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TORTURA

Operação em Teresópolis contra traficantes que torturaram homem como punição por suposto furto de carga de drogas

O Ministério Público Estadual e as polícias Civil e Militar fazem operação para prender oito do Comando Vermelho que atuam no Complexo PPR, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Os denunciados são integrantes do Comando Vermelho e, em 2021, submeteram uma vítima a intensa sessão de tortura como punição pelo suposto furto de uma carga de drogas. A apuração também revelou que os acusados mantinham atuação estruturada no tráfico de drogas no Complexo PPR, composto pelas comunidades Perpétuo, Pimentel e Rosário. Foram denunciados, ao todo, oito investigados no âmbito da operação: cinco deles pelo crime de associação para o tráfico de drogas, enquanto outros três respondem por tortura e associação para o tráfico. As investigações identificaram a prática de tráfico de drogas e a imposição de torturas como forma de punição a moradores da região. Os mandados foram expedidos pelos Juízos da 1ª e da 2a Vara Criminal da Comarca de Teresópolis e estão sendo cumpridos na comunidade do Rosário. Entre os alvos está Carlos Eduardo Santos da Silva, apontado como chefe do tráfico local. FONTE: Ministério Públikco Estadual do Rio

Homem foi preso suspeito de torturar a enteada de quatro anos. Criança está internada em estado grave com perfuração intestinal

Foi preso ontem em Paciência, na Zona Oeste do Rio, um homem acusado de torturar a própria enteada, uma criança de 4 anos. A garota está internada estado grave. Ela sofreu perfuração intestinal, fratura no braço e sinais de sepse abdominal. Apresenta múltiplas agressões, com hematomas espalhados pelo corpo e episódios de parada cardíaca. De acordo com o que foi levantado pela polícia, as agressões eram frequentes e tratadas como supostos acidentes domésticos. Conversas extraídas de aparelhos eletrônicos revelaram que o padrasto impunha castigos físicos como forma de disciplinar a criança. O autor possui passagens por violência doméstica e importunação sexual contra uma criança de 12 anos. Contra ele, foi cumprido mandado de prisão temporária pelo crime de tortura. A mãe da criança, embora tenha negado envolvimento inicial, também é investigada por omissão de socorro e possível conivência com os atos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Milicianos acusados de torturar, matar e sumir com os corpos de dois adolescentes em Queimados vão a júri popular

Os milicianos vulgos Sardinha e PTK vão a júri popular pelas mortes de dois adolescentes em Queimados, em 2020. Os corpos até hoje não foram localizados. O crime ocorreu entre os dias 1 e 2 de março de 2020. Os criminosos , efetuaram disparos de arma de fogo contra as vítimas Marlon Douglas Alves da Silva e Pedro Lucas Lemos que morreram, Consta nos autos que no dia dos fatos, os adolescentes Pedro e Marlon estavam junto de um envolvido na porta da residência de Pedro, quando um grupo de milicianos ocupando o veículo GM/Prisma na cor prata e Renautl/ Duster na cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem na mala do veículo prisma e os conduziu até um local conhecido como Guaxa, local próximo ao um Brizolão. Neste local os adolescentes Marlon e Pedro foram torturados e mortos. O crime foi praticado por motivo torpe, em razão de os adolescentes terem sidos mortos em razão de envolvimento com entorpecentes e prática de atos infracionais por parte de Pedro. O crime foi cometido mediante emboscada, uma vez que um dos envolvidos, amigo da vítima e previamente acordados com os milicianos, atraiu as para rua local onde seriam raptados e mortos. No mesmo dia, os assassinos, ocultou os cadáveres das vítimas Marlon e Pedro, colocando os corpos em local incerto e não sabido. Sardinha era apontado como um dos líderes da milícia, estando todos os demais denunciados subordinados ao seu comando. Os envolvidos tinham participação em crimes de homicídios, ameaças, extorsões, entre outros. Os bandidos ainda ameaçaram a mãe de uma das vítimas. “Para de fazer barulho”, “Você deveria ter medo da gente”. FONTE: TJ-RJ

Com acesso livre a celulares na cadeia, traficante da ADA controla câmeras instaladas em comunidade de cidade do Norte Fluminense e condena vítimas no ‘Tribunal do tráfico’

