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operação policial

Ladrão de carros e homem de guerra do TCP foi preso em Belford Roxo

Foi preso nesta quarta-feira (14/05), escondido na casa de familiares, na Comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo, um traficante do Terceiro Comando Puro que faz parte do grupo que mais realizava roubos de veículos na região e atuava como “homem de guerra” nas disputas territoriais. Ele atua na comunidade da Guacha, em Belford Roxo. Ele integra o “braço” responsável por realizar roubos, que era liderado pelo traficante Genaro morto pela polícia no ano passado. Além de atuar nos assaltos, ele participava de tentativas de invasão em comunidades dominadas por facções criminosas rivais. Pelas redes sociais, o bandido ostentava diversas fotografias portando fuzis e pistolas. Ele era procurado por um homicídio praticado em julho de 2024, durante o confronto entre facções criminosas no Morro da Caixa D’Água, e por uma  tentativa de latrocínio, em fevereiro deste ano, quando atirou no peito de um motociclista durante um assalto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso um dos bandidos mais violentos do Rio especializado em roubos a bancos e condomínios de luxo e que se disfarçava de pedreiro

Foi preso ontem um homem considerado um dos criminosos mais violentos em atividade no Rio de Janeiro, especializado em roubos a agências bancárias e condomínios de luxo, principalmente na Zona Sul. Ele trabalhava como pedreiro para ter acesso aos prédios e facilitar a prática dos crimes. A ocupação era uma estratégia para ter conhecimento da rotina dos moradores e monitorar a estrutura dos edifícios, com o objetivo de identificar possíveis vítimas e planejar os roubos. Ele é apontado como autor de pelo menos cinco roubos violentos, sendo um deles o ataque a uma agência bancária na Penha, em 11 de dezembro de 2024. Na ocasião, a quadrilha utilizou armas de fogo e até uma granada para ameaçar funcionários e clientes, com o intuito principal de subtrair o cofre do banco. Outro crime que chocou pela ousadia ocorreu em 21 de dezembro de 2024, no bairro de Copacabana. Moradores de um prédio residencial foram feitos reféns e mantidos sob forte ameaça. Um vizinho foi utilizado como escudo humano pelos criminosos, que o forçaram a tocar os interfones de outros apartamentos para enganar as vítimas e facilitar a entrada do grupo. Um comparsa do criminoso chegou a ser preso em flagrante, mas ele conseguiu fugir. O bandido também está envolvido no roubo de uma cobertura no Leblon, em 14 de dezembro de 2024, assim como de outros apartamentos no mesmo bairro, dois dias antes. Ele teria ainda empreendido novos esforços em ações criminosas que culminaram com o roubo de outro apartamento em Copacabana, em 20 de dezembro de 2024. Em uma das ações, inclusive, uma moradora idosa foi agredida e ameaçada para revelar onde guardava joias e valores em espécie. O criminoso reunia comparsas experientes e utilizava extrema violência nas abordagens. O uso de fardamentos, rádios comunicadores e armamento pesado era comum nas ações do grupo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Dono de apartamento de luxo na Barra onde foram encontradas 240 armas em operação contra o CV denunciou em 2017 esquema de extorsão a camelôs da Uruguaiana

O dono do apartamento de luxo na Barra da Tijuca onde foram encontradas as 240 armas durante operação contra o Comando Vermelho Jhonnatha Schimitd Yanowich havia denunciado em 2017 à DRACO um esquema de extorsão por parte de uma associação no camelódromo da Uruguaiana. Ele disse na ocasião que ao adquirir nove boxes teria que pagar R$ 5.000 para manter cada um aberto. Se não pagasse, os espaços seriam fechados. Em 2018, Jhonnatha teve sua casa assaltada na Barra da Tijuca. Na ocasião, os bandidos levaram, 08 (oito) relógios, 680 munições de 380 e .38, R$ 38.000,00. US$ 40.000,00 (quarenta mil dólares), 01 (uma) pistola Taurus 838, 01 (uma) pistola Glock 380, numeração 001, 03 (três) pares de brincos, 05 (cinco) anéis, 01 (um) RG, 01 (um) CPF, 01 (uma) CNH e 01 (uma) carteira funcional de juiz arbitral, de propriedade de Jhonnatha que foi abordado, com sua esposa e três filhos, mediante grave ameaça consistente em emprego de armas de fogo, de ver a cabeça de seu filho cortada, ocasião em que tiveram suas liberdades restringidas e foram mantidas em poder dos roubadores dentro de sua residência por cerca de três horas,. Na época, Jhonnatha alegou que era colecionador e possuía diversas armas, de vários calibres. Entre os dez presos na operação de ontem, um deles, Sérgio Sinigalha Alvarez, foi condenado anos atrás acusado de ser armeiro do CV.Ele atuava tanto em Niterói e São Gonçalo como também no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Sidney Emerson da Silva foi investigado em um inquérito da Polícia de São Paulo sobre tráfico de drogas e armas. Um dos integrantes da quadrilha era membro do PCC sendo responsável pela guarda e distribuição de armas e drogas na zona norte da cidade de São Paulo e em alguns bairros em Guarulhos. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ, TJ-RJ e TJ-SP

