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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Das 240 armas apreendidas hoje em operação contra o CV, cerca de 60 eram longas, como fuzis

A Policia Civil do Rio informou que das 240 armas apreendidas hoje durante operacão contra o Comando Vermelho, cerca de 60 delas eram longas, como fuzis . Também foram arrecadadas 43 mil munições e US$ 24 mil em espécie. Dos dez presos estão um armeiro do tráfico, um dono de loja de armas e um homem com licença de CAC, além de outros envolvidos no esquema de tráfico de armas e de lavagem de dinheiro. As capturas ocorreram nos quatro estados onde a operação foi realizada. A investigação revelou que o armamento seria usado no fortalecimento e em expansões territoriais da facção no Rio, inclusive na Zona Oeste da capital, e em outros estados da federação. A apuração teve início a partir de uma simples prisão em flagrante por tráfico. Ao analisar a atuação do preso e sua relação com outros criminosos, os policiais descobriram um grande esquema que envolvia até lavagem de dinheiro .Um dos pontos que chamou atenção foi o envolvimento de criminosos de outros estados. Se antes eles buscavam o Rio de Janeiro para se abrigar, agora eles ganhavam relevância dentro da facção, chegando a chefiar comunidades, como a Muzema. E, daqui, escolhiam sucessores em seus estados de origem para comandar a organização por lá. “Vimos hoje mais uma ação emblemática da ‘Operação Contenção’, que busca justamente conter essa polícia expansionista do CV na Zona Oeste. Identificamos e prendemos pessoas que passavam despercebidas. Apreendemos armas em uma casa de luxo na Barra da Tijuca, e também prendemos um integrante da quadrilha que tinha empresa de comércio de armas de aparência lícita, mas que desviava para vender para a facção. Essas armas seriam usadas para cometer crimes e para atacar a polícia”, afirma o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração da 60ª DP, com o apoio do Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da Polícia Civil, desvendou toda a organização criminosa interestadual que abastece o CV. O grupo tinha um esquema minucioso e sofisticado com núcleos operando em diversas comunidades do Rio de Janeiro e integrantes atuantes em outros estados do país. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em cerca de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Além das prisões dos alvos e da coleta de evidências para robustecer as investigações, a ação também buscou a asfixia financeira do grupo, para interromper essa engrenagem. A consequência imediata esperada é a interrupção na logística para obtenção de armas e de drogas pelas lideranças do CV que atuam em diversas comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante alvo de operação hoje contra o CV recebe o dinheiro de aluguéis cobrados na Muzema em um escritório no Complexo do Alemão

