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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

RIO DAS OSTRAS: Após se envolver em briga em bar, homem foi sequestrado e torturado por traficantes mas conseguiu fugir

Três traficantes vulgos DG, Murilinho e Piupiu estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem um homem em Rio das Ostras após uma briga em bar. O crime consistiu no sequestro e tortura da vítima, além da tentativa de homicídio, em ação criminosa iniciada no último dia 10/09/2025, mas terminada somente no dia seguinte, 11/09/2025, quando a vítima escapou.   Segundo apurado no procedimento, a vítima foi mantida em cárcere privado e submetida a agressões físicas e psicológicas praticadas pelos criminosos durante todo o período em que esteve em seu poder. Em determinado momento, a vítima conseguiu escapar e buscar auxílio junto ao Corpo de Bombeiros que, então, lhe prestou atendimento médico. 6.  Narra a denúncia  que depois de uma briga iniciada em um bar a vítima teria sido interceptada na ponte que liga os bairros Claudio Ribeiro e Âncora por quatro elementos em duas motos e, então, teria sido presa e levada “para um pasto próximo do local”, onde teria sido agredida violentamente pelos investigados, que seriam ligados ao tráfico de drogas da região.  A vítima informou à autoridade policial, ainda, que: “(…) ficou sob a posse dos indivíduos até a data e 11SET2025 por volta das 07h00, quando conseguiu escapar. Disse que um conhecido estaria procurando uma vaca sua que havia fugido e encontrou o declarante, em momento que os indivíduos teriam saído do local. Esse conhecido informou a vítima que não poderia liberá-la  pois temia por sua vida, já que os responsáveis pelo fato seriam do tráfico local;  Uma pessoa vulgo Bebel estaria de vigia do local, e teria dito a vítima que iria buscar café, e que o declarante não deveria tentar fugir;. Neste momento, o alvo conseguiu tirar a mordaça que os indivíduos teriam feito e mastigar as fitas que prendiam suas mãos. Após conseguir liberar as mãos se desamarrou e correu sentido a pista que passa próximo ao pasto;  Ao alcançar a pista, buscou ajuda no quartel do Corpo de Bombeiros que fica próximo ao local;. Chegando no quartel, relatou o fato aos Bombeiros que acionaram a Polícia Militar;  Quando saiu do atendimento hospitalar foi informado por policiais que estaria na ocorrência que um indivíduo teria procurado por ele no quartel dos Bombeiros onde teria recebido os primeiros atendimentos. Os suspeitos subtraíram os pertences do declarante, incluindo documentos e aparelho de celular .No curso do depoimento, a vítima procedeu à identificação dos indiciados. Consta do procedimento, ainda, as fotografias dos envolvidos e que serviram de base ao reconhecimento empreendido pela vítima. 

Leia como foi o assassinato de delegado que prendeu o chefão do PCC

As investigações preliminares indicam que o delegado Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, morto ontem, foi seguido por criminosos após sair da Prefeitura de Praia Grande, no litoral de São Paulo. O policial foi um dos responsáveis pela prisão de Marcola, líder máximo do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um momento da perseguição, seu carro foi alvejado, ele perdeu o controle do veículo e colidiu com um ônibus. Logo em seguida, homens armados com fuzis desceram de uma picape e dispararam contra o carro, executando Fontes. Duas outras pessoas que estavam na rua também ficaram feridas, mas não correm risco de morte. A principal linha de investigação aponta para uma possível vingança do crime organizado, especialmente do PCC. Fontes foi um dos responsáveis por indiciar a cúpula da facção, incluindo o líder Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, em 2006. Ele também comandou a transferência de líderes do PCC para presídios federais em 2019, o que teria enfraquecido o grupo. De acordo com a mídia, o nome de Fontes já havia aparecido em uma lista de alvos do PCC no passado, e ele já havia escapado de um plano para ser assassinado em 2010.

Vítima sequestrada por PMs na Zona Oeste tem irmão envolvido com o tráfico da Nova Holanda (CV). VEJA DEPOIMENTOS

