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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

PM foi preso conduzindo veículo que estava em comboio de milicianos do Catiri flagrado em drone do tráfico (CV) no fim de semana

Policiais Civis da DRACO-IE e policiais Rodoviários Federais do Núcleo de Operações Especiais realizaram, em 24 de junho de 2025, a prisão do PM Jorge André Felix pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador e porte ilegal de arma de fogo. Existe na DRACO-IE investigação em andamento sobre grupo de narcomilicianos envolvidos em disputa de território na região do Catiri. Em decorrência desta investigação, no dia de ontem, foi desencadeada operação naquela localidade onde foram localizados três veículos utilizados pelo grupo criminoso durante uma incursão na comunidade, no último dia 27/07/2025 . O setor de inteligência desta Unidade identificou um veículo modelo Corolla Cross, de cor branca, dentre os veículos do comboio, flagrado em frone de traficantes e o localizou no interior da Comunidade da Maré. A partir dessa informação o setor de Inteligência da DRACO, municiou com estas informações as Equipes da DRACO-IE e do NOE-PRF, que hoje realizaram um monitoramento das vias do entorno da comunidade, até que por volta das 12h lograram êxito em localizar o veículo seguindo pela Avenida Brasil, sentido a zona oeste. Em sua condução estava Jorge André , o qual se apresentou como Policial Militar da UPP do 3º BPMERJ. Ele estava sozinho no veículo e não resistiu a abordagem. No interior do automóvel foram apreendidas 4 pistolas e uma sub metralhadora Uzi. Ao ser indagado sobre a origem do veiculo e das Armas, Jorge declarou que apenas estava levando o veículo e o material da Maré para o Catiri. O veículo é produto de crime de roubo e estava com seus sinais identificadores adulterados (clone). O criminoso foi autuado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor sendo conduzido pelos policiais da DPJM, ficando à disposição da Justiça.

Tráfico da Serrinha (TCP) diz que guerra deles é com o CV e vai deixar a polícia fazer seu trabalho

Traficantes do Complexo da Serrinha.(TCP) em Madureira, soltaram um comunicado nas redes sociais dizendo que vão deixar a polícia fazer o seu trabalho porque a guerra deles é contra o Comando Vermelho. Hoje, o BAC (Batalhão de Ações com Cães), apreendeu um fuzil, uma pistola, rádios transmissores, munições e drogas na comunidade Com o apoio dos cães, as equipes localizaram os materiais ilícitos..

Membro do Sindicato do Crime do RN foi preso na Baixada

Policiais civis da 58ª DP (Posse), em conjunto com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, prenderam, nesta quarta-feira (30/07), um criminoso foragido da Justiça daquele estado. Ele é acusado de tráfico de drogas, homicídio e organização criminosa. A captura ocorreu no bairro Miguel Couto, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. De acordo com as investigações, o preso é integrante da facção potiguar Sindicato do Crime e atuava principalmente na Praia da Pipa, área turística da cidade de Tibau do Sul. Ele exercia diversas atividades ilícitas, como transporte de armas, drogas e aluguel de veículos.Ainda segundo as investigações, o criminoso figura como envolvido na morte de um ex-policial militar do Rio Grande do Norte, no ano passado, na cidade de Montanhas. Na ocasião, a vítima sofreu uma emboscada ao sair de uma oficina.Em 2024, o detido desta quarta foi preso em flagrante por tráfico de drogas. No entanto, foi solto após audiência de custódia e fugiu para o estado do Rio de Janeiro, de onde continuava mantendo contato com a facção. Contra ele, foram cumpridos mandados de prisão preventiva por tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio.

Bandidos que mataram inocentes em Nova Iguaçu ao confundí-los com milicianos eram da Favela Grão Pará (CV). Uma das vítimas era muito parecida com um paramilitar que esteve no local do crime minutos antes para fazer cobranças. Um dos suspeitos preso ontem foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Frente da milícia disse que estava sendo ameaçado por um dos autores dos homicídios a mudar de facção

