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Depois de um ano e meio do crime, Justiça decretou a prisão preventiva de 11 traficantes do TCP suspeitos de matar homem em Cabo Frio por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos bandidos

Depois de um ano e meio do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de traficantes do Terceiro Comando Puro Derick, Jô ou Barriga, Gorila, Zu, Gustavo, Baiano, PT, Bicudinho, Testa, PL ou Polegar e Pônei por um homicídio cometido em Cabo Frio em outubro de 2024 por causa de ciúmes do irmão da vítima que era ex-namorado da companheira de um dos envovlidos. Consta nos autos que no dia 07/10/2024, por volta das 02h40min, na Rua do Pomar, bairro Jacaré, os suspeitos efetuara disparos de arma de fogo contra a vítima Joel Campos Josuel, vulgo “joca” que foram a causa de sua morte. A denúncia aponta que o crime foi cometido devido aos ciúmes de Pablo, integrante do tráfico da facção TCP, em face do irmão da vítima, G, que estaria tentando reaproximar-se da ex-namorada e atual companheira de Pablo, I.C.A, além de disputa territoriais do tráfico, ensejando a qualificadora do motivo torpe O crime cometido com emprego de tortura e por recurso que dificultou a defesa da vítima, eis que Joel foi abordado pelo grupo, em superioridade numérica, além de sofrer intenso castigo físico antes de sua morte. Por fim, os denunciados teriam ocultado o cadáver da vítima, O pai de Joel, ao saber pelo filho Gabriel sobre o desaparecimento de Joel, passou a buscar informações sobre o filho, indo á residência dele, no bairro Jacaré, onde soube que integrantes do tráfico o teriam abordado quando chegava em casa do trabalho, efetuando disparos de arma contra ele além de espancar a vítima e a colocarem em um veículo com destino a um local denominado ‘Chiqueirinho” onde segundo soube, Joel teria sido executado, sem notícias do corpo. Ouvido, ele relatou que em busca de informações sobre o filho Joel, soube por um vizinho dele que Joel vestia uma camisa branca e bermuda quando foi abordado e levado pelo grupo, após ter sido alvejado com vários tiros e em seguida colocado em um carro, seguindo para local desconhecido. No local apontado, a irmã da vítima teria encontrado o telefone celular de Joel destruído enquanto o pai verificou que havia manchas de sangue na entrada do referido beco, não notando se havia munições deflagradas. Esclareceu, ainda, que a vítima era usuário de maconha e residia próximo ao beco onde foi abordada pelo grupo, além de ter sido preso em 2018 por envolvimento no tráfico, estando hoje trabalhando como mototáxi para entrega de lanches, em que pese não ter localizado a moto usada pelo filho, uma Yamaha descrita no id. 17. Outro irmão de Joel, da mesma forma que o pai, buscou investigar no bairro notícias do irmão Joel e por duas vezes prestou declarações nformando que moradores da rua Pomar visualizaram o momento que a vítima chegava em casa e foi derrubado da moto que conduzia e em seguida alvejado com vários disparos e obrigado a entrar em um veículo, sem notícias de seu paradeiro. Disse ter ouvido informações que a motivação seria sobre o envolvimento de seu outro irmão Gabriel com a companheira de uma liderança do tráfico de nome Pablo, negando que Joel tivesse envolvimento com a facção TCP. O irmão Rosildo juntou a imagem que circulava no bairro e apontou o homem com quem a moça teria envolvimento (de bigode com as mãos na cabeça), além de identificar o terceiro que aparece nas fotos, de cor escura e com bigode que sob ordens de Pônei”, teria efetuado dispqaros contra seu irmão. G, , irmão de Joel e pivô do crime, primeiramente se recusou a comparecer na delegacia temendo pelas ameaças que recebeu dos denunciado mas devido ao sofrimento da família sem notícias de Joel procurou um policial civil para que o acompanhasse à DP. Ele contou que no dia 07/10/2024, na madrugada, por volta das 02h40min, chegava em casa na companhia de seu irmão Joel que conduzia sua motocicleta Yamaha e foi derrubado pelo grupo que efetuaram disparos contra a vítima, além de espanca-lo violentamente, arrastando-o para o alto do morro, enquanto Joel implorava por sua vida. Segundo ele, a motivação seria ciúmes de Pablo pois G relacionou por anos com I.C.A, hoje companheira de Pablo (vulgo polegar ou PL) com quem tem uma filha, sendo comum entregar lanches na residência da genitora da moça onde Pablo agia com desconfiança e rispidez ao ver a mulher ecebendo as entregas. Nos meses de agosto e setembro de 2024 surgiram boatos de que ele e a vítima estariam “vacilando” pois levavam informações da facção local, TCP para a facção comando vermelho devido ao livre tráfego para entrega dos lanches, ressaltando que era uma falsa justificativa pois na verdade a desavença teria sido por causa da moça e partido dos denunciados Pablo e Pônei . G presenciou a abordagem de seu irmão pelos denunciados enquanto se escondia temendo que também fosse alvejado pelo grupo, pontuando que Joel implorava por sua vida enquanto era agredido, mesmo após ter levado vários tiros, aduzindo ter ouvido o diálogo em que perguntavam à vítima sobre Gabriel dizendo que ele seria o próximo a ser executado. Além disso, relatou os envolvidos que participaram das agressões à vítima Pônei, PL/Polegar, Bicuinho/BK, Zu, Jô/Barriga, Baiano, Gustavão, DK/Huulk, Gorila, Testa e PT : Destacou, ainda que Pônei incentivava os outros envolvidos a disparar a vítima aos gritos de “mata o joca”, tendo três deles sido os primeiros a disparar contra Joel que, mesmo ferido com os tiros, foi espancado e depois carregado para o alto do morro, não sabendo até a presente data a localização do corpo de seu irmão.

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

Homens suspeitos de ligação com bandidos do TCP espancaram rapaz por este ter reclamado sobre o uso de drogas próximo de sua residência em Itaguaí, diz Justiça

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de espancar um outro no último dia 30 de janeiro em Itaguaí após a vítima se envolver em um acidente de trânsito. As agressões ocorreram em via pública e foram parcilamente filmadas. Segundo os autos, os envolvidos eram ligados ao Terceiro Comando Puro e teriam assim agido por estarem contrariados com a postura da vítima de questioná-los e confrontá-los sobre a movimentação e uso de drogas no local que era próxima à sua residência. A esposa do agredido contou que na madrugada daquele dia, o marido teria sido agredido com socos, chutes e pontapés, por aproximadamente cinco jovens, inclusive com chutes na cabeça após já desfalecido, após se envolver em um acidente de trânsito ocorrido na Rua 27, próximo ao Trevo de Itaguaí, bairro Parque Dom Bosco, A testemunha relatou que por volta de 00h do dia 30/01/2026, seu marido retornou do trabalho, estacionou o veículo da empresa e saiu novamente utilizando o carro do casal para comprar lanche e pouco tempo depois, teria ouvido gritos vindos da rua, incluindo a frase: “Agora eu sei quem é ele, vamos pegar ele”. Narrou ainda que encontrou seu marido na entrada da rua onde moravam com o carro parado, pois havia se envolvido em uma colisão com um outro veículo e, ao chegar ao local, teria encontrado a vítima tentado acalmar a situação, sem que o outro motorista tivesse praticado qualquer agressão física. Prosseguiu descrevendo que, logo em seguida, cinco jovens teriam se aproximado, dois deles portando pedras e uma das pedras teria sido arremessada na direção da vítima e, na sequência, o grupo passou a agredir o rapaz com socos e chutes principalmente no rosto. A noticiante informou que não conseguiu identificar todos os agressores, mas descreveu as características físicas de um deles, reconhecendo um vizinho como um dos autores, afirmando não ter dúvidas quanto à identificação, visto que já o conhecia e o viu desferindo chutes na vítima após desfalecida e caída. Segundo as investigações vídeos das agressões passaram a circular em redes sociais e policiais diligenciaram no local dos fatos, acompanhados da esposa da vítima, que indicou o ponto exato da ocorrência com visíveis vestígios de sangue. No afã de identificar os agressores, a equipe policial compareceu ao Hospital Geral de Itaguaí, onde a vítima, internada no CTI, foi entrevistada, tendo sua oitiva sido gravada. Segundo os autos, informações de inteligência indicaram que o grupo agressor tinha o costume de se reunir na esquina da Rua 27 e teria ligação com criminosos do bairro Jardim Weda, área sob influência da facção criminosa “Terceiro Comando Puro” Apontado como um dos autores, o vizinho do casal foi localizado em preso no dia 02/02/2026 e formalmente interrogado, ocasião em que optou por permanecer em silêncio. Os autos noticiam que novas diligências foram realizadas visando identificar os demais envolvidos e informações colhidas de moradores que não quiseram se identificar, indicaram que o crime teria sido motivado por discussões recorrentes entre a vítima e o grupo que se reunia próximo à sua residência para uso de drogas e perturbação do sossego. O motorista do carro que se envolveu no acidente com a vítima contou que após a colisão afastou-se ao perceber a aproximação de um grupo de jovens e ouvir gritos de ameaça, e teria retornado posteriormente e encontrado a vítima desacordada no chão, sem ter presenciado as agressões nem conseguido identificar os autores e, por fim, teria relatado temer em colaborar com a investigação. Um rapaz que gravou o vídeo das agressões e, amigo de infância da vítima teria afirmado ter presenciado o início das agressões praticadas por um indivíduo e, em seguida, por um grupo, relatando ainda que não interveio por temer por sua vida e, ainda, teria reconhecido o vizinho do casal como o indivíduo que aparece no vídeo chutando a cabeça da vítima desacordada.A vítima declarou que há meses enfrentava conflitos com indivíduos que se reuniam na esquina de sua residência,Narrou que, após a colisão de trânsito, o grupo teria se aproximado gritando ameaças e uma pedra teria sido arremessada e então iniciado as agressões que o deixaram desacordado. Relatou ainda que só não morreu porque sua esposa interveio e que foi submetido a cirurgia no nariz.A vítima, em sede policial, reconheceu por fotos três suspeitos . Por fim, informou a vítima que teria recebido em rede social uma mensagem, que interpretou como uma ameaça, de autoria da mãe dos suspeitos.Sua esposa confirmou integralmente a versão da vítima, relatando histórico de conflitos com o grupo, reconhecimento dos envolvidos e intervenção direta para cessar as agressões, o que teria evitado que seu companheiro fosse morto, reforçando que no curso das agressões ele já aparentava estar morto.Em suas declarações, narrou que um perfil no Instagram teria postado, em tom de ameaça, uma imagem que atribuiu à mãe dos suspeitos com os dizeres: “Cancelo seu CPF se tentar com a minha família”.Por fim, foi acostado aos autos Laudo pericial na pedra que teria sido arremessada contra a vítima, confirmando que se trata de material pétreo sólido com massa aproximada de 3,335 kg e vítima ainda não foi submetida ao exame de corpo de delito.

Casos de estupro coletivo ocorreram em vários estados brasileiros. CONFIRA ALGUNS QUE CHEGARAM NA JUSTIÇA

O estupro coletivo contra uma adolescente no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, ganhou grande repercussão. Quatro homens e um menor foram acusados do crime sendo que três deles já se apresentaram à polícia. Casos semelhantes como esse se espalham pelo Brasil. Nossa reportagem teve acesso a alguns que chegaram à Justiça. Um deles foi o caso de um adolescente de 14 anos que vendia chocolates em Porto Velho, Rondõnia. Ele recebeu a promessa de dois homens que adquiririam toda mercadoria que ele comercializasse. Os suspeitos o convidaram para ir ao apartamento de uma amiga. O garoto pernoitou no local e quando acordou, viu um dos homens lhe fazendo sexo oral e o outro tapando sua boca para que não gritasse. Depois, os acusados trocaram de posição. A própria vítima chamou a polícia e deu o flagrante, No Amazonas, uma garota de 15 anos também foi vítima. Um dos autores a puxou. tirou sua roupa a força, mandou-a virar de frente e consumou o estupro. Em seguida, o outro autor fez o mesmo, tendo este último ejaculado na vagina da vítima. Em São Paulo, uma menina de 14 anos embriagada foi arrastada a um local ermo sem seu consentimento. PMs foram acionados e encontraram ela com seios e genitália de fora e um homem a apalpando. O autor e um outro estavam com o pênis a mostra. O ato sexual foi cometido sem a permissão da vítima. Em Campina Grande, na Paraíba, uma mulher foi vítima de estupro coletivo apontou um homem a quem conhecia pelo apelido de “dente de coelho”, como o primeiro autor do abuso. Ela descreveu com precisão as tatuagens que ele possuía: “uma tatuagem no peito com um nome escrito, uma tatuagem de um crucifixo na barriga e uma tatuagem de tio patinhas na panturrilha”. Após o crime, a vítima tentou o suicídio e teve que ser internada para tratamento psiquiátrico. No Rio Grande do Sul, uma garota de 11 anos, ao pernoitar na residência de uma amiga , teria sido induzida ao consumo de bebida alcoólica (vodca com energético) e substância entorpecente (maconha), fornecidas por dois irmãos. Aproveitando-se do estado de vulnerabilidade e embriaguez da criança, os suspeitos teriam praticado com ela atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em sexo oral recíproco. O relato da vítima, transmitido por sua mãe é rico em detalhes, indicando a participação ativa de ambos os irmãos nos atos de abuso, descrevendo inclusive os locais da casa onde ocorreram, como a garagem e a sala, e a omissão do genitor dos suspeitos, que teria presenciado parte da cena sem intervir. No Pará, uma adolescentese encontrava na casa de sua madrinha quando dois homens foram buscá-la para ir a casa de um deles. A vítima disse que no meio do percurso se arrependeu e pediu para voltar para a casa da madrinha, foi quando um dos autores falou que se ela nunca tivesse ficado com mais de uma pessoa agora ela ficaria. A vítima narrou ainda que, quando chegou no local, três homens trancaram o portão, e um deles lhe empurrou para o quarto e começou a tirar as roupas da mesma. A vítima disse ainda que, tentou se esquivar mas não adiantou, e que enquanto um deles a abusava os outros ficavam batendo na porta pedindo para entrar. Em sequência, outro entrou no quarto e abusou a vítima, logo depois o terceiro também entrou e abusou a mesma. Em dado momento a adolescente disse que não aguentava mais e começou a empurrar os autores e correu para o banheiro, se vestiu e foi embora.No Espírito Santo, homens constrangeram uma mulher mediante violência e grave ameaça a ter com eles conjunção carnal, bem como a praticar atos libidinosos, os quais não se concretizaram. Um dos bandidos mantinha em sua residência uma pistola .40. Na ocasião dos fatos, a vítima e seu marido estavam no interior do seu veículo, quando passaram pela Rua Falcão foram abordados por um bandido vulgo Tubala”, que estava armado e acompanhado por outro indivíduo que não foi identificado, também armado, tendo ambos ordenado o marido da vítima. que parasse o carro e, assim que ele. parou o veículo, os denunciados retiraram a vítima do automóvel, à força. Outro bandido pegou a vítima pelos cabelos e a levou para dentro da favela. Ato contínuo, outros suspeito arrastaram a vítima para um local ermo, momento em que chegaram os demais denunciados acompanhados de alguns indivíduos não identificados, totalizando aproximadamente quinze homens, tendo eles dito: “Como da última vez não te estupramos, agora nós vamos”, se referindo no fato ocorrido anteriormente, Na sequência, um dos bandidos desferiu um soco no rosto da vítima e determinou que os demais indivíduos continuassem agressões.Os criminosos passaram a agredir a vítima com socos e pontapés rasgando a blusa que usava, ficando os seios à mostra, ocasião em que, como haviam anunciado à vítima, tinham a nítida intenção de estuprá-la. Assim, deram início à prática de atos libidinosos, passando as mãos pelos seios e corpo de I. O estupro, entretanto, não se concretizou porque a vítima passou a gritou por socorro e foi ouvida e auxiliada por uma senhora, não identificada, que mandou que os denunciados parassem e entrou no meio dos agressores tentando contê-los, oportunidade em que a ofendida correu, porém, os denunciados lhe deram uma “rasteira”, vindo a vítima a cair ao solo, mas se levantou, correu, encontrando o seu marido, o qual já havia acionado a polícia militar. A vítima apresentava lesões no corpo, sendo que estava com olhos e os lábios inchados, com uma grande lesão na região superior das nádegas e foi levada para o Hospital João XXIII. No Rio de Janeiro, houve um caso em que um homem junto com dez outros submeteram por diversas vezes, duas crianças à prática de conjunção carnal, coito anal e diferentes atos libidinosos, sendo que dois dos acusados eram pai e avô das vítimas. Também no Pará, um instrutor de karatê, valendo-se da manipulação psicológica, praticou múltiplos atos libidinosos

Homem acusado de matar rapaz durante Carnaval de rua em Guadalupe deu sua versão para os fatos. Disse que a vítima foi para cima dele com suposta intenção de agredir, por isso atirou

Com prisão temporária decretada pela morte de José Ailton de Sales Júnior durante uma festa de Carnaval em Guadalupe, Carlos Alberto Ribeiro Júnior deu à polícia sua versão para ter cometido o homicídio. Segundo os autos, Carlos compareceu espontaneamente à delegacia, acompanhado de advogado, para confessar a autoria desse delito.Ele informou que, no dia 18/02/2026, por volta das 02:00h, chegou sozinho à Rua Marcos de Macedo, próximo à Lona Cultura de Guadalupe, onde estava ocorrendo uma festa de rua de carnaval. Afirmou que, enquanto bebia cerveja em um dos quiosques, a vítima, que conduzia uma motocicleta em alta velocidade, teria passado por ele, quase o atropelando. Em razão disso, uma discussão teria sido iniciada entre os dois, ocasião em que a vítima o ameaçou. Nesse momento, afirmou que se formou uma aglomeração de pessoas ao redor de ambos, momento em que “resolveu dar um tiro para o alto”, afastando-as. Contudo, informou que a vítima “veio em sua direção como se fosse lhe agredir”, motivo pelo qual “efetuou um disparo na direção de Ailton com a intenção de pará-lo e na altura dos pés”. Acrescentou que, logo após o disparo, evadiu do local, pois “populares vieram em sua direção para lhe agredir fisicamente”. A mãe do rapaz afirmou que reconheceu o corpo de seu filho no Instituto Médico Legal (IML). Além disso, informa que José Ailton “fora baleado e socorrido para o Hospital Carlos Chagas (…) porém quando lá chegou já era cadáver.

Escolas em Copacabana foram extorquidas por detentos de presídio de Magé que ameaçavam atentados violentos para quem não pagasse. Bandidos se passavam por traficantes do CV

Uma investigação de anos atrás que resultou em processo que teve decisão recente com a Justiça negando que um dos condenados progredisse para regime aberto revelou a existência de uma quadrilha dentro do presídio Milton Dias Moreira, em Japeri, que realizava extorsões a instituições de ensino em Copacabana sob ameaça de praticarem atentados violentos em caso de recusa a pagar, segundo o TJ-RJ. Segundo relatório da Justiça, o bando agiu entre 01 de agosto de 2023 a 18 de outubro de 2023 fazendo extorsões através de ligações telefônicas e redes sociais. Os envolvidos faziam ameaças de morte às vítimas e seus familiares, exigindo-lhes valores pecuniários. Os autos dizem que em agosto de 2023, funcionárias de três escolas do bairro foram constrangidas por terceiras pessoas não identificadas, que se passavam por criminosos das Comunidades Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, a realizarem o pagamento de valor pecuniário sob a ameaça de serem as instituições de ensino vítimas de atos violentos. A denúncia diz que foi exigido de um dos colégios o valor de três mil reais e das demais instituições foram cobradas quantias para a libertação de comparsas presos. Os denunciados utilizaram 58 linhas telefônicas e foram um total de 48 casos de extorsão praticados pelos criminosos. Ao todo, 11 responderam processo. O suspeito que recorreu da decisão da negativa de progredí-lo para regime aberto cumpre penas unificadas que totalizam 14 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, decorrentes de condenações por tráfico de drogas, associação para o tráfico e extorsão.

Processo sigiloso confirma indícios de extorsão a comerciantes por traficantes do TCP em Campos e cita homicídios

Processo sigiloso que tramita desde 2023 com decisão recente de negativa de habeas corpus descreve a atuação de grupo criminoso ligado à facção “Terceiro Comando Puro – TCP” na região da Baixada Campista, a sistemática das extorsões praticadas contra comerciantes e donos de olarias. Segundo a denúncia, o traficante conhecido como Mega seguindo ordens de um bandido preso seria o responsável por exigir valores periódicos de comerciantes locais, bem como pela guarda de armas e drogas, em atuação articulada com outros integrantes do grupo na Vila dos Pescadores. No relatório, há informações no sentido de que a facção Terceiro Comando Puro (TCP) domina diversas localidades da Baixada Campista (Tocos, Baixa Grande, Praia do Farol de São Thomé etc.), impondo aos comerciantes o pagamento de quantias mensais ou semanais, sob ameaça de represálias e até de morte, existindo referência, inclusive, à sensação de terror instalada na região após homicídios ali ocorridos, que passaram a ser utilizados como reforço das ameaças dirigidas às vítimas. No que concerne especificamente à Praia do Farol de São Thomé, registra-se que a arrecadação dos valores decorrentes das extorsões na Vila dos Pescadores seria administrada justamente pelos gerente Mega e Ana Paula com o recolhimento efetuado por outros corréus, quadro que revela vínculo concreto do paciente com a empreitada criminosa. O teor do relatório de inteligência destacou a existência de depoimentos de vítimas que confirmam ameaças e exigências de pagamento, bem como documentos investigativos – dentre os quais o Registro de Ocorrência nº 134-01169/2024 – que apontam, de maneira expressa Mega e como um dos responsáveis pela arrecadação dos valores das extorsões na região da Vila dos Pescadores, em benefício da facção “Terceiro Comando Puro”. Desse modo, verifica-se que a decisão vergastada não se baseou em meras suposições. O modus operandi empregado, consistente na cobrança de “taxas” extorsivas de comerciantes, proprietários de olarias e moradores da região, sob ameaça de represálias físicas, inclusive com referência aos homicídios de Sandro Siqueira Barcelos e Amaro Nilton de Souza1, demonstra a sofisticação, estabilidade e violência da estrutura criminosa ligada à facção criminosa TCP, o que reforça a imprescindibilidade da custódia cautelar para garantia da ordem pública.

Traficante que comandava a venda de drogas na Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou garotos de programa a extorquir rapaz. Vítima apanhou e ainda perdeu R$ 20 mil