Investigação revela que o traficante Buldogue, mesmo preso, continua coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) na cidade de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, Além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, o bandido age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. O caso invesgado no IP 147-00264/2024 em que houve mais um episódio de tribunal do tráfico, familiares da víma testemunharam todo ocorrido, em que Buldogue determinou a tortura e execução da vítima. A audácia e sensação de impunidade é tamanha que o invesgado, sem o menor pudor, falava ao telefone com policiais militares, tal como ocorreu nos autos do IP 147-00582/2024. Buldogue se vale de aparelhos de telefone celular na cadeia para poder coordenar sua avidade ilícita. Restou provado que Buldogue e Carlão(outro interno do sistema penitenciário) tem acesso direto a câmeras de segurança espalhadas pela localidade, inclusive se comunicam diretamente por intermédio de microfone acoplado à câmera. Além disso, usam o telefone celular para controlar o direcionamento da câmera, apontando para onde desejarem, como clara intenção de direcionar toda avidade criminosa que ali ocorre. Obviamente, além disso, usa o telefone para chamadas de áudio e vídeo com seus subordinados e com a alguns cidadãos que procuram os traficantes para prestar esclarecimentos, prestar contas de suas avidades e solicitar auxílio para resolução de demandas. A degravação conda na informação sobre invesgação registra que a parr do horário de 15h 20 min do dia 25/09/2024 ocorre um diálogo em que uma pessoa se apresenta aos traficantes do Bar da Ilha para se jusficar sobre uma suposta acusação de furto. Neste diálogo o cidadão fala diretamente o vulgo de Buldogue. Neste episódio o diálogo foi feito por telefone e monitorado diretamente pela câmera, em tempo real, fato este que restou evidenciado que Buldugue tinha acesso ao vivo de tudo que ocorre na localidade. Pelas imagens e capturas sonoras ambientais da própria câmera, foi possível perceber que os traficantes, seguranças e olheiros da boca-de-fumo falavam com Carlão pela própria câmera e também por ligação de telefone celular. Constatou-se que ele monitora a boca-de-fumo do bar da ilha, vendo a posição dos traficantes, olheiros e seguranças, bem como realizando a contabilidade do dinheiro arrecadado ao longo dos plantões. Impende ressaltar que ele está atualmente preso e, mesmo assim, consegue ter acesso a aparelho celular e tecnologia para viabilizar o controle remoto da câmera de segurança. No horário de 22h 39min do dia 25/09/2024 uma mulher interagiu com Carlão pela câmera em contexto que não deixa dúvidas de que, de fato, o criminoso estava naquele momento dirigindo toda a cena criminosa em tempo real de dentro do sistema penitenciário. Os bandidos da quadrilha sçao no triplo homicídio ocorrido neste município (IP 147-00628/2024). Um adolescente era um dos responsáveis para ligar para o Buldugue quando do julgamento do Tribunal do Tráfico realizado e capturado pela câmera de segurança. O traficante DZ ligou para Buldogue na parte que uma mulher idosa foi procurar o Tribunal de Tráfico. Um olheiro que se passa como trabalhador de um estaleiro que fica muito próximo ao bar da ilha e, por tal movo, passa despercebido pelas guarnições da polícia militar. . As imagens deixam límpido que ele não é mero informante ou colaborador, atua com muito afinco, intensidade e importância na vigilância das invesdas policiais, aparece, até mesmo, interagindo com a câmera manipulada pelos chefes, mostrando inmidade e que tem pleno conhecimento e aceitação de toda a cadeia de comando. Nega Leidi era olheira e vapor, sempre gritava “Lombrou”, “Olha a barca”, “Olha o Versa”, “Olha o Corolla”para avisar aos comparsas) sobre aproximação de viaturas e eventuais ataques da facção rival TCP e apontando e indicando o local em que os usuários pegariam as drogas. o local em que os usuários pegariam as drogas. Uma adolescente infratora tem a mesma função de Nega. Ela foi flagrada pelas imagens das câmeras de segurança monitorando toda a atuação das viaturas policiais e prestando auxílio aos demais traficantes. Uma outra mulher ensina como tumultuar as invesdas da PMERJ no local. Em um diálogo, ela disse. “Tem que ter feito para bater de frente com a polícia. A câmera é do bar e você não pode meter a p.. da mão. O bar não tem nada a ver com o tráfico de drogas, sendo a câmera para minha proteção, para minha vigilância, você tem que bater de frente”. Mais uma mulher avisa aos traficantes sobre a movimentação das viaturas da PMERJ, apontando o local de onde vem e para onde foram. Este policial tentou colher a qualificação dela, mas ela sempre se esquiva correndo para dentro de casa quando vê a aproximação de qualquer viatura ou veículo diferente. Um homem foi flagrado pelas imagens, em diversas oportunidades, dando informações para os traficantes sobre o local em que viu as viaturas da polícia. Ele sempre é visto numa motocicleta branca e, sempre que aparece na boca-de-fumo, sente-se na obrigação de passar informações sobre as viaturas de polícia que viu no trajeto. FONTE: Informações de processo de processo do TJ-RJ disponíveis o site jurídico Jusbrasil

