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Terceiro Comando Puro

Traficante Peixão (TCP) usa recursos de empresas de internet para adquirir artefatos explosivos. Fornecedor da facção morreu em uma explosão em seu apartamento na Barra em janeiro. Bandido tem influência em tráfico de Minas

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, explora serviços de internet e TV por assinatura, por meio de duas empresas. Uma delas fornece o serviço exclusivamente para a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu.impedindo a concorrência através de violência e coação. Peixão adquiri artefatos explosivos, com recursos provenientes de depósitos feitos pelas empresas, uma delas localizadas na Favela Boogie Woggie, na Ilha do Governador. Um membro de uma das firmas é um dos envolvidos na compra de explosivos. Ele é morador da comunidade Parada de Lucas, controlada por Peixão.Peixão também tem vínculo com bandidos de Minas Gerais. Ele exerce domínio sobre a comunidade Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, onde impõe símbolos religiosos e mantém controle territorial, consolidando sua liderança tanto no tráfico quanto nas atividades ilícitas. A investigação identificou nove indivíduos envolvidos, sete dos quais têm vínculo direto com Peixão, incluindo membros das empresas que operam sob sua orientação e aqueles envolvidos na aquisição de explosivos. O fornecedor destes artefatos explosivos morreu em 4 de janeiro de 2025, após uma explosão em seu apartamento no condomínio Caminhos da Barra, na Avenida Coronel Muniz de Aragão No imóvel onde o falecido morava, foram encontrados recipientes para transformarem-se em dispositivos explosivos, elevada quantidade de pólvora e outros apetrechos destinados à fabricação de explosivo, evidenciando que ali ocorria o depósito e todo o processo de industrialização dos artefatos explosivos. Com efeito, a investigação revelou que o morto, identificado como João Paulo fabricava e vendia bombas para a facção Terceiro Comando Puro, distribuindo os artefatos a diversas comunidades do Rio de Janeiro e Minas Gerais sob domínio de tal facção, com compradores já identificados. De acordo com informações policiais, João Paulo foi criado na comunidade da Rocinha, sob o comando do traficante “Nem”, integrante da facção criminosa TCP. Sua esposa declarou em depoimento que sabia da frequente ligação de seu marido com comunidades controladas pelo TCP, incluindo aquelas na Ilha do Governador. Declarou, também, que João Paulo realizava compras em nome de terceiros e recebia diversos pacotes de encomendas em sua residência, e que seu marido tinha envolvimento com elementos de comunidades dominadas pelo TCP. O laudo técnico emitido pelo Esquadrão Antibombas atestou que os artefatos explosivos encontrados no local da detonação possuem características idênticas aos artefatos previamente apreendidos em outras localidades sob o domínio da organização criminosa identificada como TCP (Terceiro Comando Puro). As informações ora apresentadas corroboram a hipótese de que os artefatos estavam sendo produzidos em larga escala por JOÃO PAULO, o qual, de forma sistemática, comercializava tais materiais bélicos para diversas comunidades controladas pelo grupo criminoso mencionado. Tal constatação pode ser plenamente verificada por meio do detalhamento de cada apreensão realizada, o qual evidencia a conexão entre os artefatos e as ações do referido criminoso; bem como por meio dos comprovantes de pagamento através de PIX. Cumpre ressaltar que existem diversos procedimentos nos quais foram encontrados artefatos explosivos produzidos e fornecidos por JOÃO PAULO às comunidades sob o controle da organização criminosa TCP. O procedimento nº 202-00053/2024, datado de 27 de outubro de 2024, foi instaurado em razão do apoio prestado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ao Gaeco do Ministério Público de Minas Gerais. A operação visava o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro. A operação foi realizada com o auxílio da SEPOL, contando com a colaboração de diversas delegacias, incluindo a CORE. No decorrer dessa ação, quando as forças policiais realizavam incursão na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio, região dominada pelo TCP, foram surpreendidas por um ataque por traficantes armados, culminando em confronto que resultou na prisão de um indivíduo. Este sujeito estava na posse de um artefato explosivo, o qual, conforme evidenciado no laudo emitido pelo Esquadrão Antibombas, foi produzido por João Paulo. Durante as investigações, a viúva de João Paulo apresentou nesta delegacia comprovantes de depósitos por meio de PIX, os quais eram feitos em sua conta a pedido de seu marido. Alguns depósitos foram efetuados, no dia 10 e 13 de outubro. Em pesquisa aos bancos de dados oficiais, foi descoberto que os remetentes dos valores são vinculados ao tráfico de Minas Gerais e ao Complexo de São Carlos. Desse modo, diante dos comprovantes de depósito, os artefatos explosivos foram e provavelmente utilizados por criminosos na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio. O procedimento 020-09740/2024, datado de 09 de dezembro de 2024, foi instaurado em virtude de operação no Morro dos Macacos. Foram presos quatro traficantes de drogas do Terceiro Comando Puro portando cinco artefatos explosivos, os quais também foram fabricados por João Paulo. As empresas de internet usadas por Peixão, por exempo, efetuaram depósitos na conta da viúva de João Paulo de forma fracionada. Foi possível verificar com clareza, a partir dos depósitos realizados pelas firmas, de que se trata de uma única transação financeira, consubstanciada no pagamento de um lote de artefatos explosivos E ainda se verifica que o vendedor em determinado momento teve que se deslocar até o comprador, o que explica o depósito para a passagem. Note-se que numa dessas transações via PIX havia descrição “bomba” no comprovante de transferência, dessa forma, não resta dúvida de que as transações bancárias. A investigação descobriu que houve transferência de valores para a conta de João Paulo feitas por traficantes do São Carlos e também da Vila Aliança, além da Cabana Pai Thomás, em Minas Gerais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Guerra de facções voltou a atormentar Mesquita

