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Jovem foi sequestrado pela milícia da Carobinha no dia 4 e continua desaparecido. Família está com medo de ir na polícia

Segundo publicação do jornalista Bruno Assunçâo, o jAlessandro Sebastião Medeiros Costa, de 20 anos, teria sido sequestrado por dois milicianos identificados como “Fresquito” e “TH”, após a vítima ter se envolvido em uma desavença com uma mulher que seria sua ex-namorada, no interior da comunidade da Carobinha, em Campo Grande. Moradores da região, ouvidos pelo repórter relataram que a família do jovem está angustiada e sem saber como agir, tomada pelo medo, e sequer teve coragem de registrar a ocorrência policial. Alessandro foi sequestrado no dia 4 deste mês, por volta das 20h, em uma localidade conhecida como Quadra 100.

Mulher morreu baleada quando estava em Uber em comunidade em guerra em Niterói

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de Cintia Regina Guimarães dos Santos. Segundo informações que circulam nas redes sociais, ela morreu após ser baleada dentro de um Uber na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, em Niterói, que tem sido palco de disputas entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro. Cíntia faleceu por volta das 3h desta madrugada de quarta-feira (24), no Hospital Estadual Azevedo Lima.  A vítima chegou em estado gravíssimo na unidade de saújde. Diligências estão em andamento para apurar os fatos e identificar a autoria do crime.

Traficantes mataram PM reformado em Niterói porque ele teria supostamente feito atos libidinosos em via pública

Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele Os traficantes do bairro Maria Paula, em Niteroi, sâo sudpeitos dr matar o PM reformado Pedro Carlos Nascimento entre os dias 17 e 19 de feveteiro. O corpo da vítima foi encontrado em estado avançado de carbonização, na forma de ossada.  A infração penal foi cometida por motivo fútil, uma vez que os denunciados agiram logo após tomarem ciência de que a vítima, supostamente, estaria praticando atos obscenos em via pública.  Os criminosos atearem fogo no veículo automotor, marca “Fiat, modelo “Uno”, cor branca, placa KYN-5303), sendo certo que o corpo da vítima se encontrava no interior do automóvel”.  O disque denúncia informou que os bandidos vulgos “Bigodinho”, e Amaral” foram os traficantes do alto do morro e foram responsáveis por atear fogo no Fiat Uno, resultando na morte de um policial militar.  A polícia chegou a prender quatro suspeitos do crime, entre eles duas mulheres.  Um policial militar  declarou que conhecia a vítima por terem trabalhado juntos na área de segurança, relatando o último contato no dia dos fatos. Informou não ter conhecimento de ameaças, conflitos ou desavenças envolvendo a vítima, tampouco soube indicar autoria ou motivação do crime.  Os diálogos apenas indicam que o indivíduo conhecido como “Bigode”, apontado como chefe do tráfico local, teria determinado que terceiros fossem verificar as supostas importunações relatadas pelas testemunhas,Pedro Carlos seguia para sua casa em Itaipuaçu, Maricá, quando foi rendido por criminosos. Imagens obtidas pela polícia mostraram o carro dele entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.entrando no bairro e, horas depois, sendo escoltado por motocicletas até o local onde foi incendiado. Um outro suspeito do crime, vulgo MT, foi morto em confronto com a PM.

Traficante do CV que saiu da cadeia em agosto é suspeito de ter dado ordem para matar PM em Rio Bonito. Conhecido por sua repressão ao crime, policial recebeu oferta de propina mas não aceitou e foi jurado de morte

Processo na Justiça revela trama para assassinar o PM Flávio dos Santos Duarte Teixeira, achado morto no Km 265 da Rodovia BR-101, em Rio Bonito. em 5 de novembro. O homicídio teria sido ordenado por traficantes locais, ocupantes de cargos elevados na hierarquia do Comando Vermelho, em represália à atuação da vítima como policial militar altamente combativo ao tráfico de drogas. A vítima estava sendo monitorada por ser alvo de insatisfação entre os traficantes por conta de sua atuação altamente dedicada na repressão ao tráfico de drogas nas cidades de Tanguá e Rio Bonito. Ambas as testemunhas pontuaram que teria havido proposta de suborno para reduzir sua atuação no combate ao tráfico de drogas na comunidade conhecida como Parque Andreia, em Rio Bonito, assim como “jurada de morte” por traficantes de Tanguá. Duas semanas antes do crime, os traficantes Negão e Jefferson fizeram chamado de video com Canela para buscarem informações sobre Teixeira, com o objetivo de matá-lo”. Um investigado que foi preso ao depredar a sede da 3ª CIA do 35º BPM (fls. 237), em suas declarações, verificou-se tom ameaçador empregado ao se referir a ordens emitidas pelo Canela que é apontado como liderança da facção criminosa supracitada na cidade de Tanguá, que se encontra evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano Imagens de câmeras de segurança dos estabelecimentos comerciais registraram o trajeto de uma motocicleta percorrendo inicialmente no sentido Rio Bonito e posteriormente na direção oposta, rumo a Tanguá ou Itaboraí em horários próximos ao crime Vale destacar informações sobre a investigação apontando que um criminoso teria sido visto festejado como executor do crime na comunidade conhecida como Reta Velha, em Itaboraí. ]O fato é que a vítima provocou insatisfação entre nos chefes do tráfico e drogas de Tanguá e das comunidades de Nova Cidade e Parque Andrea, em Rio Bonito, por conta de sua atuação combativa, havendo indicação de que teria havido proposta de pagamento de propina, prontamente negada, para alteração de sua conduta. Diante da negativa, a vítima teria sido “jurada de morte”. Tais versões são corroboradas pela gravação de um dos investigagdos em que este relata ordens emitidas por Canela, liderança da facção criminosa na cidade de Tanguá, que se encontraria evadido do sistema prisional desde agosto do presente ano, para execução da vítima. Destaque-se, ainda, a informação de que teria havido uma chamada de vídeo entre os investigados para tratar da execução de policiais que com sua atuação prejudicavam a facção criminosa, ressaltando-se que o Policial assassinado residida em área controlada pela facção criminosa Comando Vermelho, onde também teria prejudicado o comércio de entorpecentes com sua conduta. Todos estes elementos conduzem à validade da linha investigativa, entendendo-se por demonstradas fundadas razões que levam à provável autoria ou participação dos “donos” do tráfico de drogas das localidades de Parque Andrea e Nova Cidade, em Rio Bonito, e da Cidade de Tanguá. Saliente-se que as células do Comando Vermelho em atuação nas Cidades de Tanguá e Rio Bonito notoriamente são vinculadas à comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, indicando dinâmica altamente complexa e bem executada que poderia ter envolvido as três sucursais. Foram decretadas as prisões preventivas de Canela, Rafael Negão e Jefinho pelo crime,

Os bastidores do assassinato de um casal muito jovem morto por traficantes da ADA em Macaé

Processo na Justiça revela a trama do assassinato de um casal em Macaé identificado como Tony Machado Macedo de Almeida, de 18 aos, e Maryana Anastácio Cabral Gomes, de 16 anos, ocorrido em 20 de novembro do ano passado. Tony era envolvido com o tráfico e chegou a vender uma motocicleta para comprar drogas na capital fluminense e posteriormente repassado para outros venderem. Esses intermediários, no entanto, teriam sido picotados pelos traficantes. O pai de Tony dissse que um traficante vulgo Semente queria matá-lo e por isso retirou seu filho da cidade tendo ele permanecido fora de Macaé durante 15 dias em São José do Ubá, De volta a Macaé, Tony apareceu com uma Tucson marrom e enviou mensagem para o pai. “Semente avisou que os meninos vão me cercar para me pegar” A mensagem foi enviada momentos antes de Tony ser assassinado Tony ainda falou para o pai. “Pai eu vou lá para o aeropor, o senhor me encontra lá para a gente para São José de Ubá porque eu estou correndo risco de vida, os garotos estão me cercando”. Em outra mensagem, Tony expressava o medo. ” “Mãe, manda meu pai indo lá pra reta da Dona Rute porque eu vou ter que ir embora de Macaé rápido. Os cara me viram no bairro aqui e explanou onde eu “to”. Eu tenho que ir embora”. Tony assim como Maryana teriam sido mortos por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).  Testemunhas disseram à polícia que um homem, pilotando uma motocicleta preta, se aproximou do casal e disparou contra eles antes de fugir. Maryana era namorada dae Tony. O policial Claudio Cordeiro disse que foram acionados para comparecerem no local, pois havia um duplo homicídio, na Rua Chico Mendes próximo ao Recanto da Lagoa, no Bairro São Marcos, que alguns populares estavam no local dizendo que ouviram disparos. Que um dos populares, de nome Vicente viu de sua janela que o autor estava pilotando uma moto. Ao chegtar ao local do crime, o pai de Tony informou que o filho era envolvido com tanto com o tráfico quanto com o roubo; que disse também que um homem de vulgo Semente seria o responsável por matar seu filho. No local foram apreendidos os telefones das vítimas. Dois envolvidos com o crime estão com as prisões decretadas. Um deles, inclusive, era amigo de Tony e esteve com ele antes do crime. Esse amigo fugiu assim que soube que homens em uma motocicleta foram até a sua casa procurá-lo. Posteriormente, a polícia apreendeu munições e caderno com possíveis anotações do tráfico