Traficantes do CV torturaram homens em Teresópolis para obter confissão de que teriam roubado boca de fumo. Crime foi filmado. LEIA COMO FOI

Os traficantes Vinte e Um e Caçador das Paineiras e um outro sem vulgo vinculados ao Comando Vermelho estão com as prisões preventivas decretadas suspeitos de torturarem dois homens que foram acusados por eles de roubarem uma boca de fumo, em Teresópolis. Os bandidos impuseram às vítimas R.S.P e R.S.A intenso sofrimento físico. Segundo consta dos autos, foi feito um vídeo que registrou o momento da tortura e que foi encaminhado à Justiça por um colaborador. Os criminosos desferiram contra as vítimas diversos golpes pelo corpo, inclusive com o emprego de um pedaço de madeira. Segundo o apurado, em 21 de março do ano passado, um dos bandidos ligou para uma das vítimas e pediu para que comparecesse no local conhecido como “Matinha”, sem lhe explicar o motivo. Ao chegar na “Matinha”, a vítima percebeu que outro homem já estava sendo vítima de diversas sevícias físicas impostas pelos traficantes notadamente golpes com um pedaço de madeira, enquanto um terceiro filmava tudo. Os criminosos a esta altura, acusavam as vítimas de terem roubado a “boca de fumo”, causando prejuízo ao narcotráfico local, a qual se mantinham umbilicalmente vinculados. Na ocasião, um dos envolvidos apontou o dedo indicador para uma das vítimas, que estava caído ao chão, dizendo de forma veemente: “Tá roubando a boca!”. Neste ínterim, Vinte e Um, que filmava a ação criminosa, disse: “Ei, 21… Ei, 21… pode bater, pode bater, mano… Não estava gravando não.”.Uma das vítimas, bastante assustada, chegou a pedir aos algozes que parassem as agressões. Contudo, os criminosos prosseguiram a tortura com um pedaço de madeira, desferindo contra o ofendido cerca de 14 pauladas nas pernas, nádegas e braços, tendo ele permanecido deitado no chão, gemendo e tentando se proteger dos golpes com as mãos. Logo em seguida, a segunda vítima foi derrubada ao chão pelo Caçador e o outro começou a lhe desferir golpes com um pedaço de madeira.Enquanto é agredida, a vítima proferiu gemidos de dor e repetiu a frase a um dos agressores: “Eu roubei quem, ’21’?”. FONTE: TJ-RJ

Processo sigiloso revelou tortura de babá contra bebê de oito meses no Rio

Um processo sigiloso revela a tortura de uma bebê de oito meses por uma babá no Rio. A investigação se baseou em vídeos obtidos através do circuito interno de uma brinquedoteca onde ocorreram as agressões. A babá segurou os dois braços da criança, puxando e girando-a de forma agressiva, além de jogá-la de costas no tatame. Em seguida, após verificar a necessidade de troca de fraldas, de maneira hostil, puxou a criança novamente pelos braços sendo possível observar o choro da menor. A bebê já apresentava marcas de agressões anteriores. Não há mais informações disponíveis sobre o caso. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

DISSEMINADOR DE ÓDIO: Preso por planejar morte de morador de rua transmitiu tortura de gato ao vivo, disse que iria queimar mendigo negro, induziu garotas a se automutilarem e mostrou na internet pichação em posto da PMERJ

Um dos presos que planejava matar um morador de rua hoje no Rio, Bruce Vaz de Oliveira, transmitiu um vídeo em 23 de fevereiro para a prática de tortura e posterior morte de um gato. No dia 25 de março, ele novamente praticou tortura e morte contra o animal aumentando o ato de crueldade utilizando-se de agiulha, lâmina e faca. Ele usava o ambiente doméstico para a prática dos atos. Ele mantém uma criação de gatos em casa. No dia 25 de março também, Bruce incitou várias pessoas para atentar contra a vida de moradores de rua  “A gente decidiu queimar um mendiginho na rua né cara, fazer um molotovzinho, taca neles, não gosto de preto ainda mais de mendigo”, teria dito ele. Bruce também protagonizou um evento de automutilação de uma adolescente determinando que a vítima utilizasse lâmina para se ferir, fato ocorrido em 16 de fevereiro. Em 4 de março, ele induziu a automutilação de mais duas adolescentes. Em 16 de fevereiro, ele transmitiu uma vídeo chamada para que os usuários pudessem acompanhar a realização de uma pichação em um posto da PMERJ Ele disse ainda que, no dia 20 de abril, iria realizar ato contra a vida de moradores de rua negros tendo como objetivo de transmitir a conduta na internet.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes torturaram quatro rapazes em São Gonçalo para obter confissão sobre imóvel onde era realizado golpe do empréstimo consignado que prejudicava a venda de drogas. Vítimas apanharam com machado, chicote e foram queimadas e uma delas morreu

No dia 22 de agosto do ano passado, oito traficantes do Comando Vermelho e um menor de idade já falecido, sob o comando do traficante Juninho (preso), reuniram-se, no interior da Comunidade do Capote, bairro Colubandê, em São Gonçalo munidos de armas de fogo, pedaços de madeira, barras de ferro, machado e outros objetos não identificados, para realizar um julgamento paralelo de vítimas, mediante atos de tortura, e, assim, obter informações, as quais estariam prejudicando o comércio ilícito de sustâncias entorpecentes da região. Os bandidos abordaram as vítimas, em suas residências ou em via pública, levando-as para a confluência das Ruas Visconde Seabra e Visconde Sarmento, situada no interior da Comunidade do Capote. No local, os criminosos deram ciência às vítimas de que agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro estariam realizando investidas no interior da comunidade, em razão da existência de uma casa que estaria sendo utilizada para a realização de golpes com empréstimo consignado e isto estava prejudicando o tráfico de drogas. Além disso, exigiram que as vítimas informassem e/ou confessassem quem era o responsável pelo imóvel em questão. Em seguida, durante um período de aproximadamente quatro horas, com o nítido propósito de obter a informação almejada, os acusados, mediante inúmeros golpes com a utilização de armas de fogo, pedaços de madeira, barras de ferro, machado, chicote, além do uso de força física, Ao todo, quatro rapazes foram torturados. Duas das vítimas sofreram lesões por queimadura, uma vez que os acusados utilizaram material incandescente para respingar sobre a pele das vítimas, além de terem ateado fogo nas suas vestes. Duas outras vítimas, além dos quatro rapazes, foram submetidas a intenso sofrimento mental, pois foram interpeladas pelos acusados, os quais portavam armade fogo, ameaçando-as de morte, sendo certo que foram mantidas por eles naquele local assistindo a todos os atos de tortura física que os demais sofriam. Por volta das 06h, começou uma movimentação de moradores que passavam pelo local indo para o trabalho e, em seguida, os denunciados decidiram liberar as vítimas, que foram encaminhadas para o hospital, sendo certo que uma das vítimas chamada Ruy Guilherme acabou vindo a óbito. Segundo os autos, o traficante Juninho , embora atualmente custodiado, estava a todo tempo ciente, ordenando e controlando todos os atospraticados pelos demais acusados, uma vez que mantinha contato telefônico com o comparsa “Boladão”, o qual cumpria e repassava as suas determinações aosdemais. Os bandidos ainda subtraíram das vítimas , coisas alheias móveis consistentes em 01 (um) veículo automotor, marca Peugeot, modelo 208, cor branca, placa SIE8G29, 01 (um) aparelho de telefonia celular, marca Iphone,; 03 (três) aparelhos de telefonia celular – de propriedade Em seguida, logo após a subtração dos aparelhos de telefonia celular das vítimas, os criminosos obrigaram os rapazes a realizar transferências, via PIX, dos aplicativos bancários instalados nos aparelhos celulares, tudo com o intuito de obter vantagem econômica. Importante salientar que os acusados apenas obtiveram êxito em transferir a quantia de R$900,00 de uma das vítimas. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso aliado de Peixão (TCP) suspeito de participar de tortura contra motorista de aplicativo

Foi preso hoje um integrante da quadrilha do traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, suspeito de participar da tortura de um.motorista de aplicativo em janeiro, em Brás de Pina. O bandido foi pego em flagrante com sete carregadores e 207 munições de fuzil em Brás de Pina, Zona Norte do Rio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Mulher foi torturada no ‘tribunal do tráfico’ em Arraial do Cabo. Suspeito foi preso

A polícia prendeu em flagrante ontem (7) um homem acusado de participar da tortura de uma mulher em ação relacionada ao tráfico de drogas no município de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. A vítima denunciou ter sido amordaçada, amarrada e agredida com pedaços de madeira por três traficantes que integrariam o chamado “tribunal do tráfico”. O celular dela também foi roubado durante o crime. Carlos Daniel dos Santos Barros, conhecido como “Baby”, foi localizado e detido no local indicado pela vítima, uma área próxima à APAE da cidade. Ele é apontado como primo do chefe do tráfico do Morro da Coca-Cola e teria função operacional na organização criminosa, sendo responsável por recolher e prestar contas da venda de entorpecentes. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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