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operação policial

Descoberta fábrica de fuzis no interior de SP que abasteceria facções do Rio e São Paulo

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, no final da noite desta quarta-feira (20/8), prendeu dois homens responsáveis pela fabricação de fuzis em Santa Bárbara D’Oeste, para organizações criminosas do RJ e SP. A investigação teve início a partir de informações recebidas pela Polícia Federal, há dez dias, sobre a fabricação ilegal de armas de fogo, utilizando equipamentos industriais de alta precisão. Durante as diligências, os policiais notaram uma movimentação atípica na fábrica que, supostamente, funcionava como unidade de produção de peças aeronáuticas. Por conta disso, passaram a acompanhar os investigados que, na noite de ontem, se deslocaram da fábrica até um imóvel residencial na cidade de Americana/SP, onde foram vistos descarregando caixas. Abordados por policiais militares, constatou-se que essas caixas continham peças de fuzis. No imóvel ainda foram encontradas 40 fuzis, munições e outras peças de armas de fogo. Os homens foram autuados em flagrante pela posse e comércio ilegal de arma de fogo. Os presos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Campinas, unidade responsável pela investigação, onde ainda ocorrem procedimentos de polícia judiciária, e permanecerão à disposição da Justiça.

Turistas alemães foram deixados nus em assalto em Copacabana

Agentes da Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop) prenderam, na madrugada desta quarta-feira, uma dupla suspeita de assaltar dois turistas alemães em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e levarem até as roupas das vítimas. Os estrangeiros foram encontrados nus e muito assustados caminhando pela Rua Santa Clara por equipes da Coordenadoria de Ações Integradas (Cati). De acordo com a Seop, Renan Dantas dos Santos, de 21 anos, e Cleiton Valle da Silva Veríssimo, de 25, foram levados inicialmente para a 13ª DP (Ipanema) e transferidos em seguida para a Delegacia especial de Atendimento ao Turismo (Deat). Eles foram reconhecidos pelas vítimas e responderão por furto, com pena prevista de um a quatro anos de prisão.

Milícia de Rio das Pedras tinha fuzis abastecidos com peças importadas dos EUA

Na manhã de hoje, a Polícia Federal deflagrou uma operação para apurar a prática de importação ilegal de peças de fuzil, voltada para o abastecimento da milícia atuante no bairro de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ação de hoje, policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços localizados no bairro supracitado. Também seria cumprido um mandado de prisão preventiva contra o principal investigado, mas ele não foi encontrado no local e segue foragido da Justiça. Durante as buscas, os policiais encontraram equipamentos, maquinários, acessórios e insumos utilizados na fabricação e montagem de armas e munições. De acordo com as apurações, o investigado importava ilegalmente o material oriundo de Miami, nos Estados Unidos, para ser utilizado na montagem e manutenção de armamentos de alta potência, que seriam utilizados pelo crime organizado instalado em Rio das Pedras para reforçar o domínio da região, além de defender o território contra forças policiais e facções rivais. A deflagração de hoje foi fruto da investigação referente a diversas encomendas contendo material bélico em situação irregular, interceptadas pela Receita Federal no Aeroporto Internacional do Galeão. O recebedor das mesmas foi preso em flagrante pela Polícia Federal em julho deste ano, no Rio de Janeiro.

Milícia alvo de operação hoje na Baixada já era investigada há quase dez anos. VEJA DETALHES DE SUA ATUAÇÃO

Uma investigação antiga revelou que a milícia alvo de operação hoje pelo Ministério Público Estadual atuava na região do Bairro da Grama, em Nova Iguaçu (Grupo A) e nos bairros Bela Vista, Nova Aurora e Shangri-La, em Belford Roxo, aos quais é atribuída a prática de variados delitos, incluindo homicídios, extorsão de comerciantes por meio da imposição de taxas de segurança, agiotagem, além da exploração de atividades típicas de milícia. O bando atuava como um grupo de extermínio e só depois eles vieram “com esse negócio de milícia, de cobrar taxa”. Todos os homicídios atribuídos aos dois grupos criminosos objeto destes autos têm como característica marcante o emprego de múltiplos disparos de arma de fogo O bando começou a ser invetigado em 2016 a partir principalmente depois que um indivíduo da milícia de Nova Aurora fez contato com um dos alvos de Nova Iguaçu e então passaram a investigar também o grupo de Belford Roxo. Um dos bandidos ligou para algum dos membros do grupo da Grama (Baiano, salvo engano), para tratar de alguma situação relativa a informações que o batalhão estaria reunindo sobre os dois. A atividade essencial era empréstimo a juros, com ameaça e extorsão. Havia depósitos de gás, tomada de casas para aluguel, cobrança de taxas de segurança e taxa de água. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Deco, era o braço armado do grupo da Grama na éopca e, mais depois, assumiu a liderança. O grupo torturou três adolescentes. Nas interceptações, os investigados diziam que deram uma coça nos meninos porque os pegaram roubando na localidade.Uma mulher chamada Janice foi capturada e depois foi executada. Os indivíduos faziam cobranças dos comércios e do moto-taxi. Havia divisão de valores entre os membros. Cada um ficava com um percentual. Havia vários homicídios atribuídos ao grupo. As testemunhas arroladas na denúncia foram vítimas de extorsão que foram ouvidas na delegacia, Elas tinham muito receio pela fama de violência do grupo. Os milicianos usavam armas de fogo e havia informação de que possuíam dois fuzis na época, mas não foram encontrados. Os grupos investigados respeitavam cada um o seu território. Uma das condições do acordo de colaboração era fazer a cirurgia do colaborador. O colaborador transitava entre os dois grupos. Integrava efetivamente o grupo de Belford Roxo, mas também frequentava festas do grupo de Nova Iguaçu. O inquérito se iniciou com a denúncia de que um miliciano liderava a organização de dentro do presídio. Houve uma situação em que ele pedia que a esposa pegasse dinheiro e levasse para o presídio e a conversa dá a entender que seria dinheiro de cobranças. . Havia comentários sobre o “bonde do trem”, que se dedicava a execuções e repressão de crimes na região. Foi identificado um episódio em que três jovens foram capturados e torturados pelo bonde do trem. Um diálogo mencionava que os três jovens foram pegos com uma arma de fogo e receberam uma “massagem”. Também diziam que uma viatura passou pelo local, na região do beira-linha, e isso impediu que os jovens fossem executados. Em Nova Iguaçu havia muita informação sobre agiotagem. Havia cobrança de taxas pelas vagas nos pontos de moto-taxi. Havia prática de atividades de segurança. Há uma conversa que fornece fortes indícios de que uma furtadora foi capturada e morta pelo grupo. Há informações que sugeriam a exploração de atividades de vans. A milícia investigada ainda não possuía a estrutura que têm as milícias de hoje, mas ficou evidenciada a prática das atividades de forma bem costumeira. Havia preocupação em coibir atividades criminosas e manter o controle da área. A convivência entre os dois polos era de paz. Um dos líderes do grupo de Belford Roxo era um PM que foi flagrado em uma conversa em que demonstrou certo descontentamento por uma operação da P2 que estaria sendo realizada sem o seu conhecimento. Com base no que foi interceptado, uma equipe da P2 estaria atuando na área de domínio da organização e, quando essa notícia vem, o PM miliciano deu a entender que assumiria o controle dessa equipe e que, por ordem dele, essa equipe pararia a atividade e passaria a se reportar a ele A milícia cobrava dos comércios e decretou a ordem de que só podia comprar gás com as revendas deles. Também explorava gatonet e kombis. Era normal os milicianos andarem armados na localidade. Quando surgiam boatos sobre tráfico de drogas, “a Milícia ia lá e matava”, Um miliciano tinha uma foto de perfil com os dizeres: “Deus julgará os meus inimigos, eu apenas providencio o encontro. Nova Iguaçu, bonde do trem”

MP prendeu 11 milicianos na Baixada

O Ministério Público do RJ cumpriu mandados de prisão contra 11 integrantes de uma milícia que atuava em Nova Iguaçu e Belford Roxo, nesta quarta-feira (20/08). As investigações do GAECO/MPRJ revelaram que o grupo praticava extorsões semanais contra comerciantes, motoristas de vans, mototaxistas e empresas de internet e TV a cabo. Os pagamentos eram exigidos em espécie ou por transferência bancária, sempre sob ameaças de agressões, incêndio de bens e até execução.A operação, batizada “Reinado Dividido”, demonstrou que, mesmo preso, Jefferson Constant Jasmim, conhecido como Deco ou 01, liderava a organização criminosa. Ele autorizava extorsões, controlava recursos, organizava a compra de armas e planejava atos violentos. As investigações também identificaram a participação de Bruno Feliphe de Sousa Queiroz, apontado como gerente operacional; Michael Fernando Griebeler Borges, o Big Mac, responsável por cobranças e repasses financeiros; e Renato dos Santos Marques, o Renatinho, encarregado de extorsões e intimidações armadas .O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado pelo GAECO/MPRJ também constatou que o grupo disputava território com outras milícias, como as lideradas por João Teixeira dos Passos, o Jota da Grama, e Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão. Essa rivalidade impôs um clima de terror à região, levando vítimas a relatar que viviam sob um “reinado dividido”. A atuação da organização se estende, pelo menos, desde 2023 até o presente, com forte presença nos bairros Miguel Couto, Parque Ambaí, Itaipu e Shangri-lá.

PM leva a conselho disciplinar que poderá expulsar sargento que foi preso com veículo usado em comboio de milicianos no Catiri

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela expulsão, de um sargento que foi preso com um carro que havia sido flagrado em um comboio de milicianos no Catiri, em Bangu, no final de julho. No dia 30 de julho de 2025, por volta das 12h, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), atuando em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE), realizaram a abordagem de um automóvel da marca Toyota, modelo Corolla Cross, de cor branca, que trafegava pela Avenida Brasil, na altura do número 23.800, sentido Campo Grande, bairro de Guadalupe, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ. A abordagem foi motivada por informações repassadas pelos setores de inteligência da PRF e da DRACO, que identificaram o referido veículo como supostamente clonado e vinculado a atividades ilícitas. Durante a inspeção, confirmou-se que o automóvel ostentava a placa RTT-0F15, com indícios de adulteração, sendoposteriormente constatado que a verdadeira identificação do veículo correspondia à placa SRD-5D26, constando como roubado na cidade do Rio de Janeiro em 9 de maio de 2025. No interior do veículo encontrava-se como único ocupante o sargento Félix, então lotadona UPP do Jacarezinho, que, ao ser indagado sobre a posse e destino do automóvel e dos objetos transportados, afirmou que estaria realizando o transporte de armamento da comunidade da Maré com destino à região do Catiri, situada no bairro de Bangu, Zona Oeste da cidade. Durante a revista veicular, os agentes localizaram e apreenderam o seguinte material bélico: Importa registrar que, conforme amplamente noticiado pelos veículos de imprensa locais, o veículo conduzido pelo militar integrou um comboio de aproximadamente sete automóveis, que circularam na comunidade do Catiri, em Bangu, durante o fim de semana que antecedeu a prisão, portando armamento pesado e com forte indício de vinculação a grupo miliciano atuante na região. Imagens captadas por drone, compartilhadas com órgãos de segurança, identificaram o Corolla Cross branco conduzido pelo acusado como um dosveículos do comboio. A ação teria motivado, inclusive, confronto com grupo rival vinculado ao tráfico de entorpecentes, resultando, inclusive, em ao menos um civil ferido.

Traficante que teria matado policial civil na Cidade de Deus (CV) foi morto

A Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) neutralizou um dos autores do homicídio do agente José Antônio Lourenço Júnior – o Mocotó. A ação ocorreu após trabalho de investigação em conjunto com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Conhecido como “Ratomen”, o criminoso era gerente de uma boca de fumo no Bairro 13, na Cidade de Deus, e foi localizado na mesma região. Ele reagiu durante a abordagem policial e foi alvejado. O bandido foi socorrido, mas não resistiu. A equipe da Core foi ao local para apurar informações de inteligência que indicavam a presença do criminoso. Ele foi um dos indiciados pela morte do policial civil, ocorrida no dia 19 de maio, durante uma operação. Contra o traficante, havia mandado de prisão expedido a partir de investigação da DHC. Durante o monitoramento, os agentes identificaram e localizaram o criminoso portando arma de fogo. Durante a abordagem, o criminoso reagiu e foi alvejado pelos agentes. O traficante foi socorrido pelos policiais da Core para uma unidade de saúde, mas não resistiu.Após a ação, outros criminosos da Cidade de Deus também atacaram os policiais. A equipe conseguiu deixar a comunidade em segurança. Após a ação, outros criminosos da Cidade de Deus também atacaram os policiais. A equipe conseguiu deixar a comunidade em segurança.Considerado de alta periculosidade, Ratomen era conhecido por ostentar nas redes sociais, onde constantemente compartilhava imagens exibindo armas de fogo.

Ônibus foi incendiado na Ilha em protesto contra operação policial. Doze foram sequestrados para bloquear vias

Manhã de terror e pânico na Zona Norte do Rio! Traficantes sequestraram ônibus e fecharam vias após operação do 17º BPM (Ilha do Goverandor) no Morro do Dendê que prendeu quatro criminosos na comunidade. A ação tinha como objetivo conter a atuação do tráfico, mas a resposta veio em forma de tiros, ônibus incendiado e desespero de moradores. Entre as vias bloqueadas ao trânsito estão a Estrada da Cacuia e a Avenida Paranapuã. Virou “moda” no Rio: toda vez que tem operação policial, ônibus acabam sendo sequestrados e queimados como represália. O Rio Ônibus informa que um ônibus (B28623 – 921 – Ribeira x Bancários) foi incendiado e 12 ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas, na Ilha do Governador. Em 2025, 99 coletivos já foram sequestrados e 3 incendiados. Além disso, onze linhas estão com seus itinerários desviando. Mais uma vez reiteramos o apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca. Ônibus sequestrados e utilizados como barricadasB28618 – 326 Bancários x CandeláriaB28560 – 696  Praia do Dendê x MeierB28702 – 2344 Bancários x CasteloB28537 – 326 Bancários x CandeláriaB32726 – 323 Bananal x CasteloB10144 – 323 Bananal x CasteloB10150 – 323 Bananal x CasteloB10116 – 328 Bananal x CandeláriaB10001 – 635 Bananal x Saens PenaB10041 – 910 Bananal x Irajá – Via FundãoB28728 – 2344 Bancários x Castelo Linhas com desvios na região323 – Bananal x Castelo – Via Cacuía/ Linha Vermelha327 – Ribeira x Castelo – Via Cocotá/ Linha Vermelha328 – Bananal x Candelária – Via Cacuía634 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/ Bonsucesso635 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/Linha Vermelha901 – Bonsucesso x Ribeira – Via Jardim GuanabaraSV901 – Bonsucesso x Bananal – Via Cacuia910 – Bananal x Irajá – Via Fundão326 – Bancários x Candelária696 – Praia do Dendê x Méier Na manhã desta segunda-feira (18/08), policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador), com apoio do 22º BPM (Maré) e do 3º BPM (Méier), realizam uma operação na Comunidade do Dendê, na Ilha do Governador. A ação tem como objetivo coibir a atuação de criminosos na região e promover a retirada de barricadas que dificultam a circulação de moradores e o patrulhamento policial. Até o momento, a operação resultou na prisão de quatro homens e na apreensão de quatro fuzis. Durante as ações, equipes do BPChq detiveram quatro suspeitos e apreenderam dois adolescentes portando pedras, próximo ao local de onde os ônibus estavam sendo interceptados na Estrada do Galeão, no Jardim Carioca. Durante as ações, um ônibus foi incendiado e um outro interceptado. a Ilha,  entra pra esse cenário de horror…. infelizmente, disse um morador. A ilha não era assim não . Meu Deus, falou outro. O que esta acontecendo na ilha meu Deus acabou a paz na ilha, escreveu mais um.

PM prendeu quatro e recolheu quatro fuzis no Dendê (TCP). Bandidos fizeram protesto com ônibus feitos de barricadas

A Polícia Militar faz na manhã de hoje uma operação no Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Houve intenso tiroteio no local. “Moro no Taúa e escutei muitos tiros vindos desse lado”, disse um internauta Até o momento, os PMs prenderam quatro suspeitos e recolheram quatro fuzis. além de outros materiais. Os agentes estão fazendo a retirada de barricadss da comunidade Em protesto, bandidos atravessaram ônibus na pista e fizeram barricadss com fogo. Um carro foi incendiado. Mais cedo, também na Ilha, PMs apreenderam duas granadas, drogas e um veículo no Tauá. Um suspeito foi baleado e morreu no hospital.

Travesti com apelido de política foi presa vendendo drogas na Lapa

A Polícia Civil prendeu em flagrante a travesti Paulo da Conceição, conhecida como “Érika Hilton da Lapa”, durante operação da na Lapa. Ela foi flagrada vendendo drogas na rua e estava com 350 pinos de cocaína, 54 sacolés de crack e 14 tabletes de maconha. Ela atuava de forma livre e ostensiva na traficância local, e foi surpreendida pela equipe policial e imediatamente capturada, Ela ostenta em seu desfavor passagens por furto na Lapa e já era conhecida pelos usuários de drogas do Centro do Rio. A policia civil vem atuando de forma sistemática na região da Travessa Mosqueira e Rua Joaquim Silva, onde há atuação da facção “Comando Vermelho”, cuja liderança é o traficante “Abelha que se encontra foragido.

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