BARRA MANSA: Morador de área do TCP foi morto por frequentar comunidade dominada pelo CV

Kauã Fonseca Costa, de 20 anos, foi morto em agosto por traficantes do Comando Vermelho em Barra Mansa por morar em comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro e frequentar a área dominada por facção rival, o que levou os bandidos a acreditar que ele estaria passando informações para os inimigos. Kauã também foi executado porque estaria mantendo relacionamento amoroso com uma prima de uma pessoa próxima dos traficantes. Uma testemunha narrou que estava com Kauã em uma festa no bairro do Boa Vista III quando uma mulher avisou que um dos traficantes queria se encontrar com a vítima em uma boca de fumo. Temendo por suas vidas, a testemunha deixou a festa para buscar sua motocicleta, visando se retirar do local com seu amigo Kauã, mas que ao retornar, visualizou o momento em que um dos criminosos puxou a vítima, retirando-a do local do evento, sendo que a testemunha, ao tentar se aproximar do seu amigo e impedir a execução do crime, foi contido por um outro bandido que o segurou pelo braço, para impedi-lo de ir em auxílio, facilitando, assim, o atentado contra a vida de Kauã. Um dos traficantes teria desferido diversos disparos de arma de fogo em direção de Kauã, causando-lhe lesões corporais que foram a causa eficiente de sua morte. Era de conhecimento da testemunha que os criminosos queriam matar Kauã, o qual, por estar em um possível relacionamento amoroso com a prima de um terceiro próximo dos acusados, estaria frequentando o bairro Boa Vista III, e que por frequentar tal bairro, os acusados acreditavam que a vítima poderia estar passando informações para a facção rival. Também narra que quando soube que a vítima foi convidada a ir numa festa no bairro, disse-lhe para não ir, pois “…Os caras estão na maldade com ele”. Outros elementos informativos também, especialmente os prints de conversa de id. 171, apontam que o crime teria sido cometido em razão de a vítima residir em área controlada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, isto é, no bairro Nove de Abril, enquanto o local dos fatos, bairro Boa Vista III, seria região de atuação da malta criminosa rival “Comando Vermelho”, da qual os acusados seriam integrantes. De acordo com a Polícia Militar, Kauã foi baleado na coxa e no peito. Ele não tinha passagens criminais Apenas um traficante está com a prisão preventiva decretada acusado do crime.

Denúncia apontou que PMs teriam supostamente transportado integrantes do bando de Juninho Varão no blindado mas câmeras corporais estavam desligadas no dia dos fatos, o que impediu confirmação

Sete policiais mlitares foram apontados como suspeitos de envolvimento com a quadrilha do miliciano Juninho Varão. Segundo um Disque Denúncia, em 22 de novembro de 2024, eles teriam embarcado integrantes do bando de Varão em um veículo blindado com objetivo de confrontar traficantes na região do Marapicu, em Nova Iguaçu. Entretanto, a denúncia não pode ser confirmada pela ausência de imagens das câmeras corporais no dia dos fatos. Naquele dia, teria ocorrido um intenso confronto armado, que teria como objetivo a retomada da referi-da área em favor do grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖. A empresa responsável pela análise das câmeras corporais verificou a ausên-cia de registros de alguns componentes da guarnição, bem como, desligamento inesperado com porcentagens e voltagens de bateria. Isso comprometeu o registro integral da ocorrência e dificuldade para elucidação dos fa-tos narrados pelos denunciantes. Ouvidos acerca dos fatos, os sindicados informaram que, por determinação da Sala de Ope-rações, deslocaram-se até a Estrada de Madureira, no bairro Jardim Paraíso, Nova Iguaçu, com o fito de verificarem informações sobre um confronto armado entre traficantes e milicianos. Alegaram que, ao chegarem ao local, o confronto já havia cessado; todavia, deixaram de apresentar qualquer registro a respeito dos acontecimentos (BOPM ou Resumo de Ocorrência). No tocante às Câmeras Operacionais Portáteis, afirmaram que poderia ter ocorrido de o quarteleiro do 20o BPM tê-las retirado da doca em momento inoportuno, o que teria ocasionado autonomia inferi-or à costumeira. Diante dos elementos colhidos, conclui-se que não foi possível confirmar as alegações for-muladas pelo denunciante, sobretudo quanto ao suposto envolvimento dos policiais militares com o grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖, em razão da ausência de imagens ou de qualquer outro elemento que corroborasse tal narrativa. Todavia, a análise do material disponível evidenciou condutas irregulares por parte dos poli-ciais mencionados, especialmente relacionadas ao descumprimento dos protocolos de uso das Câmeras Ope-racionais Portáteis (COPs).

Dono de lava-jato foi morto em Nova Iguaçu só porque cercou seu estabelecimento, o que desagradou traficantes do TCP que decidiram executá-lo

Morador do Cabuçu, em Nova Iguaçu, área dominada por milicianos, e proprietário de um lava jato em reduto do Terceiro Comando Puro na cidade, Thiago Moisés Ribeiro foi assassinado em janeiro só porque resolveu cercar o seu estabelecimento para evitar algum acidente quando manobrasse os veículos dos clientes. O fato desagradou os traficantes da comunidade Três Campos, que decidiram executá-lo. Dias após após a instalação dessa cerca, um dos bandidos havia quebrado o cercado e a caixa d`água de amianto que Thiago armazenava água para lavar os veículos; Thiago foi surpreendido em seu local de trabalho pelo súbito ingresso coordenado dos executores, tendo um dos bandidos vulgo Catchau efetuado disparos imediatos e a curta distância contra ele enquanto outros dois, um deles Neném (já falecido),, atuaram na vigilância externa, garantindo a aproximação silenciosa e impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação da vítima. Imagens mostraram que dois suspeitos foram em direção ao Thiagi empunhando uma arma de fogo. Logo em seguida foi possível ouvir vários estampidos de arma de fogo. Após executarem Thiago, os criminosos deixaram o local. Catchau e um outro participante do crime chamado Fabiano estão com prisões preventivas decretadas. Em meio aos disparos, um jovem de 22 anos, que jogava bola com amigos em uma quadra de futebol da região, também foi baleado. Um entregador que passava pela rua abandonou sua moto e correu abaixado entre os carros estacionados.

Adilsinho foi denunciado por mais dois homicídios

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, ofereceu denúncia contra o mandante e os executores de dois homicídios relacionados a disputas pela exploração do comércio irregular de cigarros. A sequência dos crimes evidencia a intenção de matar e a motivação do mandante, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. A vítima, Fábio Leite, foi assassinada ao sair do enterro de seu sócio, Fabrício de Oliveira, morto dois dias antes pelo mesmo grupo criminoso.  Os homicídios ocorreram nos dias 2 e 4 de outubro de 2022. Segundo a denúncia, o primeiro crime foi cometido em um posto de gasolina, em Campo Grande, e teve como executores José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos e Daniel Figueiredo Maia. O segundo ataque foi executado por José Ricardo Gomes Simões e Átila Deive Oliveira da Silva, no entorno do Cemitério de Inhaúma.  Ainda de acordo com a denúncia, as investigações demonstraram que os crimes foram ordenados por Adilsinho, movido por “abjeto sentimento de ganância, relacionado às disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio irregular de cigarros”. 

Policia impediu guerra do tráfico e aprendeu quatro fuzis em São Gonçalo

Neste domingo (21/12), policiais militares do 1º BPM (Venda da Cruz) apreenderam quatro fuzis e prenderam um criminoso, além de vasta quantidade de entorpecentes, na comunidade do Zumbi, em São Gonçalo. Durante policiamento no bairro do Engenho, os agentes foram atacados a tiros pelos criminosos. Houve confronto. Policiais tomaram conhecimento, por meio de dados de inteligência, de que criminosos da região estariam reunidos para atacar as comunidades do Fonseca, em Niterói, em disputa pelo controle territorial. Após o confronto, um dos suspeitos foi atingido e não resistiu aos ferimentos. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NSG).

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