Leia agora o depoimento da vítima de extorsão mediante sequestro por parte de PMs que foram presos no último fim de semana na Zona Oeste do Rio. O alvo contou que estacionou seu carro em casa e viu três homens com fardas da Polícia Militar, usando balaclavas da cor preta e portando fuzil. Disse foi colocado dentro do carro. Ao entrar no veículo, viu o motorista, que não estava fardado Relatou que foi levado até perto da Vila Kennedy. Ali tiraram fita adesiva que estava adulterando a placa do carro. Seguiram adiante e pararam em frente a Comunidade do Muquiço, Guadalupe, perto do valão; Então, o motorista saiu e outro criminoso também saiu; Foi feito contato pelo telefone celular com a filha da vítima, com sua companheira e com seu irmão. Exigiram o valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para que a vítima fosse libertada; O declarante informou para os criminosos que não tinha dinheiro para pagar o resgate. Eles disseram que se não arrumasse iriam matá-lo. Contou ainda que havia uma viatura Frontier da Polícia Militar, “tipo velha”, escoltando o carro onde estavam. Pensa que também havia um veículo Honda, modelo CRV, “antigo”, cor preta, que também estava fazendo a escolta (…)”  Em sede policial, uma testemunha corrobora a declaração acima em relação ao momento da abdução da vítima, da exigência de valores para a liberação ela bem como perguntada se houve algum pagamento de resgate respondeu que não. Informou que quando os criminosos estavam saindo do local do fato a declarante disse que não tinham dinheiro e um dos criminosos disse que pediriam para o irmão da vítima; Nesse momento, o alvo esclareceu que seu irmão e que ele é envolvido com o narcotráfico da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Um policial encarregado da ocorrência informou que o aparelho celular da filha da vítima que foi levado pelos sequestradores estava sendo utilizado nas negociações extorsionário: Que o monitoramento do celular deu a localização do bairro de Rocha Miranda (…) que durante abordagem realizada na Estrada de Gericinó, encontraram a vítima algemada e mais 3 policiais militares O auto de apreensão especifica o material como: 2 armas de fogo imbel (fuzil) – calibre (7,62); 1 arma de fogo i.m.i. (fuzil) – calibre (5,56 mm); 1 arma de fogo Beretta (pistola) – calibre (9 mm).  

Leia mais detalhes do sequestro cometido por PMs na Zona Oeste do Rio no último fim de semana. Policiais tiveram as preventivas decretadas

O Núcleo de Atuação em Audiência de Custódia (NACAC/MPRJ) obteve, no sábado (13/09), a conversão em prisão preventiva dos policiais militares Janildo Lopes de Souza, Raphael Nascimento da Silva e Christiano Vicente Castro de Oliveira, presos em flagrante pela prática de extorsão mediante sequestro em Santíssimo, Zona Oeste do Rio. De acordo com a investigação, a vítima foi abordada em frente à sua residência por homens vestidos com fardas da Polícia Militar, encapuzados e armados com fuzis. Ela foi obrigada a entrar em um veículo e conduzida até a região de Guadalupe, onde os criminosos exigiram o pagamento de R$ 500 mil para sua libertação, sob ameaça de morte.  Segundo o apurado, durante o trajeto, o grupo adulterou placas do carro utilizado e contou com o apoio de uma viatura da PM, que fazia a escolta do veículo, indicando a participação de outros envolvidos. O homem foi mantido sob coação armada até ser resgatado em Rocha Miranda, após monitoramento da polícia. Na ação, foram apreendidos dois fuzis calibres 7,62 e 5,56, além de uma pistola 9 mm. Na audiência de custódia, o MPRJ defendeu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a extrema gravidade da conduta, o uso de armamento de guerra, o envolvimento de agentes públicos e a necessidade de resguardar a ordem pública e a aplicação da lei penal. 

COMPRA DE ÁREA DA MILÍCIA E ACORDO COM O CV: Relembre a investigação que resultou na última prisão de Celsinho da Vila Vintém (ADA)

A denúncia que resultou na última prisão do traficante Celsinho da Vila Vintém diz que , toda a região de Curicica, em Jacarepaguá, era dominada pelo miliciano André Boto. Entretanto, Boto teria feito um acordo espúrio para transferir a atuação nos seus territórios para traficantes de drogas das facções criminosas denominadas de “Comando Vermelho” e “ADA – Amigos dos Amigos”. Tal acordo, celebrado com a facção criminosa ADA, que tem como líder Celsinho teria obtido o “aval” do traficante Doca, chefe da facção criminosa Comando Vermelho. Assim, a partir desse cenário, iniciou-se investigação criminal, lastreada em informações de inteligência produzidas pelo GIC da 32ª DP, que levaram à prisão em flagrante, no dia 26 de fevereiro de 2025, de diversos integrantes da ADA, Os criminosos declararam que foram “recrutados” diretamente por Celsinho para dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo, tendo ainda afirmado estarem associados à facção criminosa “ADA- Amigos dos Amigos”, liderada por ele. . Cumpre esclarecer que tal ocupação fora realizada sem resistência, pois Boto teria “vendido” o domínio do território para Celsinho, uma vez que Boto exerce a liderança da milícia do local, o que foi ressaltado por várias testemunhas ouvidas nos autos, Durante as investigações, foram juntados documentos que demonstram que uma ocupação ordenada por Celsinho ocorreu no dia 10 de março de 2025, no interior da Comunidade Dois Irmãos, também localizada no bairro Curicica, quando policiais civis da 41ª DP prenderam um homem em flagrante delito. Esse homem afirmou que: “faz parte da tropa do Celsinho da Vila VIntém, e o grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta dele, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área; Ele confirmou que Celsinho comprou a área do miliciano Boto, que negociou toda a área; Importante ressaltar o envolvimento do líder da facção criminosa denominada “Comando Vermelho”, Doca, uma vez que o homem preso também afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. A associação entre Celsinho e Doca, através de um acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul cinco suspeitos sendo que alguns deles afirmaram que eles e os demais traficantes teriam ido à Comunidade Gardênia por ordem do denunciado Doca, líder do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Tal movimentação fora orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com a milícia de Boto. Celso teria pedido “apoio” a Doca. , inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

