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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Mulheres que viviam em favela dominada pelo CV em Santa Teresa são suspeitas de torturar entregador para ele quitar dívida com agiota

Duas mulheres são suspeitas de torturar um entregador de aplicativo de 22 anos na comunidade do Fallet-Fogueteiro, em Santa Teresa, na Região Central do Rio, área dominada pelo Comando Vermelho. Segundo as denúncias, a vítima saiu de Minas Gerais para trabalhar no Rio e era forçada a arrecadar R$ 1.700,00 por semana para quitar uma dívida de R$ 12 mil com um agiota. De acordo com o entregador, caso não alcançasse o valor estabelecido pelas suspeitas, ele era queimado, sofria mordidas e era agredido com socos e pontapés dentro de casa. O entregador contou ainda que as mulheres usavam a religião para fazê-lo aceitar ser agredido. Ele disse que já vinha sendo torturado há 4 meses.Um grupo de motoboys se uniu e foi até a casa onde as suspeitas e a vítima moravam, mas elas já tinham fugido, levando todos os pertences. Uma foto que circula na internet mostra vários hematomas nas costas da vítima.

Chefões do CV pressionaram governo a transferir Marreta para Bangu 3 para facilitar comunicação e transmissão de ordens de Marcinho VP. Justiça do RJ recomendou ano passado que bandido não fosse para Catanduvas (PR) quando transferido para evitar novos contatos com o líder máximo da facção

No ano passado, comissões de detentos formadas por lideranças do Comando Vermelho presas em Bangu 3 e no Vicente Piragibe pressionaram a administração penitenciária para transferir o traficante Marreta de Bangu 1 para Bangu 3., unidade prisional de regime fechado com convívio com outros presos. Isso ocorreu porque em Bangu 3, Marreta poderia gerenciar melhor as ações da cúpula do Comando Vermelho, sobretudo, repassando ordens recentes, recebidas de Márcio dos Santos Nepomuceno, vulgo “Marcinho VP”, dentro de presídio federal de Catanduvas. A proximidade com os comparsas facilitaria , a comunicação com aqueles que se encontram extramuros, facilitando a difusão de ordens emanadas de dentro das penitenciárias fluminenses, dificultando ações preventivas estatais, o que poderia colocar em risco a coletividade carioca, moradores das comunidades historicamente sob seu jugo, agentes pertencentes às forças de segurança pública e o bom funcionamento das instituições e a da democracia. As investigações confirmaram que, o retorno de “Marreta” para o Estado do Rio de Janeiro viabilizou o repasse de ordens do primeiro escalão da organização criminosa Comando Vermelho, especialmente em virtude do convívio entre Márcio dos Santos Nepomuceno e Luiz Cláudio Machado, quando estiveram custodiados na mesma unidade. Em 2024, a Justiça determinou o retorno de Marreta para o sistema penitenciário federal mas para que a medida atingisse fins almejados era necessário que ele fosse alocado em unidade prisional federal diversa da Penitenciária Federal de Catanduvas (PFCAT). A transferência, no entanto, só ocorreu em julho deste ano e para própria Catanduvas, Sua transferência o sistema penitenciário federal dificultaria possíveis articulações com grupos criminosos, e, por conseguinte, o fluxo de ordens emanadas do interior das unidades prisionais para seus comparsas extramuros, uma vez que, ele é um dos principais líderes da organização criminosa Comando Vermelho (CV) e atua ativamente na instabilidade da segurança pública no estado. Dados coletados no período em que o preso esteve custodiado em cadeia federal apontam que de fato ele ocupava relevante posição no âmbito da facção, além disso, Marreta demonstrou a intenção de adquirir armamentos para empregar em conflitos na região a qual ele exerce influência quando retornasse ao sistema prisional estadual. Marreta incluído no Sistema Penitenciário Federal na data de 05/05/2015, na Penitenciária Federal de Mossoró/RN; em 15/03/2016 o referido preso foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho/RO, e, posteriormente fora novamente transferido para a Penitenciária Federal de Catanduvas/PR em 13/02/2019. Sendo devolvido para o Estado do Rio de Janeiro em 20/10/2023.

