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operação policial

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

115 dos 117 suspeitos mortos na megaoperaçâo foram identificados. Mais da metade eram de outros estados

Após o trabalho completo de identificação dos mortos na Operação Contenção, de terça-feira (28/10), o Governo do estado do Rio, por meio da Polícia Civil, divulgou, na noite deste domingo (02/11), sem contar os quatro policiais, o perfil de 115 dos 117 mortos de uma das mais complexas ações de combate ao crime organizado do estado. A lista revela quem são os criminosos que resistiram às forças policiais e foram neutralizados. Mais de 95% dos identificados tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho e 54% eram de fora do estado. Apenas dois laudos resultaram em perícias inconclusivas. O trabalho de inteligência desenvolvido pela cúpula de Segurança Pública do estado identificou que 59 tinham mandados de prisão pendentes, pelo menos 97 apresentavam históricos criminais relevantes e, dos 17 que não apresentaram histórico criminal, 12 apresentaram indícios de participação no tráfico em suas redes sociais. A lista mostra, ainda, que 62 neutralizados são naturais de outros estados – mais da metade. Até o momento, 19 do Pará, 9 do Amazonas, 12 da Bahia, 4 do Ceará, 2 da Paraíba, 1 do Maranhão, 9 de Goiás, 1 do Mato Grosso, 3 do Espírito Santo, 1 de São Paulo e 1 do Distrito Federal. O relatório indica que, no Rio de Janeiro, há chefes de organizações criminosas de 11 estados da federação, de quatro das cinco regiões do país.A apuração concluída é o verdadeiro retrato do cenário que eu venho insistentemente falando. Foi um duro golpe na criminalidade. Entre os que morreram ao reagir à ação das forças policiais, havia diversos líderes criminosos. Inclusive de outros estados, como chefes do tráfico do Espírito Santo, Amazonas, Bahia e Goiás. Se não tiver uma integração efetiva de poderes e demais entes, sob a ótica e apoio federal, vamos vencer batalhas, mas não a guerra. Conter a expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e enfrentar criminosos de alta periculosidade depende de ações unificadas e inteligentes. É o início de um grande processo no Brasil – disse o governador Cláudio CaCastro.l De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, essa lista não encerra o trabalho de investigação e todos os resultados estão sendo documentados para garantir a transparência e legalidade da operação. Os relatórios estão sendo confeccionados e serão entregues aos órgãos competentes.Essa mínima fração de narcoterroristas neutralizados que não possuíam anotações criminais, nem imagens em redes sociais portando armas ou demonstrando vínculo com facções criminosas não significa nada. Se eles não tivessem reagido à abordagem dos policiais, teriam sido presos em flagrante pelo porte de fuzis, granadas e artefatos explosivos, por tentativa de homicídio contra os agentes de segurança e também pelos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. Portanto, são narcoterroristas que saíram do anonimato. O secretário de Polícia Militar, Coronel Marcelo de Menezes, ressaltou que os confrontos ocorreram com criminosos que reagiram à ação policial.Uma estratégia fundamental adotada pelas forças de segurança foi empurrar os bandidos para uma área de mata fora da área habitada, no alto do morro, preservando a segurança da população. Foi lá onde se deram os maiores embates. E quem estava na mata, estava em confronto com a polícia – relembrou Menezes. FONTE: PCERJ

Há mais de um ano, MP afirmou que investigação que culminou em megaperação na Penha e no Alemão tinha inegável potencial no combate a agentes da lei corruptos

