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operação policial

PM diz que prendeu três na Gardênia Azul (CV) e pegou um fuzil

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 18ºBPM (Jacarepaguá), policiais militares foram verificar presença de criminosos armados na Rua Cupiros, próximo ao Canal do Anil, na comunidade da Gardênia Azul, na tarde deste sábado (26/04). Houve confronto, mas ninguém se feriu. Três criminosos foram detidos. Um fuzil e drogas foram apreendidas. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Bandido da Gardênia Azul (CV) foi jogar granada na polícia e bomba explodiu na sua mão

No fim da tarde de hoje, um tiroteio entre criminosos e policiais assustou moradores da comunidade da Gardênia Azul, especialmente na região da Via 7. Durante a ação, um suspeito tentou lançar uma granada contra os agentes, mas o artefato explodiu na sua mão e também feriu uma moradora que passava pelo local. O bandido ferido foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Indivíduos estão tacando fogo em pneus na região. FONTE: Página Jacarepaguá Notícias (Facebook)

Adolescente e homem suspeitos foram baleados em confronto em Niterói

Durante patrulhamento no Cubango, em Niterói, policiais do 12º BPM viram diversas pessoas em atitude suspeita. Um adolescente e um homem foram alvejados e socorridos, e os demais fugiram pela mata. Foram apreendidos pistola, rádios transmissores, material entorpecente e dinheiro. A ocorrência foi apresentada na 77ª DP. O menor foi apreendido e o suspeito permaneceu hospitalizado. FONTE: PMERJ

Jornalista apontado como chefe da quadrilha de furtos de cabos subterrâneos alvo da polícia do RJ esta semana também integrava organização que movimentava grandes quantidades de drogas, inclusive para o Rio

O jornalista apontado como chefe da quadrilha que atuva no furto de cabos subterrâneos que foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio nesta semana integrava também em uma organização criminosa que movimentava grandes quantidades de droga, aferindo alto enriquecimento ilícito. Sua atuação, apesar de mais intensa no Paraná, estende-se para outros Estados da Federação – notadamente para o Rio de Janeiro, e Minas Gerais em que há notícias e indicativos de transportes e remessa de grandes quantidades de drogas. O bando é aparentemente dotada de um avançado sistema operacional de atuação, em que as cargas de drogas são realizadas em compartimentos ocultos de caminhões refrigerados carregados com cargas lícitas, o que dificulta muito a persecução dos ilícitos. Ainda, possui estratégico sistema de lavagem de dinheiro, de modo que os rendimentos do tráfico são mascarados com negócios aparentemente lícitos, bem como, há indícios do uso de diversas pessoas e empresas como “laranjas”, para que a movimentação financeira da ORCRIM não chame atenção das autoridades . Há relevantes indícios de que a organização cooptou Policiais Civis e Militares, inclusive que atuavam na Comarca de Toledo/PR. Também há informações de que a ORCRIM não tem pudor em utilizar-se de crimes violentos, o que foi reforçado pela tentativa de assassinato sofrida por um membro em um contexto claro de “queima de arquivo” ou “acerto de contas”, evidenciando o envolvimento da ORCRIM com a prática de atividades delitivas, O jornalista em questão era o elo com o tráfico de drogas do Morro do Fallet e a quadrilha de furtava cabos. .Ele atuava como contador da facção Comando Vermelho, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem de dinheiro através de empresas reais. FONTE: Superior Tribunal de Justilça

Presos suspeitos de matar motorista de aplicativo no Rio Comprido. Câmeras flagraram o crime e imagens viralizaram

A Polícia Ciivl prendeu hoje dois envolvidos no assassinato do motorista de aplicativo Patrick Scialom França, no início de abril, no Rio Comprido. Na época do crime, viralizou um vídeo que mostrou a vítima entrando em luta corporal com um dos autores, e outro efetuou um disparo fatal. O profissional faleceu ainda no local. Os suspseitos foram capturados na comunidade Praia da Rosa, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Um dos presos é apontado como o batedor do bando e a moto vermelha apreendida com ele nesta sexta foi utilizada no latrocínio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso por ataque a helicoptero da CORE estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos por atacar PMs

Preso suspeito de ser um dos autores do ataque ao helicóptero da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em março que deixou o copiloto baleado, Douglas Fernando Lúcio da Silva, o Douginho, estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos de prisão em regime fechado. Em 2019, na comunidade da Coreia, em Senador Carmará, ele participoiu de um confronto com PMs e acabou saindo baleado. Na ocasião, PMs faziam patrulhamento pela Rua Caminho Anes Dias quando se depararam com um veículo Fiat Palio dirigido por Douglas, cujos ocupantes efetuaram diversos disparos contra os agentes, que revidaram. Mesmo depois de os ocupantes do Palio pararem de atirar, outros bandidos também fizeram disparos contra os PMs. Cinm Douglas e os comparsas, foram apreendidos na ocasião, um fuzil, uma espingarda e um radiotransmissor ligado na frequência do tráfico local. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

SEAP recaptura três presos que não haviam voltado para a cadeia

Três presos que não retornaram ao sistema prisional fluminense voltaram para trás das grades após ação da Divisão de Busca e Recaptura da SEAP. A operação foi entre os dias 17 e 24 de abri A recaptura mais recente foi no dia 24, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. Natã Raimundo Julião Luiz, considerado de alta periculosidade, não retornou à cadeia desde a saída de Natal. Também responde por roubo. No dia 21, foi a vez de Danilo Henrique Nascimento Silva. Ele foi localizado na Zona Norte do Rio, no bairro da Abolição, e tinha mandado de prisão por roubo desde novembro do ano passado. Leonardo Abreu Mendonça foi encontrado em Barra Mansa, no sul do estado. Desde março, ele era procurado pela polícia depois de não retornar da Visita Periódica ao Lar. Ele responde por homicídio, tráfico e porte ilegal de arma. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Entenda a atuação de uma quadrilha que subtraía cabos de telecomunicações e tinha elo com o CV

Investigações, que levaram à denúncia de 22 ipessoas, revelaram um sofisticado esquema criminoso, baseado na subtração de cabos de telecomunicações e energia elétrica, com posterior recolhimento do material por empresas de reciclagem ligadas aos próprios líderes da organização e lavagem dos lucros ilícitos por meio de transações bancárias fracionadas, aquisição de veículos de luxo, emissão de notas fiscais falsas e simulação de contratos com empresas reais. A quadrilha atuava realizando fraude documental e disfarce operacional, ação furtiva com vigilância armada. Os furtos ocorriam durante a madrugada, com batedores armados em motocicletas, ligados ao tráfico de drogas, garantindo a evasão e a proteção da operação. Os criminosos amarravam os cabos aos caminhões, puxando-os com força, causando danos estruturais severos às estações subterrâneas. Os cabos subtraídos eram transportados para galpões e ferros-velhos em Queimados, Baixada Fluminense; no Morro do Fallet, Centro do Rio; e no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo — todos de propriedade dos líderes da organização, situados em territórios dominados por facções criminosas. O grupo dividia o percentual do faturamento com os traficantes locais, garantindo a proteção do território. Nos depósitos, os cabos eram decapados, fracionados e queimados para eliminar vestígios de origem, e revendidos a ferros-velhos e metalúrgicas no Rio de Janeiro e, principalmente, em São Paulo, com apoio de intermediadores. Parte dos pagamentos era feita com veículos de luxo, e outra era lavada por meio de empresas ligadas ao núcleo de comando, nos ramos de alimentos e comunicação, com emissão de notas fiscais falsas, anúncios e propaganda de clientes fictícios. Segundo apurado, o líder do grupo era também o elo com o tráfico do Fallet. Atuava como contador da facção, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem via empresas reais. O homem foi preso pela Polícia Civil do Paraná por ser o elo entre fornecedores de drogas daquele estado e traficantes de drogas do Rio. Os galpões usados pelo bando ficaram em áreas dominadas pelo Comando Vermelho e os envolvidos dividiam os lucros com os integrantes da facção, que também faziam a segurança armada do grupo. A mulher dele assumiu a liderança após sua captura, comandando pagamentos, lavagem, contratos simulados e gerenciamento de empresas. Outros integrantes do núcleo central do grupo incluíam organizadores de equipes e contato com batedores armados, um grande receptador e responsáveis pela movimentação do material ilícito. Hoje a Polícia Civil faz uma megaoperacão voltada à desarticulação da organização criminosa. Sete pessoas foram presas O objetivoé o cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, incluindo residências dos alvos, sete ferros-velhos e metalúrgicas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Há ainda mandados de prisão preventiva expedidos contra integrantes da organização criminosa, inclusive da cúpula, e o pedido judicial de bloqueio de até R$ 200 milhões em contas bancárias e ativos financeiros, além do sequestro e indisponibilidade de bens e imóveis como casas e veículos de luxo, lanchas , cavalos de raça., entre outros. FONTE: PCERJ

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