tática de atacar aeronaves policiais demonstra claramente o empoderamento dessas organizações criminosas que se fortaleceram após as restrições às operações policiais impostas pela ADPF 635. As aeronaves, que antes eram utilizadas como plataformas de tiro e apoio de fogo para proteção das equipes policiais e da população, foram praticamente proibidas de serem utilizadas. O que antes era um equipamento que causava temor aos criminosos, com efeito inibitório e dissuasório, hoje é alvo desses bandidos por meio de armamentos de guerra. Desde o início da ADPF, houve um aumento de mais de 300% de ataques às aeronaves policiais, o que demonstra que tal decisão passou a ser fator estimulante e encorajador de ataques aos helicópteros. Assim como todos acompanham as medidas restritivas da ADPF, essas facções de narcoterroristas também o fazem e se motivam ainda mais em atentar contra as vidas dos policiais. A Polícia Civil diz seguir firme no propósito de combater esses narcoterroristas, bem como pede um olhar criterioso no que diz respeito a essas restrições que fortaleceram essas facções em detrimento à segurança da população fluminense. FONTE: Diário das Comunidades (Whatsapp) e Polícia Civil do RJ

Traficante do CV responsável por ataque à delegacia tentou junto a vereador internação de criminoso mineiro baleado em hospital de Caxias. Este acabou preso

A Policia Civil do Rio prendeu Heddy Junior Correa Rodrigues Ele é liderança de diversas comunidades do município de Além Paraíba, em Minas Gerais, encontrava – se no Complexo da Penha,para se esconder das autoridades mineiras e angariar investimentos em compras de armas e drogas ilícitas. Ele foi no Hospital Municipal Doutor Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias. Heddy agia como um cidadão comum, contudo recebeu voz de prisão de agentes da 60ª DP. Após isso, encontra – se internado sob custódia. IEle foi baleado pós tentar assassinar um desafeto. Ferido, entrou em contato com Joab da Conceicão da Silva, o Girafa, o “dono” da Rua 7 e responsável por liderar o ataque à 60ª DP, no último mês de fevereiro do corrente ano, tentou intermediar com um parlamentar ( vereador), a internação de forma discreta de Heddy. Havia um mandado de prisão pendente pelo crime de tráfico de drogas – Artigo 33 da Lei 11343/ 2006 ( recaptura), expedido pela Comarca Civil, Criminal, da Infância e Idoso, de Além Paraíba – MG. FONTE: Polícia Civil do RJ

Relembre investigação que deu origem a operação da PF hoje contra quadrilha que teria enviado 2 mil fuzis dos EUA para o RJ

O responsável pelo envio de 60 fuzis ao RJ que foram apreendidos no Aeroporto do Galeão em 2017, ação que deu oirgem a operação de hoje da Polícia Federla, Frederik Barbieri, foi condenado a 35 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, comércio ilegal de arma de fogo e tráfico internacional de arma de fogo A investigação já naquela época estimava que milhares de armamentos, entre fuzis, carregadores e munições, tenham, ao longo da última década, entrado ilegalmente no país, alimentando, sobretudo, as facções criminosas que atuam no estado do Rio de Janeiro. Frederik era uma das pessoas que exercia as atividades mais sofisticadas, de forma milimetricamente planejada: realizava a compra, preparação e envio das armas de fogo para o Brasil, incluindo a confecção e utilização de documentos falsos e empresas de terceiros.” Frederik desempenhava a maior parte das atividades da organização criminosa, desde a aquisição de armas, acessórios e munições nos EUA até a remessa para o Brasil, incluindo a engenhosa preparação que permitia ao grupo utilizar serviços regulares para o transporte do material ilícito . Ele não só liderava, mas foi o responsável pela criação e estruturação do engenhoso esquema que permitia à organização criminosa utilizar meios regulares para o transporte da carga em grande escala. Frederki criou uma grande rede de contatos e adquiriu um especial know-how que incrementaram significativamente as atividades criminosasAs armas na época iriam ser vendidas para facções criminosas das cidades do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo, Todos temiam e reverenciavam Barbierii. O valor das vendas era transformados em dólares e eram remetidos de volta ao comando de Frederik para refinanciar a organização e adquirir novas mercadorias. A integrantes do bando, foram ensinadas técnicas de corte que teriam permitido a internação clandestina de fuzis em território brasileiro.Um membro da quadrilha tinha um empresa constituída nos EUA com o mesmo nome de uma firma para a qual eram remetidos os produtos das vendas de armas de fogo no Brasil. Ele teria teria adquirido aquecedores de piscina naquele país, e posteriormente os teria preparado para a ocultação e remessa de fuzis de alto calibre. Um dos integrantes do bando era o elo entre Frederik e diversos líderes de facções criminosas do Rio de Janeiro, que eram abastecidas pela organização criminosa comandada por este com armamentos pesados, vendidos a peso de ouro. FONTE: Trechos de processos do TRF 2ª Região disponíveis no site jurídico Jusbrasil

Dois suspeitos de envolvimento na morte da médica da Marinha foram mortos no Complexo do Lins (CV)

Dois suspeitos foram mortos durante operação do BOPE no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio. Ambos eram apontados como participantes da ação que vitimou fatalmente uma oficial da Marinha do Brasil, durante uma solenidade no Hospital Naval Marcílio Dias, em dezembro do ano passado. A dupla também era foragida da Justiça e ambos possuíam mandados de prisão em aberto pelo crime de tráfico de drogas Até o momento, foram apreendidos fuzil, duas pistolas, sete rádios comunicadores, carregadores de pistolas, um cinto de guarnição e entorpecentes a serem contabilizados. FONTE: PMERJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima