Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Terceiro Comando Puro

Há pouco mais de cinco anos, o triste fim de um casal que escapou da morte no Complexo da Maré (TCP) mas caiu no ‘tribunal do tráfico’ no Jacarezinho (CV) com a ajuda da ex-esposa da vítima

Há pouco mais de cinco anos, Marcelo da Silva Belchior foi até a comunidade da Vila do João, no Complexo da Maré, acompanhado da mulher Michele Maria de Freitas, buscar seus filhos na casa da ex-esposa. A ex-companheira de Marcelo chamou os traficantes para impedir que o rapaz levasse os filhos. Em seguida, Marcelo percebendo a chegada de traficantes, tentou sair logo do interior da comunidade, mas sua atual mulher foi alcançada e espancada. Em virtude da perseguição de traficantes, Marcelo foi obrigado a deixar seus filhos que estavam em seu colo e fugir atravessando a Avenida Brasil. Sua mulher conseguiu sair do interior da comunidade antes de ser morta, pois os traficantes gritavam que ela era cria do Jacarezinho, favela rival da Vila Pinheiro. Dias depois, traficantes armados de fuzil, foram na casa de Marcelo para forçá-lo a acompanhá-los para localidade conhecida como “Areal”. Chegando ao local, Marcelo percebeu que havia aproximadamente 30 traficantes fortemente armados e que sua ex-esposa estava dentre eles. A partir daquele momento começou uma espécie de “tribunal do crime”, em que o casal Marcelo e Michele seriam “julgados” pela quadrilha que domina o tráfico de drogas no Jacarezinho. Um outro ‘tribunal do tráfico’ ocorreu com um usuário de “crack” morador da Nova Holanda (dominada por facção rival) que estaria praticando crimes nos arredores da comunidade da Baixa do Sapateiro (TCP), no Complexo da Maré, Por esta razão, a vítima foi levada ao tribunal do crime da Baixa do Sapateiro, onde foi executado. A mãe da vítima relatou que, na esperança de encontrar os restos mortais de seu filho, foi à comunidade da Baixa por três vezes, sempre procurando pelo chefe do tráfico local, sendo certo que na terceira tentativa conseguiu que a levassem até o líder da comunidade, ocasião em que foi apresentada e recebida por TH ou Gabigol (já falecido).

LAVAGEM DE DINHEIRO: Traficante Lacoste da Serrinha (TCP) tinha casarão avaliado em R$ 500 mil em Búzios que colocou em nome de dona de salão e fez moradores movimentarem valores milionários. Chefão do Jacarezinho (CV) também tinha residência em condomínio de luxo em Natal (RN)

O traficante Lacoste ou Salomão, chefão do Complexo da Serrinha, em Madureira, adquiriu há alguns anos um imóvel de veraneio na cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos, no valor de R$ 500 mil. Só que para ocultar o seu nome, colocou o bem no nome de uma mulher, que era uma espécie de secretária dele. A moça possuía um pequeno salão na Serrinha totalmente desestruturado. incapaz de justificar a titularidade, da sua parte, de mais de R$500.000,00.Parte dos valores para a compra da casa foram depositados por um homem que foi preso por tráfico de drogas. A polícia chegou a ficar de campana no local em datas comemorativas e feriados para tentar prender Lacoste em Búzios Ocorre que estas diligências foram capazes, exclusivamente, de revelar o uso do imóvel por familiares do traficante”, a exemplo de uma de suas filhas, que se encontrava presente em uma dessas diligência Lacoste também se vale de moradores para depósitos, com fins de ocultação da origem. Em uma investigação foram identificados em depósitos vinculados ao tráfico da Serrinha um total de mais de R$3.000.000,00 Na mesma investigação, foi descoberto que um outro chefão do tráfico, vulgo Lambari, da Favela do Jacarezinho (CV), adquiriu um imóvel em um condomínio em Natal (RN) e colocou no nome de um homem, que era proprietário de um comércio minúsculo no interior da comunidade. Lambari se mudou do Estado do Rio de Janeiro, passando a viver com considerável conforto no nordeste brasileiro. Ele saiu dos holofotes policiais, perambulando livremente junto à sociedade já há algum tempo, sem que os aparatos de justiça criminal tivessem conhecimento de seus atos. Mesmo assim, continuou envolvido com o tráfico de drogas, recebendo “participações nos lucros” ou “royalties” decorrentes da sua condição de “dono da comunidade”. E ele manteve mantém alguns bens em nome de interpostas pessoas (laranjas) de sua maior confiança. E essas pessoas são moradoras do Jacarezinho, pessoas, ordinariamente, sem renda, que movimentavam valores estratosféricos, completamente fora da realidade de vida contemplada por esses indivíduos, não deixando dúvidas de que estas pessoas são operadoras do esquema de arrendamento da comunidade levado a cabo por Lambari.Um outro morador, dono de um pequeno comércio na comunidade, movimentou R$ 5 milhões. Seu frente, Chico Bento, vivia sob mais absoluto luxo no Jacarezinho em um imóvel projetado por arquiteto, móveis os mais modernos, piscina, banheira de hidromassagem, ,

Foragido, filho de Beira-Mar (CV) que se associou ao TCP se entrega à polícia

David Rodrigo Lira da Costa, filho do traficante Fernandinho Beira-Mar, que estava foragido desde 19 de agosto de 2023 após evadir-se do Presídio Esmeraldino Bandeira, no Rio de Janeiro, se entregou às autoridades. David foi condenado pelo sequestro de seu cunhado ocorrido em 2019. Na ocasião, ele e comparsas exigiram R$ 150 mil; Na época, David teria se anexado a bandidos da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), rival à facção de Fernandinho Beira-Mar (CV). Os autores chegaram a ameaçar entregar a vítima o traficante conhecido como “Trem,. rival de Beira-Mar.

