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operação policial

Saiba quanto o chefão da Muzema (CV) pagava por fuzis, munições e carregadores a seus fornecedores. Fuzil chegava a custar R$ 85 mil

Uma planilha com a relação de armas e munições que seriam adquiridas pelo chefe do tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhangá, Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, mostra quanto ele costumava pagar pelos artefatos bélicos. Uma das anotações mostra uma metralhadora ponto 50, arma antiaérea, que custaria R$ 240 mil. Zeus ia pagar R$ 110 mil pela aquisição de dois fuzis Colt calibre 556 (R$ 55 mil cada); mais R$ 100 mil para comprar mais duas armas deste tipo (R$ 50 mil cada( e outros R$ 275 mil por mais cinco da mesma arma (R$ 55 mil cada). Já um Colt calibre 762 custava R$ 85 mil. Está na tabela mais de 34 mil munições de fuzil AK-47 que sairiam R$ 36 a unidade; Já a munição calibre 223 está anotado que ele compraria 10 mil unidades com o preço de R$ 25 cada uma. Munição 762, seriam 183 unidades saindo 30 reais cada. Zeus também iria adquirir carregadores anotados na tabela como pentes. Pente AR 10- 307 unidades – R$ 725 cada Pente AR-15 – 183 unidades – R$ 544 cada Ao todo, eram cinco os fornecedores de Zeus conhecidos como Justino, Bazzana, Gordão, Barba e Aleatório. A tabela previa investimentos que somados chegavam a mais de R$ 5 milhões. FONTE: MPRJ

Apreendido adolescente do alto escalão do CV suspeito das mortes de dois ex-candidatos a vereadores que tinham fama de matadores e tentavam impedir a expansão da facção na cidade de Japeri. Menor também é acusado de matar criança de cinco anos

A polícia apreendeu um adolescente suspeito de envolvimento nas mortes de dois ex-candidatos a vereadores em Japeri e uma tentativa de homicídio ocorridos em dezembro de 2024. Na abordagem, o menor foi detido na posse de uma pistola de calibre 9mm, com numeração de serie suprimida. Vale destacar que, conforme apurado na investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, o adolescente e dois comparsas realizaram diversos disparos de armas de fogo contra as vitimas que conversavam na rua.  Na ação, duas pessoas morreram e uma terceira foi ferida em um dos braços em razão dos disparos de arma de fogo efetuados pelos criminosos.A motivação do crime é que os autores, traficantes do alto escalão da facção Comando Vermelho no município, pretendiam expandir os negócios da facção com a instalação de novas bocas de fumo na Comunidade da Chacrinha, mas encontravam resistência das vítimas fatais, que eram conhecidas por serem matadores na região. As duas vítimas mortas eram ex-candidatos a vereador. De acordo com os agentes, o menor é do alto escalão do tráfico do CV em Japeri. Ele ainda é apontado como o autor do homicídio de uma criança de 5 anos em novembro/2024, fato em investigação pela DHBF. FONTE: Polícia Civil do RJ

Braço do TCP da Maré na Região dos Lagos foi preso

Um dos principais nomes ligados à facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro), Matheus Gonçalves, conhecido no meio do crime como ‘Perninha’, foi capturado pela Polícia Civil/40ª. DP do Rio de Janeiro na última quinta-feira (22). Ele é apontado como o responsável direto pelas ações de confronto armado da quadrilha na Região dos Lagos, onde atuava como braço operacional de TH da Maré, chefão da facção recentemente morto pela polícia, . Oriundo do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, Perninha estava foragido e tinha contra si dois mandados de prisão em aberto. Os crimes atribuídos a ele incluem associação ao tráfico de drogas e homicídios. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram)

Saiba como traficante Zeus se tornou o ‘dono’ da comunidade da Muzema (CV). Confira também negociações do bandido para a compra de armas e drogas

