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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Justiça volta a punir PMs envolvidos em extorsões e homicídios de traficantes na Baixada Fluminense e que foram denunciados na Operação Mercenários

Deflagrada em 2022 a Operação Mercenários que prendeu PMs envolvidos em extorsões e homicídios na Baixada Fluminense continua rendendo na Justiça, Nesta semana, por conta de uma tentativa de homicídio ocorrida em 2019, a Corte determinou medidas cautelares contra sete policias, de vulgos Santinho, Benício, Magrelo, Sardinha ou Peixe, Marinho e outros dois sem apelidos. Os policiais foram acusados de no final da tarde do dia 14 de agosto de 2019, por volta das 16h, quando realizavam diligência no interior da comunidade Morro do Carvão, em Itaguaí, , fizeram disparos de arma de fogo contra P.D.S.S que se feriu tendo seu acompanhamente P.H,S;S conseguido fugir do local. As duas vítimas estavam em uma motocicleta, paradas e de costas, enquanto conversavam com terceiro, as quais, descontraídas e sem esperar, sem qualquer investida, foram alvo de diversos disparos de arma de fogo por parte dos agentes da lei. Foi determinado a suspensão do porte de armas, funcional e/ou pessoal; b) Afastamento dos serviços externos, lotando-os o comando militar a que vinculados apenas em serviços administrativos internos da corporação policial em que inseridos. Como forma de efetivação das medidas aqui deferidas, determino à serventia que adote as seguintes providências: a) Comunique-se a ao comando da PMERJ e ao SINARM/SIGMA, para as pertinentes providências; b) Oficie-se à CIntPM determinando o recolhimento das respectivas identidades funcionais dos denunciados que consignem autorização de porte e demais cautelas necessárias a tal provimento; Cumpridas as diligências acima deferidas, dê-se ciência ao Ministério Público. Segundo a investigação que resultou na Operação Mercenários, os policiais militares irmanaram para praticar de homicídios e a fraude processual. Os gentes enquanto componentes do GAT, em vez de efetuar a prisão de criminosos, buscavam, sim, a execução de alguns deles, ou qualquer um que achassem que fosse componente do “tráfico” como forma de pressionar a quadrilha de traficantes que ali domina a lhes pagar valores a título de corrupção, havendo indícios de ser uma constante na atuação “policial” desviante, em escala de serviço compactuada pelos denunciados.

Messi ex-frente do Urubu na época da ADA foi preso

:O traficante Messi ou Camisa 10, ex frente do Morro do Urubu, em Pilares, nas gestões do ADA e TCP, foi preso. O criminoso, que se abrigava no Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, é responsável pelas investidas da facção no Morro do Urubu (CV). Ele foi pego quando saía da Comunidade da Serrinha, utilizando um carro de aplicativo. Messi é conhecido por ser o responsável pelas guerras iniciadas pelo traficante Lacoste, da Comunidade da Serrinha, ocorridas em áreas dominadas pela Facção Comando Vermelho. Em desfavor de Messi existia um mandado de prisão e o mesmo responde ainda pelos Crimes de Homicídio, Associação ao Tráfico e Roubo Majorado. Durante a abordagem, THIAGO não resistiu à prisão e foi conduzido para a Sede da 17ª DP, onde foram cumpridos os procedimentos de praxe e posteriormente, o preso será encaminhado à SEAP, onde passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça

Princesinha do crime foi resgatada de presídio em SP

Conhecida como “Princesinha do crime”, Rafaela Sampaio Camorim, de 27 anos, foi resgatada e fugiu de um presídio feminino na zona oeste de São Paulo nesta quinta-feira (18/9). Nas redes sociais, Rafaela se apresentava como recepcionista experiente, destacando habilidades administrativas, atendimento ao público e formação em pedagogia pela Faculdade São Bernardo em 2020. Fora das redes, porém, sua vida era bem diferente: ela comandava uma quadrilha especializada em roubos de carros de luxo e foi condenada a 12 anos de prisão. Rafaela foi capturada em janeiro de 2022, aos 23 anos, durante ação da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, quando foram apreendidos cinco veículos roubados. A fuga da criminosa reacende a preocupação das autoridades sobre a segurança em unidades femininas do sistema prisional e mobiliza equipes policiais em busca de recaptura.