Há mais de um ano quando foi iniciada a investigação que culminou com a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, o Ministério Público Estadual do Rio afirmou que o caso investigado tinha inegável potencial para o firme combate ao tráfico de drogas no Complexo da Penha e roubos de carga, de veículos e estabelecimentos comerciais financiados por tais famigerados traficantes, além de agentes da lei corruptos e inescrupulosos. As informações coletadas abrangia diversos traficantes sabiamente de função hierárquica no Complexo da Penha. O informante, que por motivo óbvio preferiu o anonimato, forneceu contatos telefônicos de traficantes poderosos, do naipe, por exemplo , do vulgo Gadernal. Havia informações também de terminais usados para negociar com policiais criminosos o “arrego” (taxa da corrupção), para reduzir a fiscalização e atuação contra o tráfico de drogas . Havia fornecimento de várias linhas telefônicas e seus reais usuários, inclusive com expressa menção à expansão do tráfico de drogas comandada pelo CV, o que, aliás, vinha sendo constatado pela Promotoria principalmente desde o início de 2023 na região da grande Jacarepaguá, como na comunidade Gardênia Azul. Isso vinha causando execuções em séries não apenas de rivais, como de supostos relacionados a rivais, e até mesmo por “bala perdida” decorrente de intenso confronto armado. Segundo o MP, Complexo da Penha, cada vez mais, é uma fortaleza do crime, de difícil acesso a policiais para operações regulares, sendo que os traficantes locais usam armas de grosso calibre, mormente fuzil, bem como se valem de barricadas e outros obstáculos para dificultar qualquer tipo de atuação policial. No que concerne à identificação parcial dos investigados assim consignou em sua promoção: “No que tange aos demais suspeitos citados na denúncia se tratam de indivíduos notoriamente pertencentes a mais perigosa facção criminosa do Estado, tais como Gadernal (responsável pela guerra nas áreas de milícia e TCP), Grandão (sindico da Penha, responsável pela Penha inteira e pelo arrego das UPPs, por colocar os soldados do tráfico na rua e pelos eventos na Penha), Belão (responsável pelo Quitungo, Guaporé e Ipase) e Wl (frente do Gogó do Chapadão) O potencial êxito da investigação, dada a gama de terminais fornecidos, também poderia contribuir para auxiliar na localização e também na coleta de mais provas sobre a atuação criminosa do traficante Doca – um dos principais líderes do CV, foragido do sistema penitenciário. De acordo com o MP, é notório que integrantes de associações criminosas mudam de número de telefone com muita rapidez, a dificultar interceptação e rastreamento do usuário. FONTE: MPRJ

CV pode ter tido um prejuízo de R$ 12,8 milhões com apreensão de armas, munições e carregadores em megaoperação

A megaoperação realizada no Complexo da Penha, na última terça-feira (28), resultou na apreensão de 93 fuzis com traficantes — um arsenal avaliado em cerca de R$ 9,3 milhões, segundo a Polícia Civil do Rio. Somando munições, carregadores e miras, o prejuízo estimado ao crime organizado (Comando Vermelho) pode ultrapassar R$ 12,8 milhões. As armas incluem modelos como AR-15, AK-47, FAL, G3, AR-10, Benelli MR1 e Mauser. A análise preliminar indica que muitos fuzis foram montados no Brasil a partir de peças importadas legalmente, os chamados “fuzis Frankenstein”. Também há armamentos de origem militar da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil. Os fuzis passarão por perícia para identificar fornecedores e rotas de entrada no país. Armas em bom estado poderão ser incorporadas ao arsenal das forças de segurança. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Integrante do CV foi preso na 25 de Março em SP

Uma liderança do Comando Vermelho (CV) que estava foragida há três anos foi presa na rua 25 de Março, no centro de São Paulo, nessa quinta-feira (30/10), após ser identificada por câmeras de monitoramento do Smart Sampa. A polícia investiga se ele recebeu informações privilegiadas sobre a operação que mirou integrantes do CV no Rio. Antônio de Jesus Cabral, de 40 anos, é considerado um integrante de destaque no CV. Ele é apontado pela Polícia Civil do Rio como líder de uma quadrilha de hackers especializada em fraudes em concursos públicos. FONTE: Astrolg1 Submundo Criminal (Telegram)

Preso em Queimados bandido que monitorava a polícia. Ele seguia viaturas

Policiais civis da 55ª DP (Queimados), em conjunto com policiais militares, prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (31/10), um homem que monitorava a movimentação das forças de segurança, em tempo real, e repassava as informações para criminosos locais. Ele foi capturado no Centro de Queimados, na Baixada Fluminense. A ação contou com apoio de agentes do governo municipal. O Setor de Inteligência da unidade identificou vídeos publicados pelo criminoso, nos quais ele seguia as viaturas, narrava o trajeto e fazia declarações de cunho ameaçadoras. A partir dessas informações, policiais civis e militares conseguiram o localizar conduzindo a mesma motocicleta usada nos vídeos. FONTE: PCERJ

Dez policiais baleados em megaopearção na Penha e no Alemão seguem internados. Dois em estado grave