Uma corretora de imóveis que foi detida pela polícia levando dinheiro da Muzema, no Itanhangá, para o Complexo do Alemão disse que foi orientada pelo traficante Léo Olhão a repassar a repassar os valores dos aluguéis dos moradores da localidade ao traficante conhecido como “Zeus”, que controla a Muzema mas está escondido no Alemão. Ela mantinha encontros quinzenais com Zeus em um escritório na localidade do Areal. Zeus, foi um dos alvos da operação conjunta do MPRJ e da Polícia Civil hoje contra o Comando Vermelho. A mulher informou que sua função dentro do grupo criminoso era de repassar os aluguéis e intermediar a venda de imóveis para o traficante. O preço chega até a R$ 200 mil. A corretora também presta contas aos criminosos por meio de transferências na modalidade PIX,”. O marido ca corretora também narrou que ajuda a esposa a alugar os imóveis de domínio dos traficantes da comunidade da Muzema, que atuam pela facção criminosa Comando Vermelho, e que também a auxilia a transportar os valores arrecadados para o chefe da facção criminosa Zeus, que fica baseado no Complexo do Alemão. Disse também que trabalha para Zeus recebendo uma quantia semanal para acompanhar dos valores dos aluguéis na comunidade da Muzema, de modo a garantir o seu recebimento. Ele confirmou ser um dos braços-direitos de Zeus. Apesar das informações apuradas, a Justiça alegou que não existiam elementos informativos suficientes para deflagração de ação penal em face dos indiciados, sendo imprescindível a continuidade das investigações. E para a continuidade das investigações, a polícia requereu a quebra do sigilo dos dados dos telefones ceulares apreendidos bem como dos números dos terminais informados pelos detidos. Natural de Fortaleza, Zeus se tornou um dos mais influentes chefes do tráfico de drogas, se estabelecendo no município de Vilhena, em Rondônia .Preso em 2015, ele dividiu a cadeia com o traficante “Fernandinho Beira-Mar”, no Presídio Federal de Porto Velho. Solto anos depois e com a repressão em cima das vendas de drogas, ele fugiu para o Rio de Janeiro durante a pandemia, e começou a financiar o Comando Vermelho na comunidade da Muzema, em um movimento para expandir seu domínio contra milícias que controlavam a região.  Ele não apenas se estabeleceu como um importante financiador do Comando Vermelho, mas também se tornou um elo de ligação entre os traficantes de Rondônia e o narcotráfico no Rio, onde vem financiando e implantando a venda de drogas, roubo de veículos e cargas, cobrança de taxas e serviços dos mais diversos tipos, como: gás, internet e Tv a cabo, segurança, dos moradores da região da Muzema e realizando ainda a tomada de imóveis de vários moradores.  “Zeus”,  ganhou espaço com nomes da cúpula do Comando Vermelho (CV), principalmente com Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, chefe do tráfico de drogas e um dos traficantes mais procurados do Rio. Por isso, Luiz Carlos passou a ser o chefe do tráfico da comunidade da Muzema. FONTE; TJ-RJ e Portal.dos Procurados do Disque Denúncia

Procuradoria pede condenação em regime fechado de acusados de ser os mandantes da morte de Marielle

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação dos acusados de ser os mandantes do homicídio da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. O Ministério Público Federal denunciou, em 2024, Domingos Inácio Brazão, João Francisco Inácio Brazão, Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Ronald Paulo de Alves Pereira por homicídio Os irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca também foram denunciados por organização criminosa (art. 2º, § 2º, da Lei nº 12.850/2013). Segundoa Procuradoria, as provas produzidas confirmam que os irmãos Brazão e Robson constituíram organização criminosa dedicada a atividades de milícia, com a finalidade de obtenção de lucro e constituição de redutos eleitorais. As investigações apontaram que o objetivo era explorar atividades imobiliárias ilegalmente, por meio de práticas de “grilagem” e com o uso do poderio informal das milícias, bem como o de constituir currais eleitorais nas áreas dominadas pela facção. A atuação política de Marielle ameçava os negócios ilícitos da organização crimosa e o domínio territorial de milícias do Rio de Janeiro, o que motivou a execução da vereadora. Cumprimento da pena – O vice-procurador-geral manifesta-se pelo cumprimento da pena em regime fechado, cuja fixação deve ser acima do mínimo legal, diante das circunstâncias dos três homicídios. Ele pontua ainda que, além das três qualificadoras existentes em relação a Marielle, os crimes contra Anderson Gomes e Fernanda Gonçalves Chaves apresentam a nota distintiva de que eles foram vítimas para assegurar a impunidade de outro crime. O MPF pede ainda a perda do cargo público dos agentes denunciados e a indenização aos familiares das vítimas a título de danos morais e materiais sofridos em decorrência dos crimes. FONTE: Procuradoria Geral da República

Veja algumas das vítimas de TH da Maré

Um dos primeiros homicídios da qual o traficante Thiago da Silva Folly, o TH da Maré, esteve envolvido foi o de Edinei Dias Assunção ocorrido em 2014, morto com tiros na cabeça. Na ocasião, seis traficantes da Vila do João exigiram que um catador de latinhas levasse uma caçamba de lixo com um cadáver para fora da comunidade. Ele abandonou o corpo em uma das saídas da Linha Amarela. Em 201, TH foi acusado de matar um adolescente de 15 anos, que era radinho de uma facção rival. A vítima foi Mateus Viana da Silva. Outra vítima de TH foi Jean da Conceição Rocha, morto no dia 18 de agosto de 2017, na comunidade da Nova Holanda. Conforme apurado, no dia dos fatos, TH e seus comparsas arrebataram a vítima do interior de sua residência, levando-a para o local desconhecido no interior da comunidade Nova Holanda, e a executado com diversos disparos de arma de fogo.” “O crime foi cometido por motivo torpe, já que a razão foi o fato do denunciado e seus comparsas acreditarem que a vítima pertencia a facção criminosa rival. TH participoiu ao lado de Nei Facão em 2009 de uma invasão a Favela Vila dos Pinheiros, em Bonsucesso, Capital, até então dominada por traficantes da facção denominada ADA (Amigos dos Amigos), com o fim de expandir os seus negócios ilícitos de venda de drogas, ocasionando uma guerra que resultou em vários mortos e feridos,  FONTE: TJ-RJ

Dois homens foram mortos dentro de uma van em São Francisco do Itabapoana

Dois homens foram assassinados dentro de uma van na tarde de hoje em São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense As vitimas são Leandro Lírio Moreira, 31 anos e Marlon Moreira de Oliveira, 27 anos . Ambos eram moradores da localidade de Gargaú, litoral de São Francisco. Com esse duplo homicídio, chega a 19 mortes violentas no ano de 2025 em São Francisco de Itabapoana. De acordo com a 147ª DP (São Francisco de Itabapoana), a ocorrência está em andamento. A PM disse que não foi acionada. FONTE: Imprensa da região, página RO em Foco (Facebook) e Polícia Civil do RJ

Testemunhas relataram como PM matou homem durante pagode em Nova Iguaçu. Pelos relatos, vítima morreu a troco de nada

Testemunha relatou à Justiça como ocorreu o assassinato de Jorge Mauro Ruas de Paiva, ocorrido no último sábado (10) durante um pagode em Comendador Soares, em Nova Iguaçu. O PM Vinicius Rodrigues Pacheco teve a prisão temporária decretada como principal suspeito do crime. A testemunha relatou que o PM envolvido é conhecido na região como Nico e moradores relataram que tinha um comportamento agressivo e instável. No dia do fato, Nico também estava no bar mas do outro da calçada. Por volta da 0h15, ele teria feito quatro disparos para o alto. Alguns clientes foram falar com ele para repreendê-lo. Segundo o declarante, a vítima em nenhum momento foi ao encontro do autor para reclamar pela sua conduta. Em determinado momento, viu Nico vindo de encontro a sua direção, uma vez que estava muito próximo a vítima Jorge Mauro. Neste instante, o PM estava com a arma em punho, apontou para Jorge Mauro e começou a disparar contra a vítima. Disse não saber ao certo quantos disparos ou precisar maiores detalhes da arma de fogo, uma vez que começou a correr para se proteger, porém, acredita ter ouvido uns dois ou três disparos de arma de fogo. Após uns dez minutos, retornou para o bar e viu o corpo de Jorge Mauro caído no chão. Após ver ser amigo de infância morto foi embora para a casa. Ao visualizar a foto constante no portal de segurança, acostado ao presente inquérito policial, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Outra testemunha também presenciou os fatos e reconheceu Vinicius num mosaico de fotos como sendo o autor dos disparos. Disse que Vinicius realizou um disparo de arma de fogo para o chão próximo de onde estava a declarante. Ela ficou muito assustada e tirou uma foto do atirador. Cerca de quinze) minutos após o primeiro disparo, o homem se deslocou ate o “meio da rua” e realizou mais 3 ou 4 disparos, não sabendo precisar corretamente quantos. Após isso, algumas pessoas que estavam no bar começaram a conversar com o autor dos disparos para que este não fizesse mais e Jorge Mauro não estava entre elas.Disse que o PM retornou com uma arma de fogo diferente daquela utilizada anteriormente, indo de encontro ao local que Jorge Mauro estava. Falou que viu o autor do homicídio apontando sua arma para baixo a direção de Jorge Mauro uma vez que já estava caído ao solo. Depois, o autor do homicídio foi em direção ao carro estacionado e foi embora. Após visualizar o mosaico de fotos, reconheceu o PM como autor dos disparos que ceifaram a vida de Jorge Mauro. Um vídeo do crime ganhou grande repercussão na mídia e nas redes sociais. Vale destacar os vídeos obtidos das câmeras de segurança e exibidos em vários sites jornalísticos, em que aparece, de forma clara, um homem (já identificado como o representado) efetuando os disparos contra a vítima, FONTE; TJ-RJ

TH da Maré tinha 20 seguranças com ele, diz PM

O traficante TH da Maré estava acompanhado de mais de 20 criminosos atuando como seguranças quando foi morto. Dois dos seguranças foram baleados e levados ao Hospital EvandronFreire mas não resistiram. De acordo com o coronel Marcelo Menezes, secretário da PMERJ, houve um levantamento sobre o “modus operandi” do grupo criminoso e a residência onde ele se encontrava. Os policiais entraram exatamente no local determinado e houve intenso confronto. As investigações indicam ainda que TH coordenava treinamentos paramilitares dentro da comunidade. A quadrilha de TH m 11 das 16 comunidades que compõem o Complexo da MOs criminosos, de acordo com o levantamento, são responsáveis por oprimir moradores da comunidade, realizar roubos de carga e de veículos nas vias expressas da região metropolitana, entre outras ações violentas. Um dos 17 mandados de prisão contra ele era referente ao assassinato dos sargentos do BOPE Rafael Wolfgramm Dias e Jorge Henrique Galdino Cruz, durante uma operação na Maré, em junho do ano passado. – A Polícia Militar retirou de circulação um perigoso criminoso. Quem ganha é a sociedade. Foi uma operação planejada com inteligência e executada com profissionalismo. O objetivo era prender o líder da facção, mas ele optou pelo confronto. Demonstramos mais uma vez que não haverá tréguas para estes criminosos extremamente  violentos, que circulam fortemente armados e que não têm pudor em utilizar de forma cruel a população como escudo para fugir do cerco das forças de segurança – disse o governador Cláudio Castro. FONTE: PMERJ

Ex-candidato a vice-prefeito de Niterói é suspeito de furto cinematográfico na cidade

O empresário Alexandre Ceotto André que foi candidato a vice.prefeito em Niterói é suspeito de ser o mentor intelectual de um furto cinematográfico na cidade. Agentes cumpriram hoje mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao autor, em Icaraí e Itaipu. O crime ocorreu em fevereiro de 2025. Na ocasião, um homem, ordenado pelo empresário, invadiu um dos apartamentos de um apart-hotel de alto padrão localizado no bairro de Gragoatá, em Niterói, e furtou cerca de dez relógios de luxo. Para não ser reconhecido, o criminoso utilizou uma máscara de silicone realística, além de terno e luvas. Na última terça-feira (06/05), os policiais da 76ª DP localizaram o homem que executou o furto e ele apontou que um ex-candidato a vice-prefeito do município seria o autor intelectual e mandante do crime. As investigações ainda apontaram que o político era amigo da vítima e  desconfiava que havia cerca de U$ 1 milhão escondido no apartamento. Ainda segundo o apurado, o suspeito foi o responsável por vender o apartamento à vítima e, por isso, conhecia bem a arquitetura do prédio. Foi ele quem forneceu todas as informações necessárias para que o plano fosse colocado em prática, inclusive sobre a rotina do morador, que estava viajando no dia do furto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia já estava na cola de TH da Maré desde as mortes de dois PMs do BOPE no ano passado e já tinha local exato de onde o criminoso estava quando foi morto