Um traficante que comanda a venda de drogas na região da Rua do Riachuelo, no Centro do Rio, autorizou que uma quadrilha formada por garotos de programa extorquissem um homem na região. O caso ocorrido em 2024 veio a tona recentemente com a Justiça reduzindo a pena para um dos acusados para 16 anos e oito meses de prisão. A denúncia diz que em junho daquele ano, o bando disse para a vítima. “sou mafioso, conheço muita gente por aqui. Então, você vai fazer o que eu mandar”,com violência configurada em tapas e restrição de liberdade de A.S.M, com intuito de obter para si senha bancária, permitindo assim que realizassem diversas transferências para uas contas bancárias, causando um prejuízo total à vítima no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). O grupo roubou o celular do rapaz, sua identidade e chaves. Conforme apurado nos autos, a vítima entrou em um aplicativo de relacionamento chamado Grinder, por meio do qual fez contato com um dos suspeitos, que se identificou como garoto de programa, sendo, então, acordado um encontro sexual, pelo prazo de três horas, no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), no bairro de Copacabana. Após encontrar com o denunciado, a vítima foi informada acerca da existência de uma terceira pessoa interessada em participar do encontro, sem que fosse mencionado qualquer acréscimo no valor acertado. Nesse contexto, o supeito e a vítima se dirigiram ao Hotel Atlântico Prime, no Centro, onde encontraram com outro envolvido. Todos então se dirigiram ao apartamento de um terceiro denunciado, de nome social Maria Eduarda, na rua do Riachuelo, nº333, no Centro, local onde fizeram uso de diversas substâncias entorpecentes e mantiveram relações sexuais. Ao final do ato sexual, dois dos criminosos passaram a ameaçar a vítima dizendo serem mafiosos e conhecedores de muita gente, afirmando que a vítima deveria fazer o que eles mandassem, bem como agredindo-a com tapas pelo corpo. Nesse contexto, os denunciados exigiram a senha bancária da vítima e na posse de seu aparelho de telefone celular realizaram uma transferência bancária para a conta de nome social Maria Eduardo, no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais). Como não era mais possível a realização de novas transferências bancárias, em razão da hora, os denunciados mantiveram a vítima em cárcere por cerca de quatro horas, até o amanhecer, ocasião em que, após o ofendido entregar todas suas senhas, efetuaram diversas transferências, desta feita, em favor de Maria Eduarda e do traficante . Por fim, não satisfeitos em causar um prejuízo de aproximadamente R$ 20.000,00 (vinte mil reais) à vítima, os denunciados, com desígnios autônomos e diante da grave ameaça proferida a todo tempo acerca de suas posições como criminosos em comunidades do Rio de Janeiro, além da violência consistente em desferir tapas pelo corpo da vítima, subtraíram o celular, a identidade e as chaves do ofendido. Apesar de Maria Eduarda e o traficante não tenham tido contato físico com avítima durante a execução dos crimes, restou apurado que participaram diretamente do planejamento e da divisão dos produtos dos crimes, possuindo, desta forma, completo domínio funcional dos fatos. Nesse sentido, registra-se que Maria Eduarda, foi o idealizador da empreitada criminosa, cedendo, inclusive, seu apartamento para consumação dos crimes. Ademais, foi beneficiário direto de parte das transferências bancárias exigidas da vítima. Um dos envolvidos no crime acabou condenado e teve sua pena reduzida.

