Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

prisão

Vereador da Baixada preso suspeito de ajudar o TCP a fazer barricadas foi denunciado pelo MPRJ

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada dos Núcleos Duque de Caxias, denunciou o vereador Ernane Aleixo por integrar uma associação criminosa armada ligada ao tráfico de drogas, com atuação em São João de Meriti e Belford Roxo. A Justiça acolheu integralmente o pedido do MPRJ e decretou a prisão preventiva do parlamentar e de outros oito investigados, entre eles Marlon Henrique da Silva, conhecido como “Pagodeiro”, apontado como um dos líderes da facção. O vereador foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (25/11). Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão requeridos pelo MPRJ à Justiça em diversos endereços relacionados ao grupo. De acordo com a denúncia, o vereador atuava para favorecer o domínio armado da facção, fornecendo suporte logístico e operacional ao grupo criminoso em troca de benefícios financeiros e eleitorais. As investigações revelam mensagens e áudios que indicam inclusive o uso de maquinário público na construção de barricadas erguidas por traficantes, permitindo a expansão e a consolidação do controle territorial da quadrilha. A organização criminosa denunciada é ligada à facção TCP e possuía divisão de tarefas, emprego de armas de fogo e atuação violenta voltada ao tráfico de drogas, extorsões, homicídios e outras práticas destinadas à manutenção do domínio territorial. O investigado conhecido como “Pagodeiro” é apontado como responsável por execuções, pelo gerenciamento do comércio ilícito e pela movimentação financeira da atividade criminosa. A investigação Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta terça-feira (25/11), a “Operação Muro de Favores”, ação integrada à estratégia da “Operação Barricada Zero”, do Governo do Estado. O objetivo é desarticular uma complexa estrutura criminosa ligada à facção Terceiro Comando Puro (TCP), atuante na Baixada Fluminense, especialmente nas comunidades Trio de Ouro, em São João de Meriti, Guacha e Santa Tereza, em Belford Roxo. Os criminosos se valiam de apoio político para praticar diversos crimes, inclusive instalando barricadas nas comunidades exploradas para dificultar o acesso das forças de segurança. Um vereador de São João de Meriti foi preso, além do irmão de um traficante. A investigação revelou o modus operandi da organização criminosa, que mescla tráfico de drogas, homicídios, extorsão qualificada de proprietários de estabelecimentos e lavagem de dinheiro, utilizando armas de fogo de uso restrito. O núcleo investigado era gerenciado por um homem apontado como braço-direito do líder do TCP na região. Elementos da investigação confirmam que ele confessou ter matado três vítimas, incluindo uma mulher, durante confronto com a facção rival em novembro de 2023. A operação atinge o coração logístico e financeiro do esquema, que se sustenta por vínculos diretos com agentes políticos locais. As apurações indicam que essa rede de “favores” oferecia suporte logístico e operacional em troca de benefícios financeiros e eleitorais. O destaque é o indiciamento de um vereador de São João de Meriti. Áudios e mensagens comprovam que o parlamentar ofereceu material e suporte para a construção de barricadas em Vilar dos Telles, prática que impedia o acesso policial e de serviços básicos à população, além de negociar vagas de nomeação em troca de apoio político. A “Operação Muro de Favores” é uma ação estratégica da Polícia Civil no enfrentamento direto ao crime organizado, à violência e à corrupção na Baixada Fluminense. O objetivo central é desmantelar a estrutura hierárquica e financeira do TCP na região, removendo barricadas e obstáculos instalados por organizações criminosas nas entradas de comunidades, restabelecendo o direito de ir e vir dos cidadãos, a circulação segura, a presença do Estado e a prestação de serviços públicos nessas áreas.

Laboratório de drogas do CV é estourado na Baixada

Policiais civis da 66ª DP (Piabetá), com apoio de equipes da 60ª DP (Campos Elíseos), 59ª DP (Duque de Caxias) e 62ª DP (Imbariê), estouraram uma fábrica de entorpecentes, nesta quarta-feira (19/11), na comunidade Parada Angélica, em Magé, na Baixada Fluminense. Durante a ação, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 500 mil em drogas e prenderam duas pessoas em flagrante.Segundo os agentes, após trabalho de inteligência, descobriu-se que a facção criminosa Comando Vermelho planejava expansão territorial em Magé. Para isso, de acordo com as investigações, os narcotraficantes utilizavam uma casa como base operacional, onde preparavam, armazenavam e distribuíam os entorpecentes.Durante as buscas no imóvel, os policiais civis localizaram, enterrados no quintal, tonéis repletos de drogas, evidenciando um esquema estruturado para ocultar o material ilícito. Além disso, também foram apreendidas diversas granadas, um artefato explosivo e rádios transmissores. Durante a ação, um veículo roubado também foi recuperado e duas pessoas, integrantes da facção criminosa, foram presas em flagrante. As investigações continuam para identificar e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos. FONTE: PCERJ

Bandidos do CV envolvidos em assassinatos foram presos entre eles puxador de guerra da facção

Cinco criminosos envolvidos em assassinatos na Zona Sudoeste do Rio foram retirados das ruas, nesta terça-feira (18/11), após trabalho de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Os cinco capturados são integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, e entre eles está um dos principais “puxadores de guerra” da facção da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Após intenso trabalho de inteligência, os agentes conseguiram localizar os principais pontos de atuação dos criminosos no Terreirão. E, nesta terça, os policiais civis realizaram diligências no interior da comunidade, onde ocorreram as capturas.A primeira dupla foi presa no momento em que traficavam drogas na localidade conhecida como  Beco do Borracheiro. O “puxador de guerra” da facção foi localizado sozinho, enquanto os dois últimos foram capturados na companhia de um menor, que foi apreendido. Graças às ações coordenadas, as prisões foram realizadas de formas cirúrgicas. As investigações da DHC prosseguem identificar e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos nos crimes. FONTE: PCERJ

Saiba como se estruturava a quadrilha do ‘Mentor das Barricadas’ do CV preso hoje no Rio

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, a quadrilha comandada por Cosme Rogério Ferreira Dias, o Mentor das Barricadas do Comando Vermelho é especializada em furtos qualificados de cabos de telecomunicações (inclusive subterrâneos), receptação qualificada desses materiais e subsequente lavagem de capitais, com atuação em diversas localidades do Estado do Rio de Janeiro. A investigação aponta a existência de núcleos de comando, financeiro, intermediário e operacional, com funções definidas. As subtrações ocorriam de forma meticulosa, com o uso de equipamentos especializados (bombas d’água e guilhotinas hidráulicas), veículos pesadose táticas de dissimulação, como o emprego de uniformes e ordens de serviço falsificadas para simular legitimidade. O material subtraído era, então,escoado para empresas de reciclagem controladas pelos próprios líderes da organização, onde se iniciava um complexo ciclo de lavagem de dinheiropara ocultar a origem ilícita dos lucros. Cosme e esposa faziam parte do Núcleo de Comando, responsáveis pelas decisões estratégicas, pelo financiamento das operações e pela coordenação geral do esquema criminoso Núcleo de Aporte Financeiro: Integrado por um conjunto de “laranjas” e operadores financeiros que, por meio de empresas de fachada emovimentações bancárias simuladas, eram responsáveis por ocultar e dissimular a origem dos recursos ilícitos, reinserindo-os na economiaformal. Núcleo Intermediário: Formado por gerentes operacionais que atuavam como elo entre o comando e os executores, transmitindoordens, organizando a logística das ações de furto e efetuando os pagamentos aos membros do núcleo operacional. úcleo Operacional: Composto pelos executores diretos dos furtos, responsáveis pela atuação em campo, desde a subtração física doscabos até o seu transporte para os locais de receptação. Cosme foi identificado como o líder máximo da organização. Em conversas interceptadas, é tratado como “patrão” por Erick, o segundo na hierarquia.É proprietário de uma empresa de comércio de metaais , utilizada como fachada para a receptação dos materiais furtados. No bojo do RO nº 044 01848/2025, seu próprio funcionário o aponta como um dos maiores receptadores de cobre do Estado. A análise do RIF 124.730 (indexes 806 e 967) demonstra que Cosme e sua empresa movimentaram milhões de reais em conjunto com Erick em um curto período, sem contrapartida aparente, evidenciando a movimentação de capitais ilícitos. Sua posição de comando torna sua prisão indispensável para desmantelar a cúpula da organização. Erick era o braço-direito de Cosme. com papel central na coordenação financeira e logística. Mantinha contato direto com todos os núcleos, gerenciando pagamentos e repassando ordens. Utilizava sua empresa de reciclagem para preparar os cabos furtados para revenda e também lavar o dinheiro do crime, dando aparênciade legalidade à operação. As investigações revelaram que Erick chegava a financiar a defesa jurídica de membros presos, demonstrando seu papel de garantidor da continuidade e coesão do grupo. Sua liberdade permitiria a manutenção da estrutura operacional e financeira da organização. Cynthia, esposa de Cosme, desempenhava função crucial na gestão financeira e na ocultação do patrimônio. Um caminhão registrado em seu nome foi apreendido transportando 60 kg de cobre de origem ilícita, conforme RO nº 044-01848/2025, fato que Cosme lamenta em conversa com Erick. Sua participação ativa na blindagem patrimonial e no fluxo financeiro a torna peça-chave, cuja custódia é necessária para estancar a lavagem de capitais. O Núcleo de Aporte Financeiro – a análise conjunta da conduta destes réus revela um padrão de atuação como “laranjas” e operadores de empresas de fachada. As investigações demonstraram que todos eles, sem exceção, realizaram vultosas transações financeiras com os líderes da organização, em valores absolutamente incompatíveis com suas rendas declaradas e atividades econômicas formais. Em uma conversa com Erick, uma pessoa chegou a discutir para transportar material. No Núcleo Intermediário, os membros atuavam como gerentes de campo. Foram flagrados em interceptações telefônicas e telemáticas planejando furtos, definindo horários, discutindo a necessidade de ferramentas específicas como “talhadeiras” e articulando a logística com os caminhões.Dois deles foram abordados juntos na posse de mais de R$ 45.000,00 em espécie, cuja origem tentaram justificar com uma nota fiscal ideologicamente falsa emitida por Cynthia. . “Paquetá” mencionado em conversas e planilhas de pagamento, confirmando seu papel na coordenação e recebimento de valores. Sobre o Núcleo Operacional – os integrantes exerciam uma função híbrida. Além de participarem da execução de crimes, como demonstram as anotações criminais e as transações financeiras diretas com o núcleo operacional, atuavam como intermediários financeiros, recebendovalores de Erick e repassando a outros membros, como um que possuía 47 anotações criminais, demonstra altíssima periculosidade e profundo envolvimento com a criminalidade. A prisão de ambos é necessária tanto para garantir a ordem pública, dada suapericulosidade, quanto para interromper o fluxo financeiro intermediário. FONTE: TJ-RJ

Preso chefe de Morro da Zona Sul do Rio dominado pelo CV

Policiais do Patamo abordaram três suspeitos na Rua Marquês de Abrantes, no Flamengo, após perceberem que eles demonstraram nervosismo ao ver a guarnição. Com o trio, foram encontrados três envelopes de erva seca semelhante à maconh4 e R$ 300 em espécie. Todos foram encaminhados para a 10ª DP. Na delegacia, os agentes identificaram que um dos detidos era TH)m, chefe do Comando Vermelho no Morro Azul e foragido da Justiça desde o Dia dos Pais. Ele teria oferecido R$ 50 mil aos PMs para não ficar preso, oferta não aceita pelos agentes. Os outros dois homens também foram identificados e ficaram à disposição da polícia para as medidas cabíveis. FONTE: PMERJ

‘Mentor das Barricadas’ e outros 20 foram presos no Rio em operação contra o CV

Policiais civis e militares deflagraram, nesta terça-feira (18/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”, a principal ofensiva contra a expansão territorial do Comando Vermelho. O objetivo é atacar a estrutura financeira e logística da facção. Entre os alvos, estava o homem apontado como “Mentor de Barricadas”, Cosme Rogério Ferreira Dias, que financia e viabiliza material para a construção das barreiras que impedem o direito de ir e vir dos moradores e limita o acesso a serviços básicos. 21 riminosos foram presos entre eles o principal.alvo .A ação visa a cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 217 milhões em bens e valores e interdição de oito ferros-velhos. O principal alvo da operação, o “Mentor de Barricadas”, se apresentava como empresário do ramo da reciclagem. As investigações, porém, revelaram que ele liderava o braço financeiro da organização criminosa. financiava o Comando Vermelho, lavando dinheiro oriundo da receptação de cobre, fornecia materiais para construção e reforço de barricadas e atuava como elo entre os ferros-velhos e o tráfico, promovendo a integração logística e financeira da facção. As diligências correm no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais.Segundo as investigações, parte dos recursos para erguer e manter as barricadas é proveniente da receptação e comercialização de cobre e outros metais furtados. “Essa fase da ‘Operação Contenção’ representa um golpe direto na espinha estrutural e econômica do Comando Vermelho, visando asfixiar financeiramente a facção e restringir sua capacidade de domínio territorial”, comenta o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração comprovou que ferros-velhos ligados ao tráfico de drogas funcionavam como núcleos de lavagem de dinheiro e de apoio operacional, sendo fundamentais também para financiar a instalação e reconstrução de barricadas, que impedem a entrada de forças policiais, para custear atividades de vigilância armada e manutenção de pontos de venda de drogas e para fortalecer o controle territorial em comunidades da Zona Norte, Baixada Fluminense e Região Metropolitana. As análises financeiras conduzidas pela DRF revelaram movimentação ilícita superior a R$ 217 milhões, valor incompatível com as atividades declaradas pelos investigados. Diante das provas, foram representados e deferidos ordem de bloqueio integral de valores e ativos financeiros vinculados à facção e seus operadores, sequestro de imóveis de luxo no Recreio dos Bandeirantes, utilizados para blindagem patrimonial, sequestro de veículos de alto padrão, pertencentes ao núcleo financeiro, interdição de oito ferros-velhos, centrais no escoamento de cobre furtado e lavagem de capitais, e afastamento compulsório de sócios e responsáveis legais, para cessar imediatamente a continuidade da atividade criminosa. FONTE: PCERJ

