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tráfico de drogas

Traficantes pai e filho de MG foram presos em mansão de luxo no Recreio

Na tarde desta quinta-feira, 21/8, a Polícia Federal prendeu dois traficantes que são lideranças de uma organização criminosa mineira e estavam foragidos do sistema prisional daquele estado. A captura foi efetuada em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio, em ação conjunta entre a Delegacia de Repressão a Drogas (DRE/PF/RJ) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG). A ação foi resultado de um intenso trabalho de inteligência e troca de informações entre as unidades da Polícia Federal. Um deles, de 47 anos, é considerado um criminoso de alta periculosidade. Com ele foi preso seu filho, de 24 anos, que também era foragido da Justiça de Minas Gerais.Ambos possuíam mandados de prisão por recaptura expedidos pela Vara de Execuções Criminais de Ribeirão das Neves/MG. O pai fugiu do regime semiaberto em 1º de março de 2024 e possui condenações que somam mais de 18 anos, por crimes como tráfico de drogas e associação para o tráfico. O filho, por sua vez, estava foragido desde 27 de dezembro de 2023 e responde por uma série de crimes, incluindo tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e corrupção. Após a prisão, os foragidos foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro e, após os procedimentos de praxe, serão transferidos para o sistema prisional do estado, onde ficarão à disposição da Justiça de Minas Gerais para dar continuidade ao cumprimento de suas condenações  em regime fechado.

Meia tonelada de pasta base de cocaína foi apreendida na Via Dutra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de meia tonelada de pasta base de cocaína, na segunda-feira (4), na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), na Baixada Fluminense. A droga estava escondida no meio de uma carga de papelão transportada em um caminhão. Por volta das 14h, na altura do pedágio de Seropédica, policiais rodoviários federais da 6ª Delegacia (Rio de Janeiro) abordaram o caminhão. Durante a fiscalização, suspeitaram do motorista e iniciaram uma revista mais detalhada. Logo em seguida, acionaram o Grupo de Operações com Cães (GOC-RJ) da PRF. A presença de material ilícito foi indicada pelas K9s Corona e Serena, confirmando a suspeita dos policiais. Ao abrirem a carga, encontraram mais de 500 tabletes do entorpecente. Havia aproximadamente 510 quilos de pasta base de cocaína. O carregamento com a droga seria entregue na Zona Oeste do Rio. O motorista acabou preso em flagrante. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Cartel mexicano e facção venezuelana atuariam no Brasil

Investigações apontam que o Cartel de Sinaloa, do México, já estaria operando rotas de tráfico no Brasil. Em maio deste ano, quatro homens foram presos em São Paulo com uma carga de metanfetamina oriunda do México. A quadrilha havia passado pelos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. O principal cabeça da quadrilha que trazia as drogas do Cartel de Sinaloa do México, tinha fugido de uma casa em Niterói, no Rio de Janeiro, antes da chegada dos Agentes Federais. Ele foi preso tentando fugir para São Paulo. Também há indícios de que a facção venezuelana El Tren de Aragua que ja atua nos EUA, já esteja atuando no Paraná e em Santa Catarina. Aliada tanto ao PCC quanto ao CV no tráfico de drogas, essa organização tem fortalecido sua presença nas rotas de fronteira, especialmente em Roraima.

Dendê (TCP) tem queima de fogos para festejar aniversário de chefão. VIDEO

Madrugada de muitos fogos na Ilha do Governador para comemorar o aniversário do traficante Neves ou Dançarino, chefe do Complexo do Dendê (TCP). O traficante evadido do sistema penitenciário, desde agosto 2017, Mario Henrique Paranhos de Oliveira, o “Neves do Dendê”, de 38 anos. Ele assumiu em definitivo as vendas de drogas, com a prisão do traficante Marcos Vinícius dos Santos, conhecido como Chapola, em Belo Horizonte.

Justiça decretou prisão de suspeitos de atacarem culto em Belford Roxo e provocar a morte de mulher de 57 anos. Um deles já está preso e é envolvido com o tráfico. Bandidos falaram na ocasião. “C.. tu atirou na tia da igreja”

A Justiça decretou a prisão temporária de dois bandidos que atacaram a tiros um culto de uma igreja em Belford Roxo em abril e provocaram a morte de uma mulher de 57 anos. Um deles, vulgo KN, já está preso desde maio. Segundo relatos, ele é envolvido com o tráfico de drogas. O outro suspeito é conhecido como Birico ou Pitbull e é réu em outros dois processos por homicídio abertos no ano passado. Um dos bandidos que responde aos crimes com ele é ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP). A informação que circulou na ocasião do fato foi que traficantes confundiram as pessoas com milicianos. Conforme consta dos autos do inquérito policial, na noite do dia 12 de abril de 2025, durante a realização de um evento promovido pela 2ª Igreja Batista no Sítio da Paz, em Belford Roxo, um grupo de aproximadamente quinze homens armados invadiu o local e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra os participantes, resultando na morte da senhora Sebastiana Luiz da Silva, de 57 anos. No curso das investigações, diversas testemunhas foram ouvidas e relataram que os investigados participaram diretamente da invasão ao local onde o crime foi cometido, sendo apontados como envolvidos nos fatos que culminaram na morte da vítima. Uma testemunha declarou que saiu do sítio e foi para a região da mata, ocasião em que foram realizados diversos disparos de arma de fogo em sua direção. Que apesar da quantidade de disparos nenhum acertou o declarante; O declarante foi andando pela mata e depois de muito tempo encontrou uma rua onde tinham vários moradores reunidos. O declarante se aproximou falando que era da igreja e pediu ajuda, pois criminosos estavam realizando uma chacina no sítio em que estava;. Mesmo assustados, os moradores aceitaram ajudá-lo; Ele estava com a camisa do evento da igreja, mas lhe foi dado uma camisa azul para que pudesse disfarçar; O declarante pegou uma garrafa de cerveja e fingiu estar bebendo com os moradores; Pouco tempos depois vieram os criminosos, em um grupo de aproximadamente 15 (quinze) pessoas. Eles estavam armados e com roupas normais;Uma segunda testemunha disse que estava descansando dentro de seu veículo, que se encontrava estacionado na Rua Caminho dos Caranguejos, de frente para o sítio onde ocorreu o evento. O declarante ouviu os disparos de arma de fogo e logo em seguida viu os criminosos descendo de um lugar de mata que fica ao lado do sítio onde existe um bambuzal; Segundo ele, os participantes do evento estavam todos descansando no alojamento no momento dos fatos; De dentro de seu veículo o declarante viu o momento em que os criminosos abordaram o veículo o carro de uma outra pessoa que estava estacionado dentro do sítio, de frente para a mata de onde os criminosos saíram; Ao abordem o veículo os criminosos colocaram o motorista deitado no chão; Que o declarante viu o momento em que Sebastiana correu e os criminosos realizaram disparos em direção a ela; A testemunha ouviu o momento em que os criminosos começaram a gritar “É morador, é morador. Após isso, outro bandido começou a gritar “C… é cara tu atirou na tia da igreja”. Nesse momento os criminosos ficaram nervosos e foram ajudar o motorista a ligar seu veículo. Os bandidos mandaram ele socorrer Sebastiana; QUE o declarante não viu todos os indivíduos mas se recorda bem da fisionomia de dois, pois estavam próximo da luz; Que após mandarem socorrer a vítima os criminosos fugiram em direção a mata, no mesmo sentido que vieram. Os bandidos estavam utilizando lanterna e tinham cachorros que estavam o acompanhando; FONTE: TJ-RJ

Oruam continuará preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia da Capital (NACAC/MPRJ), obteve, nesta quarta-feira (23/07), a manutenção da prisão preventiva do rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam. A Promotoria destacou que estavam presentes os requisitos legais para a decretação da prisão preventiva. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada na Central de Custódia de Benfica, que analisou a legalidade da prisão.Oruam havia se entregado à Polícia Civil na tarde de terça-feira (22/07), na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio. O artista foi indiciado por sete crimes: associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. A prisão preventiva havia sido deferida pela Justiça, com manifestação favorável da Promotoria de Justiça com atuação junto ao Plantão Judiciário Noturno, na madrugada de terça-feira.

Rapper Oruam tem prisão preventiva decretada

O Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decretou, nesta terça-feira, 22 de julho, a prisão preventiva do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, mais conhecido como Oruam, pela prática dos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele é filho do líder máximo do Comando Vermelho, Marcinho VP. Os crimes teriam ocorrido no momento em que uma equipe policial tentava cumprir, na casa do cantor, no bairro do Joá, uma diligência de busca e apreensão de um adolescente, em razão da prática de atos infracionais análogos ao tráfico de drogas e crimes patrimoniais, expedida pela Vara da Infância e Juventude da Capital. De acordo com a Polícia Civil, o adolescente seria integrante de uma facção criminosa, um dos maiores ladrões de veículos do estado e segurança pessoal do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca. “Analisando os autos, verifico que, no presente momento, mais adequado se faz a decretação da prisão preventiva (e não da prisão temporária), conforme sugerido pelo Ministério Público, conforme passo a expor. A prisão preventiva encontra respaldo nos artigos 311 a 313 do Código de Processo Penal e se faz pertinente para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado. E os requisitos se fazem presentes, de acordo com os elementos probatórios”, destacou a decisão do Plantão Judiciário. “Oruam é um marginal, bandido, delinquente, criminoso e associado para o tráfico, um bandido da pior espécie!” declarou Felipe Curi, secretário de Polícia Civil, FONTE: TJ-RJ