A polícia do Rio estava na cola de TH da Maré e sua quadrilha desde a morte de dois PMs do BOPE no ano passado. A operação de hoje foi resultado de um trabalho de inteligência de cerca de um ano e previamente planejada. Segundo o secretário da PMERJ, coronel Marcelo Menezes, houve muita resistência por parte dos criminosos intenso confronto entre PMs e os traficantes que culminaram não só com a morte de TH como também de seus dois seguranças. “Ele foi neutralizado de forma precisa e profissional por nossos policiais”, disse Os bandidos estavam em uma casa de dois andares que estava com a segurança reforçada. Menezes afirmou que, para desviar o foco da operação, os traficantes tentaram fechar as vias expressas com barricadas com fogo e ônibus atravessados. O oficial afirmou que TH tinha 17 mandados de prisão e um total de 227 anotações criminais. Além do tráfico de drogas, a quadrilha de TH era uma das maiores roubadoras de cargas e veículos do RJ. O secretário afirmou que haverá uma ocupação das comunidades da Maré por tempo indeterminado para garantir a circulação nas vias expressas. O comandante do BOPE, coronel Aristheu Lopes, disse que os PMs já tinham a localização exata onde estava TH. Os policiais avançaram, foi feito um cerco e cada vez que os agentes chegavam mais perto, maior era a resisstência por parte dos criminosos. FONTE: PMERJ

Apesar da morte de TH, TCP da Maré tem outros líderes perigosos. VEJA QUEM SÃO

Apesar da morte do traficante Thiago da Silva Folly, o TH, o Terceiro Comando Puro tem outros líderes na região. Um deles é Menor P, que mesmo encarcerado, tem grande influência na comunidade da Maré, enviando ordens aos demais integrantes da facção, para a organização e a realização do comércio ilícito de drogas. Mangolé possui uma atuação que se estende para além dos limites territoriais da Maré, inclusive, para as cidades vizinhas de Niteroi e de São Gonçalo, sendo conhecidos por serem um dos principais “puxadores de guerra” contra a facção rival, “Comando Vermelho”. Cria e Chocolate (preso) também atuam na liderança do tráfico da localidade, sendo certo que são membros da organização criminosa desde o ano de 2009. Java , atua como gerente geral do tráfico de entorpecentes na referida comunidade, sendo diretamente subordinado aos líderes. Pescador, Carrapato, Drogadão e RN atuam como gerentes do tráfico do Complexo da Maré, respondendo por diversos pontos de venda de drogas, organizando a venda de drogas, bem como, realizando a proteção armada daqueles. Pescador gerencia o Conjunto Esperança, Silas gerencia a região da “Baixa do Sapateiro, Drogadão é o gerente da Vila dos Pinehiros e Renan está encarregado da Vila do João. Há ainda os soldados como Pequeno, que cuida da segurança de Mangole BEH, Galo, Pitbull ou Da Trezentas, Cabeleiera e Jackson ocupam a função de “contenção ou soldado”, atuando na segurança armada dos pontos de venda de drogas do Complexo da Maré. Para tal função, os denunciados andam armados, protegendo os pontos de vendas de drogas e “policiando” as ruas do Complexo A Maré possui uma posição geográfica privilegiada por ocupar uma faixa territorial à margem da Baía de Guanabara, com fácil acesso às principais vias expressas da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha (Via Expressa Presidente João Goulart) e Linha Amarela (Avenida Governador Carlos Lacerda), que permitem um rápido deslocamento até os aeroportos Nomee Santos Dumont, além de outros pontos considerados estratégicos. Sua localização ainda favorece o transporte e a distribuição de armas e drogas para as regiões da Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, beneficiando as organizações criminosos ali instaladas. Assim, de acordo com a informação de inteligência, o tráfico de drogas dentro Complexo da Maré atualmente é controlado por duas facções criminosas e pela milícia. O Comando Vermelho (CV), presente nas comunidades Nova Holanda e Parque União, a Milícia controlando as comunidades Roquete Pinto e praia de Ramos, e o Terceiro Comando Puro (TCP) nas comunidades Baixa do Sapateiro (Baixa do Sapateiro e Nova Maré), Morro do Timbau, Vila do Pinheiro (Parque Ecológico, Conjunto Pinheiro, Vila do Pinheiro e Salsa e Merengue) e Vila do João (Vila do João e Conjunto Esperança). FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

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