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operação policial

Polícia investiga se dívida por conta de suposto programa resultou em assassinato de motorista de aplicativo em Caxias

Sobre o assassinato do motorista de Uber Marlon Fernando Pereira da Matta, de 42 anos, em Duque de Caxias, a polícia investiga a informação de que o trabalhador devia R$ 200 a um dos envolvidos por conta de um suposto programa. Marlon estava desaparecido desde a tarde da última quarta-feira (13) e seu corpo foi achado na manhça de ontem em uma região de mata no bairro de Xerém. Os suspeitos do crime foram presos ontem. Segundo relatos, a dívida teria ficado pendente, causando um desentendimento. Com isso, um dos suspeitos chamou um comparsa para cometer o crime. Eles pretendiam vender o carro de Marlon e dividirem o valor que seria arrecadado. O veículo foi encontrado abandonado na quinta-feira no Parque Nova Campinas.

Traficantes tocaram o terror em Cabo Frio durante a madrugada em protesto contra operação policial que deixou um morto

Traficantes tocaram terror na madrugada de hoje no bairro Jardim Esperança, em Cabo Frio. Houve uma ação policial no conjunto do Minha Casa Minha Vida que terminou com dois presos e um morto. Em represália, os bandidos colocaram fogo em caçambas de lixo, interditaram ruas e mandaram o comércio fechar. Por causa da ação dos traficantes, ônibus deixaram de circular na região e famílias se trancaram em casa com medo da violência. Houve barulhos de explosões e muita correria.

Os detalhes da atuação da maior milícia da Baixada Fluminense: a entrada para a política, lavagem de dinheiro e as descrições das execuções cometidas pela quadrilha, em uma delas os bandidos decapitaram seis pessoas ao mesmo tempo

A milícia chefiada por Juninho Varão hoje começou a sse expandir a partir de 2020 quando policiais civis foram informados, por moradores e comerciantes de cidades da Baixada Fluminense, como Seropédica e Nova Iguaçu, estava, extorquidos pelos milicianos da área. De acordo com populares, na época, um determinado grupo de milicianos teria espraiado seus domínios por diversos bairros do município de Seropédica, ostentando ostensivamente armas de fogo, ameaçando e extorquindo a população local, cobrando taxas abusivas sobre serviços essenciais como água, luz, gás, TV a cabo, transporte e segurança, além de estarem invadindo terrenos e casas pertencentes de terceiros, a fim de realizar e comercializar construções ilegais Na ocasião, o grupo ainda era chefiado por Tandera e seu irmão Delsinho seria o seu “braço direito”, o segundo homem na cadeia hierárquica da organização. Com o passar do tempo, a quadrilha foi se avolumando em tamanho, complexidade e estrutura, passando a contar com dezenas de “funcionários” e “colaboradores”, os quais atuam de maneira escalonada, em diferentes níveis hierárquicos e com diferentes funções, mas todos unidos pelo propósito de trabalhar em prol da organização criminosa. A organização criminosa passou a ser responsável por diversos crimes ocorridos na região, como homicídios, sequestros, agiotagem, extorsões a moradores, comerciantes, motoristas de van e mototaxistas, esbulho possessório de residências e terrenos, monopólio sobre atividades comerciais inclusive lícitas objetivando lavagem de capital, roubos de cargas, roubos e clonagem de veículos, “grilagem de terras”, construção irregular e venda de empreendimentos imobiliários ilegais, ameaças, entre outros. Ainda líder do grupo, Tandera passou a imiscuir-se na política dos municípios de sua área de influência, patrocinando e apoiando candidaturas locais, tudo isso mirando a obtenção de vitórias em futuras licitações e contratos administrativos, além do controle de Secretarias de governo O plano era o seguinte: os milicianos apoiavam e auxiliavam candidatos em suas campanhas, sendo que, em troca, acaso eleitos, tais políticos deveriam agraciar a organização criminosa com cargos públicos e contratos administrativos recebidos em decorrência de licitações fraudulentas. Varão, Tandera e outros milicianos participaram de encontros com políticos das regiões por ele dominadas (pré-candidatos às eleições em 2020).A reunião tinha por objetivo a formação de uma “coalizão” para as eleições de 2020. Em troca do apoio dos criminosos, os autoproclamados pré-candidatos expressamente prometeram vantagens espúrias, que seriam materializadas por meio da entrega de cargos públicos aos milicianos e de contratos administrativos obtidos por meio de licitações fraudulentas. Ao longo da reunião, os milicianos articularam um audacioso plano de tomada de poder político nos municípios onde há influência de sua organização criminosa. Conforme abertamente debatido no inusitado “rendez-vous”, o plano era infiltrar-se nas Prefeituras locais, o que faria por meio do controle de determinadas Secretarias de Governo, bem como por meio da obtenção de contratos administrativos celebrados por meio de licitações fraudulentas. estrutura da organização criminosa. Não satisfeito com a criminalidade violenta, o bando planejou imiscuir-se também com crimes do “colarinho branco”, o que demonstra claramente sua intenção de escalar a organização para outro nível. Varão acabou assumindo o controle de regiões que outrora pertenciam a Tandera organizando, a partir de agosto de 2022, em torno de sua própria figura, uma nova quadrilha. Ele deu um golpe em Tandera se aproveitando do enfraquecimento deste. O bando investia em joias. Foram verificadas as compras de um anel feminino no valor de 2.900,00 (dois mil e novecentos reais), um cordão no valor de R$ 2.400,00, um bracelete em formato de cinto no valor de R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais), um escapulário no valor de R$ 9.000,00, um bracelete de ouro, no valor de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), um cordão de ouro no valor de R$ 13.760,00 e um cordão de ouro no valor de por R$ 13.015,00, tudo para afastar cada vez mais os valores ilícitos de sua origem criminosa Um dos integrantes do bando movimentou em menos de um ano R$ 1.394.405,00. Um outro em quatro anos fez circular R$ 1.553.025,93 Integrantes do bando tiveram vídeos captados pela polícia manuseando fuzis Fal, calibre 7.62mm, os quais estão sendo desembalados e montados. Em uma gravação, se viu menos 4 (quatro) fuzis novos , possivelmente recém adquiridos na época pela ORCRIM01958/2020. O bando teria arrecadado R$ 49.400,00 relativamente a extorsões a areais na Baixada. A quadrilha era muito violenta. Foram descobertos vídeos contendo a gravação da execução, por decapitação, de ao menos seis vítimas. Em um deles, o assassino serra o pescoço de uma das vítimas, enquanto ela ainda estava viva. Em outro vídeo, vê-se um rapaz, com a orelha decepada, implorando pela própria vida, alegando ser morador e pedindo clemência. Após alguns segundo, o rapaz é executado com um tiro, seguindo-se então a decapitação. As imagens revelam a crueldade dos bandidos a ponto de o criminoso ter tirado uma selfie com os cadáveres decapitados dos jovens que acabara de assassinar, nitidamente orgulhoso do que fizera: Foram identificados ainda vídeos de execuções de dois rapazes não identificados, possivelmente moradores das comunidades dominadas pela milícia, ocorridas em março de 2020. Em determinado momento, o miliciano pergunta aos rapazes quantas vezes eles teriam roubado, ambos confessando que teriam roubado Após, o criminoso pergunta “quem quer morrer primeiro”. Após concretizarem as execuções, os milicianos ainda filmaram os cadáveres dos rapazes, fazendo comentários jocosos, às gargalhadas. Em determinado momento, um deles pisou na cabeça de uma das vítimas, a fim de mostrar a marca do disparo na cabeça do rapaz. Em razão disso, foi possível identificar o calçado bastante característico, da marca Dolce Gabbana, utilizado pelo miliciano Havia um outro vídeo que um miliciano apareceu executando dois indivíduos com uma faca. No vídeo, vê-se que o crime foi cometido de maneira extremamente cruel, com o intuído de torturar as vítimas, uma vez que o bandido perfura seus corpos por repetidas vezes, sendo certo que as vítimas estavam amarradas, completamente incapazes de se defender. Chama atenção ainda que as execuções tenha sido registradas em vídeo, o que parecia comprazer o miliciano: A milícia tinha estratégias, Seus integrantes não podiam focar andando em “carro