Os homens que mataram três inocentes e feriram outros dois em dezembro no Km 32 Nova Iguaçu pensando que eles fossem milicianos eram vinculados à facção criminosa Comando Vermelho e da comunidade Grão Pará, na mesma cidade Um deles, vulgo Parazinho, foi preso ontem e outros dois suspeitos, Cocão e Gerô estão com as prisões preventivas decretadas. Parazinho foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Na ação, morreram Jhonata Lima Almeida, Leanderson Luiz Ferreira e Rodrigo Assis da Silva Junior. Jhonata era muito parecido com um miliciano que esteve no local do crime minutos antes e também usava uma camisa do Flamengo como ele. Uma das testemunhas disse que soube por um amigo que horas antes do crime estava rolando uma guerra entre quadrilhas. As vítimas do homicídio estava em uma confraternização no bar do fato. Durante a confraternização, dois milicianos chegaram no bar para cobrar a “taxa” da milícia; Esses paramilitares aproveitaram para tomar cerveja no bar em uma mesa separada. Algum informante teria avisado a traficantes da comunidade do Grão-Pará que estes milicianos estariam no bar. Com isso, Gerô teria puxado o “bonde” para o local. Ele teria sido criado com as vítimas. O bandido teria falado inclusive se soubesse que o Jhonata estava no local, não teria matado eles. Gerô seria traficante da comunidade do “Dendê” dominada pelo facção criminosa TCP e teria migrado para o Grão Pará que écontrolada pelo Comando Vermelho; Que Gerô” já teria puxado outros ataques na região. Gerô conhece bem a área de Prados Verdes por ter morado ali desde criança. Ele estaria puxando esses ataques para subir no conceito com os traficantes do “Grão-Pará. A testemunha o reconheceu nas imagens de vídeo do homicídio cometido contra Jhonata, como um dos participantes no ataque. Gerô” estaria mancando por ter tomado um tiro na época que estava no “Dendê. Outra testemunha disse que viu as imagens e não exitou em apontar Gerô fortermente armado, haja vista a declarante o conhecer desde criança, pois a mesma brincava quando criança com a padrasto dele. Disse ainda acreditar que Cocão e Parazinho fazem parte do trafico local e acredita que os mesmos fizeram parte da empreitada criminosa, mas que a mesma nao os conhece pessoalmente; Que na filmagem a declarante tambem identificou o nacional que atende pela alcunha de “Piu”, tambem traficante da comunidade Grão Pará, mas que por ora nao sabe a qualificação do mesmo. Uma terceira testemunha falou que o apartamento de uma das vítimas fatais, Leanderson, havia sido saqueado no dia e que um frente da milícia, vulgo Felipinho, estava no local para reaver os pertences dele. Felipinho falou que Gerô” estaria os ameaçando a mais ou menos um mês, dizendo para os milicianos “mudarem” de facção criminosa e aderirem ao “Comando Vermelho” no Grão-Pará; Ainda falavam que quem não fosse para a outro grupo criminoso iria morrer; Após o ataque que vitimaram os inocentes, as ligações de ameaça a Felipinho continuaram; Quem estaria ligando seria o traficante de vulgo Cocão estaria falando que irão acontecer novos ataques e que até o natal faria uma arruaça; Q Cocão teria dito a Felipinho que Playboy teria “escapado dessa vez”; Felipinho teria dito que Playboy teria muita semelhança com Jhonata e que Playboy, que era um dos milicianos que teriam ido ao bar do fato fazer a “cobrança”, teria acabado de vestir uma camisa do Flamengo que seria idêntica a camisa que Jhonata estaria usando;Felipinho teria dado uma “dura” nos milicianos que estiveram no bar pelo motivo deles não poderem parar em bar para beber, e somente efetuar a cobrança. Soube que alguém que estava bebendo no bar informou aos traficantes que os milicianos estariam no local; Felipinho teria dito que já sabe quem é a pessoa que teria falado a posição dos milicianos para os traficantes, que chegou a falar para o dono do bar, mas não quis informar para a declarante a identidade desta pessoa; O miliciano afirmou ainda que no dia anterior, dia 20/12/20024, o mesmo grupo que teriam atacado no bar, teria matado Jolvani Baptista de Oliveira Júnior citado no procedimento 861-01238/2024; Leanderson tinha uma pistola de marca “taurus” que está sumid Um parente de Parazinho disse que ele já foi militar no exército, mas precisamente no Batalhão Central de Suprimentos e Manutenção. Disse que ele era usuário de drogas. Falou que ele está em Paris e achou estranho como Parazinho conseguiu dinheiro para ir pra outro país; Perguntou se Parazinho estava fechado com o tráfico haja vista ter ido para a França sem condições financeiras. Parazinho ficou revoltado com essa pergunta e ameaçou romper contato com o declarante. Ao ser mostrado a filmagem da câmera de monitoramento, ele identificou Parazino como sendo um dos autores da empreitada criminosa e o homem que deixa o aparelho telefônico cair do bolso; Que conhece todos os trejeitos do seu irmão, inclusive o modo de andar e correr; FONTE: TJ-RJ

Três traficantes da Vila Kennedy (CV) que iam invadir o Catiri (milícia) ficaram feridos em confronto com a PM

Policiais do 14 BPM foram atacados a tiros por criminosos na Vila Kennedy, na noite de ontem 29/07), e revidaram. .Durante o confronto, três bandidis ficaram feridos. Um deles é Richard, vulgo “Da Alta”. De acordo com a Polícia, as equipes receberam informações de que traficantes estariam planejando uma invasão no Catiri, em Bangu (alrea de milicianos) e iniciaram uma operação na região. Com os criminosos, foram apreendidos uma carabina e uma pistola. Os feridos foram socorridos ao Hospital Albert Schweitzer

Oruam foi denunciado por tentativa de homicídio contra policiais

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, pelos crimes de tentativa de homicídio, lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. O MP aponta que ele e outros três homens, também denunciados, teriam atacado com pedras e ameaçado policiais civis durante uma ação na parte externa de sua residência, no bairro do Joá, Zona Oeste do Rio. A Promotoria ofereceu denúncia contra Oruam e Willyam Matheus Vianna, na segunda-feira (28/07), no inquérito referente à tentativa de homicídio. Foi apreentada denuncia em outro inquérito que trata dos crimes de lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. Nesta segunda ação respondem Oruam, Willyam e outros dois denunciados: Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos.. As denúncias detalham os fatos ocorridos na noite de 21 de julho, quando policiais civis foram até a residência de Oruam para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente. Segundo as investigações, o menor foi localizado saindo da casa de Oruam, acompanhado de um grupo de pessoas. No momento da abordagem, os denunciados tentaram impedir a ação policial com ofensas verbais, ameaças de morte e agressões físicas.Na ocasião, um policial civil foi atingido por pedradas e ficou ferido. Um delegado também foi alvo das pedras, mas não se feriu. Os veículos descaracterizados utilizados na operação também foram danificados. Ainda de acordo com as ações ajuizadas, durante a confusão, MC Oruam afirmou aos policiais que era filho de “Marcinho VP”, numa tentativa de intimidação. A declaração também foi registrada nas redes sociais após o episódio. Com a ajuda do grupo, o adolescente conseguiu fugir e, apenas um dos envolvidos, Pablo Morais, foi preso em flagrante no local. O MPRJ também solicitou à Justiça a manutenção e decretação das prisões preventivas, além do pagamento de indenização pelos danos causados ao A investigação que resultou na denúncia por tentativa de homicídio qualificado apurou que algumas das pedras arremessadas por Oruam e Willyam Matheus possuíam grande peso e poderiam causar lesões letais imediatas. A perícia identificou sete pedras lançadas, com massas variando entre 130 gramas e 4,85 quilos. Ainda segundo a denúncia, os objetos foram arremessados de uma altura de 4,5 metros, e houve repetição da conduta, mesmo diante da potencial letalidade das agressões. Um dos policiais foi golpeado nas costas e no calcanhar esquerdo, enquanto outro conseguiu abrigar-se atrás da viatura.

CV invadiu área da milícia em Manguinhos mas PM teria expulsado os traficantes

No última fim de semana, criminosos ligados ao CVlomando Vermelho, que seriam oriundos das bfavelas de Manguinhos e Mandela, entram e expulsaram milícianos da comunidade do Amorim, que fica atrás da Fiocruz. Imagens que circularam nas redes sociais mostraram bandidos armados de fuzis invadindo o local. Após receberem denúncias sobre o ocorrido, PMs da CPP reforçaram o patrulhamento no local, descolando até um veículo blindado para a comunidade, fazendo com que os criminosos do CV retornassem para as suas comidas de origem. Alguns muros da comunidade foram pichados com as siglas da maior facção do RJ, demonstrando que tinham dominado o local. Tinha até papelotes de droga com a sigla do grupo e o nome da comunidade .

Dois mortos e fuzil apreendido em Itaboraí

A Polícia Militar informa que o 35º BPM (Itaboraí) realiza, nesta terça-feira (29/07), uma operação no Complexo da Reta Velha com o objetivo de desarticular ações criminosas na região, recuperar veículos roubados, combater a atuação de facções e conter o aumento dos roubos de veículos na área de policiamento. Durante a ação, dois criminosos foram alvejados e não resistiram aos ferimentos e dois foram presos. Além disso, um fuzil, uma pistola, 13 tabletes de maconha, um rádio transmissor e uma balança de precisão foram apreendidos.

Justiça arquivou inquérito contra militar da Marinha preso suspeito de operar drones para o Comando Vermelho

A Justiça arquivou o inquérito contra um militar da Marinha que foi preso ano passado suspeito de operar drones para traficantes do Comando Vermelho. O traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, também era investigado.  Questionada, a assessoria de imprensa do TJ-RJ não soube informar o motivo do arquivamento nem se o militar foi solto. “Como consta no processo foi arquivado em definitivo. Não temos acesso as informações da razão do arquivamento e do motivo de um dos indiciados estar solto”, diz a nota.  O militar foi citado em matéria divulgada em um jornal carioca no último fim de semana  Na reportagem, há relatos de que o militar enviou para Doca imagens de um drone com granada. Segundo o texto, ele explica ao traficante que é preciso adquirir um dispensador, equipamento usado para acoplar ao drone e lançar as granadas. FONTE: TJ-RJ

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