RJ faz a maior operação da história contra tráfico de animais silvestres, armas e munições

Uma Força-Tarefa criada pelo Governo do Estado realiza, nesta terça-feira (16/09), a maior operação da história do Brasil de combate ao tráfico de animais silvestres, armas e munições. A “Operação São Francisco”, coordenada pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), com apoio da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) é resultado de um ano de investigações que revelaram a maior organização criminosa do estado do Rio de Janeiro e suas conexões com facções de outros estados. As equipes cumprem mais de 40 mandados de prisão e 270 de busca e apreensão na capital, Região Metropolitana, Baixada Fluminense, Região Serrana, Região dos Lagos e também em São Paulo e em Minas Gerais. Mais de mil policiais civis estão nas ruas desde as primeiras horas da manhã. Durante a investigação 145 criminosos foram identificados. A ação também conta com o apoio de delegacias dos Departamentos-Gerais de Polícia Especializada (DGPE), da Capital (DGPC), da Baixada (DGPB) e do Interior (DGPI), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), do Ministério Público, com colaboração do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Ibama. Tráfico de animais O grupo vinha explorando há décadas o tráfico de animais silvestres no estado, sendo o principal responsável pela venda em feiras clandestinas. A organização também traficava armas e munições para garantir a continuidade das ações delituosas. As investigações mostraram que a organização criminosa atua de forma armada e estruturalmente organizada, por meio de diversos núcleos com funções específicas, incluindo o de caçadores. Esses bandidos eram os responsáveis pela caça em larga escala de animais silvestres em seus habitats naturais. Após serem sequestrados da natureza, os animais eram transportados de forma cruel pelo núcleo de atravessadores. Eles tinham a função de entregar os animais nos centros urbanos para a comercialização. Havia ainda um núcleo especializado em primatas, que caçava, dopava e vendia macacos para outros integrantes do grupo. Muitos deles eram retirados das matas fluminenses, como o Parque Nacional da Tijuca e o Horto. Outros crimes Outros núcleos identificados eram o de falsificadores – que vendia anilhas, selos públicos, chips e documentos falsos, que eram usados para mascarar a origem ilícita dos animais – e o de armas – responsável pelo fornecimento de armamento e munições para a organização. Além disso, os investigadores qualificaram diversos consumidores finais, que adquiriram animais silvestres de forma ilegal, fomentando toda a cadeia criminosa. O inquérito aponta ainda que os traficantes de animais se utilizam de relações próximas com as facções criminosas, garantindo assim a venda em feiras clandestinas realizadas em áreas exploradas pelo tráfico de drogas. Base de apoio para animais Para dar apoio à operação, foi montada na Cidade da Polícia uma base para onde os animais serão encaminhados. Lá, receberão atendimento médico veterinário por profissionais voluntários e serão avaliados por peritos criminais. Em seguida, serão levados para centros de triagem, a fim de garantir a reintrodução na natureza.

Peixe da Vila Aliança (TCP) continua vivo

Circula nas redes sociais desde a noite de domingo (14), o boato de que o traficante Rafael Alves, conhecido como “Peixe da Vila Aliança”, teria falecido no presídio de Bangu em decorrência de sua grave doença. No entanto, essa informação não procede. De acordo com.a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP, Rafael Alves permanece vivo, embora esteja extremamente debilitado devido a uma doença degenerativa que o afeta há vários anos. A condição de saúde do criminoso tem exigido acompanhamento médico contínuo dentro do sistema prisional.

Alegando que ele está doente e tem esposa com câncer em estágio terminal, STJ concede prisão domiciliar a Celsinho da Vila Vintém (ADA)

O traficante Celsinho da Vila Vintém ganhou o direito de ter prisão domiciliar. Sua defesa impetrou habeas corpus perante ao Superior Tribunal de Justiça e o órgão decidiu que o criminoso se encontra com delicado estado de saúde, portador de graves enfermidades e, em idade avançada, bem como ser o mesmo imprescindível para os cuidados da esposa em estágio terminal de câncer metastático. Com isso, foi proferida decisão em que foi concedida pelo STJ ordem para substituir a prisão preventiva por prisão domiciliar com a utilização de tornozeleira eletrônica. O réu está autorizado a acompanhar sua esposa ao hospital após a instalação da tornozeleira, tendo que cumprir as seguintes medidas cautelares: Líder da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Celsinho foi preso pela última vez após investigações revelarem que ele teria comprado uma área da milícia em Curicica, em Jacarepaguá, e se aliado ao Comando Vermelho, houve queima dr fogos na Vila Vintém,. reduto do criminosos

Homens foram achados mortos a tiros em cemitério no Rio

Dois homens foram encontrados mortos com marca de disparo de arma de fogo na manhã desta segunda-feira (15), no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), nesta segunda-feira (15/09), policiais da unidade foram acionados para ocorrência de encontro de cadáver em Inhaúma. No local, os militares encontraram os corpos de dois homens e isolaram a área para perícia. Próximo a um dos corpos foram apreendidos um rádio comunicador, uma faca, um coldre e uma capa de colete. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital.

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