Após vítima lhe dar um beijo na bochecha durante uma festa familiar de Carnaval e disse que ia pegá-lo, homem ameaçou esfaqueá-la e depois a atropelou e a matou com golpes na cabeça em Nova Iguaçu. LEIA DIÁLOGOS QUE CONFIRMAM O CRIME

A Justiça decretou ontem a prisão preventiva de Luiz Augusto Barbosa Mendonça. Segundo o TJ-RJ, ele é acusado de matar um homem por atropelamento e pancadas na cabeça em Nova Iguaçu depois de uma discussão banal durante uma confraternização de Carnaval. Narra a denúncia que “no dia 15 de fevereiro de 2026, por volta das 02:30, na Estrada Francisco Amorim Viana, Prados Verdes em Nova Iguaçu, o suspeito atropelou e depois golpeou a vítima Edivaldo dos Santos na cabeça, provocando-lhe as lesões que foram a causa de sua morte, .Consta nos autos que após um desentendimento banal ocorrido em uma confraternização familiar de carnaval, o acusado pegou o seu veículo e atropelou a vítima que estava andando na rua. Ato contínuo, o denunciado desceu do carro, pegou a chave de rodas, e com a vítima caída no chão, golpeou sua cabeça diversas vezes, causando extensa desestruturação craniofacial e evisceração encefálica, provocando a sua morte. O crime foi praticado por motivo fútil, em razão de um desentendimento ocorrido entre autor e vítima, motivado por falas e atitudes desta que se encontrava em estado de embriaguez. O crime foi praticado de forma que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que o denunciado utilizou seu veículo automotor para perseguir e surpreender a vítima, que caminhava sozinha, desarmada e totalmente desprevenida rumo à sua residência. Após, com ela caída no chão, ainda a golpeou diversas vezes, sem que esta pudesse se defender da injusta agressão. O crime foi praticado de forma cruel, com sofrimento desnecessário à vítima, diante da multiplicidade dos atos executórios, iniciados com o atropelamento intencional do ofendido em via pública e consumados com reiterados golpes na cabeça utilizando uma chave de roda metálica. Uma testemunha narrou que o suspeito de ser o autor do crime faz uso de cocaína e maconha. Ela disse que Luiz e Edivaldo tiveram qualquer tipo discussão e aparentemente se davam bem. Segundo ela, na madrugada do crime, Luís entrou em sua residência e após alguns minutos, voltou totalmente transtornado e com uma faca. Edivaldo não entendeu o que acontecia porque eles estavam conversando antes do aujtor entrar em casa. As pessoas foram para cima de Luiz e conseguiram tirar a faca dele. Depois disso, ele disse que ia dormir. Depois de alguns minutos, Luiz pegou seu carro, saiu cantando pneu e foi na direção em que Edivaldo havia ido embora. Minutos depois, ele retornou com o para-brisa dianteiro rachado e disse” pode ir lá no ponto azul que eu matei o Deco. O autor não informou porque matou Edivaldo. As pessoas foram até o ponto azul e viram a vítima morta, Uma outra testemunha disse que enviou uma mensagem para Luiz após o crime. “Cara que merda vocês fez? Você tem uma filha pequena. Nem pensou nelas” e o suspeito respondeu. “Cara, ele falou que ia pegar”. A testemunha retornou dizendo. “Tu é doido? Estragou sua vida, sua família, ele ia te pegar nada, só falava besteria quando estava doidão, bêbado. Você acha que ele bêbado ia fazer alguma coisa com você?” Luiz voltou a responder. “Cara, ele sentou no meu colo, depois ele levantou, me