Homem foi achado morto em Bangu após ter sido sequestrado

Um homem foi encontrado morto em Bangu Everton Alvez teria sido sequestrado por criminosos em Barra de Guaratiba. Testemunhas relataram que os bandidos estavam em um Jeep branco. Durante a ação, eles atiraram contra o carro da vítima, o colocaram no porta-malas e seguiram pela Serra de Grumari. Moradores próximos ao 14° BPM afirmaram ter ouvido diversos disparos na região. No entanto, existem duas hipóteses: que o corpo de Everton apenas teria sido jogado na região ou morto no local. A polícia já iniciou as investigações para identificar os autores do crime e esclarecer a motivação.

Traficante Coelhão da Serrinha (TCP) empresta armamentos para ladrões de carros e exige percentual de cada delito executado com sucesso

O traficante Coelhão do Complexo da Serrinha, em Madureira, fornecia armamento de uso restrito à quadrilha de roubadores de carro da regi~çao mediante pagamento de percentual fixo a cada roubo executado com sucesso, ou seja, auferia vantagem econômica direta com os crimes cometidos . Coelhão é um indivíduo amplamente conhecido na localidade como braço direito do traficante Lacoste, liderança do tráfico naquela comunidade , com forte poder de articulação e comando operacional sobre ações criminosas da facção, inclusive na gestão do armamento destinado à prática de roubos de veículos. Sua atuação era essencial para a manutenção do ciclo delitivo do grupo, fornecendo os meios materiais para a execução dos crimes. Em um roubo ocorrido este ano, um envolvido preso confirmou que a arma utilizada na execução do roubo – uma pistola Glock, calibre .380, de cor marrom – era emprestada regularmente por Coelhão. O preso, além de confessar sua participação neste roubo, admitiu envolvimento em pelo menos outros seis roubos de veículos cometidos em companhia de seus comparsas, inclusive utilizando o mesmo armamento. Neste roubo, a vítima constatou pelo rastreador que o veículo se encontrava no Morro da Primavera, em Cavalcanti, e pediu ajuda a um mototaxista local para negociar com os traficantes a devolução do seu carro. E fez o pagamento via Pix.

Ex-presidente de associação de moradores de área dominada pela maior milícia do RJ foi morto em Santa Cruz

O ex-presidente da Associação de Moradores da comunidade de Antares, em Santa Cruz, Marquinhos, foi assassinado na tarde de hoje. A área é controlada pela maior milícia do Rio que tem como chefe o vulgo PL. A Assessoria da Secretaria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (27/08), policiais militares do 27° BPM (Santa Cruz) foram acionados para checar a entrada de uma vítima de disparos de arma de fogo,  no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local o fato foi confirmado pelos policiais. A vítima não resistiu aos ferimentos e a ocorrência ficou a cargo da 36ª DP (Santa Cruz). O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e será encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para investigar a morte de um homem identificado como Marcos Torres Leite.

Milícia é suspeita de homicídio em Nova Iguaçu

Um miliciano é suspeito da morte de um homem chamado Douglas Crystiano Almeida Silva, em Nova Iguaçu. Uma testemunha disse que Douglas foi morto por dois homens conhecidos por Gambá e Luciano e que ambos fazem parte da milícia local comandada pelo então acusado “Marquinho Alemão” e que os integrantes da milícia não agem sem a ordem dele. Afirmou que após o homicídio, os milicianos invadiram a sua casa tendo ela indagado Luciano acerca disso, quando em seguida recebeu uma ligação telefônica de “Marquinho Alemão” tendo ele dito que ela poderia transitar tranquila pela localidade que nada de ruim lhe aconteceria.Uma outra testemunha falou que no dia do crime estava em um bar jogando fliperama juntamente com a vítima Douglas e que de frente a este local ficava o bar em que os milicianos, ora acusados, costumavam ficar. No momento em visualizou a presença dos milicianos, resolveu voltar para casa e que depois de certo tempo, alguns amigos foram até sua casa e contaram que Douglas foi morto pelos milicianos Luciano e “Gambá”. Uma terceira testemunha disse que viu Luciano no beco seguindo na direção de Douglas e logo depois ouviu os disparos de arma de fogo. O corpo da vítima foi encontrado no beco acima mencionado, Luciano teve a prisão preventiva decretada. Já os apontamentos de autoria em face dos acusados “Gambá” e “Marquinho Alemão”, estão baseados em “ouvir dizer” e também pelo fato de serem conhecidos como integrantes da milícia privada atuante da localidade, em tese, comandada pelo miliciano de vulgo “alemão”. Com efeito, em face do denunciado “Gambá” a denúncia está embasada em depoimentos de “ouvir dizer”, o que não revela justa causa para a deflagração de ação penal. Já em relação ao denunciado “Marquinho Alemão”, a narrativa da acusação ainda não indica minimamente as ordens de execução do homicídio e o controle sobre as ações dos executores.