PM foi morto em São Gonçalo

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa a morte do cabo da Polícia Militar Maximiliano Ferreira Costa, de 41 anos, ocorrida na tarde desta terça-feira (13/05), em São Gonçalo. De acordo com as informações do comando da unidade, policiais militares realizavam uma ação de inteligência no Colubandê, quando foram atacados por criminosos armados. No local houve confronto e um policial foi ferido e imediatamente socorrido ao Hospital Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos e um suspeito foi detido e outro foi ferido e socorrido para a mesma unidade de saúde, onde permanece custodiado. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Das 240 armas apreendidas hoje em operação contra o CV, cerca de 60 eram longas, como fuzis

A Policia Civil do Rio informou que das 240 armas apreendidas hoje durante operacão contra o Comando Vermelho, cerca de 60 delas eram longas, como fuzis . Também foram arrecadadas 43 mil munições e US$ 24 mil em espécie. Dos dez presos estão um armeiro do tráfico, um dono de loja de armas e um homem com licença de CAC, além de outros envolvidos no esquema de tráfico de armas e de lavagem de dinheiro. As capturas ocorreram nos quatro estados onde a operação foi realizada. A investigação revelou que o armamento seria usado no fortalecimento e em expansões territoriais da facção no Rio, inclusive na Zona Oeste da capital, e em outros estados da federação. A apuração teve início a partir de uma simples prisão em flagrante por tráfico. Ao analisar a atuação do preso e sua relação com outros criminosos, os policiais descobriram um grande esquema que envolvia até lavagem de dinheiro .Um dos pontos que chamou atenção foi o envolvimento de criminosos de outros estados. Se antes eles buscavam o Rio de Janeiro para se abrigar, agora eles ganhavam relevância dentro da facção, chegando a chefiar comunidades, como a Muzema. E, daqui, escolhiam sucessores em seus estados de origem para comandar a organização por lá. “Vimos hoje mais uma ação emblemática da ‘Operação Contenção’, que busca justamente conter essa polícia expansionista do CV na Zona Oeste. Identificamos e prendemos pessoas que passavam despercebidas. Apreendemos armas em uma casa de luxo na Barra da Tijuca, e também prendemos um integrante da quadrilha que tinha empresa de comércio de armas de aparência lícita, mas que desviava para vender para a facção. Essas armas seriam usadas para cometer crimes e para atacar a polícia”, afirma o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração da 60ª DP, com o apoio do Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da Polícia Civil, desvendou toda a organização criminosa interestadual que abastece o CV. O grupo tinha um esquema minucioso e sofisticado com núcleos operando em diversas comunidades do Rio de Janeiro e integrantes atuantes em outros estados do país. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em cerca de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Além das prisões dos alvos e da coleta de evidências para robustecer as investigações, a ação também buscou a asfixia financeira do grupo, para interromper essa engrenagem. A consequência imediata esperada é a interrupção na logística para obtenção de armas e de drogas pelas lideranças do CV que atuam em diversas comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