Leia sobre homicídio cometido por líder do CV na Paraíba preso hoje na Baixada Fluminense

Um integrante do Comando Vermelho da Paraíba vulgo Tindor foi preso na Baixada Fluminense nesta sexta-feira. Ele foi denunciado por matar Guilherme Cardoso Osório na cidade de Cabedelo, na Paraíba, em novembro de 2023. Consta dos autos que a vítima era do estado do Espírito Santos, tendo vindo a Cabedelo em um barco de pesca, a serviço da embarcação, sendo a primeira vez que veio à cidade, desembarcando poucos dias antes de sua morte. No dia 19/11/2023, a vítima foi com seu amigo Matheus para o Bar de Márcia e, no local, envolveu-se em uma briga com um dos presentes, resolvendo retornarem para a embarcação após o acontecido. No caminho, foram abordados por Tindor, e Juninho, que, mediante uso de armas de fogo, renderam a vítima Guilherme e seu amigo Matheus, levando-os para a casa de Tindor. Na residência de Tindor, as vítimas foram ameaçadas e interrogadas, pois acreditou-se que eram integrantes de facção criminosa adversária ao Comando Vermelho (Tropa do Amigão) da qual os denunciados fazem parte, sendo, na oportunidade, confiscados os aparelhos celulares deles. Instantes após, chegou no local o bandido conhecido como Kekeu, que, junto aos demais, levou as vítimas para um matagal, onde foram espancados por Tindor, Juninho e Kekeu, sendo efetuados disparos de armas de fogo contra as vítimas que conseguiram fugir do local, homiziando-se na embarcação por medo de morrerem Dois dias após o fato, a denunciada Maga Flávia procurou a vítima Guilherme e o convenceu que poderia recuperar seu celular, marcando um encontro com ele. No dia 22/11/2023, por volta das 23h32min, uma câmera de segurança registrou o momento em que os denunciados foram ao encontro da vítima, armando-se a emboscada que findou em sua morte, ocorrida com diversos disparos de arma de fogo em todo o seu corpo. Tindor era um dos líderes do CV na Paraíba e respondável por diversos crimes no estado da Paraíba. O criminoso foi capturado, nesta sexta-feira (15/08), na comunidade do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias. O criminoso possui mandados de prisão pendentes pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídio, expedidos pela Justiça paraibana

Tiroteio causa pânico em Niterói. Ônibus foram feitos de barricadas

Moradores e motoristas das regiões da Engenhoca e Tenente Jardim, em Niterói, foram aterrorizados por um intenso tiroteio entre policiais militares e criminosos da facção Comando Vermelho (CV) da comunidade Nova Brasília transformando as ruas em um cenário de guerra. Durante o confronto, três ônibus da Viação Brasília foram estrategicamente colocados atravessados nas vias, bloqueando o tráfego e dificultando a fuga, enquanto pedestres corriam e se abrigavam em meio aos disparos. O clima de medo se espalhou pela região, com motoristas abandonando veículos, moradores se refugiando em suas casas e comércios fechando as portas, demonstrando a gravidade da situação. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta sexta-feira (15/8), policiais militares realizaram uma operação na Comunidade Nova Brasília, no bairro Engenhoca, em Niterói.  Três homens foram encaminhados para a 78ª DP, e uma pistola, drogas e rádio comunicadores foram apreendidos.Durante a ação, três mulheres também foram detidas após tentarem agredir a equipe policial.Paralelamente, criminosos atravessaram dois ônibus na Av. João Brasil e na Rua Dr. March. Os policiais atuaram e as vias foram liberadas.O policiamento foi reforçado na região.  

Bandidos mortos e fuzis apreendidos em Caxias

Dois fuzis foram apreendidos por policiais do 15º BPM, há pouco, durante ação realizada no bairro Chácaras Arcampo, em Duque de Caxias. Dois criminosos que portavam os armamentos de guerra se feriram no confronto, sendo ambos socorridos ao hospital da região, onde não resistiram. Segundo relatos, os mortos seriam o traficante vulgo Surfista apontado como frente do Vai Quem Quer (CV) e seu segurança de vulgo “Périclão”.

MP prendeu dez PMs que recebiam propina de comerciantes em Belford Roxo

O Ministério Público do Estado do Rio prendeu nesta quinta-feira dez policiais militares denunciados por organização criminosa instalada no 39º BPM (Belford Roxo). De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão.Os mandados expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar foram cumpridos em endereços na capital, em Duque de Caxias, Belford Roxo, Magé e Nova Iguaçu. .Em julho de 2025, o GAESP/MPRJ já havia denunciado outros 11 policiais militares lotados no 39º BPM, acusados de integrar organização criminosa com o mesmo modus operandi. Agora, a nova denúncia atinge integrantes de outro setor da mesma unidade, identificados pela investigação como responsáveis por esquema semelhante de cobrança de propina e concessão de tratamento diferenciado a comerciantes e prestadores de serviços da região. Na denúncia, o GAESP/MPRJ chama atenção para o fato de o esquema criminoso configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública. Destaca que policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, recebem, solicitam ou exigem de prestadores de atividades econômicas o pagamento de taxas para, justamente, prover o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando-se de viatura, uniforme e armamento da corporação.Os lojistas que aderiam ao esquema ilegal eram chamados de “padrinhos”. Esses apadrinhados recebiam atenção especial dos policiais militares, que passavam a comparecer aos comércios e guiar as rotas de policiamento ostensivo de forma a privilegiar esses locais. Ainda segundo a denúncia, a atuação criminosa dos PMs era ampla a ponto de, por vezes, estabelecimentos comerciais serem achacados por mais de um grupo de policiais daquele batalhão.

PM do BOPE foi baleado na Gardênia Azul (CV). Quatro bandidos morreram

Um policial militar do BOPE foi baleado durante operação policial na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. O PM foi socorrido ao hospital da corporação e passa bem. A ação deixou quatro suspeitos mortos até agora. Equipes do BOPE estavam em busca de traficantes do Comando Vermelho que estariam fugindo da operação na Cidade de Deus e Gardênia Azul (CV) em uma área de mata que interliga ambas comunidades O cerco era para prender o traficante Ygor Freitas de Andrade, o Matuê, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Segundo a PM, o criminoso “está ferido e escondido em uma área de mata e manguezal”, onde equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), do grupamento aéreo móvel e de diversas unidades especializadas fazem buscas. De acordo com a polícia, Matuê é suspeito de envolvimento na morte de um policial da CORE e de ferir dois agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) na semana passada. Ele circula com frequência entre as comunidades da Chacrinha e da Cidade de Deus, aproveitando a proximidade para se esconder e dificultar a ação policial. Matuê, junto com Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, é responsável por ataques armados contra milícias e por tentar unir áreas como Chacrinha, CDD e Gardênia Azul em um “cinturão” do tráfico. A Polícia Civil informou que oito pessoas foram presas — sendo dois seguranças de um dos chefes da facção criminosa na região e um ladrão de cargas foragido da Justiça —, três menores apreendidos e quatro criminosos neutralizados em confronto.  Os agentes apreenderam dois fuzis, três pistolas, revólver, munições, carregadores, granadas, rádios transmissores, drogas e caderno de anotações do tráfico.  Além de conter a expansão, as diligências desta quarta tiveram o objetivo de forçar a facção a recuar, liberando o território. . A operação visou, também, o cumprimento de mandados de prisão e colher elementos que ajudem a desmantelar completamente a atuação da facção criminosa na região. As diligências foram mais uma reposta à morte do agente José Antônio Lourenço, integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), durante uma operação policial ocorrida na comunidade Cidade de Deus, no dia 19 de maio. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região.  A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na tarde desta quarta-feira (13/08), policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), que participavam da Operação Contenção, foram atacados na localidade da Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, agentes realizavam uma ação de busca juntamente com equipes da Polícia Civil, com o objetivo de localizar criminosos que teriam fugido do cerco montado no entorno da localidade do Gardênia, em direção a uma área de mata nas proximidades da Região da Vila do Pam. Houve confronto e logo após o cessar dos disparos, os agentes localizaram dois homens acusados de participar do ataque às equipes já em óbito no local da troca de tiros. Com eles, os policiais apreenderam dois fuzis. Na ação, um policial militar ficou ferido e precisou ser socorrido com o apoio de uma aeronave do Grupamento Aeromóvel da Corporação (GAM), até o Hospital Central da Corporação, no bairro do Estácio. O quadro de saúde do militar é considerado estável. O policiamento segue reforçado na região.

Milicianos mataram homem na Baixada alegando que ele havia batido em um comparsa Dois envolvidos foram presos

Policiais prenderam na noite da última segunda-feira (11), na Rua Paulo Soares, em São Roque, Queimados, na Baixada Fluminense, os criminosos, Matteus de Lima Fontes, de 27 anos e Alessandro dos Reis Siqueira, de 25. Os dois são apontados como envolvidos na morte de Jhonathan Gonçalves da Silva, de 31 anos, em Queimados, no último domingo (10), e atuam em uma milícia que atua na região. De acordo com as investigações, o assassinato aconteceu depois da vítima defender uma pessoa, que estava sendo agredida em um posto de combustíveis, no Centro do município. A 55ª DP (Queimados) descobriu que um grupo bebia no local, na madrugada do último domingo (10), quando começou uma briga. A corporação informou que Matheus Fontes e um outro amigo agrediram um homem. Jhonathan entrou na confusão para defender a vítima. Depois de conseguir libertá-la, ele foi perseguido até próximo à sua casa, se abrigando em uma residência vizinha. Por volta das 16h do mesmo dia, Jhonathan estava em casa, comemorando o Dia dos Pais, e saiu, junto com um irmão e o pai, para comprar cerveja em um depósito de bebidas na mesma rua. No estabelecimento, ele foi surpreendido com um grupo de pessoas armadas com pistolas e revólveres. Todas chegaram em motos. Segundo o apurado, os criminosos começaram a agredir a vítima, dizendo que ela tinha errado em bater em um miliciano. O pai e o irmão de Jhonathan ainda tentaram impedir as agressões, mas foram impedidos pelo grupo que, com as armas, os ameaçaram de morte caso não se afastassem. A 55ª DP identificou que, durante as agressões, Alessandro Siqueira atirou contra o peito da vítima, que foi socorrida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Queimados, mas não resistiu. Após dada voz de prisão, eles foram encaminhados à 55ª DP , para as medidas cabíveis sobre o caso. Ambos foram reconhecidos por testemunhas e confessaram a participação no caso, foram autuados pelo crime de homicídio qualificado e a arma utilizada no crime foi apreendida. Posteriormente, foram conduzidos a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontram acautelados à disposição da Justiç

Boliviano morador de rua foi espancado até a morte no Centro do Rio. Polícia prendeu assassinos

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam, nesta terça-feira (12/08), dois autores do assassinato do boliviano Ronald Javier Taboada Castro. Os criminosos foram capturados em flagrante menos de 10 horas após o assassinato, que ocorreu na Praça Virgílio de Melo Franco, no Centro do Rio.As investigações apontaram que, na madrugada de terça, os autores espancaram o homem em situação de rua, até a morte. Os homens usaram um pedaço de pau e um paralelepípedo para cometer o assassinato. Em rápida ação, após diversas diligências de inteligência e monitoramento, os agentes identificaram e localizaram os autores no Centro do Rio. Durante a abordagem, um dos homens tentou fugir, mas foi perseguido e capturado. Na delegacia, um dos homens foi identificado como participante de um outro homicídio, em abril de 2023, nos arredores do Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque do Flamengo. Segundo os agentes, o preso é extremamente violento e age com truculência para estabelecer a sua autoridade nas ruas.

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