Primeiro QG do PCC em Manaus vira CV

Segundo informações, cerca de 30 integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) do bairro Valparaíso, em Manaus, rasgaram a camisa e trocaram de bandeira da comunidade, passando a atuar pelo Comando Vermelho (CV). Valparaíso era considerado o primeiro QG do PCC em Manaus. Há poucas semanas, o bairro Fátima 1, também apontado como um dos principais QGs da facção, já havia sido tomado pelo CV. Agora restou apenas o bairro União como base do PCC na capital.

Homem foi espancado e morto na linha férrea em Madureira. Família suspeita de homofobia

Um homem foi espancado até a morte na linha férrea em Madureira, na Zona Norte do Rio. A família da vítima acredita em crime de homofobia. Luciano de Oliveira de Freitas, de 25 anos, voltava para casa na madrugada da última terça-feira (26), quando foi assassinado. A  Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer), nesta terça-feira (26/08), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de homicídio nas proximidades da estação ferroviária de Madureira. No local, os agentes encontraram o corpo de um homem e procederam ao isolamento da área para o trabalho da perícia. O Corpo de Bombeiros também esteve presente na ação. A ocorrência foi registrada na 29ª DP (Madureira). O caso é investigado pela 29ª DP (Madureira). Testemunhas e familiares prestam depoimentos e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Luciano era garçom e costumava sair do trabalho, em Del Castilho, por volta de 23 horas. Ele descia do ônibus e costumava ir caminhando para casa. Na noite do crime, decidiu parar no Viaduto Negrão de Lima para tomar uma cerveja. Por volta de duas horas da manhã, a vítima fez o último contato com o namorado e pediu para o rapaz ir para casa. Como Luciano não apareceu em casa e não deu notícias, a família começou uma peregrinação em busca de informações sobre o paradeiro do rapaz. Eles foram a unidades de saúde e na delegacia. Foi quando descobriram que um corpo com as características do rapaz tinha sido encontrado nesse trecho da linha férrea.

Guerra entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP) com drones que lançam granadas assustou moradores durante a noite e madrugada

A última noite e madrugada foi de guerra entre traficantes dos complexos do Chapadão e Pedreira que compreendem os bairros de Costa Barros, Pavuna e Barros Filho, na Zona Norte do Rio. Houve tiroteio intenso que assustou moradores. Os bandidos envolvidos nesta disputa estariam usando drones equipados com granadas para atacar os rivais. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostrou o estado da rua após a explosão de uma granada. “Olha só o que os caras do Chapadão fizeram. Uma granada que jogaram lã-do alto. olha a bagunça que está a rua”, disse uma moradora “Os caras do Chapadão jogaram maior granadão na rua acertando casa com criança”, falou outro. “

TOCAVA O TERROR EM ITAGUAÍ: Preso ontem, líder do TCP na cidade tentou matar mãe e filho que instalaram câmeras para monitorar criminosos e participou de tentativa de homicídio contra ex-comparsa que mudou de facção