O traficante Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, se tornou o dono das bocas de fumo da comunidade da Muzema, no Itanhangá após ampla participação ao financiar a guerra de expansão territorial da facção criminosa contra os milicianos estabelecidos anteriormente naquelanlocalidade. Após o sucesso da empreitada organizada por Zeus, a cúpula do Comando Vermelho_ Doca, Pezão e Abelha_ decidiram recompensá-lo com o controle territorial e econômico da região da Muzema. Com isso, toda a rentabilidade das atividades criminosas voltadas para o tráfico de drogas, roubo de veículos e cargas, cobranças de taxas de moradores e comerciantes, exploração de “gatonet” e expropriação ilegal de imóveis praticadas nesta região, são auferidas por Zeus e e parte desses lucros destinam-se à caixinha da facção. Após o aumento expressivo nas suas fontes de renda ilícitas, Zeus com visão ambiciosa, passou a financiar a tentativa de expansão territorial pelo Comando Vermelho sobre a comunidade Rio das Pedras – Jacarepaguá, ora dominada por milicianos, desencadeando uma guerra territorial travada entre distintos polos de guerrilha, com fortes armamentos, despontando no sofrimento da população carioca. Em recente postagem na rede social Whatsapp, Zeus ofereceu dinheiro para informantes que expusessem a localização de milicianos que atuam na Comunidade Rio das Pedras. O intuito do investigado não difere das práticas covardes comuns a essa facção, o homicídio de seus desafetos. Zeus tambén é responsável por comprar armas e drogas de fornecedores interestaduais para revender para outras lideranças do Comando Vermelho, no Estado do Rio de Janeiro e nos recortes abaixo. Em uma conversa com o comparsa Vini 21, Zeus mencionou Doca como devedor de determinado valor e posteriormente, envia para Doca”, uma lista atualizada de valores pendentes de quitação, o que demonstrou que traficantes de alta patente têm recorrido a Zeus” para abastecer seus redutos na guerra do tráfico. Em um grupo de Whatsapp ‘Amigos do Transporte’, Zeus dialogou com Paulista da 50, sobre acerto de finanças relacionadas à compra de munições e armamento e nesse contexto, uma chave PIX foi ilustrada por meio de um comprovante de transferência, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), As cifras de Zeus com a compra de armas e drogas impressionam, eis que, em outro recorte, está discriminada a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (Em outra escuta, Zeus se reportou a Oclinho 24, um dos seus fornecedores, o levantamento do valor da dívida referente à compra de fuzis e na mesma oportunidade, menciona o traficante Doca”, líder do Complexo da Penha, como interessado no carregamento do “óleo”25 que estava para chegar. No grupo ‘Filhos de Deus’, apurou-se uma mensagem enviada por Zeus direcionando uma boa parte do armamento do seu acervo para emprego na Comunidade da Muzema, onde possui total comando ” A polícia localizou uma imagem de um caderno de anotações do escritório de Zeus, com valores referentes ao carregamento de “maconha”, que somados totalizam o valor de R$ 1.748.450,00 fazendo menção ao nome de um homem chamado Adriano César como responsável por acolher valores em conta corrente dopagamento do referido carregamento.. Outros grupos usados por Zeus como GP e Articulados, ele o controle das finanças sobre a compra e venda de armas e drogas, para o qual recebe auxílio de vários interlocutores. Por meio das janelas de diálogos nesses dois grupos, apurou-se milhares de munições negociadas, carregadores de fuzil e 100 kg (cem quilos) de cocaína, somente em uma única encomenda. Há diálogos em que Zeus, afirmou para Oclinho” a encomenda de fuzis, munições de calibres .762 e .380, carregadores de G3 e, demonstrando o poder bélico ostentado nas comunidades cariocas dominadas pelo tráfico, negociam o pedido de uma metralhadora .50, pelo valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais). Em um perído de quarenta dias, um dos envolvidos no esquema obteve a quantia de superior a R$ 1.600.000,00 decorrente da venda de carregadores e munições a pessoas interpostas desta facção, além de receber depósitos em sua conta pessoal e das duas empresas em seu nome. Esse suspeito estava em uma planilha financeira obtida na quebra de sigilo telemático da nuvem de Zeus que contabilizou a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em material bélico e drogas no período de um mês. Em um outrro diálogo captado pela políca, Doca foi atuallizado por Zeus sobre os valores pendentes de quitação referente à compra de munições e drogas. Os fornecedores Oclinho e Paulista chegaram a ir ao Complexo do Alemão o para receber o pagamento de R$150.000,00 em espécie, na companhia das duas respectivas esposas Zeus mostra um criminoso organizado, inteirado sobre cada entrada e saída de caixa, exigente quanto ao controle das finanças, levando a crer que talperfil seja um dos motivos que justificam a rápida ascensão de um traficante, natural de outro estado, em território carioca, já tão conflagrado por disputas sangrentas que envolvem todos os setores da criminalidade do estado: facções do tráfico, contravenção e milícia Os funcionários de Zeus exercem seu trabalho em um escritório localizdo no Complexo do Alemão f, de onde recebem as mercadorias ilícitas de traficantes de outros estados, contabilizam, planilham os valores gastos, revendem o material para traficantes locais e fazem a cobrança periódica das dívidas, no que se pode denominar de “Call-center ” do tráfico. FONTE: MPRJ

MC do CV no Ceará foi preso em Magé

Um MC do tráfico, foragido da Justiça do Ceará e autor de funks proibidões de apologia ao Comando Vermelho, foi preso em Magé Ele estava escondido no Complexo da Lagoa. Carlos Eduardo de Almeida Pires tinha papel relevante na difusão da ideologia criminosa”. “Como MC, o criminoso utilizava as redes sociais e plataformas digitais para produzir e divulgar canções que fazem apologia explícita ao tráfico de drogas e a traficantes do Comando Vermelho cearense, enaltecendo o poder bélico e as ações da facção. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Saiba como funcionava esquema milionário de pagamento de resgate de veículos produtos de roubo e furto no RJ. Quadrilha é alvo de operação

A Polícia Civil faz operação hoje contra integrantes de uma quadrilha que promovia “pagamento de resgate” de veículos produtos de roubo e furto. ]O inquérito revelou que empresas recuperadoras de veículos, conhecidas como “pronta resposta” ou “pronto emprego”, contratadas por associações e cooperativas de proteção veicular, negociavam diretamente com roubadores, traficantes e receptadores o pagamento de valores para a devolução dos veículos. O objetivo desse esquema é evitar que essas associações precisem indenizar seus clientes com base na tabela Fipe. Foi possível comprovar que esse modelo impactou diretamente no aumento do número de roubos de veículos ocorridos no segundo semestre do ano passado e nos dois primeiros meses deste ano em todo o Estado do Rio de Janeiro, principalmente na capital e na Baixada Fluminense. O esquema criminoso envolveu cifras milionárias. As investigações demonstraram que quatro empresas receberam, de apenas duas associações, mais de R$ 11 milhões em menos de um ano. Nesse mesmo tempo, só por essas empresas, mais de 1,6 mil veículos foram recuperados. Chama a atenção também o ínfimo tempo decorrido entre a data do roubo e a data da recuperação que, em algumas empresas, em média, é de apenas quatro dias. Como funcionava o esquema? Quando um veículo protegido por uma associação ou cooperativa era roubado, os funcionários dessas empresas de “pronta resposta” entravam em contato diretamente com criminosos, traficantes ou roubadores para negociar a devolução. Esse contato, muitas vezes, era feito dentro das próprias comunidades dominadas por facções. Para os criminosos, trata-se de uma forma rápida, segura e altamente rentável de obter dinheiro. O mesmo vale para essas empresas, pois, em média, foram pagos mais de R$ 6 mil por veículo recuperado, sendo que uma parte desses valores era pago pelo resgate e boa parte ficava para a empresa. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão contra sócios e funcionários dessas empresas, com o objetivo de apreender celulares, computadores e documentos que comprovem a participação no esquema, além de identificar os responsáveis, do lado dos criminosos, pelas negociações. FONTE: Polícia Civil do RJ

Quadrilha de ‘171’ ligada a chefão do CV foi desarticulada na Baixada

A policia desarticulou uma quadrilha de estelionatários que atuava na região de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense e era vinculada ao traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, uma das principais lideranças do Comando Vermelho. O grupo operava sob a alcunha de “Bonde do Urso”. O líder do bando foi identificado em registros recentes no camarote do baile funk realizado na Cidade de Deus no último fim de semana, onde ocorreu a morte de um agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Ele estava acompanhado de membros da liderança do tráfico e artistas ligados à facção. Outros integrantes da quadrilha também estavam presentes no evento, misturados entre os “soldados” da organização criminosa. Durante a operação, os agentes localizaram camisas personalizadas com o nome do “Bonde do Urso”, acessórios e imagens que mostram os criminosos ostentando joias, ouro e tirando fotos com traficantes. Os criminosos tinham alugado uma residência que era utilizada como base para diversas fraudes financeiras. No local, os policiais encontraram drogas e equipamentos eletrônicos, como computadores e máquinas de clonagem de cartões, além de um laboratório improvisado para falsificação de dados bancários. As investigações apontam que o grupo não apenas utilizava cartões clonados, mas também fraudava plataformas digitais e atuava com golpes em site de apostas esportivas. A casa funcionava como uma verdadeira “empresa clandestina do crime”, com forte estrutura tecnológica para praticar os delitos. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM confirmou três mortos e dois feridos em guerra do tráfico no Fubá e Campinho

A Polícia Militar confirmou três mortos e dois feridos na guerra entre traficantes nos morros do Fubá e do Campinho que começou ontem de noite e se alastrou pela madrugada. Na noite de quarta-feira (21/5), policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) foram acionados após a informação de que duas pessoas teriam dado entrada na UPA de Madureira com ferimentos. No local, os policiais confirmaram a entrada das vítimas, que relataram ter sido atingidas enquanto estavam na Comunidade do Campinho. De acordo com o comando do 9º BPM, após receberem a informação dos feridos e do confronto entre grupos criminosos rivais na comunidade, equipes da unidade foram mobilizadas para a região. A Polícia Militar realizaram uma ação emergencial para reprimir a atuação dos envolvidos no tiroteio.  Ainda de acordo com a unidade, nesta quinta-feira (22/5), três indivíduos foram localizados em óbito durante patrulhamento dos policiais. A área foi isolada para a realização da perícia.  Não houve confronto envolvendo os agentes. FONTE: PMERJ

Há sete anos havia estourado escândalo de extorsão a comerciantes no camelódromo da Uruguaiana. Personagem daquela época foi preso hoje em operação. Veja o que se descobriu na ocasião

Há sete anos tendo como personagem um dos presos na operação de hoje, o Ministério Público Estadual do Rio havia denunciado cinco pessoas acusadas de fazer parte de uma organização criminosa no Camelódromo da Uruguaiana, no Centro do Rio. O bando na época promovia em conluio com agentes públicos, extorsão de comerciantes, a venda e cessão irregular de espaço público permissionário, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, dentre outroscrimes, além de inúmeras outras irregularidades que colocavam em risco avida de comerciantes e frequentadores do local. Na ocasião,, além de gerenciar o aluguel e comércio irregular dos boxes, o bando cobrava taxas semanais dos comerciantes, sendo aproximadamente R$ 30,00 referentes à segurança e limpeza do local (média de R$ 120,00 por mês), e aproximadamente R$ 95,00 mensais, referentes ao suposto rateio de conta de luz. Haviam outras taxaas, como taxa de obras para cumprir exigências do Corpo deBombeiro (R$ 610,00 por mês de cada box) e além de taxas eventuais de obras. Considerando o universo de aproximadamente 1.600 boxes, o montante arrecadado ultrapassa em muito o valor cobrado para realização doserviço prestado pela empresa. Além do mais, a prova produzida corrobora a informação de que a obra contratada sequer foi concluída e que os valores excedentes foram indevidamente apropriados pelos envolvidos no esquema criminoso. Um comerciante que fez aquisição de nove boxes, e para mantê-los abertos era exigida uma quantia no valor de R$ 5.000,00, por box. No curso das investigações foi apurado que os comerciantes que pagassem o valor cobrado, eram expulsos, perdiam suas mercadorias e tinham seus boxes “vendidos” ou “entregues” a terceiros pela quadrilha. Ressalta-se que a atuação do grupo por vezes contava com a presença de elementos que ostentavam armas de fogo, a pretexto de fazer a segurança do local e dos administradores do centro comercial. Naquela época, foi falado que o grupo atuava como uma milícia. A denúncia dizia que organizações criminosas rivais se revezam na administração da associação comercial que cuida do Mercado Popular da Uruguaiana com a ativa participação de agentes públicos ainda não identificados, que integram a malta, sempre[ objetivando fins espúrios e colocando em risco não só os comerciantes como os frequentadores do local haja vista o crescimento desordenado e sem controle dos boxes permissionários. Desde a época da ACAC, Associação dos Comerciantes, cujo presidente foi assassinado em 201413, até a vigência da sucessora, CCU, que a disputa pela liderança da entidade era palco da mais espúria e criminosa atuação de “grupos” de interesses, com evidente participação de agentes públicos envolvidos na deliberada omissão no exercício do poder de polícia em espaço público. O MPRJ chegou a relatar que o espaço destinado ao camelódromo representava verdadeiro caos organizacional, com ambiente propício para abrigar toda sorte de criminalidade, desde contrabando, receptação, falsificação de produtos e até mesmo vinculação com milícia1 roubo de cargas, tráfico de drogas e armas. O preso na operação de hoje era na época, tesoureiro da quadrilha sendo o responsável pelas decisões administrativas e financeiras do Centro Comercial. Além disso, era o braço contábil da organização, auxiliando a manter ocultos os proveitosfinanceiros da cúpula, e promovendo a aparência de legalidade para fins de prestação de contas. tinhaainda a função de catalogar todas as receitas e indicar as sobras, sendoainda responsável por tudo que entrava através do recolhimento da “taxa de luz”, da “taxa da associação” dos boxes e ainda arrecadava o dinheiro pela utilização do banheiro situado na sede Com a prisão de comparsas, esse homem acabou por promover sua própria ascensão política dentro da estrutura da CCU e, após a prisão temporária e afastamento de três parceiros em maio de 2018, assumiu a presidência e foi recentemente reeleito, constituindo atual “oposição” aos demais comparsas FONTE: MPRJ

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