Há pouco mais de cinco anos, o triste fim de um casal que escapou da morte no Complexo da Maré (TCP) mas caiu no ‘tribunal do tráfico’ no Jacarezinho (CV) com a ajuda da ex-esposa da vítima

Há pouco mais de cinco anos, Marcelo da Silva Belchior foi até a comunidade da Vila do João, no Complexo da Maré, acompanhado da mulher Michele Maria de Freitas, buscar seus filhos na casa da ex-esposa. A ex-companheira de Marcelo chamou os traficantes para impedir que o rapaz levasse os filhos. Em seguida, Marcelo percebendo a chegada de traficantes, tentou sair logo do interior da comunidade, mas sua atual mulher foi alcançada e espancada. Em virtude da perseguição de traficantes, Marcelo foi obrigado a deixar seus filhos que estavam em seu colo e fugir atravessando a Avenida Brasil. Sua mulher conseguiu sair do interior da comunidade antes de ser morta, pois os traficantes gritavam que ela era cria do Jacarezinho, favela rival da Vila Pinheiro. Dias depois, traficantes armados de fuzil, foram na casa de Marcelo para forçá-lo a acompanhá-los para localidade conhecida como “Areal”. Chegando ao local, Marcelo percebeu que havia aproximadamente 30 traficantes fortemente armados e que sua ex-esposa estava dentre eles. A partir daquele momento começou uma espécie de “tribunal do crime”, em que o casal Marcelo e Michele seriam “julgados” pela quadrilha que domina o tráfico de drogas no Jacarezinho. Um outro ‘tribunal do tráfico’ ocorreu com um usuário de “crack” morador da Nova Holanda (dominada por facção rival) que estaria praticando crimes nos arredores da comunidade da Baixa do Sapateiro (TCP), no Complexo da Maré, Por esta razão, a vítima foi levada ao tribunal do crime da Baixa do Sapateiro, onde foi executado. A mãe da vítima relatou que, na esperança de encontrar os restos mortais de seu filho, foi à comunidade da Baixa por três vezes, sempre procurando pelo chefe do tráfico local, sendo certo que na terceira tentativa conseguiu que a levassem até o líder da comunidade, ocasião em que foi apresentada e recebida por TH ou Gabigol (já falecido).

Os negócios controlados por Doca, chefão do CV no Complexo da Penha

Depoimento de uma testemunha em uma investigação antiga da polícia revela o poder que o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, tem dentro do Complexo da Penha (CV). Segundo o que revelou, além de comandar o tráfico de drogas, Doca também é o responsável por controlar os pontos de mototaxistas, de lotadas (Kombis), a venda de cigarros clandestinos (contrabandeados ou falsificados), a gatonet (desvio de sinais de TV e internet), um bar de bebidas e entreterimento masculino, além das barraquinhas de festas que acontecem no Complexo da Penha, , ficando responsável por notadamente o “Baile da Gaiola. Doca também determina que moradores façam depósitos bancários de dinheiro proveniente da venda de drogas. Essa testemunha afirmou à polícia que era obrigada a comparecer a agências bancárias para depositar dinheiro em espécie. As contas bancárias que recebiam os valores earm informadas ao declarante através de mensagem do aplicativo Whatsapp. Após executar os depositos bancários, o declarante tinha que apagar essas mensagens e entregar os comprovantes de depósitos bancários para a pessoa que lhe “pagou a missão”. Por ela, recebia R$ 100, Informou que mesmo que quisesse recusar agir sob as ordens dos traficantes não poderia porque em represália seria castigado por Doca e;/ou com a suspensão de suas atividades no ponto de mototáxi por pelo menos uma semana ou seria alvo de coisa pior; que o declarante precisa de atuar nessa função para sustentar sua família e o dinheiro que consegue com os depósitos ajudava muito na sua renda. A investigação também revelou que Doca começou no crime atuando como gerente de Elias Maluco e por essa função recebia R$ 7.000 por semana Conhecikdo também como Paraíba, Doca comanda a Tropa do Urso, um grupo de “soldados do tráfico”, treinados e fortemente armados para defesa, tomada e retomada de territórios da organização criminosa. Composto por mais de 300 marginais, provenientes de várias comunidades dominadas pela facção, mas principalmente aqueles da região dos complexos da Penha e do Alemão, “Doca tem uma política expansionista pela dominação de territórios, subjugando facções rivais e moradores. .

Saiba a nova versão que circula sobre a invasão ao Hospital Pedro Segundo em Santa Cruz

Leia agora uma nova versão que circula nas redes sociais sobre o episódio da invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, durante a madrugada. Segundo o que foi publicado nas redes sociais, o alvo dos invasores da unidade de saúde teria o vulgo de Japa, que seria frente da comunidade Nova Jérsei, em Paciência. Ontem de manhã, milicianos ligados a Juninho Varão teriam ido ao Nova Jérsei para matá-lo mas Japa conseguiu fugir e deixou um fuzil para trás.Japa , então, foi se esconder na comunidade do Gouvêia. E foi lá que ele foi baleado ele pelos próprios comparsas ligados aos milicianos Naval e PL, sucessores de Zinho, com a suspeita de que foi o próprio Japa quem deu o fuzil para os milicianos do Varão. Depois de ser baleado, o Japa foi levado para o Hospital Pedro ll. Depois já de madrugada, um grupo de milicianos foi lá tentar terminar o serviço que era matar ele. Em menos de 24 horas o alvo dos invasores no hospital quase foi morto três vezes. Japa teria bastante informação de dentro da milícia que era comandada por Zinho e é muito próximo ao Zero, que foi expulso do grupo paramilitar junto com a Martinha Sapatão pelo PL e Naval.