Moradores acordaram ao som de tiros nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (29), na Coréia e no Alto Uruguai, em Mesquita, na Baixada Fluminense. Os tiros foram registrados entre 4h e quase 6h. A região enfrenta uma guerra entre facções criminosas rivaisi. No final de semana circulou nas redes sociais que os traficantes do Terceiro Comando Puro haviam retomado a localidade da Barreira e que os bandidos do Comando Vermelho da Coreia e da Chatuba iriam se juntar para recuperar a localidade. FONTE: Fogo Cruzado RJ e Plantão Baixada RJ (Telegram)

Homem foi assassinado no Recreio, palco de guerra entre TCP, CV e milícia

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de um homem, ainda não identificado, que foi assassinado hoje no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. .Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. Segundo relatos, um veículo Creta com indivíduos armados passou e os ocupantes executaram a vítima na Avenida Gilka Machado. EstA região vem sofrendo disputas entre TCP, CV e milícia. FONTE: PCERJ e Página Informaçõesvargens (Twitter)

Arsenal foi apreendido pela PM em Acari (TCP). Bandido foi morto

Fuzil, pistolas, diversos carregadores, lunetas e outros materiais foram apreendidos por policiais do 41BPM, na manhã desta segunda-feira, durante ação na Comunidade do Acari, Zona Norte. Um criminoso foi preso em flagrante e outro foi socorrido ao Hospital.Getulio Vargas , onde não resistiu. Segundo a PM, policiais militares realizaram uma operação de apoio aos agentes do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e de outras concessionárias de serviços públicos na comunidade. FONTE: PMERJ

Polícia pediu prisão de traficante Sabão de Camará (TCP) por homicídio e sumiço de cadáver mas Justiça negou

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros representou pela prisão preventiva do traficante Sabão, que comanda as comunidades de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Sabão e um comparsa são suspeitos do homicídio e ocultação de cadáver de Róbson Paulo da Silva Lima. Entretanto, a Justiça negou o pedido se baseando no parecer contrário do Ministério Publico Estadual que alegou que ainda existem diligências a serem realizadas para melhor elucidar o ocorrido. Os autos retornaram para a 2ª Promotoria de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro. Além disso, o caso foi distribuído para uma vara criminal que declinou sua competência para uma das Varas do Tribunal do Júri da Capital, que couber por distribuição. Sabão tem influência nas comunidades de Vila Aliança, Coréia, Rebu, Taquaral e Camará, todas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Seus domínios enãolimitam a uma área geográfica perfeitamente delimitada, chegando até a Campo Grande. FONTE: TJ-RJ

Chefe do tráfico do Dendê (TCP) mandou envolvidos na morte de motorista de aplicativo no Rio Comprido irem roubar um carro no dia do crime. Após o latrocínio, suspeitos foram pedir abrigo para o lider do São Carlos (TCP)