Como a quadrilha de contraventor fez parcerias com a milícia e o tráfico no Rio

Saiba agora como anos atrás a quadrilha do contraventor Adilsinho buscou aproximação com milicianos e traficantes de drogas. O bando se valia da estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio para conseguir obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros da organização. Sobre a milícia, o conluio foi com bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Em uma mensagem, um integrante da quadrilha, vulgo Serginoh, Francisco Sergio Simões deixou evidente que havia se reunido com o responsável da área conhecida como “Terreirão” e negociado a inclusão do cigarro Club One. Há menção de que na Avenida Gilka Machado, que margeia a comunidade do “Terreirão” tudo seria Club One. “Ae, hoje eu fui no terreirão lá, eu, Renata. A gente conversou com o cara lá, o p… lá. O cara vai botar o onix lá mané, esse Club One lá. Entendeu? Porque lá, na Gilka Machado, é tudo Club One. Eu acho que a gente vai começar o seguinte, a levar para ele lá, entendeu? Ele disse que vai começar com pouca, vai começar com umas dez, quinze, entendeu?! Para começar. Depois ele vai ver se amplia lá, entendeu? Mas o … esse Club One é o seguinte, é só lá mesmo, entendeu? Esse outro aí, em Curicica, nego só quer esse outro aí mané, não tem jeito” Os integrantes do bando de Adilsinho que exploravam máquinas caça-níqueis também buscaram aproximação com os milicianosEm uma situação, um homem chegou a uma comunidade da milícia e perguntou quem era o dono ou o frente. Um outro respondeu que não era o dono que eram dois policiais. O mensageiro, porém, havia ido propor a eles um negócio que poderia aumentar as receitas da milícia. E fez a oferta: “Seguinte, a gente quer colocar umas maquininhas de caça-níquel aqui. Vocês fazem o recolhe, ganham um porcentual”. Em relação ao tráfico de drogas, a aproximação foi com bandidos da comunidade Nova Campinas, em Duque de Caxias. No começo, os traficantes não deixaram os cigarros entrarem lá. Houve atrito mas entrarem em um acordo e botaram um membro lá para fazer o trâmite de buscar mercadoria e levar o dinheiro. FONTE: MPRJ

Narcomilícia tomou o controle de condomínio novinho em Nova Iguaçu e construtora não comunicou antes a futuros moradores

Após longos anos de sacrifício, planejamento financeiro minucioso e incontáveis pesquisas, os autores – um jovem casal com um bebê de apenas 1 ano de idade – tomaram a corajosa decisão de perseguir o maior dos sonhos da família brasileira: a conquista da casa própria. Em 11 de agosto de 2024, firmaram o contrato de promessa de compra e venda referente à unidade Apartamento BL03-0501, no empreendimento Conquista do Parque, em Noav Iguaçu, que representava mais que um imóvel, tratava-se do alicerce do lar que pretendiam construir com dignidade, segurança e amor para criarem seu filho. Na primeira vistoria que visava a entrega das chaves, realizada no dia 20/02/2025, foram constatadas diversas irregularidades e avarias, dentre elas a torneira quebrada, vidros estilhaçados e outros defeitos gerais, informados no ato. Outra sorte não teve na segunda vistoria, em 16/04, o autor pegou as chaves. Inobstante os defeitos constatados nas vistorias, o que mais importava erao bem-estar que o condomínio proporcionaria e, por esta razão, antes da assinatura do contrato, questionaram ao corretor sobre a segurança da região, já que não conhecia bem o local, sendo assegurado pelo profissional que, por se tratar de uma via principal, não havia registros de problemas relacionados à criminalidade. Todavia, o que deveria ser o marco de uma nova etapa de felicidade familiar transformou- se em um verdadeiro pesadelo emocional, pois, no dia 16/04/2025, os demandantes tiveram conhecimento de que a empresa administradora foi expulsa do condomínio por indivíduos relacionados ao tráfico de drogas da região , situação totalmente desconhecida pelos autores quando da assinatura do contrato. Importante enfatizar que, não só o autor foi surpreendido ao descobrir que o imóvel adquirido com grande esforço e expectativa de segurança e tranquilidade estava localizado em uma área marcada por elevados índices de violência e forte presença do tráfico de drogas, como grande parte dos condôminos.Foi possível descobrir que construtora não apenas sabia da obrigatoriedade local de pagamento aos narcomilicianos, bem como manteve “comissões” semanais aos “donos da rua” durante a construção do empreendimento. Destino diferente não poderiam ter os condôminos antes mesmo de todos eles ingressarem em seus apartamentos,e pegarem as chaves, já haviam ordens no grupo sobtre manter o custeio de comissões aos narcomilicianos do entorno que, tomaram para si o condomínio, informaram ao síndico que não terá possibilidade de contratar uma administradora, dando ordens como: O grupo narcomiliciano coordena a administração do condomínio, emite os boletos, recebe os valores e arca com os gastos que entender pertinentes; O síndico ter que convocar às assembleias uma pessoa que faz parte do grupo que domina o local, para acompanhamento; O portão manter-se aberto 24 horas por dia; Os serviços de gás, água e internet só podem ser adquiridos com os narcomilicianos. Os narcomilicianos armados invadiram o condomínio para combater grupos de facções rivais, momento em que proibem a utilização da piscina. A área é conhecida como a “faixa de gaza” na região, pois os tiroteios são historicamente constantes A construtora vendeu o o empreendimento como um local seguro, que realizaria o sonho da casa própria pois as pessoas estão correndo risco de morte iminente. Leia o que falou o síndico “Então, durante a construção do nosso condomínio, a gente tivemos algumas AQUIvisitas indesejáveis de pessoas famosas donas da área. É isso. E tiveram alguns peitamentos com a direcional. E hoje, pela tarde, eu presenciei um rapaz lá no condomínio. E esse rapaz era a pessoa. E a pessoa declarou que todo mundo tinha que vazar dali. É o enredo resumido. Eles não querem que ninguém da direcional assume e administre ali nosso condomínio. Eles querem propor as pessoas deles ali na administração, equipes de segurança, equipes de limpeza, etc. Têm uma empresa e eles querem que a empresa deles permaneçam no condomínio. Menezes conversou com ele, inclusive ele se apresentou no dia da vistoria nas áreas comuns para o Menezes e entrou em contato com o Menezes pessoalmente no privado, chegou até ligar para o Menezes hoje querendo conversar com ele pessoalmente e o Menezes estava ocupado e não poderia e eles marcaram uma reunião para semana que vem. Resumidamente a ideal não vai ser nossa administradora mas eles não vão ficar, eles falaram que não estão aguentando mais, é ser retalhados e os meninos da segurança lá tiveram que providou instalando fibra ótica do nosso condomínio e não a claro. Não sei se vocês repararam, mas eu fui mandando mensagem durante a tarde, então algumas mudanças vão surgir. Menezes conversou com eles, eles não querem o nosso mal, só querem ganhar o dinheiro deles. É o resumo da ópera.” O que disse o assistente do síndico “O Menezes vai entrar em contato com eles, vai fazer uma reunião presencial para permanecer os valores da ideal. Não quer nenhum real a mais. Ele quer o valor da ideal ou um valor menor do que a ideal. Ele quer algo que não prejudique a gente.” As mensagens acima revelam fortes indícios da atuação da narcomilícia no condomínio, incluindo: 1) Tomada do condomínio pela facção local; 2) Toque de recolher imposto por traficantes e recomendação para não sair de casa após determinado horário; 3) Pedido de socorro de moradores; 4) Alerta de tiroteios e confrontos frequentes; 5) Imposição de serviços (ex: internet); 6) Ameaças diretas aos moradores; 7) Extorsão (“paga ou sai”); 8) Abandono pela administradora inicial (Direcional). 9) Medo de sair de casa; 10) Sensação de estarem vivendo sob domínio criminoso; 11) Frustração e desespero; 12) Tentativas de revenda imediata do imóvel por não conseguir habitar; 13) Notícias de portais locais: Links e imagens de matérias jornalísticas sobre a violência no bairro, com menção direta ao conjunto habitacional ou às imediações, confirmando o contexto alarmante. 14) Avisos extraoficiais de segurança: Captura de mensagens com orientações entre vizinhos sobre rotas seguras e dias em que o tráfico “libera” a circulação, evidenciando a perda total de liberdade e tranquilidade. Posteriormente, os compradores souberam que, à época, havia uma recomendação de um conselheiro para manter os portões e a portaria

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