Preso matador da milícia de Rio das Pedras

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam um dos maiores homicidas de Rio das Pedras, na Zona Oeste, nesta quarta-feira (17/09). O criminoso, foi detido em uma unidade hospitalar, na Zona Sul, após trabalhos de inteligência e monitoramento. De acordo com as investigações, o preso é integrante da milícia que atua em Rio das Pedras e braço direito da liderança do crime na região. Contra ele, foram cumpridos dois mandados de prisão por crimes de homicídio qualificado e associação criminosa. Ele responde desde o ano passado a dois processos por homicídio. Em um deles, foi acusado de matar um homem porque esse teria mantido relacionamento amoroso com a atual companheira de um dos líderes do grupo paramilitar.

Polícia divulga nomes dos dois homens achados mortos a tiros na Praça Seca

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Patrick Wallace Dias Cardoso e de Marlon Ezequiel Renê Motta, ambos de 21 anos., encontrados mortos na Rua Cândido Benício, na Praça Seca, na manhã de hoje. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 18° BPM (Jacarepaguá), nesta quinta-feira (18/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de encontro de cadáver na Rua Capitão Menezes, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, foram constatados dois óbitos. A perícia foi acionada e a ocorrência segue em andamento.

Milicianos que invadiram hospital queriam pegar um homem que havia mudado de facção indo para o Comando Vermelho, disse chefe da Polícia Civil

De acordo com o chefe da Polícia Civil, delegado Felipe Curi,, criminosos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, foram para matar um paciente que havia mudado de facção pulando da milícia para o Comando Vermelho. , O alvo estava internado no local após ser baleado e levado quatro tiros. Ele foi cooptado pelo CV para passsar informações do grupo paramilitar já que tinha conhecimentos da quadrilha, segundo Curi. O secretário de Segurança, Victor do Santos, afirmou que já foi identificado um criminoso que teria baleado esse paciente em uma emboscada e teria voltado ao hospital para matá-lo. Ele já teria sido preso em 2017 e tem vários registros criminais. Os agentes estão fazendo uma operação na comunidade do Gouveia, em Paciência., para prender os autores. Mas existe outra versão que circula sobre o caso. Ontem, teria ocorrido um ataque de milicianos de Juninho Varão e Waguinho na comunidade do Nova Jerséi., reduto da milícia do PL e Naval, sucessores de Zinho. Eles queriam pegar o frente da milícia lá, vulgo Japa, que conseguiu fugir mas os invasores teriam levado um fuzil. Segundo a fonte, esse frente da milícia tentou se esconder no Gouveia, onde teria sido baleado pelos próprios comparsas e levado para o hospital que foi invadido e era o alvo. O paciente alvo dos milicianos havia sido preso em 2019 fazendo cobranças em estabelecimentos comerciais no bairro e recolhendo dinheiro.Com ele, foram apreendidos três celulares mas atualmente não tem nenhum mandado de prisão pendetne. Há muito tempo a milícia que era do Zinho está em guerra com o Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. No úlitmo sábado, o CV atacou o Tingui, em Campo Grande, e matou um homem e deixou outro ferido. A investigação sobre a invasão ao hospital está a cargo da 36ª DP (Santa Cruz) com apoio da DRACO.

Milicianos invadiram hospital em Santa Cruz para matar paciente

Na madrugada desta quinta-feira (18), o Hospital Municipal Pedro II foi invadido por oito indivíduos armados, que renderam um segurança na entrada da garagem e se dirigiram ao Centro Cirúrgico em busca de um paciente internado. A Polícia Militar foi acionada imediatamente, compareceu ao local e, a pedido da direção, reforçou a escolta. O paciente foi transferido para outra unidade de saúde, e foi solicitado o reforço da segurança nas duas unidades envolvidas. Segundo o que saiu na mídia, a invasão partiu de milicianos que pretendiam matar paciente que estava baleado e teria sido testemunha em algum crime cometido por eles. Sabe-se que na região de Santa Cruz e Campo Grande está ocorrendo uma guerra entre as milícias do Waguinho e do Varão contra o grupo comandado por PL e Naval.

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