Segundo informações da Justiça, o chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, vulgo Neves, mandou os envolvidos na morte de um motorista de aplicativo no Rio Comprido no dia 6 de fevereiro irem roubar um carro. Os traficantes forneceram as motos e eles (três, os dois que foram presos e um foragido), além de um revólver e uma pistola. Os criminosos então partiram para a Lapa. Chegaram no local por volta das 18h, rodaram pelo centro da cidade a procura de um carro de alto valor, mas não encontraram. Continuaram rodando pelo Centro até acharem, por volta das 00h15min do dia 06/04/2025, o carro Duster, cor branca da vítima parado na Rua Santa Alexandrina, próximo ao número 565. Eles resolveram roubar o veículo. Um dos bandidos desembarcou da moto com a pistola e bateu na janela do carro com a arma e mandou a vítima descer; O motorista desceu e decidiu reagir, dizendo. “Vocês estão me roubando com arma de brinquedo”. A vítima entrou em luta corporal com um dos assaltantes. Os dois se atracaram e o bandido decidiu fugir sem o carro, correndo de volta para a moto. O motorista correu correu atrás do dele. O suspeito tirou o capacete para poder dirigir o automóvel subtraído, porém o capacete preto e laranja que ele utilizava acabou ficando dentro do veículo da vítima. Foi então que o compara disparou uma vez com a pistola, acertando a vítima, que veio a óbito. O outro bandfido ficou de longe, em sua moto, apenas olbservando. Após o disparo, os criminosos fugiram fogem para o Morro do São Carlos. Os três subiram o São Carlos e falaram com o chefe “Léo Empada”; que diisse que os três podiam ficar no morro até a poeira baixar; Por voltra das 2h do mesmo dia, os três voltaram para a Ilha do Governador. Um dos presos relatou que costumavam roubar juntos no Centro e na zona sul do Rio de Janeiro. Eles começaram a praticar roubos em janeiro de 2024. já praticaram vários roubos; As armas e as motos utilizadas nos crimes são sempre fornecidas por traficantes do Dendê; Eles focavam nos roubos de carros que depois eram vendidos no Dendê. Ele contou que durante a luta corporal contra a vítima deixou seu telefone celular IPHONE 15 cair; O outro bandido preso disse que recebeu uma chamada de telefone do comparsa praticar roubos pelo área do Estácio no Rio de Janeiro. Ele encontrou com o parceiro do crime na entrada do Morro do São Carlos. Eles foram até a Rua Santa Alexandrina, altura do número 565, para roubar um Creta,mas não acharam e deiciriram roubar o veículo do motorista de aplcativo mesmo. Disse que ficou de longe e viu quando o comparsa entrou em luta corporal com a vítima e a perseguição da mesma contra seu parceiro.. Falou que o outro cúmplice fez o disparo. Após o ocorrido, os três fugiram para o São Carlos. Ele ficou junto ao ponto dos mototaxista na entrada da comunidade e os outros dois subiram o morro para falar com o chefe “Léo Empada. Horas depois, voltaram para a Ilha. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Com o avanço do TCP e do CV na região das Vargens e do Recreio, somente uma milícia ficou na área. SAIBA MAIS

Segundo relatos nas redes sociais, hoje com o avanço do TCP e CV nas regiões de Vargens (Grande e Pequena) e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, somente uma milícia sobreviveu na área: a que atua na comunidade do Beira-Rio, no Recreio. A quadrilha é liderada por um indivíduo chamado Vinicius, que conta com seu braço-direito um suposto PM conhecido como Bigode. A milícia da Beira-Rio surgiu nos anos 2000, com o então sargento PM de vulgo China Banai à frente das comunidades Beira-Rio, 14 e Servidão D todas na Avenida das Américas. Após a morte do China, o então ex motoboy Vinicius deu golpe e assumiu o comando. Com o avanço do tráfico, Vinicius ficou acuado e se viu forçado a fazer uma aliança com antigos milicianos, como o Fernandes um ex- PM e miliciano de Vargens que atuaria hoje de forma discreta na cobranças da vans, mototáxis, mercados, igrejas e empresas de internet. Dois cunhados que atuariam na milícia_ vulgos DVD e Gonazga,_ seriam responsáveis por várias mortes e por ameaçar moradores da comunidade Beira-Rio. Há relatos de que Vinicius dvem fazendo várias covardias com moradores. A comunidade não aguentaria mais sofrer nas mãos dele e de seu bando. FONTE: Página InformaçõesVargens (Twitter)

Líder comunitária de Vargem Grande foi morta porque desafiou o tráfico (TCP)

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) concluiu que traficantes do Terceiro Comando Puro mataram a líder comunitária Frauzenete Soares da Silva, em fevereiro deste ano, em Vargem Grande. Três homens foram indiciados pelo crime, sendo que um deles foi preso por outro delito e confessou o envolvimento na morte da mulher. O homicídio ocorreu porque a vítima não concordava com as extorsões e violências realizadas pelos traficantes na região. Segundo as investigações , o objetivo dos autores era acabar com as interferências causadas por Frauzenete e ficar com os terrenos dela. O crime foi praticado na comunidade de Palmares, em Vargem Pequena. A vítima estava saindo de um salão de festas quando foi surpreendida pelos homicidas, e um deles disparou contra ela. O filho de Frauzenete também era alvo dos criminosos. Os três acusados, entre eles os traficantes GB e Negão, ocupavam funções significantes para a facção criminosas sendo responsáveis pela cobrança ilegal e violenta de moradores e comerciantes. FONTE: PCERJ

Leia agora relatos de testemunhas sobre crime bárbaro cometido por traficantes da Serrinha (TCP) contra rapaz que foi esquartejado por possuir contatos com bandidos do CV. Cinco tiveram as preventivas decretadas. Namorada da vítima e jovem de quem o rapaz ajudou a tirar do tráfico são apontados como possíveis envolvidos

Confira agora detalhes de um crime bárbaro cometido por traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira,  A vítima foi Matheus Andrade de Oliveira, assassinado em outubro de 2024, e que teve o corpo decapitado pelos bandidos, que filmaram o crime e divulgaram nas redes sociais, fato que desagradou a cúpula da quadrilha. Cinco tiveram a prisão preventiva decretada, entre eles os líderes do tráfico na Serrinha, vulgos Lacosta e Coelhão.  O pai de Matheus disse que ele residia na casa no Morro do Fubá, em Cascadura, área dominada pela facção de drogas Terceiro Comando Puro (TCP. O filho tinha o hábito sair em grupos de “Bate Bola” e possuía em seu telefone celular contatos de integrantes da facção Comando Vermelho, pois Matheus tinha conhecidos de infância que enveredaram no caminho do tráfico de entorpecentes, e por este motivo, ele ainda mantinha o contato destes homens na agenda de seu telefone; Segundo o seu relato, Matheus havia aberto uma pizzaria chamada Brothers Pizzaria e Lanchonete, próximo à comunidade Jorge Turco, que atualmente é dominada pela facção Comando Vermelho. O pai alertou o filho sobre o perigo de abrir um empreendimento em área dominada pelo tráfico de drogas, entretanto, Matheus não o escutou e seguiu em frente;  No dia 26/10/2024, o pai recebeu um alerta de um homem sobre um vídeo de um corpo espostejado que seria de Matheus, que teria sido executado pelos traficantes do Terceiro Comando Puro que dominam a área da comunidade do Fubá em Cascadura. A partir daí, o pai e o amigo partiram para a comunidade do Fubá e logo que chegaram, se depararam com quatro traficantes, três deles portando fuzil e o outro uma pistola. O pai dconversou com dois deles que portavam fuzil e  Nesta conversa, o pai perguntou pelo seu filho, se ele havia sido levado e morto dentro da comunidade. Os  traficantes negaram que alguém havia sido morto naquela localidade e impediram que o pai subisse o morro para falar com o dono;  A namorada de Matheus disse para o pai dele que ela havia sido feita de refém pelos traficantes do TCP desde às 19h do dia 25/10 até às 01h do dia 26. A moça reside na comunidade do Fubá e foi sequestrada no caminho de volta para casa e mantida em cárcere. Os traficantes a mantiveram presa em um quarto dentro de uma casa localizada na comunidade do Fubá, e utilizaram o telefone celular dela para se comunicar com Matheus como se fosse a própria namorada dele;  Os traficantes tentaram combinar um encontro com Matheus se fazendo passar pela jovem. Ela relatou que escutou quando alguém passou um rádio para um dos traficantes, ordenando que a mesma fosse liberada;  Ela disse desconfiar que este foi o momento em que Matheus foi pego pelos traficantes. O rapaz estava em seu carro, um fiat Argo 1.0, cor preta, placa FZZ1J38, ano 2017/2018, Renavam 01132822707 quando foi sequestrado;  Ela contou ainda que há aproximadamente um ano, o barbeiro que cortava o cabelo do Matheus pediu ajuda a ele pois o filho dele havia entrado para a facção Comando Vermelho. O barbeiro pediu a Matheus algum contato dentro da facção, pois ele precisava interceder para que seu filho (que desconhece o nome) deixasse o CV;  Matheus passou o contato de alguém dentro do CV, e o barbeiro se dirigiu até este contato, e conseguiu que o filho deixasse o tráfico de drogas.. Pouco tempo atrás, este menino voltou para a comunidade do Fubá e se uniu à facção Terceiro Comando Puro daquela localidade; Matheus comentou algumas vezes que este menino “estava olhando torto” para ele. Além disso, Matheus continha contatos de traficantes do CV na agenda de seu celular, o que já é suficiente para que ele seja considerado X9 pelas “leis do tráfico de drogas”, podendo ter sido a motivação para o crime;  O amigo do pai da vítima disse que, na noite do dia 25/10 para o dia 26/10,  começou a perceber que o status do Whatsapp de pessoas conhecidas começou a mudar para emojis chorando.  Descobriu o que estava acontecendo quando conversou com o compadre de Matheus que lhe disse que o mesmo havia sido “pego” pelos traficantes do TCP que dominam o morro do Fubá.. Ele foi com o pai de Matheus perguntar aos traficantes sobre o paradeiro do rapaz. Logo avistaram cerca de cinco ou seis traficantes, dois deles armados de fuzil; Os traficantes desviaram o olhar e disseram que não sabiam de nada.. A testemunha disse que ouviu dizer através de boatos que a ordem para a execução foi dado pelo dono conhecido pelo vulgo de “Lacoste e seu braço direito, vulgo Coelhão. Disse acreditar que os traficantes do TCP consideraram Matheus como “X9”, pois ele tinha conhecidos da facção rival, Comando Vermelho, havia contatos de traficantes do CV na agenda do celular. Ao que parece havia uma conversa no celular dizendo o que segue “se os rivais invadirem aqui, acaba essa bagunça”; Ap ser indagado sobre a identificação dos algozes de Matheus, o declarante alegou saber serem os traficantes do TCP, provavelmente do Complexo da Serrinha ou da comunidade do Fubá, porém, desconhece nomes e/ou vulgos; O compadre de Matheus disse que sempre foi mais expansivo, gostava de sair durante o carnaval na turma dos “Bate Bola” de Cascadura, tinha muitos conhecidos, alguns deles traficantes pertencentes à facção Comando Vermelho, que eram moradores da região de Cascadura e após enveredaram para o mundo do crime, se unindo ao CV mas Matheus mantinha estes vínculos, inclusive na agenda do telefone celular;  Contou que no dia 25 de outubro de 2024, ele foi abordado por um entregador de Ifood, que conhece apenas de vista;. Este homeme sabia da ligação de amizade entre o declarante e Matheus, relatou o seguinte: “Pô cara, pegaram o Matheus na porta de casa, bateram nele e levaram ele no carro”; Estes homens eram os traficantes do TCP do Morro do Fubá. O declarante seguiu em seu carro e logo mais adiante, foi abordado por outro homem de cor de pele

Gerentão do Para Pedro (TCP) foi preso

Policiais militares prenderam na manhã desta quarta-feira (23), na Rua Embaú, nas proximidades da Comunidade Beira-Mar, na Pavuna, Zona Norte do Rio, o criminoso, ligado a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Matheus Neto de Queiroz, vulgo “Rex”, de 27 anos.  O traficante é gerente geral e segundo na hierarquia do tráfico de drogas da Comunidade Para-Pedro, localizada entre os bairros de Colégio e Irajá, Zona Norte do Rio. Com ele foi apreendida uma motocicleta Honda PCX, na cor azul, que vai ser apurada se seria produto de roubo. O bandido era responsável pelos ataques do TCP ao Morro do Jorge Turco (CV) Ttrata-se de apenado que deixou a unidade prisional e não retornou, sem apresentar qualquer justificativa, sendo suficiente para caracterizar sua evasão, Ele cumpria uma pena de 08 anos de reclusão em regime fechado, pelos crimes de Receptação e Roubo Majorado.  FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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