Maior cortador de veículos do TCP foi preso na Baixada

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (17/11), dois narcotraficantes envolvidos na receptação de automóveis. Um deles é apontado como o maior cortador de veículos da facção Terceiro Comando Puro. Eles foram capturados em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que o criminoso é o responsável pelo corte de centenas de automóveis nos últimos meses, que recebia de assaltantes. De acordo com os agentes, ele determinava o desmanche e realizava a venda dessas peças para outros receptadores. A maioria do material era revendida em estabelecimentos comerciais localizados em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada, e em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A especializada já havia capturado dois receptadores que compraram peças do criminoso, transportando peças para o estado de Minas Gerais. Na ação desta segunda, foi apreendido um caminhão clonado, utilizado para o transporte das peças produtos de crime, além de todas as partes de um veículo, já cortadas e prontas para revenda em estabelecimentos de Nova Iguaçu. Após consulta no sistema, ficou constatado que o esse carro havia sido roubado em Duque de Caxias, na última quinta (13/11). As investigações apontam que, no mesmo dia do crime, o rastreador foi retirado e o carro foi levado para a comunidade do Timbau, no Complexo da Maré, onde foi cortado pelo criminoso. O narcotraficante já estava sendo monitorado há três meses e foi capturado junto com um comparsa, que o auxiliava nos crimes. Eles foram conduzidos à delegacia e responderão pelos crimes de receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Os agentes da DRFA-CAP já haviam prendido, em agosto, o principal cortador de outra facção, do Comando Vermelho. Na ocasião, além dele, outros quatro criminosos foram capturados na ação, no Gogó de Guadalupe, na Zona Norte. A prisão do receptador e seu comparsa faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. Desde setembro de 2024, já são mais de 670 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em mais de R$ 42 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores. FONTE: PCERJ

Se entrega suspeita de mandar matar mulher para ficar com a filha dela

Se entregou nesta tarde na Delegacia de Homicídios da Barra da TIjuca Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário apontada como mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira ocorrido em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Segundo investigaçlões, Gabrielle mandou matar Laís para ficar com a gaurda da filha de quatro anos da v[ítima. Ela teria pago R$ 20 mil para os excutores, que estão presos. Havia informações de que Gabrilelle não pretendia se entregar.e teria mudado o visual para despistar a polícia. FONTE: Policia Civil do RJ

Preso um dos líderes do tráfico no Complexo da Pedreira (TCP)

PMs do 41º Batalhão (Irajá) prenderam um dos líderes do tráfico no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, vulgo Menor D ou Dinho. O criminoso tem 31 anotações criminais, incluindo 14 por homicídio e 12 por roubo, além de sete mandados de prisão em aberto,[ Menor D foi preso junto com dois comparsas. Eles tentavam deixar o Complexo da Pedreira para fugir de uma operação quando foram capturados. Na ação, dois fuzis e um veículo foram apreendidos. A ocorrência foi encaminhado à 38ª DP O traficante Dinho é considerado braço direito do Arafat, preso há vários anos. O criminoso é apontado como frente das favelas comandadas pelo Arafat (Bairro 13 ou B13, Terra Nostra, Final Feliz, Chaves, Parque Colúmbia e Joana D’arc FONTE: PMERJ

Saiba o que foi encontrado com ex-cabo do Exército preso suspeito de fabricar armas artesanais

Na semana passada, a polícia prendeu um ex-cabo do Exército suspeito de comandar um esquema de venda de armas de fogo artesanais. Salienta-se que, segundo os depoimentos prestados em sede policial, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, foram encontrados na residência do custodiado um fuzil calibre 5,56, sem numeração aparente, um revólver calibre 44, com numeração 5695, 19 (dezenove) munições calibre 44, 14 munições calibre 32, 4 munições calibre 5,56, 3 munições calibre .38, um carregador de fuzil calibre 5,56, diversos projeteis de calibre 38, uma coronha de espingarda, 3 (três) componentes de arma de fogo, 4 (quatro) armas de ar comprimido, 4 (quatro) estojos deflagrados de calibres diversos. De acordo com os policiais, o local dispunha de estrutura montada com bancada, torno, fresa, esmeril, compressor, duas máquinas de solda, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para fabricação artesanal de armas de fogo. Segundo a polícia, ele recebia um pagamento mensal dos criminosos em troca de seus serviços O ex-militar consertava armas para as milícias de Nova Iguaçu e também produzia fuzis para vendas na internet por valores que variavam entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. A apreensão de farto material bélico e maquinário próprio para fabricação de armas revela a habitualidade da conduta delitiva e o envolvimento do custodiado com atividade criminosa organizada. O ex-militar está com a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-RJ com informações da Agência Brasil

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima