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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Morreu mulher baleada por agiota em Sulacap. RELEMBRE O CRIME

Morreu Bianca Santos Villaça Caetano, que foi atacada a tiros por um agiota em plena rua no Jardim Sulacap na semana passada. O assassino está preso. A vítima embarcou no banco do carona de seu automóvel, estacionado em frente à sua residência, enquanto seu marido fechava o portão e, no banco traseiro, entravam sua filha de 4 anos e sua sobrinha de oito, que seriam levadas para a escola. Segue-se que, nesse momento, aproximou-se outro veículo, parou ao lado do veículo da vítima e dele saiu um elemento que, encostando a arma no vidro da janela do carona, efetuou disparos, abrindo a porta, em seguida, para continuar a alvejar a vítima. O fato se deu na última quarta-feira, dia 20/8, por volta das 13h, e toda a dinâmica foi gravada por câmera de segurança localizada em frente à residência do casal, Iniciadas as investigações, constatou-se por meio de consulta às conversas da vítima, via WhatsApp, devidamente autorizada pelo marido da vítima, que esta devia certa quantia em dinheiro ao ora representado, apontado como agiota. Em tais conversas, o investigado fazia claras ameaças à vítima, caso não pagasse o que devia até as 11h do dia anterior ao fato. Também o irmão da vítima, ouvido em sede policial, confirma as apontadas dívidas, admitindo que ele próprio já havia pego dinheiro emprestado com o agiota, o qual, em razão de atraso no pagamento, teria lhe enviado mensagem via WhatsApp, ameaçando-o de mandar para o inferno.

Miliciano que comanda a Carobinha tem prisão preventiva decretada acusado de homicídio de homem que divulgou fotos de integrantes de seu grupo na rede social. Corpo até hoje não foi achado

Cara de Égua, miliciano que comanda a Favela da Carobinha, em Campo Grande, está com prisão preventiva decretada acusado de um homicídio no ano passado de um homem que postou em rede social a foto de um integrante da sua quadrilha. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 24 de novembro de 2024, em horário não precisado, mas após às 02h30min, no interior da comunidade, os paramilitares mataram Franklin Mello Marcondes. Consta do incluso procedimento que a vítima havia postado na rede social X fotografias de um miliciano do grupo criminoso liderado por Cara de Égua. No dia dos fatos, o denunciado e diversos outros criminosos, em seis carros foram até a casa da vítima. Em seguida, os criminosos obrigaram a vítima a sair da residência, entregar o telefone e, após verem as publicações, o amarraram e o amordaçaram, colocando no porta-malas de um veículo de cor branca. Os bandidos levaram a vítima para um local não determinado, no interior da comunidade da Carobinha, onde ele foi executado. O crime foi perpetrado, portanto, por motivo torpe, uma vez que serviu para afirmar o poder da organização criminosa de natureza paramilita, em razão da vítima ter publicado, sem autorização, fotografias de indivíduos armados da referida milícia na rede social “X” no dia anterior aos fatos, o que provocou a ira dos seus integrantes.A ação foi praticada mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que foi retirada de sua residência durante a madrugada, por cerca de 20 homens armados, sem possibilidade de fuga. Cara de Égua ainda ocultou o cadáver da vítima, levando-o para local incerto e não sabido. Vale ressaltar que, até o presente momento, o cadáver não foi encontrado, o que corrobora a dinâmica de ocultação e intimidação promovida pelo grupo paramilitar.” Uma Uma testemunha disse que, no dia 24NOV2024, aproximadamente às 02H30MIN, cerca de 20 a 30 homens armados, desembarcaram de seis carros e entraram na casa do ex-marido da declarante que reside ao lado do imóvel dela e de quem é separada há onze anos; Que um de seus filhos, estava dormindo e acordou com uma arma apontada para o seu rosto. Os bandidos fizeram seu filho sair da casa, bater no portão da declarante e chamá-la; Disseram que eram d polícia. A testemunha foi ordenada a prender o cachorro, abrir o portão e sair do local com as mãos para o alto; Assim que saiu, começou a ser agredida por alguns desses indivíduos. Sua filha de 14 anos saiu com ela e também teve uma arma apontada para si.Franklin e mais três crianças. Os suspeitos mandaram ela chamar Franklin, que saiu do imóvel e mandaram ele ficar sentado. Então os homens perguntaram quem tinha havia tirado a foto. A testemunha disse que não foi ela e que não sabia de foto nenhuma. Então um dos homens adentrou no imóvel da declarante e voltou com o celular desta em mãos. Odenou que a declarante desbloqueasse o celular, o que foi feito; QU E, segioda. esse homem abriu o aplicativo “X” no celular da declarante, onde havia uma foto de um homem com vestes militares e máscara. Os milicianos perguntaram à declarante se teria sido ela a responsável pelas fotos, o que ela respondeu negativamente. Então perguntaram se foi alguém da casa; Franklin não se acusou nesse momento; No dia 23 de novembro de 2024 durante o dia, Franklin tirou duas fotos dos milicianos locais: na primeira, havia um homem de lado, segurando uma arma longa e de balaclava e, na segunda, dois homens armados de costas. Sem ela saber, Franklin instalou o aplicativo “X” no aparelho celular da declarante e postou uma das fotos utilizando a conta dela. Ele deve ter tirado essas fotos da cozinha ou do corredor da casa, pois era possível reconhecer o imóvel da declarante nas fotos por causa da bicicleta de sua filha; A testemunha então apontou para Franklin. Os milicianos começaram as agressões contra Franklin “só me dá uma surra que eu vou ralar”; Q Franklin após apanhar mais, assumiu que era o responsável pelas fotos e que o havia feito “por zoação. Ele disse que possuía um enteado na milícia. Falou ainda que tinha família em Campo Grande e deu o endereço onde residia com a mãe anteriormente; Um dos homens lhe indagou: “Tua família é melhor do que a minha?”; então, um dos homens ligou para alguém por telefone. Esse homem repetia o que o outro interlocutor falava por telefone. Ele disse que Franklin estava jurado de morte na área onde a mãe dele residia; Franklin havia roubado uma bicicleta de alguém “grande” em Campo Grande. Então disseram à Franklin e à declarante que “X9” não sobrevive; Disseram que a declarante teve sorte, pois ficaria viva. Que amarraram as mãos de Franklin e o amordaçaram, sendo em seguida colocado no porta-malas de um carro;Tiraram fotos de suas filhas de 12 e de 5 anos e da filha de Franklin de 6 anos. A declarante pediu para não fazerem nada com as meninas; Os criminosos disseram para a testemunha fingir que nada havia acontecido e para sumir com as coisas de Franklin e que, se alguém procurasse por ele ou falasse alguma coisa, voltariam para “pegar todo mundo”, A testemunha disse que não pode mais voltar para a Carobinha e tem muito medo do que possa acontecer com os seus filhos, já que conhecem muitas pessoas que residem na região da Carobinha. Ela ateou fogo nas roupas e nos documentos de Franklin; QUE os milicianos levaram o celular da declarante e tiraram fotografias dela e de suas filhas; QUE na comunidade não há barricadas, tampouco homens armados com fuzis nas ruas de dia, mas que à noite eles aparecem em pontos específicos; Contou que há confronto recente entre os milicianos da região e os traficantes oriundos da Vila Kennedy, dominada por outra facção; Em novo depoimento, a testemunha disse que viu Franklin levado na mala de um carro branco Ela deparou com seis veículos com diversos homens do lado

PM teve conversa vazada com traficante do Alemão (CV) passando informações sobre operação. Já um outro negocia propina. VEJA

O traficante 2D ou Macaco Russo do Complexo do Alemão teve uma conversa vazada com um policial militar. Na troca de mensagens, é possível perceber o agente repassando informações um dia antes de uma operação Um outro policial negocia propina com um bandido. Os prints de conversas foram divulgados nas redes sociais do apresentador Tino Júnior

Saiba mais sobre a quadrilha de traficantes do CV suspeita de matar policial civil em Angra

A quadrilha suspeita de matar um policial civil em Angra dos Reis ontem de noite é oriunda do Morro da Glória, dominada pelo Comando Vermelho. Para garantir a venda das drogas usam de sua força indo de encontro com as forças policiais, há relatos de confrontos anterios com apreensões de drogas ilícitas incluindo apreensão de arma de grosso calibre como fuzil e granada, armas essasutilizadas em guerras. O local é comandado pelo traficante Bigode, que se encontraria foragido e escondido em uma das favelas do Rio de Janeiro. Bigode deixou a gerência do tráfico para Tatinha, que tem como braço direito o bandido vulgo Pesadelo. Um dos principais auxliares de Bigode era o vulgo VN. Outros traficantes integram a quadrilha como funções diferentes como o CX Dágua, Chico era outro importante membro da quadrilha. Ele organizava o ponto de venda de drogas e prestava contas ao líder; auxilia na organização das drogas, controlando os estoques nos pontos de venda. Realizava feedbacks constantes a Bigode sobre a venda de drogas Tesoura monitorava a ação da polícia; realiza a recomposição das drogas nas bocas; Cabelinho atualizava as lideranças sobre a qualidade das drogas que está sendo posta a venda. Qualquer execução em favelas dominadas pela facção Comando Vermelho mesma do Morro da Glória 1 tem que ser autorizada pelo “dono” do local, no caso, Bigode. Os integrantes da quadrilha obrigados a aderirem a um código de conduta, sob pena de morte. Foi constatado que Bigode ordenou a torturade um comparsa por ter adquirido uma moto produto de crime, o que não é aceito pela ORCRIM. Autoriza que ataques sejam realizados contra policiais em diligência, usando a expressão Papo para eles é bala. Muitos relatos de confrontos entre os criminosos e policiais. Um deles narra a tentativa de homicídio contra policias civis e militares no dia 9/3/2024 após ingressarem no morro daGlória e foram atacados por traficantes armados. Teve também um outro confronto entre policias militares e traficantes no morro da Glória I onde resultou na morte de três traficantes e na apreensão de 1 revólver, uma pistola, uma granada, munições, 155 pinos de cocaína, 10 trouxinhas de maconha, 45 pedras de crack e 9 frascos de lóló. Houve uma apreensão de drogas efetuada pela polícia civil no morro da Glória I onde foram arregadado um armamento de guerra Fuzil, 1023 pinos de cocaína, 54 pedras decrack e materiais para endolação de drogas. Os PMs receberam informações de que o traficante Tatinha estava no alto do morro celebrando por ter matado Alex Pereira, procedimento 166-02162/2024, foi feita diligência para checar a informação e se depararam com Tatinha e Pesadelo ambos armados os quais fugiram deixando para trás drogas. Os bandidos teriam sido autores dos homicídios do vulgo Mosquita no Centro de Angra, além de Tiago Oliveira dos Santos por conta de guerras entre grupos rivais. Os bandidos usam um grupo de Whatsapp para se comunicar, intituldado de Tropa do México.

Bandido que foi preso suspeito de atirar em militar da Marinha agrediu, xingou e disse que ia matar policiais mas afirmou também que foi agredido por eles

O suspeito de ser um dos autores do ataque a uma militar da Marinha na Baixada Fluminense em agosto e que foi preso na semana passada xingou a agrediu policiais mas disse também que foi agredido. A ocorrência policial diz que Gabriel Silveira de Oliveira, vulgo Biel, foi preso no dia 28/08/2025, por volta das 15h, na Rua Arlindo Alves Ferreira, nº 204, Vilar dos Teles, em São João de Meriti. Consta que um dos policiaisdesembarcou do veículo na tentativa de confirmar a identidade do suspeito, sendo agredido pelo custodiado, momento que desembarcou outro policial para auxiliar, ocasião em que este também recebeu um soco no rosto e um chute no joelho esquerdo. Em seguida, mais um agente chegou com o objetivo de conter o custodiado, que mesmo diante de três policiais continuava resistindo. Posteriormente, um quarto policial também chegou para dar apoio, possibilitando a contenção. Menciona a ocorrência que durante a ação, além de resistir, Biel proferiu ofensas e ameaças contra a equipe policial dizendo: “Seus m.. fdps! vou matar vocês! me solta! Em seguida, o custodiado foi colocado na viatura policial, ainda resistindo, e conduzido até a delegacia. Um dos policiais sofreu as seguintes lesões “equimose avermelhada com bordos pouco definidos localizada em região infra orbitária direita; equimose arroxeada de formato irregular medindo até 40mm localizada em joelho direito associada a tumefação local.” O preso também disse que foi agredido. Falou que levou socos no olho, soco e chute na perna. Menciona que foram 4 policiais que lhe agrediram. Diz que na viatura levou socos na cara do motorista. Aduz que não se recorda o nome dos policiais, mas que o apelido de um deles era Bomba. Afirma que um deles era baixo e careca, outro moreno e tatuado.

Saiba mais sobre a Bela do Crime, traficante do Paraná presa em apartamento de luxo no Rio

A Bela do Crime, que foi presa na última sexta-feira em um apartamento de luxo em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, atuava na contabilidade do comércio de drogas no Paraná, além de emprestar seus dados para que ele realize transações financeiras relativas ao tráfico de drogas e usufruir do dinheiro proveniente do comércio espúrio de drogas e armas.. A criminosa já bavia sido presa, em 19 de março de 2025, na residência localizada à Rua José de Alencar, nº 259, no Município e Foro Regional de Pinhais/PR, quando portava 01 (uma) pistola Glock, calibre 9mm, nº de série BRCN560, com capacidade para 17 (dezessete) tiros, e ii) 34 (trinta e quatro) munições de mesmo calibre. A defesa de Bela solicitou prisão domiciliar na época alegando que a paciente é mãe de uma criança de 6 anos, sendo a única responsável por sua subsistência, educação e cuidados diários, e que sua segregação compromete de forma direta e imediata o bem-estar da criança, violando o princípio da proteção integral da criança e do adolescente. A quadrillha é liderada pelo traficante Zero, namorado de Bela, sendo que ele era o responsável pela logística das práticas delitivas, tratando pessoalmente da aquisição e fornecimento de drogas com os demais integrantes do bando.

PM foi morto em operação no Chapadão (CV)

Um policial militar foi morto na manhã de hoje durante uma operação no Complexo do Chapadão. A equipe em que ele atuava foi cercada por criminosos na Rua Javata, onde houve intenso confronto. O agente chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O policial morto no Chapadão era um dos comandantes do GAT do 41º BPM (Irajá) A PMERJ lamenta a morte do subtenente, Anderson de Souza Figueira, do 41BPM, ocorrida nesta manhã. O policial foi ferido durante uma ação no Complexo do Chapadão. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Ronaldo Gazolla, mas não resistiu.

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