TH da Maré tinha 20 seguranças com ele, diz PM

O traficante TH da Maré estava acompanhado de mais de 20 criminosos atuando como seguranças quando foi morto. Dois dos seguranças foram baleados e levados ao Hospital EvandronFreire mas não resistiram. De acordo com o coronel Marcelo Menezes, secretário da PMERJ, houve um levantamento sobre o “modus operandi” do grupo criminoso e a residência onde ele se encontrava. Os policiais entraram exatamente no local determinado e houve intenso confronto. As investigações indicam ainda que TH coordenava treinamentos paramilitares dentro da comunidade. A quadrilha de TH m 11 das 16 comunidades que compõem o Complexo da MOs criminosos, de acordo com o levantamento, são responsáveis por oprimir moradores da comunidade, realizar roubos de carga e de veículos nas vias expressas da região metropolitana, entre outras ações violentas. Um dos 17 mandados de prisão contra ele era referente ao assassinato dos sargentos do BOPE Rafael Wolfgramm Dias e Jorge Henrique Galdino Cruz, durante uma operação na Maré, em junho do ano passado. – A Polícia Militar retirou de circulação um perigoso criminoso. Quem ganha é a sociedade. Foi uma operação planejada com inteligência e executada com profissionalismo. O objetivo era prender o líder da facção, mas ele optou pelo confronto. Demonstramos mais uma vez que não haverá tréguas para estes criminosos extremamente  violentos, que circulam fortemente armados e que não têm pudor em utilizar de forma cruel a população como escudo para fugir do cerco das forças de segurança – disse o governador Cláudio Castro. FONTE: PMERJ

Ex-candidato a vice-prefeito de Niterói é suspeito de furto cinematográfico na cidade

O empresário Alexandre Ceotto André que foi candidato a vice.prefeito em Niterói é suspeito de ser o mentor intelectual de um furto cinematográfico na cidade. Agentes cumpriram hoje mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao autor, em Icaraí e Itaipu. O crime ocorreu em fevereiro de 2025. Na ocasião, um homem, ordenado pelo empresário, invadiu um dos apartamentos de um apart-hotel de alto padrão localizado no bairro de Gragoatá, em Niterói, e furtou cerca de dez relógios de luxo. Para não ser reconhecido, o criminoso utilizou uma máscara de silicone realística, além de terno e luvas. Na última terça-feira (06/05), os policiais da 76ª DP localizaram o homem que executou o furto e ele apontou que um ex-candidato a vice-prefeito do município seria o autor intelectual e mandante do crime. As investigações ainda apontaram que o político era amigo da vítima e  desconfiava que havia cerca de U$ 1 milhão escondido no apartamento. Ainda segundo o apurado, o suspeito foi o responsável por vender o apartamento à vítima e, por isso, conhecia bem a arquitetura do prédio. Foi ele quem forneceu todas as informações necessárias para que o plano fosse colocado em prática, inclusive sobre a rotina do morador, que estava viajando no dia do furto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia já estava na cola de TH da Maré desde as mortes de dois PMs do BOPE no ano passado e já tinha local exato de onde o criminoso estava quando foi morto

A polícia do Rio estava na cola de TH da Maré e sua quadrilha desde a morte de dois PMs do BOPE no ano passado. A operação de hoje foi resultado de um trabalho de inteligência de cerca de um ano e previamente planejada. Segundo o secretário da PMERJ, coronel Marcelo Menezes, houve muita resistência por parte dos criminosos intenso confronto entre PMs e os traficantes que culminaram não só com a morte de TH como também de seus dois seguranças. “Ele foi neutralizado de forma precisa e profissional por nossos policiais”, disse Os bandidos estavam em uma casa de dois andares que estava com a segurança reforçada. Menezes afirmou que, para desviar o foco da operação, os traficantes tentaram fechar as vias expressas com barricadas com fogo e ônibus atravessados. O oficial afirmou que TH tinha 17 mandados de prisão e um total de 227 anotações criminais. Além do tráfico de drogas, a quadrilha de TH era uma das maiores roubadoras de cargas e veículos do RJ. O secretário afirmou que haverá uma ocupação das comunidades da Maré por tempo indeterminado para garantir a circulação nas vias expressas. O comandante do BOPE, coronel Aristheu Lopes, disse que os PMs já tinham a localização exata onde estava TH. Os policiais avançaram, foi feito um cerco e cada vez que os agentes chegavam mais perto, maior era a resisstência por parte dos criminosos. FONTE: PMERJ

Apesar da morte de TH, TCP da Maré tem outros líderes perigosos. VEJA QUEM SÃO

Apesar da morte do traficante Thiago da Silva Folly, o TH, o Terceiro Comando Puro tem outros líderes na região. Um deles é Menor P, que mesmo encarcerado, tem grande influência na comunidade da Maré, enviando ordens aos demais integrantes da facção, para a organização e a realização do comércio ilícito de drogas. Mangolé possui uma atuação que se estende para além dos limites territoriais da Maré, inclusive, para as cidades vizinhas de Niteroi e de São Gonçalo, sendo conhecidos por serem um dos principais “puxadores de guerra” contra a facção rival, “Comando Vermelho”. Cria e Chocolate (preso) também atuam na liderança do tráfico da localidade, sendo certo que são membros da organização criminosa desde o ano de 2009. Java , atua como gerente geral do tráfico de entorpecentes na referida comunidade, sendo diretamente subordinado aos líderes. Pescador, Carrapato, Drogadão e RN atuam como gerentes do tráfico do Complexo da Maré, respondendo por diversos pontos de venda de drogas, organizando a venda de drogas, bem como, realizando a proteção armada daqueles. Pescador gerencia o Conjunto Esperança, Silas gerencia a região da “Baixa do Sapateiro, Drogadão é o gerente da Vila dos Pinehiros e Renan está encarregado da Vila do João. Há ainda os soldados como Pequeno, que cuida da segurança de Mangole BEH, Galo, Pitbull ou Da Trezentas, Cabeleiera e Jackson ocupam a função de “contenção ou soldado”, atuando na segurança armada dos pontos de venda de drogas do Complexo da Maré. Para tal função, os denunciados andam armados, protegendo os pontos de vendas de drogas e “policiando” as ruas do Complexo A Maré possui uma posição geográfica privilegiada por ocupar uma faixa territorial à margem da Baía de Guanabara, com fácil acesso às principais vias expressas da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha (Via Expressa Presidente João Goulart) e Linha Amarela (Avenida Governador Carlos Lacerda), que permitem um rápido deslocamento até os aeroportos Nomee Santos Dumont, além de outros pontos considerados estratégicos. Sua localização ainda favorece o transporte e a distribuição de armas e drogas para as regiões da Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, beneficiando as organizações criminosos ali instaladas. Assim, de acordo com a informação de inteligência, o tráfico de drogas dentro Complexo da Maré atualmente é controlado por duas facções criminosas e pela milícia. O Comando Vermelho (CV), presente nas comunidades Nova Holanda e Parque União, a Milícia controlando as comunidades Roquete Pinto e praia de Ramos, e o Terceiro Comando Puro (TCP) nas comunidades Baixa do Sapateiro (Baixa do Sapateiro e Nova Maré), Morro do Timbau, Vila do Pinheiro (Parque Ecológico, Conjunto Pinheiro, Vila do Pinheiro e Salsa e Merengue) e Vila do João (Vila do João e Conjunto Esperança). FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

TH DA MARÉ (TCP)FOI MORTO

O.principal líder do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, Thiago da Silva Folly, o TH ou Gabigol, foi morto na manhâ de hoje durante uma operação policial na comunidade TH da Maré era responsável pelo tráfico em várias comunidades. Ele respondia por exemplo pelas mortes de dois PMs do BOPE no ano passado e estava envolvido com roubos de cargas e veículos. TH é um dos denunciados pela morte do cabo Michel Augusto Mikami, do Exército, em 2014. Ele tinha 21 anos e era de Vinhedo, no interior de São Paulo. O jovem, que foi morto com um tiro na cabeça, fazia parte da Força de Pacificação que estava no Rio. Ele também foi indiciado pela Justiça no caso da morte do soldado Hélio Andrade, em 2016. Uma viatura da Força Nacional de Segurança foi recebida a tiros de fuzil ao entrar na comunidade por engano. Ele reforçava a segurança no Rio para a Olimpíada. Contra ele constavam 16 Mandados de Prisão, pelos mais diversos crimes. FONTE: PMERJ, Maré Nâo Vive (Facebook) e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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