Preso ontem, o chefe do tráfico do Morro do Engenho, em Itaguái, vulgo Balotelli, aterrorizou mãe e filho na cidade por meio de ligações telefônicas exigindo que retirassem, a câmeras de monitoramento/vigilância por eles instaladas e mantidas no imóvel em que residiam. Balotelli e comparsas ainda tentaram matar as vitímas tentaram, o que não se consumou por ter uma das vítimas ainda antes de desembarcar do veículo em que estava e guiava, percebido que havia sido chamado para uma emboscada. Ele se evadiu do local em alta velocidade com seu veículo enquanto eram alvejados, já que se encontrava acompanhado no carro pela mãe conseguindo fugir em direção ao Centro, buscando proteção na Delegacia, ficando ainda parte do percurso sendo a família alvo dos diversos disparos de arma de fogo que os miravam, mas que pelo acaso e erro de pontaria não chegaram a acertar. A intenção de matar as vítimas era de impedir que continuasse na casa daquelas e na de vizinhos câmeras particulares de moradores que captasse a rotina de crimes que eles, traficantes de drogas, praticam como meio de vida, profissão na localidade. As vítimas foram atraídas para o local do atentado e atacadas por algozes em grande superioridade numérica e que agiram empregando armas de fogo, com diversos disparos efetuados pelos criminosos e seus comparsas tão logo perceberam que uma das vítimas havia notado que estaria indo para a morte e buscava rota para fugir no carro em que seguia. O descrito crime doloso contra a vida foi, ainda, cometido por meio que podia resultar perigo comum a terceiras pessoas, pois praticado com diversos disparos de armas de fogo desde via pública em localidade habitada, rua repleta de imóveis residenciais e local em que, por já ser no final da tarde, horário em que os moradores estariam em suas casas, gerou a considerável possibilidade de serem alvejados terceiros com “balas perdidas”. Como as vítimas escaparam, os bandidos se dirigiram a casa daquelas e efetuaram mais de cinquenta disparos 1 contra o caminhão Mercedes-Benz, modelo 1938S, de placas GXM-3G18, e o caminhão Kia, modelo K2500, de placas LTD-3I04, ambos que ficavam normalmente ali estacionados e eram bens que sabiam de propriedade de uma das vítimas. Em janeiro do ano passasdo, Balotelli e comparsas fizeram diversos disparos contra A.A.S fazendo acredita que atiravam também contra C.E,N.S Carlos Eduardo Nascimento dos Santos, filho de A E e ex-integrante do grupo criminoso a que pertenciam, indivíduo este que teve a morte decretada pelas lideranças do “morro do carvão e acreditavam estar no carro com vidros escurecidos junto ao pai Na ocasião, o criminoso Redbull este o “dono do morro”, ou seja, chefe maior do citado esquema delinquente nas comunidade Morro do Carvão, Jardim Uêda e Engenho ao lado do não identificado de vulgo “Amoroso”, Balotelli e Wilbert foram os mandantes do crime e articuladores das ações dos executores por eles escalados, autores mediatos e com domínio final sobre o crime. Partiu de Redbull para que o alvo fosse morto, homicídio motivado em razão de acerto de contas no seio exatamente da engrenagem criminosa organizada, quadrilha de tráfico ilícito de drogas, a que comandava, detendo ele o poder decisório, e de veto, sobre todas as questões de relevo, sobretudo de morte planejada de desafeto do esquema, como era C.E , a quem desejava matar pois antigo integrante da facção que mudou para outro grupo criminoso, rival ao dele, “pulando” de quadrilha com informações relevantes. Balotelli e Wibert enquanto “frentes” do esquema de tráfico, ou seja, os homens de confiança que em campo lideravam as operações e a rotina de funcionamento da violenta quadrilha de traficantes, cumprindo as orientações do primeiro acusado, foram quem arregimentaram e armaram os executores dentre seus asseclas, fazendo a orientação da ação homicida em campo. O homicídio só não se consumou por ter o pai do alvo, que é mecânico e realizava revisão em um automóvel blindado, ao perceber que sua oficina estava cercada e ele seria alvo de uma emboscada, ingressado em veículo blindado e se evadido do local em alta velocidade, sendo perseguido por cerca de dois quilômetros enquanto era alvo de diversos disparos de fuzis e pistolas pelas ruas de Itaguaí, conseguindo fugir em direção ao Centro e buscando proteção na Delegacia, disparos estes que pelo acaso, por sorte, e erro de pontaria é que não chegaram a atingir a vítima. Os bandidos pretendiam matar C.E para enfraquecer quadrilha delinquente rival, demonstrar poder criminoso na localidade e impor respeito pelo temor, tratando-se de acerto de contas no seio de engrenagem criminosa organizada, quadrilha da qual fazem parte eles, mandantes, e seus asseclas executores materiais, a facção criminosa autointitulada “Terceiro Comando Puro – TCP”, o qual desejavam matar em razão daquele ser antigo comparsa naquele grupo criminoso e ter mudado para outro grupo criminoso rival ao deles.

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