Dez policiais feridos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão seguem internados, dois em estado grave. Também permanecem hospitalizados dois moradores — um homem em situação de rua e outro que estava em um ferro-velho. Outros três feridos foram levados para hospitais da rede municipal e têm quadro estável. Ao todo, o governo do Rio confirmou 121 mortes na operação, sendo quatro policiais e 117 suspeitos. A Defensoria Pública do Rio, por meio do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, enviou um ofício à Ouvidoria-Geral da PM pedindo acesso imediato às imagens das câmeras corporais usadas na megaoperação dos complexos da Penha e do Alemão, na última terça-feira (28). O órgão também cobra explicações sobre o uso das baterias sobressalentes previstas em contrato, após o secretário da PM, Marcelo Menezes, afirmar que parte das gravações pode ter se perdido por falta de energia nos equipamentos. O contrato entre a PM e a empresa L8 Group S.A., firmado em agosto de 2024, prevê o fornecimento de baterias extras e bases de carregamento para todas as unidades da corporação. As imagens são consideradas essenciais para esclarecer as circunstâncias das 121 mortes registradas na operação, a mais letal da história. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Oito mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão foram réus por homicídio pela Justiça do RJ. Um deles foi condenado a 20 anos de prisão

Mortos na operação no Alemão e na Penha foram réus por homicídio. Foi o caso de Jonas de Azevedo Vieira, que foi acusado de um assassinato em Cabo Frio em 2016, mas foi impronunciado e a ação acabou arquivada em 2019. Marcos Adriano Azevedo de Almeida também foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2016. A vítima foi Valdei de Jesus. Ele foi condenado a 20 anos de prisão. Victor Hugo Rangel de Oliveira respondia a processo por homicídio cometido em 2024 em Arraial do Cabo. Foi um ataque contra PMs. Inclusive estava com prisão preventiva decretada. Maxwell Araújo Zacarias foi mais um que respondeu processo por homicídio cometido em Cabo Frio em 2020. Ele foi acusado junto a comparsas de tentar matar a vítima L.C.C desferindo-lhe disparos de arma de fogo, crime não se consumou por circunstâncias alheias às vontades dos denunciados, eis que a vítima Jocinei conseguiu fugir, apesar de ferida, e teve atendimento médico eficaz. O crime foi praticado por motivo torpe, haja vista a existência rixa entre as facções ligadas ao tráfico de drogas, vez que os acusados mudaram de facção, ou seja, saíram do Terceiro Comando Puro e migraram para a facção Comando Vermelho. Francisco Nataniel Alves Gonçalves foi condenado a oito anos de prisão por um homicídio cometido em 2022 em Nova Iguaçu na frente dos familiares da vítima. Leonardo Fernandes da Rocha virou réu por homicídio em 2014 em São João de Meriti mas foi absolvido da acusação. Anderson da SIlva Severo foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2010 mas também foi absolvido. Wagner Nunes Santana era réu pelo crime de feminicídio tentado cometido em 2023 em Nova iguaçu. FONTE: TJ-RJ

Polícia divulga lista parcial com nomes dos mortos na operação na Penha e no Alemão

A Polícia Civil divulgou uma lista parcial com os nomes dos mortos na operação realizada na última terça-feira nos complexos do Alemão e da Penha, Ao todo, 117 criminosos foram mortos na operação. Todos os corpos já foram periciados, em esquema especial que reuniu a Polícia Civil e o Ministério Público, e 89 foram liberados para retirada pelos familiares. As diligências seguem para identificar os restantes. LISTA PARCIAL: Aleilson da Cunha Luz JuniorAlessandro Alves de SouzaCauãn Fernandes do Carmo SoaresFabiano Martins AmancioJuan Marciel Pinho de SouzaMarllon de Melo FelisbertoCarlos Henrique Castro Soares da SilvaBrendon César da Silva SouzaYuri dos Santos BarretoMichael Douglas Rodrigues FernandesAlisom Lemos RochaRichard Souza dos SantosMaicon Thomaz Vilela da SilvaJonas de Azeredo VieiraLucas da Silva LimaMichel Mendes PeçanhaClaudinei Santos FernandesFernando Henrique dos SantosAndré Luiz Ferreira Mendes JuniorMarcos Adriano Azevedo de AlmeidaCleiton da SilvaDouglas Conceição de SouzaMaicon Pyterson da SilvaAlexsandro Bessa dos SantosDanilo Ferreira do Amor DivinoWaldemar Ribeiro SaraivaWendel Francisco dos SantosCleideson Silva da CunhaMarcio da Silva de JesusLuan Carlos Marcolino de AlcântaraNelson Soares dos Reis CamposVictor Hugo Rangel de OliveiraMaxwel Araújo ZacariasHercules Salles de LimaWillian Botelho de Freitas BorgesRonaldo Julião da SilvaYan dos Santos FernandesCélio Guimarães JúniorMarcos Vinicius da Silva LimaAlessandro Alves SilvaKauã Teixeira dos SantosJeanderson Bismarque Soares de AlmeidaDiego dos Santos MunizYago Ravel Rodrigues RosárioEdione dos Santos DiasRodolfo Pantoja da SilvaHito José Pereira BastosFelipe da SilvaEdson de Magalhães PintoCarlos Eduardo Santos FelícioFabio Francisco Santana SalesFrancisco Myller Moreira da CunhaLuiz Eduardo da Silva MattosLuiz Claudio da Silva SantosFrancisco Nataniel Alves GonçalvesLuciano Ramos SilvaVanderley Silva BorgesNailson Miranda da SilvaLuiz Carlos de Jesus AndradeVitor Ednilson Martins MaiaLeonardo Fernandes da RochaJônatas Ferreira SantosAnderson da Silva SeveroLucas Guedes MarquesWesley Martins e SilvaEmerson Pereira SolidadeYure Carlos Mothé Sobral PalomoTiago Neves ReisMarcos Antonio Silva JuniorDiogo Garcez Santos SilvaFrancisco Teixeira ParenteRafael de Moraes SilvaGabriel Lemos VasconcelosWellinson de Sena dos SantosCleys Bandeira da SilvaJosigledson de Freitas SilvaJonatha Daniel Barros da SilvaJosé Paulo Nascimento FernandesCleiton Cesar Dias MelloCleiton Souza da SilvaRicardo Aquino dos SantosAdailton Bruno Schmitz da SilvaWellington Brito dos SantosEvandro da Silva MachadoRonald Oliveira RicardoEder Alves de SouzaGustavo Souza de OliveiraRafael Correa da CostaFabian Alves MartinsArlen João de AlmeidaBruno Correa da CostaKauã de Souza Rodrigues da SilvaJean Alex Santos CamposFabricio dos Santos da SilvaWagner Nunes SantanaLuan Carlos Dias PastanaKleber Izaias dos SantosWallace Barata PimentelAdan Pablo Alves de Oliveira FONTE: Polícia Civil do RJ

Pelo menos 40 bandidos mortos na operação na Penha e no Alemão eram de outros estados

Segundo a Polícia Civil do Rio, dos 117 suspeitos mortos na operação nos complexos do Alemão e da Penha, 99 foram identificados, 42 tinham mandados de prisão e 78 possuíam revelância no crime organizado respondendo a diversos delitos como homicídios, tráfico de drogas, organização criminosas e roubos. Dos 117 traficantes mortos, 40 eram de outros estados sendo 13 do Pará, sete do Amazonas, seis da Bahia, quatro do Ceará, um da Paraíba, quatro de Goiás, um do Mato Grosso e três do Espírito Santo. O secretário da Políica Civil,, Felipe Curi, afirmou que as restrições da ADPF das Favelas que restrinigiu as operações em comunidades permitiu o deslocamento de criminosos de outros estados para o Rio de Janeiro. Segundo ele, os complexos do Alemão e da Penha eram QGs do CV no Rio mas agora viraram centros de decisão da facção em nivel nacional. Bandidos de fora são treinados nestas comunidades. Recebem treinamento de tiros, manuseio de armamentos, táticas de guerrilha e retonaram para os seus locais de origem para espalhar a cultura da facção. Curi disse que as UPPs permitiram a expansão do tráfico para outros locais do estado como Região dos Lagos, Baixada Fluminense, Região Serrrana e Costa Verde. Curi disse ainda que os complexos do Alemão e da Penha viraram centros de distribuição de armas e drogas para comunidades do Rio. Por mês, são negociadas cerca de 10 toneladas de drogas e de 50 a 70 fuzis. As apurações indicam que pelo menos 24 comunidades do Rio de Janeiro — entre elas o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, a Rocinha, o Complexo da Maré, o Jacarezinho e o Complexo do Lins — são diretamente abastecidas por esses fluxos ilícitos. A Polícia Civil está finalizando um documento de inteligência com centenas de páginas, que reúne a qualificação dos criminosos mortos e uma análise detalhada sobre o papel estratégico dos complexos da Penha e do Alemão dentro da estrutura da organização criminosa.
 Entre os paraenses mortos na Operação Contenção foram Lucas da Silva Lima (“LK”), Jhonata de Lima Albuquerque (“Turista”), Gilberto Nascimento (“Bigodinho”), Nailson Miranda (“Mujuzinho”), Ednelson da Silva Abreu (“Caboco”) e Wesley Martins e Silva, todos já com passagem pelo sistema de segurança pública do Pará. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

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