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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Mais de 100 integrantes de torcidas organizadas foram detidos nos arredores do Maracanã durante Fla X Botafogo

A Polícia Militar informou que 102 integrantes de torcidas organizadas foram detidos durante ação do BEPE nas proximidades do estádio do Maracanã onde foi realizado o clássico Flamengo e Botafogo pelo Campeonato Brasileiro. Artefatos explosivos, socos ingleses, pedras e garrafas. Houve confusão na Rua ProfessorvEurico Rabelo. Nove integrantes da Torcida Jovem do Flamengo foram detidos na estação do.metrô de São Cristóvão. Eles estão proibidos de frequentar estádios de futebol. . Eles estavam com drogas, toucas ninjas e fogos de artifício. Circulou um vídeo que mostrou uma confusão entre torcedores e policiais na estação de trem do Engenho de Dentro. As imagens mostraram fogos sendo estourados, barulho de bombas e PMs atirando artefatos de efeito moral para dentro de um trem. FONTE: PMERJ

Em conversa vazada na rede social, suposto membro do CV de morros do Catumbi aliciou bandido do TCP a mudar lado e pediu que ele matasse rivais

Circulam nas redes sociais conversas entre supostos traficante em que um bandido que seria do Comando Vermelho dos morros do Fallet e Fogueteiro, no Catumbi, alicia um integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) a mudar de lado e pede a ele que mate integrantes da facção rival . ” Estou esperando o.melhor momento”, disse o criminoso do TCP. . O rival.respondeu. “Nois não quer arma e quer ver para sangrar”. O membro do TCP chegou a perguntar se depois que ele mudasse da facção ele iria morrer e o.outro.disse que iria buscá-lo mas fez um.pedido . “Mas se você tiver a oportunidade de matar o Leandrinho (que seria o Scooby, chefe do Morro dos Macacos)”, disse o contato do CV. O suposto membro do TCP combinou com o.contato do CV uma troia (emboscada) para matar os antigos aliados. Veja as conversas: FONTE: Página Band Net News (Twitter)

CAXIAS: Marido levou mulher até o local onde ela matou sua suposta amante. Casal foi expulso por traficantes

Foi o.proprio marido que levou a mulher para matar sua suposta amante na tarde de ontem, em Duque de Caxias. O motoboy Iran estava separado da suspeita do crime, Andreza Souza, de 30.anos, há sete meses mas os dois se reconciliaram. Andreza, então, queria tirar satisfações com a vitima Jessica dos Santos, de 35, com quem Iran teve um relacionamento enquanto estava separado E Iran levou Andreza de moto até o.local onde ocorreu o crime. Sgundo relatos, antes de fugirem do local, eles passaram na farmácia onde IIran trabalhava como entregador e roubsram o valor em dinheiro que havia no caixa. O casal morava na comunidade do Inferninho próximo a 59a DP e ao Fórum de Caxias, e na manhã de hoje (8) eles foram expulsos da favela pelos traficantes locais. Os cinco filhos do casal estão sob a tutela da avó materna. O crime ocorreu no bairro da Pauliceia. Segundo relatos, a autora chegou ao local na garupa de uma moto, portando uma garrafa de álcool, com intuito de atear fogo na suposta amante. Ela não conseguiu atear fogo, e partiu para a agrssão, derrubou a suposta amnte, e bteu com a cabeça dela no chão até ela ir a óbito. FONTE: Página Portal D3 a Fênix (Facebook)

Traficante do TCP mandou atacar oficina em Caxias cujo dono não queria pagar taxa. Resultado: um inocente morto e dois baleados

A l Polícia Militar informa através do comando do 15º BPM (Caxias) que, no último sábado (17/05), policiais militares foram acionados para verificar a entrada de duas vítimas com ferimentos por disparos de arma de fogo no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes. No local, as vítimas relataram que um veículo passou efetuando disparos na Rua Uberaba, no bairro Parque Fluminense, em Duque de Caxias. Uma terceira vítima, socorrida à UPA Sarapuí, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. A ocorrência foi registrada na 60ª DP, e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada para realizar a perícia no local dos fatos. Segundo relatos, bandidos, sob ordem do criminoso conhecido como Flamengo, atacaram uma oficina mecânica localizada em frente ao Sítio Catarina. O motivo do atentado seria a recusa dos donos em pagar o “arrego” exigido pela facção. Durante o ataque, dois trabalhadores e um cliente foram baleados — um deles não resistiu e morreu no local. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de André Martins Troyack. Outras duas pessoas ficaram feridas na ação criminosa. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. FONTE: PMERJ, PCERJ e Plantão Baixada RJ (Telegram)

Traficante flagrado pela PF dizendo que autoridades pediram ao CV trégua no G20 se intitulava ‘porta-voz’ da facção nas cadeias. Da prisão, comandava o crime no Sul Fluminense e ordenou homicídios

O traficante do Comando Vermleho que teve captada pela Polícia Federal dizendo que o representante de uma autoridade teria pedido a um membro da facção trégua nas guerras e roubos no Rio durante o G20, vulgo Naldinho, tinha posição de destaque dentro do Comando Vermelho. Ele se intitulava “porta voz” das cadeias do estado do Rio de Janeiro/RJ e afirmava a todo momento que ele e mais cinco criminosos seriam os responsáveis pela região Sul Fluminense no que diz respeito à distribuição de drogas, ordens para execuções e castigos corporais, registro de novos pontos de drogas e recolhimento da “caixinha” paga para a facção criminosa. A quadrilha de Naldinho age pelo menos desde 2013 em Resende e Volta Redonda, e posteriormente em outras localidades, incluindo as dependências de estabelecimentos prisionais onde alguns dos agentes se encontravam presos, O bando recebia remessas de drogas da comunidade do Parque União, no Complexo da Maré. A associação em apreço contava com a liderança de membros atualmente inseridos no sistema carcerário estadual, situação na qual também se encontram outros integrantesinferior escalão, o que evidenciou que unidades penitenciárias funcionavam como verdadeiros escritórios a serviço da criminalidade, sendo certo que os denunciados se comunicavam precipuamente por meio de linhas telefônicas. O bando agia com violência e grave ameaça contra aqueles que se afastassem de suas diretrizes, ou que intentassem o comércio autônomo de drogas em áreas consideradas sob o seu domínio, recorrendo inclusive à prática de homicídios . Ademais, diversos diálogos telefônicos travados entre os denunciados evidenciaram o habitual emprego de armas de fogo na venda de entorpecentesNaldinho é ao lado de Tio 10 como sendo as principais lideranças do Comando Vermelho na região Sul Fluminense, restando evidenciada a expansão gradativa deste domínio territorial para a venda de entorpecentes. Mesmo preso, Naldinho comanda vários pontos de venda de entorpecentes na cidade de Resende/RJ e região, além, de ordenar assassinatos de desafetos, evidenciando tratar-se de indivíduo de alta periculosidade. Para realizar o controle da venda de entorpecentes, Naldinho realizou vários contatos telefônicos, bem como através de mensagens escritas, especialmente com Tio Dez, Marcelo, Juninho, Dentão, Juninho Matias, Nega, Tiago, Léo Russo, Márciko Soldado, Marcola, Rafael Papel, Diego, Valter Baby. Como representante do CV no Sul Fluminense, Naldinho é o responsável pela cobrança da “caixinha” paga para a facção (…) Um dos redutos do bando é a região da Grande Alegria, formada pelas localidades de Baixada da OLaria, Itapuca, Área de Lazer, Nova Alegria, Vila Aliança e Mutirão). O local e outros bairros dominados pela facção Comando Vermelho vinham sofrendo com o aumento da violência imposta pelos traficantes que estabeleceram a “Lei do Silêncio” em seus domínios, utilizando-se de armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, pistolas e até granadas para atingirem seus objetivos. A quadrilha usava o grupo de Whatsapp ‘Um por Todos”para evitar prisões e apreensões de drogas e armas de fogo, além de ataques de traficantes rivais. Ele ordenou a morte do traficante Russinho por suspeitar que ele tivesse repassando informações para a PM. Mandou também a execução dos vulgos Baby e Chiick, orientando seus subordinados a não “assustarem” as futuras vítimas para que elas não percebam que na verdade estariam à beira de ser executadas. Naldinho repreesentava 50% do domínio da estrutura administra os carregamentos de drogas, compras e pagamentos, tudo que gira em torno do numerário do tráfico, ao passo em que ‘Tio Dez”, ficava à frente do pessoal, da segurança da área e’ do controle dos pontos de venda de droga. FONTE: TJ-RJ e STJ

Com a falência da empresa do Faraó dos Bitcoins, relembre o golpe dado pela firma nos clientes anos atrás

Durante esses últimos dias, a imprensa carioca noticiou a falência da GAS Consultoria, empresa de propriedade do criminoso Glaidson Acácio, conhecido como ‘Faraó dos Bitcoins’, que está preso. A firma foi envolvida anos atrás em um esquema de suposta oferta pública de contrato de investimento, pretensamente sem prévio registro, vinculado à especulação no mercado de criptomoedas, com previsão de retorno financeiro de 10% sobre o capital investido, com remessa do proveito financeiro de duvidosa legalidade para o exterior, que contaria com a participação de pessoas físicas e sociedades empresárias supostamente vinculadas ao Faraó dos Bitcoins e sua mulher, responsáveis pela GAS. Glaidson e seus comparsas comandavam uma pirâmide financeira, constituindo crime contra o sistema financeiro. Um cliente, por exemplo, celebrou um contrato com a GAS iara o investimento em criptomoedas do montante de R$13.000,00 (treze mil reais), divididos em dois contratosde R$5.000,00 (cinco mil reais) e R$8.000,00 (oito mil reais), respectivamente. O contrato entabulado visava a obtenção de rentabilidade por intermédio das moedas. A rentabilidade do esquema não era a partir de lucro com investimento em criptoativos, ela advém dos novos aportes e com uma remuneração muito alta, as pessoas são estimuladas a reaplicar o dinheiro que elas ganham Entretanto, na data de 24 de agosto de 2021 – pouco mais de um mês após a assinatura dos contratos – a pessoa foi surpreendida quando o grupo econômico ganhou as manchetes dos jornais por meio da operação da Polícia Federal batizada de Operação Kryptos, momento em que foi apreendido mais de R$ 150 milhões sob a acusação de que Glaidson e comparas na verdade foram articuladores um esquema de pirâmide financeira, o que constitui contra o sistema financeiro. A partir daí, a empresa deixou de honrar os compromissos avançados entre as partes utilizando-se do argumento de que não mais se tinha possibilidade de realizar qualquer tipo de pagamento em função de bloqueios sofridos por determinações judiciais, restando os valores inadimplentes desde o início da Operação Kryptos. Argumentaram ainda que mesmo com a rescisão contratual entre as partes não possuem qualquer outro modo de devolver o valor primitivo investido.]Glaidson foi acusado de contratar um grupo para eliminar concorrentes no mercado de bitconis. Um deles sofreu tentativa de homicídio, mediante disparos de arma de fogo contra a vítima em via pública em horário de grande circulação de pessoas. A vítima narrou que a arma de fogo ´falhou´ quando o autor tentava efetuar mais disparos, motivo pelo qual recebeu golpes com a arma (´coronhadas´) na cabeça A vítima teria enviado mensagem para diversos clientes ´investidores´ sobre uma matéria noticiando que a empresa concorrente G.A.S. estaria sendo investigada pelo Ministério Público e que deveria quebrar até o fim do ano, sugerindo que pessoas ‘retirassem’ o dinheiro lá investido, pois as contas da G.A.S. seriam bloqueadas, estando, ‘a de Búzios’, já bloqueada. A vítima atuava como ´Operador de Investimentos´ em moedas de bitcoin e no mês em que fora vitimado estaria em débito com alguns ´investidores´, entretanto sem se apurar possíveis ameaças. FONTE: Superior Tribunal de Justiça

Suspeito preso com celulares no Morro dos Macacos (TCP) tentou subornar PMs com R$ 20 mil

Policiais militares da UPP Macacos detiveram no sábado (18/05),  um homem e apreenderam com ele oito aparelhos celulares na Rua Armando Albuquerque, em Vila Isabel, no Morro dos Macacos. .Na ação, o suspeito tentou subornar os policiais oferecendo 20 mil reais por sua liberdade. A ocorrência foi encaminhada para a 20ª DP.  FONTE: PMERJ

Leia agora sobre o terror e as condições insalubres que viviam paraguaios que trabalhavam em regime de quase escravidão em fábricas clandestinas de cigarros de poderoso contraventor do Rio

Sobre os paraguaios que foram achados durante a semana trabalhando em quase regime de escravidão em uma fábrica clandestina de cigarros pertencentes ao contraventor Adilsinho, investigações da Polícia Federal de anos atrás apontaram que eram oferecidas a eles promessa salarial de R$ 3.000,00 (três mil mensais, que seriam depositados em favor da família do trabalhador ou quitados, no Paraguai, quando o trabalhador retornasse para casa; A remuneração seria acrescida de um vale de R$ 500,00 (quinhentos reais), em espécie, que poderia ser adiantado para financiar seu translado para o Brasil ou pago no local de trabalho. Às vezes, o aliciador mencionava que a fábrica estaria em São Paulo, mas sempre dizia ser legalizada, jamais revelando quem seria o empregador e qualseria, precisamente, o endereço do local de trabalho. Alegava que o trabalho duraria pouco tempo, variando de 2 a 4 meses, com a possibilidade de retorno. Os cidadãos paraguaios eram orientados a cruzar a fronteira em Foz do Iguaçu, sem passar pelo controle migratório, e pegar um ônibus turístico para São Paulo, muitos deles a suas próprias expensas. Há casos de trabalhadores que pegaram outro ônibus no terminal rodoviário até o Rio de Janeiro, desembarcando no meio do caminho para encontrar pessoas responsáveis por seu transporte até a fábrica. Nos demais casos, os trabalhadores já foram abordados na rodoviária de São Paulo e transportados de ônibus fretado para o Rio de Janeiro. Porém, o trecho final era sempre realizado da mesma forma. Todos os cidadãos paraguaios precisaram desembarcar dos coletivos para entrar em um carro particular, sem saber o destino. Quando muitos trabalhadores eram recrutados simultaneamente, todos eram transportados em vans. Dentro dos veículos, os trabalhadores tinhamseus olhos vendados e seus aparelhos de telefonia móvel eram tomados pelos motoristas, que não se identificavam, nem mantinham diálogo durante o trajeto. A venda somente era retirada dos olhos do trabalhador dentro do galpão, quando descobriam que não poderiam mais sair do local, nem mesmoolhar para o lado de fora, e que seus telefones não seriam restituídos. Os trabalhadores eram frequentemente ameaçados de morte quando manifestavam sua vontade de deixar o galpão. Na fábrica, havia câmeras de segurança, totalizando 16 canais de monitoramento eletrônico com gravação DVR. Um homem alertava que os trabalhadores estavam sendo observados e quem tentasse sair seria capturado novamente, prometendo que mal injusto e grave lhe acometeria. Ele também afirmava que os arredores eram extremamente perigosos para dissuadir a evasão de trabalhadores aqueles que cogitavam fugir do galpão, sequer sabiam onde estavam e temiam por sua vida. Trata-se de trabalhadores estrangeiros, com situação migratória irregular, sem recursos financeiros, privados de acesso a meios de comunicação, que não foram informados quanto ao endereço do local de trabalho. transportados de olhos vendados por mais de uma hora, sendo diariamente ameaçados e sujeitos a vigilância ostensiva. Por isso, os cidadãos paraguaios eram forçados a permanecer trabalhando, não tendo decisão a respeito da continuidade da prestação de serviços.Na fábrica, os trabalhadores cumpriam jornadas extenuantes e eram submetidos. a condições desumanas e degradantes. A fábrica clandestina de cigarros funcionava 24 horas por dia, 7 dias por semana, e contava com dois geradores de energia para que a produção não precisasse ser interrompida. Nesse sentido, os 24 trabalhadores se revezavam em 2 turnos de trabalho, com duração de 12 horas consecutivas, trocando toda a equipe nos horários de 07h00 e 19h00. Como as máquinas não poderiam parar de operos trabalhadores faziam apenas uma pausa de 10 a 15 minutos para se alimentar, não podendo o intervalo ser usufruído por mais de um trabalhador simultaneamente. Nessa dinâmica, os trabalhadores ficavam impossibilitados de gozar de repouso semanal. Além disso, os trabalhadores eram encarregados da própria limpeza do local, inclusive das instalações sanitárias, sempre fora de seu turno de trabalho. Na área de produção do galpão, havia fiações expostas, vazamento de combustível, ausência de ventilação natural e acúmulo de materiais inflamáveis (e.g., diversas caixas de papelão empilhadas), causando grave risco de incêndio e Nas imagens, nota-se que não havia aparelhos extintores de incêndio, sinalização de emergência ou rota de fuga. Havia um único alojamento coletivo, cujas condições eram precárias. As camas eram revezadas pelos trabalhadores de diferentes turnos, sendo que algumas ficavam separadas por papelões. A falta de revestimento nas paredes prejudicava a limpeza e a higiene do recinto, enquanto a falta de janelas dificultava a ventilação e a renovação doar.Na cozinha, a higiene também era precária. Havia alimentos sem controle de validade e sem acomodação ou armazenamento adequados, além de estarem expostos ao contato com animais domésticos. Nos depoimentos, consta que não eram fornecidos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ou vestimentas de trabalho. As vítimas eram obrigadas a continuar trabalhando mesmo quando estavam doentes, sendo-lhes negada a assistência médica. Uma pessoa sem qualificação profissional ministrava medicamentos e fazia curativos, às expensas do trabalhador. Havia pessoas operando maquinário com cortes e queimadurasnas mãos. Não havia treinamentos para operação de máquinas e equipamentos, nem sobre adequado uso, guarda e conservação de EPIs. Também há relatos decalor excessivo no galpão, goteiras na área de produção da fábrica e no alojamento, presença de pragas no local, como mosquitos, baratas e ratos, e falta de material para limpeza, secagem e enxugo das mãos nos lavatórios. Alguns trabalhadores narraram, ainda, que consumiam água da torneira ou proveniente de um poço, sendo que esta sequer era transparente.. FONTE: Relatório da Polícia Federal disponível no site jurídico Jusbrasil

Chefe do PCC preso na Bolívia correu risco de ser excluído e até morto pela facção anos atrás

Preso na última sexta-feira em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, principal líder do PCC que estava em liberdade, correu risco de ser expulso e até morto pela facção anos atrás. Na época, foi enviada uma carta de um suposto integrante da facção a um promotor de Justiça que dizia “Nessa operação contra o Tuta isso fará com que o Tuta seja excluído do PCC e será alvo fácil pos perderá o apoio da facção e corre o risco de morrer na mão da própria facção”. Tuta teria assumido a chefia do PCC após “Marcola” e outros 21 integrantes da liderança da facção terem sido transferidos, em fevereiro de 2018, de presídios de São Paulo para o Sistema Penitenciário Federal. Tuta estava foragido desde 2020 detido por uso de documento falso em Santa Cruz de la Sierra. O diretor-geral da Polícia Federal, informou que o escritório da Interpol na capital federal — que é uma coordenação dentro da Diretoria de Cooperação Internacional da PF — foi acionado para checar suas bases de dados e informar com precisão à polícia boliviana a respeito da pessoa que estava se apresentando com documento falso. “Imediatamente foi feita a checagem e aqui eu ressalto a importância, uma vez mais, da nossa base de dados biométrica, que permitiu praticamente em tempo real retornar a informação ao nosso oficial de delegação lá em Santa Cruz de la Sierra e aos colegas da Polícia da Bolívia, informando tecnicamente quem era exatamente aquela pessoa que estava ali e, com isso, permitindo que a polícia boliviana fizesse a detenção dessa pessoa”, ressaltou. Após feita a identificação do foragido, a Polícia Federal comunicou o êxito da captura ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). “O ministro Ricardo Lewandowski também, pela relevância do caso, informou ao presidente Lula e ao nosso chanceler, embaixador e ministro Mauro Vieira, que prontamente acionou a nossa missão diplomática na Bolívia para que acompanhasse o caso e prestasse todo o apoio às nossas unidades naquele país”, afirmou Rodrigues. FONTE: Tribunal de Justiça de São Paulo e Governo do Brasil

Mulher espancou até a morte suposta amante do marido em Caxias

No início da noite de ontem (17), uma mulher espancou até a morte outra mulher acusada por ela de ser amante do seu marido. O crime ocorreu no bairro Paulicéia, em Duque de Caxias. Segundo relatos, a autora do crime chegou ao local na garupa de uma moto com uma garrafa de álcool. Ela pretendia atear fogo na rival. A acusada não conseguiu queimar a vítima. Com isso, partiu para a agressão, derrubou a mulher e bateu com a cabeça dela no chão até provocar o óbito. FONTE; Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

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