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

Preso um dos chefes da Pedreira (TCP)

Policiais militares em uma operação nesta terça-feira (16), no interior do Complexo da Peðreira prenderam o criminoso membro da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) Paulo Leone Andrade Serpa, vulgo “Xoudo”, de 33 anos, principal liderança da comunidade. Os policiais da Agência de inteligência e do Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar (GAT), durante uma Operação Emergencial no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, com a finalidade coibir, roubos de rua, roubos de cargas, roubos de veículos e tráfico de drogas, tendo seu principal objetivo, focar em lideranças do TCP, oriundos do Complexo da Pedreira. Quando em patrulhamento, os policiais tiveram atenção voltada um indivíduo em atitudes suspeitas, tendo o intuito de evadir da comunidade, em uma motocicleta. Após ser detido, foi identificado, tratando-se da principal liderança da Comunidade, “Xoudo”. Contra “Xoudo”, consta uma anotação criminal pelo crime de Roubo Majorado, com ele foi apreendido uma pistola Glock calibre 45, que estava no baú da moto, no momento de sua prisão. Dando continuidade a ação, os policiais ainda apreenderam outros materiais, como um fuzil Colt calibre 5.56 e um rádio transmissor. Diante dos fatos, a equipe procedeu para 39ª DP (Pavuna), para apresentar os fatos à autoridade judiciária, onde o acusado permaneceu preso e o material apreendido. Posteriormente, foi conduzido a uma unidade prisional da Seap/RJ, onde ficará à disposição da Justiça.

Peixe da Vila Aliança (TCP) continua vivo

Circula nas redes sociais desde a noite de domingo (14), o boato de que o traficante Rafael Alves, conhecido como “Peixe da Vila Aliança”, teria falecido no presídio de Bangu em decorrência de sua grave doença. No entanto, essa informação não procede. De acordo com.a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP, Rafael Alves permanece vivo, embora esteja extremamente debilitado devido a uma doença degenerativa que o afeta há vários anos. A condição de saúde do criminoso tem exigido acompanhamento médico contínuo dentro do sistema prisional.

CAMPOS (RJ): Chamado para participar de um ataque à ADA, traficante do TCP foi baleado pelos próprios comparsas e delatou eles, que acabaram presos

Um traficante do Terceiro Comando Puro foi convocado por comparsas para participar de um ataque à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) na região do Km 14, em Campos dos Goytacazes. Ele acabou sendo baleado pels próprios parceiros de facção mas conseguiu fugir e foi socorrido por populares. Ao dar entrada no hospital, ele delatou seus antigos comparsas do TCP Narrou que havia sido chamado pelos três para um suposto ataque contra a facção rival, e que, ao chegar na Estrada do Fio, antes mesmo de adentrarem o pasto, os comparsas passaram a atirar contra ele, Os autores foram localizados juntos e abordados com base nas informações repassadas pela vítima. Além disso, um dos conduzidos, ao ser informado do motivo da abordagem, demonstrou deboche, dizendo: “Que isso, chefe! Vamos matar nossos amigos?”, o que revela desprezo pela vida humana e envolvimento consciente na trama criminosa. Os elementos colhidos indicam que os custodiados integram organização criminosa armada (facção TCP) e estão inseridos em um contexto de disputa territorial violenta. Além disso, já são conhecidos pelas guarnições da área, e foram explicitamente apontados como autores de uma tentativa de homicídio dentro da própria facção, o que demonstra alto grau de periculosidade e risco concreto à ordem pública.

EM PORTO REAL: Saiu do TCP para o CV mas ficou com uma arma. Mandaram devolver e quando foi entregar, acabou morto

Igor Oliveira de Carvalho trocou de facção, pulando do Terceiro Comando Puro para o Comando Vermelho mas ficou com uma arma da antiga facção. Igor recebeu uma ligação lhe ordenando que entregasse a arma. Assim que Igor saiu de casa para fazer a devolução, foi alvejado com disparos de arma de fogo, vindo à óbito. O crime foi cometido em 9 de março de 2025 na cidade de Porto Real, no interior do RJ. A polícia pediu a prisão preventiva de dois suspeitos do crime mas a Justiça negou. “Entende o Juizo que não restam evidenciados indícios mínimos de autoria delitiva a fim de embasar o acolhimento do pleito de decretação da prisão preventiva dos investigados, visto que não há nenhum outro elemento que corrobore os depoimentos prestados em sede policial e as imagens de câmeras de segurança mostram apenas um indivíduo disparando contra a vítima. Não obstante os investigados possuírem outras anotações criminais,tal fato, por si só, não configura motivo suficiente para decretação da restrição cautelar de liberdade, eis que carente de maiores elementos de prova a fim de se verificar mais a fundo a dinâmica dos fatos aqui apurados e angariar claros indícios de autoria da prática criminosa “, dizem os autos.

Homem morreu e outros dois foram baleados em guerra de facções na Ilha

Um homem morreu e outras duas pessoas foram baleadas durante uma guerra de facções na ilha do Governador na tarde de hoje. Segundo relatos, traficantes do Morro do Dendè (TCP) atacaram o Morro do Barbante (CV). Os feridos foram um mototaxista e um traficante. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador) foram acionados, na tarde de sexta-feira (12/9), para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. De acordo com o comando da unidade, três indivíduos deram entrada no Hospital Municipal Evandro Freire. Um deles não resistiu aos ferimentos. Um dos feridos ficou sob custódia preventiva. O policiamento segue intensificado na região. 

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima