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processo judicial

Acusado de estupro, ex-vereador Gabriel Monteiro será solto

A Seap informa que recebeu da Justiça, no início da noite desta sexta-feira (21/03), o alvará de soltura de Gabriel Luiz Monteiro de Oliveira, e está realizando os procedimentos de praxe para que o citado deixe a prisão. O ex-vereador e ex-PM estava preso desde novembro de 2022l suspeito de estupro. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica e está proibido de deixar Rio, fazer o comparecimento periódico em juízo e não pode manter contato com avítima. FONTE: SEAP

CABO FRIO: Homem teve prisão preventiva decretada suspeito de matar a facadas suposto estuprador de sua sobrinha

Em Cabo Frio, um homem matou outro a facadas por desconfiar que ele tinha abusado sexulamente de sua sobrinha. A filha da vítima Natanael de Freitas Marinho encontrou com a esposa do assassino que disse que se não fosse o seu marido, ela mesmo mataria o pai dela. A filha de Natanael disse que ao chegar no local encontrou uma faca com sangue próximo ao portão, do lado de dentro do quintal da residência de seu pai; que, teria apanhado a faca e guardado a mesma em casa, com medo de que alguém pudesse pegá-la; que, ao chegar na 126ª DP. Os PMs que foram acionados para a ocorrência levaram a faca para a delegacia. A mulher do suposto assassino relatou que o marido teria agredido Natanael Marinho da Silva após ter conhecimento de um suposto abuso sexual perpetrado por este em desfavor da sobrinha do casal. O estupro, segundo relata, teria ocorrido há aproximadamente um ano antes do crime, quando a menina estava com dez anos de idade, mas só tiveram ciência recentemente, mais precisamente há uma semana antes dos fatos, ocasião em que a menor lhes contou sobre o suposto abuso sexual. A declarante que embora tenha levado a garota para a Delegacia, não foi realizado, na ocasião, os exames necessários para constatação do abuso sexual, bem como admite ter conversado com a filha de Natanael sobre o marido ser o autor dos fatos, no entanto, alegou não ter conhecimento sobre seu paradeiro. O autor do crime está com prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mãe de homem morto em São Gonçalo perguntou ao suposto assassino o motivo dele ter cometido o crime e ouviu a resposta. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”

A mãe de um homem que foi assassinado em São Gonçalo em novembro chegou perto do suposto assasino do seu filho e perguntou o motivo dele ter cometido o crime com tanta maldade e crueldade e ele disse, de forma fria. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”. O corpo de Fabiano da Silva Alves foi encontrado no início de dezembro em estado avançado de putrefação na Rua José Rufino da Costa, 1500, Portão do Rosa, São Gonçalo, próximo ao campo do Fluminensinho, sendo que ele estava desaparecido desde o dia 28 de novembro de 2024. Consta dos autos que policiais militares foram acionados para comparecerem ao local dos fatos ante a notícia de existência e um cadáver. Para além de confirmar o encontro do corpo, os agentes da lei se depararam como o suposto auto do crime agredido e amarrado por populares, pairando sobre ele a culpa da morte de Fabiano. Fabiano e seu assassino já teriam entrado em luta corporal há seis meses, logo após a separação da declarante, motivado por um relacionamento que a vítima teria tido com a ex-namorada do suspeito. Havia boatos de que Fabiano teria estuprado seu assassino dois meses antes do crime mas Fabiano negava. A mãe e algumas pessoas da comunidade começaram a procurar por Fabiano pelos possíveis locais próximo ao manguezal. Os moradores a ajudaram nas buscas e conseguiram encontrar o corpo por volta de 17h dentro do mangue já em avançado estado de putrefação. O local do encontro do corpo era em uma trilha mais a frente a casa de Fabiano. A mãe da vítima entrou em contato com a polícia militar pedindo apoio; Ela retornou até os traficantes para perguntar sobre a retirada do corpo da comunidade e neste momento encontrou o assassino amarrado em uma árvore no campinho do Fluminensinho; Ele estava machucado. As pessoas da comunidade falaram ele estava relacionado a morte de Fabano, que ele seria o possível autor. Os dois chegaram a ser amigos.O suposto assassino foi levado para o Hospital Alberto Torres. Ouvido preliminarmente autorizou à Autoridade Policial que tivesse acesso a seu celular, sendo possível verificar uma confissão e registro fotográficos da cena do crime. Ele está com prisão decretada. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Justiça decretou a prisão de traficante do CV acusado de matar dois homens que tentavam impedir expansão da facção em Japeri

A Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante do Comando Vermelho acusado de matar duas pesoas em Japeri porque elas estavam dificultando a expansão da facção na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense. As vítimas foram Bruno dos Santos Teixeira e Bruno Carlos Barbosa Rezende. Outras duas pessoas, R.S.P.L e I.S tamb[em foram alvos de tiros mas sobreviveram. O bandido junto com comparsas executaram as vítimas porque desejavam instalar uma boca de fumo no bairro Chacrinha, local dos fatos, o que era repreendido pela vítima Bruno Carlos. Além disso, as vítimas, que estavam conversando na calçada, foram pegas de surpresa peloS criminosos, que, de inopino, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra elas, o que foi a causa da morte delas. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Condenados envolvidos na morte de congolês que foi espancado em quiosque na Barra

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Fábio Pirineus da Silva a 19 anos e seis meses de prisão de prisão e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca a 23 anos e sete meses de cadeia. Eles são acusados de espancarem até a morte o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos. O crime aconteceu no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, no dia 24 de janeiro de 2022. No dia dos fatos, Moise discutiu com um homem conhecido como Baixinho no quiosque. Em seguida, um outro homem, vulgo Tota, derrubou a vítima e a imobilizou. Com Moise já caído, Fábio, vulgo Bello passou a agredí-lo com um bastão de madeira. Depois, ele passou o bastão para Aleson, que continuou batendo no congolês. Moise foi amarrado pelos agressores e foi deixado caído e indefeso. As cenas demonstraram que os três réus espancaram Moïse com um taco de beisebol por 39 vezes, além de socos, chutes e tapas, até levá-lo à morte. A sessão de violência durou cerca de 13 minutos. O vídeo ainda revelou o momento em que dois dos matadores posaram para uma foto ao lado de Moïse já imobilizado no chão e aparentemente desacordado. Na ocasião, um dos assasinos ainda fez um gesto com as mãos conhecido popularmente como hang loose (uma saudação positiva normalmente utilizada por surfistas). “Moïse foi “agredido como se fosse um animal peçonhento”,descreveu na denúncia ajuizada pelo MPRJ. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Ministério Público Estadual do Rio

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Testemunha deu detalhes sobre o assassinato de jovem de 18 anos morta pelo ex-namorado em Meriti no último fim de semana. Suspeito disse que estaria no Paraguai

Segundo informações obtidas pela Justiça do Rio, o suspeito de matar a jovem Evelyn Cristina, de 18 anos, no último fim de semana, em São João de Meriti, vulgo Júnior Sara, a vítima morava com o acusado há quatro meses. O suspeito pode estar escondido no Paraguai. De acordo com uma testemunha, Júnior bateu em Evelyn e depois disso, a jovem  ficou uma semana sem ir pra casa e que após esse período não voltou a residir com ele, passando apenas os finais de semana na casa do acusado. A testemunha contou que no dia do crime, viu os dois discutindo mas não achou que seria algo grave. Falou que viu Júnior indo até a cozinha e voltando para o quarto com um objeto, mas não conseguiu identificar o que era;  Ficou assustada e em seguida ouviu gritos de Evelyn pedindo ajuda.  Evelyn começou a gritar, dizendo ” Me ajuda”. Ela foi até o quarto e viu Júnior deitado em cima de Evelyn e apertando seu pescoço, enquanto a vítima suplicava por ajuda;  Júnior mandou a declarante sair do quarto.  Após os gritos, o homem saiu do quarto enrolado em um cobertor e com o rosto sujo de sangue. A testemunha começou a questionar o que havia acontecido e ele lhe disse ” Eu fiz besteira, mas te amo, vou fugir, pega suas coisas, vai para a casa da sua mãe e não volta aqui, não fala nada para ninguém, fala que eu briguei na rua”. Em seguida, a testemunha pegou suas coisas e deixou na casa de sua tia, mas não contou nada a ninguém. Depois foi para casa de sua amiga, pois estava muito assustada e não sabia o que fazer. Por volta de 14:00h, foi para casa de sua mãe, mas não contou a verdade por medo;  Pediu para ir até a casa de Júnior, buscar sua televisão e o restante de suas roupas. Ao chegar no local , a televisão não estava mais lá;  Ela não teve coragem de entrar no quarto e pediu para que sua mãe fosse, para buscar seu uniforme do colégio. Ao entrar no quarto, a mãe da testemunha viu Evelyn sem vida, enrolada em um cobertor, cheio de sangue;  Disse não tem ideia do paradeiro de Júnior. Falou que ele tem uma irmã e primas que moram em Recife, mas não sabe precisar o local;  No sábado a noite, recebeu um mensagem temporária dele, dizendo que estava no Paraguai e sem dinheiro.  Diante dos fatos, o delegado titular da DHBF, requereu junto à Justiça a prisão de Hamilton Ranulfo, que foi deferida na noite desta segunda (10), pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, com pedido de prisão temporária, pelo crime de Feminicídio.  FOTO: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Em Belford Roxo, comerciantes têm que pagar a milícia para se protegerem da própria milícia

Em Belford Roxo, os comerciantes pagam taxas à milícia do Babi para se protegerem dos próprios criminosos que exitem a quantia. Os milicianos passam uma desinformação para os comerciantes. ELes passam uma informação para um [comerciante] falando que é uma taxa de segurança para evitar roubos no local. Outros informaram que é uma contribuição exigida pela milícia para que eles consigam atuar no bairro. E outros informam que apenas são ameaçados, que se não pagarem vai ter que fechar o comércio porque, entre aspas, quem manda na área são eles. Os valores oscilam de acordo com a rentabilidade da loja , então eles oscilam de 20 a 60 reais, podendo passar um pouco mais desse valor; a cobrança é feita semanalmente; Os paramilitares extorquem todos, até os catadores de latinhas; é cobrada pela milícia qualquer atividade comercial que gere algum lucro. Essa milícia é chefiada por Jefferson da Mata Luquete, conhecido como ‘Kim Aleijado’ ou ‘K10’; o segundo na hierarquia, salvo engano, é ‘Jef Sombra’, Rodrigo Leite; e o terceiro homem ‘Carlinhos’, O padrão de cobrança é sempre o mesmo: eles iam de moto com camisa preta, boné preto. A vítima vai até a delegacia para poder registrar denúncia logo depois o comércio tem o assaltado ou o carro é vandalizado, ou a loja é pichada. Por isos, por medo, os comerciantes não vão até a polícia. A área de cobrança é vasta, o Babi, por exemplo, que é o primeiro ponto de cobrança, até o São Bernardo, que é o último ponto de cobrança, é uma distância considerável, tanto que é feita com uma moto, que é o veículo mais rápido, até mesmo para fugir da viatura policial, na medida em que eles vêem a viatura é o veículo mais fácil de se evadir Os milicianos recebem de remuneração pagamento quinzenal, de 600 ou 700 reais, FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Homem acusado de matar ex-sogra em Rio Bonito está com prisão preventiva decretada

O homem acusado de matar a ex-sogra em Rio Bonito está com a prisão preventiva decretada. É ele, Gabriel de Figueiredo Moura. Segundo as investigações, o indiciado teria desferido uma machadada na cabeça da vítima Marilene da Conceição Moraes e ateado fogo sendo a mesma socorrida em uma estrada. Instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, foram colhidos depoimentos da mãe e filha da vítima, além de duas testemunhas. A mulher não resistiu aos ferimentos. A filha da vítima disse que Gabriel já estava a ameaçando; que dizia “vou te matar”; que já fez registro de ocorrencia de numero 119-00323/2025 e possui medida protetiva; que a declarante viu a sua mãe após ser socorrida; que a declarante informa que sua mãe disse que Gabriel vulgo Biel, ou Sorriso, foi quem fez aquilo com ela; que a mãe da declarante já foi transferida do HRDV para o HEAT.” A mãe de Marilene disse que a filha chegou em casa toda queimada, as roupas todas queimadas no corpo, pedindo socorro dizendo que Gabriel deu uma machadada na cabeça dela e ateou fogo nela, porque não aceitou a separação. O homem que socorreu Marilene disse que estava caminhando por volta das 16:40, na estrada do Chavão, e se deparou com a vitima queimada andando e pedindo socorro, e disse que Gabriel havia dado machadada e ateou fogo nela, que então o declarante parou um carro na rua para socorrer e a levou até em casa para buscar o carro de seu pai e a levou em seguida para o hospital Darcy Vargas, os policiais militares chegaram e o declarante passou as informações para eles, logo após vieram a esta unidade policial fazer o registro.” FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Miliciano que tinha importante hierarquia no passado e perfil violento ganhou o direito de trabalhar fora da cadeia

O miliciano vulgo Chang Lee ganhou o direito de trabalhar extramuros em uma empresa no bairro Parque José Bonifácio, em São João de Meriti mas há a denúncia de que estaria circulando com paramilitares em Santa Cruz. Em processo de 2018, ele foi citado como importante figura na maior milícia do RJ quando esta era comandada por Wellington da Silva Braga, o Ecko. Seu perfil era bastante violento, sendo o mesmo conhecido por ser um dos braços armados de Tandera Na hierarquia da organização, Chang Lee era um terceiro em linha de comando de seu grupo e apresentava perfil de ação operacional e violento.Ele chegou a ser preso pela PRF com quantidade grande de armas. Chang Lee ostenta diversas anotações criminais, incluindo uma condenação definitiva. FONTE: Secretaria de Adminstraição Penitenciária, Página Milícia RJ News (Twitter) e site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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