deu um beijo na bochecha e falou no meu ouvido. Na hora que ele falou no meu ouvido, ele falou. Vou te pegar. E falou que o santo dele, não sei quem, que vai te pegar, e falei eh. Depois disso, dei um empurrão nele, e tomei minhas providências, poh. Vou ficar esperando o cara me pegar? Antes ele do que eu”. A mulher de Luiz disse que após ingerir bebida alcoólica e possivelmente algum tipo de droga alucinógena, que não sabe especificar, seu esposo saiu de casa portando uma faca e dizia: “Eu vou matar ele, eu vou matar ele”. Ela contou que o esposo, após cometer o crime, voltou ao local da festa conduzindo o carro em alta velocidade e disse. “Matei teu tio lá no ponto azulPosteriormente, o acusado foi ouvido na delegacia e disse que quatro meses antes do crime, a vítima passou a implicar com ele , afirmando reiteradamente que iria “pegá-lo”. O primo da vítima passou a alertá-la do perigo. Ele disse que durante a festa, Edivaldo teria sentado ao seu lado, lhe deu um beijo na bochecha e disse. “Eu vou te pegar, você não vai ver mais suas filhas”. Diante disso, levantou-se e foi buscar uma faca. Posteriormente, pegou seu veículo e foi ao encontro da vítima. Que, de imediato, atropelou Edivaldo fazendo com que este caísse ao solo; Logo após, pegou uma chave de roda e desferiu alguns golpes na cabeça da vítima; Em seguida, retornou à sua residência com o objetivo de buscar sua habilitação e cartão de crédito. Ao retornar, informou às pessoas que estavam no local que havia matado Edivaldo; Posteriormente, dirigiu-se até a ponte do Rio Grandu, onde arremessou a chave de roda no rio. Disse que permaneceu escondido em área de mata próxima ao Rio Grandu até o dia 17 de fevereiro; Entrou em contato com sua irmã, solicitando que esta providenciasse advogado para sua defesa. Disse que razão de ameaças proferidas por familiares da vítima, não retornou à sua residência.

Policia Civil passa informação completa para um veículo sobre caso de estupro coletivo no Rio e divulga nota resumida para o restante da imprensa

Após passar todos os detalhes do crime para uma emissora de televisão com nomes dos suspeitos e tudo mais, a Polícia Civil do Rio divulgou uma nota resumida para o restante da imprensa sobre o caso de um estupro coletivo contra uma jovem ocorrido em Copacabana. A nota diz que o órgão indiciou quatro homens e um adolescente envolvidos no caso. De acordo com os agentes, a vítima relatou que recebeu uma mensagem de um aluno da sua escola a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar ao prédio, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela.  No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com outros três adolescentes que insistiam para ela manter relações com eles. Com a negativa, os adolescentes passaram a despir-se e a praticar atos libidinosos mediante violência física e psicológica contra ela. Diante dos fatos, a autoridade policial representou pela prisão dos homens, que responderão pelo crime de estupro e apreensão de um adolescente, que responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime. Diligências seguem em andamento para capturar e responsabilizar os envolvidos. O processo contra os suspeitos encontra-se em segredo de justiça. Esse tipo de disparidade na comunicação oficial levanta questões sobre:

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