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operação policial

Polícia deu prejuízo de mais de R$ 500 mil ao CV

A polícia deu um prejuizo de mais de R$ 500 mil ao Comando Vermelho. Ao todo, foram apreendidos 68 quilos de cocaína, 21,5 quilos de maconha, cinco litros de loló e três aparelhos celulares no Alto do Soberbo, em Teresópolis De acordo com as investigações, o material entorpecente foi trazido do Complexo do Alemão, na Zona Norte da capital fluminense, e teria como destino as comunidades de Teresópolis, além de uma cidade no estado de Minas Gerais. Três criminosos foram presos em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Policial conta como foi a prisão de Léo Barrão (CV)

Leia agora como foi a prisão do traficante Léo Barrão ocorrida ontem .Um agente relatou que no dia 04/04/2025, sexta – feira, por volta das 15h45min, estava participando de operação visando a capturar lideranças do Comando Vermelho. Segundo ele, essa operação, desencadeada pela 60ª DP era baseada em informações de inteligência que apontavam o fluxo de criminosos importantes, do alto escalão do Comando Vermelho, transitando pela Estrada do Itararé, rumo ao Morro do Adeus; Em dado momento, um homem em uma motocicleta Honda, cinza chamou a atenção das equipes policiais. Esse homem passou em frente a viatura policial e não obedeceu à ordem de parada, chocando-se com a viatura;M. Os policiais civis desembarcaram e viram um homem ao solo. Realizaram a abordagem identificando-se como policiais. Ao realizar a abordagem pessoal, esse homem portava uma pistola Glock., .45 com um carregador com 13 ( treze) munições; Foi possível identificar esse homem como Leo Barrão. Ele resistiu a algemação e em adentrar a viatura, tendo que fazer o uso da força de forma moderada e proporcional . Concomitantemente, tiros foram disparados por narcoterroristas em direção aos policiais civis que realizavam a prisão. Houve um célere confronto, porém cessado rapidamente. Uma equipe da PMERJ passou pelo local e auxiliou a saída das equipes da SEPOL; Ainda de acordo com os policiais que atuaram na ocorrência, o custodiado é conhecido da guarnição como um dos “donos” da comunidade da Vila Kenedy, em Bangu, mais precisamente da localidade da ” Metral. FONTE: TJ-RJ

Preso chefe do tráfico de Rio Bonito

Na noite da ultima quinta-feira, a PM prendeu Jhonny Oliveira de Araujo, vulgo Flamengo. Ele é o chefe do tráfico na localidade de Nova Cidade, em Rio Bonito. O bandido estava portando duas pistolas e farta quantidade de drogas. Ele tentou fugir e foi preso na casa de um morador. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia e Página Notícias de Rio Bonito (Facebook)

Preso ontem, Léo Barrão era um dos responsáveis pela caixinha do CV

Segundo a Polícia Civll, o traficante Léo Barrão, que foi preso ontem, é um dos responsáveis pela “caixinha” do Comando Vermelho que está diretamente relacionada com os conflitos armados envolvendo a facção . Ele também estava envovlido nos confrontos por expansão territorial da organização criminosa na Zona Oeste do Rio. O criminoso foi localizado e capturado no Complexo do Alemão, enquanto estava em direção ao Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Segundo os agentes, o preso se escondia naquela área. Com ele, os agentes apreenderam uma pistola, um carregador, diversas munições e uma motocicleta produto de roubo. No momento da prisão, a equipe foi atacada por traficantes e houve confronto. O bandido foi autuado em flagrante por corrupção ativa, receptação e porte de arma de fogo de uso restrito. As investigações apontam que ele continuaria sendo um chefes do tráfico na Vila Kennedy. Segundo os agentes, o criminoso possui uma extensa ficha criminal com 44 anotações. Ele foi preso em 2012, quando era considerado um dos principais líderes da facção. O criminoso estava com prisão decretada desde 2018, por integrar um grupo que atacou policiais militares no Complexo do Alemão. Por este crime, ele foi condenado no ano seguinte. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Preso bandido que comandava a Vila Kennedy (CV)

A polícia do Rio prendeu o traficante Léo Barrão, que foi chefe do crime na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio, reduto do Comando Vermelho. Barrão estava escondido no Complexo do Alemão, na Zona Norte e foi pego na Estrada do Itararé. O bandido foi preso com uma pistola e uma moto. Estava foragido desde 2016. Em março de 2012, a Polícia Civil anunciava com pompa a prisão, ?sem disparar um único tiro?, de Barrão, que era apontado na época o terceiro homem mais importante na hierarquia da maior organização criminosa do estado. Mas logo depois, contudo, o Léo Barrão, deixou pela porta da frente a Penitenciária Gabriel Ferreira de Castilho, mais conhecida como Bangu 3, onde ficam os principais chefes da facção. Após ser solto ele teria voltado para controle do tráfico em suas regiões FONTE: Polícia Civil do Rio e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Semanas após divulgarmos caso de morte por espancamento na Praia Vermelha, polícia prendeu um dos suspeitos

Após nossa reportagem divulgar o caso mês passado, a policia prendeu um dos envolvidos no assassinato de Glauber Santana na Cruz. Ele foi espancado em novembro , na Praia Vermelha, Zona Sul do Rio. O criminoso foi preso ontem enquanto estava nas areias da Praia de Ipanema. O crime foi praticado quando a vítima, funcionária de uma barraca de bebidas na Praia Vermelha, tentou separar uma briga entre dois irmãos. Glauber acabou sendo violentamente espancado pelos dois, que utilizaram um capacete nas agressões. Mesmo desacordado, os dois continuaram a desferir golpes, inclusive pisoteando a cabeça da vítima. O rapaz chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois. FONTE: Polícia Civil do RJ

Veja medidas determinadas pelo STF para reduzir a letalidade policial no RJ

O Supremo Tribunal Federal (STF).determinou a adoção de medidas para a complementação do plano de redução da letalidade policial apresentado pelo Estado do Rio de Janeiro no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635. Veja quais: 1-O Estado do Rio de Janeiro e os municípios interessados devem elaborar um plano para a reocupação territorial de áreas que estão atualmente sob domínio de organizações criminosas. O objetivo é viabilizar a presença permanente do poder público por meio da instalação de equipamentos públicos, de políticas voltadas à juventude e da qualificação de serviços básicos para estas regiões. 2-A Polícia Federal tem que abrir inquérito para apurar indícios concretos de crimes com repercussão interestadual e internacional que exigem repressão uniforme e as violações de direitos humanos decorrentes da ocupação de comunidades por organizações criminosas. 3-A Polícia Federal instaure imediatamente um inquérito, com equipe de dedicação exclusiva e atuação permanente voltada para produção de inteligência e à condução de investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no Estado e suas conexões com agentes públicos. As investigações devem dar ênfase à repressão às milícias, aos crimes de tráfico de armas, munições e acessórios, de drogas e lavagem de capitais, 4-Quando houver mortes de civis ou de agentes de segurança pública, em decorrência de intervenção policial, o Ministério Público estadual deverá ser imediatamente comunicado para que, se entender cabível, determine o comparecimento de um promotor de Justiça ao local dos fatos. 5-Foi dado prazo de 180 dias para que o governo estadual crie um programa de assistência à saúde mental dos profissionais de segurança pública. O atendimento psicossocial deverá ser obrigatório sempre que houver envolvimento em incidente crítico. A regulamentação também deverá prever a aferição da letalidade excessiva na atuação funcional, estabelecendo parâmetros a partir do qual o profissional da área de saúde mental avaliará a necessidade de afastamento preventivo das atividades de policiamento ostensivo. Nesse caso, o retorno às atividades fica a critério da corporação. 6-Em relação à instalação de equipamentos de GPS e sistemas de gravação de áudio e vídeo nas fardas dos agentes de segurança, o prazo para a comprovação da implantação das câmeras nas viaturas da Polícia Militar e da Polícia Civil foi ampliado de 120 para 180 dias. No caso da Polícia Civil, os agentes utilizarão as câmeras nas fardas apenas nas atividades de patrulhamento e policiamento ostensivo e em operações policiais planejadas. FONTE: STF

Um morto e dois baleados em confronto na Taquara

De acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), nesta quinta-feira (03/04), policiais da unidade realizavam patrulhamento pela Rua Ipadu, na Taquara, quando avistaram quatro indivíduos armados e, ao tentarem detê-los, foram atacados por disparos de arma de fogo. Houve confronto e, cessados os disparos, os militares encontraram três suspeitos feridos e um já sem vida. A área foi isolada para perícia da Delegacia de Homicídio da Capital (DHC). Os feridos foram socorridos para a UPA da Taquara. Com o grupo, foram apreendidos um revólver, duas pistolas e entorpecentes a serem contabilizados. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Outro PM preso em operação contra envolvidos em morte de advogado tinha um punhado de munições, armas, granadas e R$ 45 mil

Leia o que foi apreendido com outro PM preso ontem durante operação contra envolvidos no homicídio do advogado Rodrigo Marinho Crespo. Os policiais realizaram o auto de prisão em flagrante na Rua Timon, no , Jardim Gramacho, Duque de Caxias/RJ. Foram apreendidos no local materiais de origem criminosa, . Foram encontradas diversas munições não deflagradas de diferentes calibres: 13 de .380, 35 de 9mm, 27 de 5.56mm, 7 de 7.62mm, 21 de .40 e 20 de 12. Também foi arrecadado na residência uma arma tipo espingarda de calibre 12, um revólver de calibre indeterminado, um simulacro de pistola, 2 carregadores de calibre indeterminado, 1 carregador estendido de calibre 9mm, 2 granadas de luz e som e 7 rádios comunicadores; O PM preso reconheceu todos os itens arrecadados como de sua propriedade, salvo a quantia de R$ 45.200,00 , a qual sua esposa alegou ser sua, fruto do seu trabalho com bronzeamento artificial. O PM teve a prisão preventiva decretada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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