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MILICIA

Traficante do CV que vem liderando ataques a redutos da milícia na Zona Oeste do Rio responde por latrocínio contra policial penal em Santa Cruz

O ex-miliciano RD que foi para o Comando Vermelho e tem sido o responsável por ataques a redutos de grupos paramlitares na Zona Oeste do Rio é réu no processo que vai julgar os culpados pelo assassinato do policial penal Henry dos Santos Oliveira ocorrido em dezembro em Santa Cruz.Nos autos disponíveis não foi explicada a participação de RD no caso. O crime ocorreu em 19/12/2024.. Na ocasião, PMs foram para verificar um latrocínio no bairro. Ao chegarem ao local, souberam que houve uma tentativa de assalto a um depósito de bebida, chamado HD, onde um policial penal comprava um refrigerante, que reagiu a ação criminosa, sendo baleado e vindo a óbito. Posteriormente, a vítima fatal foi reconhecida como sendo Henry Na troca de tiros, um transeunte foi ferido, baleado na perna, e socorrido ao Hospital Pedro II, O crime foi praticado por um grupo de criminosos, composto por, no mínimo 07 pessoas, fortemente armadas com fuzis e pistolas, ostentando armas de grosso calibre, com ânimo de praticar a conduta delituosa, o que culminou na morte do agente penal. Um dos autores, chamado Hiago, foi identificado através de imagens obtidas do circuito de imagens da loja, subtraindo mercadorias no interior do estabelecimento e, posteriormente, do lado de fora, atirando contra o rosto da vítima, Henry. Outrossim, constam dos autos que ele ostenta diversas anotações criminais pelos delitos de tráfico de drogas, roubo e latrocínio consumado.As câmeras de segurança captaram ainda outro envolvido, chamado Caio, portando um fuzil e rendendo funcionários no interior da loja e, posteriormente efetuando disparos contra a vítima. O terceiro autor, Fabiano, foi flagrado ainda pelas câmeras de segurança em posse de uma pistola no interior da loja subtraindo mercadorias, encontra-se ainda evadido do sistema penitenciário, possuindo anotação criminal pelo crime de tráfico de drogas, além de ter informação nos autos de que possui expedido contra si um mandado de prisão condenatória Durante a empreitada criminosa, alguns indivíduos usavam coletes da prefeitura, situação que exige medidas mais urgentes no sentido de apurar os delitos praticados, considerando o risco para a sociedade. FONTE: TJ-RJ

Polícia faz operação contra traficantes da Vila Kennedy (CV) envolvidos em guerra com a milícia no Catiri, em execuções sumárias e extorsão a moradores e comerciantes

A Polícia Civil faz hoje operação contra o grupo criminoso conhecido como “Bonde dos Crias”, alinhado ao Comando Vermelho e com forte atuação na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio. Até o momento, 10 pessoas foram presas. A ofensiva policial é uma resposta direta à intensificação dos confrontos armados entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos do Catiri, comunidade vizinha em Bangu, nos últimos meses. Segundo apurado, moradores relatam execuções sumárias, toque de recolher e bloqueio ao transporte alternativo imposto por criminosos. As investigações identificaram os alvos como envolvidos com o tráfico de drogas, homicídios, organização criminosa, extorsão de motoristas e comerciantes, além do uso sistemático de veículos irregulares para prática de delitos. Por conta disso, equipes foram mobilizadas, com peritos criminais e reboques da Polícia Civil, para realizar verificação técnica em veículos, principalmente motocicletas adulteradas ou roubadas. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, já foi solicitado bloqueio de mais de R$ 6 bilhões em bens e valores da facção criminosa. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Homem morto pelo chefe de milícia de Itaboraí preso em SP tinha amizade com traficante do CV. Vítima fazia parte de uma lista de pessoas marcadas para morrer na cidade. Grupo paramilitar era unido ao TCP. Veja modus operandi

Leia agora detalhes sobre o homicídio da qual é acusado o chefe da milícia de Itaboraí que foi preso ontem em Atibaia (SP) e a forma de atuação do grupo. A vítima foi Daniel Christian Araujo Albuquerque dos Santos, assassinada em 21/03/2025, no bairro Jardim Itambi. Os autos que, no dia 20/03/2025, por volta das 22h30, a vítima foi sequestrada por ao menos três indivíduos armados na lanchonete J.A., localizada na Avenida São Miguel, no bairro São Joaquim. Segundo o apurado, Daniel foi colocado em um veículo Peugeot de cor preta, sem placas, e levado a destino incerto, sendo posteriormente encontrado morto em via pública na manhã do dia seguinte. No curso das investigações, apurou-se que Daniel vinha recebendo ameaças de morte anônimas, que mencionavam a inclusão do seu nome em uma lista apócrifa que circulava na região, com pessoas marcadas para morrer pela milícia. As ameaças teriam se iniciado após a realização de um evento em comemoração ao Dia das Crianças, organizado por Daniel, com o auxílio de seu irmão e de um amigo.Fotografias do evento foram publicadas em redes sociais pelo traficante vulgo Graxinha, um dos líderes locais da facção criminosa Comando Vermelho. Daniel e o irmão mantinham laços de amizade com o traficante, antigo morador do bairro. A identificação dos investigados (tanto o chefe da milícia como um homem vulgo Piolho) como possíveis autores do crime baseia-se no fato de terem sido vistos portando armas de fogo em um veículo Peugeot preto com características semelhantes ao utilizado no sequestro da vítima. Foram também relatadas abordagens a moradores e comerciantes, com questionamentos sobre supostos vínculos com a facção Comando Vermelho. Destaca-se, nesse ponto, o depoimento de um homem que declarou ter sido abordado, na véspera do crime, por um veículo Peugeot escuro semelhante ao descrito. Segundo ele, os mesmos suspeitos desceram do carro, ambos armados. Na ocasião, Piolho teria perguntado se ele possuía arma de fogo e, em seguida, declarado que a região estava sob o domínio da facção criminosa TCP, afirmando: “Avisa que é o TCP agora é agente, não quero moto barulhenta, nem fumando grau”. Além disso, há nos autos a informação de que a equipe policial do GELC, responsável pelas diligências iniciais no local do crime, observou a presença de um veículo Toyota Corolla, cor prata, circulando repetidas vezes nas imediações, monitorando os trabalhos de investigação. Tal veículo, conforme apontado pela Autoridade Policial, é compatível com o automóvel de propriedade do irmão do chefe da milícia preso. A polícia investiga a atuação dos suspeitos, abordando moradores com armas de fogo, utilizando veículo com as mesmas características daquele empregado no crime, como também a disputa territorial entre as facções Comando Vermelho e TCP/Milícia, Com efeito, a liberdade dos investigados poderá intimidar testemunhas que ainda serão ouvidas, comprometendo a elucidação dos fatos. Ressalte-se que o irmão da vítima,, e seu amigo Luiz Eduardo da Silva Ferreira também relataram que estariam recebendo ameaças de morte anônimas. FONTE: TJ-RJ

Chefe de milícia de Itaboraí (RJ) foi preso em SP. Ele é suspeito de um homicídio

Um homem apontado como chefe da milícia que atua em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, foi preso em Atibaia (SP). Ele é acusado de envolvimento em uma morte ocorrida em março deste ano. A vítima foi assassinada em razão de uma disputa entre organizações criminosas pela exploração territorial na comunidade Retiro de São Joaquim. A investigação apontou que o crime aconteceu porque o homem realizou uma festa em outubro de 2024. No dia do crime, a vítima foi retirada à força de uma lanchonete na comunidade e, no dia seguinte, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros no bairro Jardim Itambi. o acusado foi localizado no interior de São Paulo. Ele foi preso quando se preparava para entrar em um veículo, o mesmo que ele usava, segundo apurado, para praticar extorsões contra comerciantes em Itaboraí. O homem já havia sido preso anteriormente, durante uma operação que desarticulou um grupo paramilitar do município. FONTE: Polícia Civil do RJ

CV declarou guerra à milicianos e decretou toque de recolher em Nova Iguaçu

Traficantes da Tropa dos 300 (CV) declararam guerra a milicianos ðo Jardim Palmares, em Nova Iguaçu e determinaram toque de recolher na comunidade. A partir das 17h. Na noite de ontem, houve confronto na comunidsde. Os bandido do mesmo grupo dominaram a Favela do Danon, na mesma cidade, permanecem na comunidade. FONTE: Submundo Criminal e Pega Visão RJ (Telegram)

PM expulsa policiais que faziam a segurança de chefão da milícia de Rio das Pedras

A PM do Rio expúlsou de seus quadros dois policiais militares flagrados fazendo a segurança do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, quando este foi preso na Barra da Tijuca, em 2023. Taillon era o líder da milícia na região de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio de Janeiro/RJ. No episódio, um dos PMs exercia a função de segurança de Taillon, sendo ambos abordados no interior do blindado veículo Corola, modelo Cross, cor branca. Importa destacar que no dia dos fatos, o sargento se encontrava escalado no serviço deauxiliar da 3a seção (P3) do 23o BPM, no horário compreendido entre 09h às 18h, tendo solicitado ao seu superior, dispensa para se ausentar do serviço para fins de conduzir a sua genitora a consulta médica. O PM na companhia de um sargento reformado do exército brasileiro, conduzia o automóvel Nissan, modelo Sentra, cor preta, com o objetivo de realizar escolta. Em depoimento, um policial que atuou na ocorrência afirmou que o alvo era Taillon. Foi recebida a informação de que el poderia sair em um corola Cross branco Diante disso, duas viaturas foram acompanhar os veículos, aguardando o momento mais seguro para identificação e abordagem do alvo principal;Os veículos pararam juntos em uma área comercial, no Centro Metropolitano, na Barra da Tijuca, com três homens ao lado dos carros. Foi realizada a abordagem dos dois veículos. Taillon era o carona e o motorista era o PM lotado no 23º Batalhão. Após a abordagem do Sentra pela outra equipe policial, observou dois homens negros saírem deste veículo. Estes eram o militar do Exército e um cabo da PMERJ lotado na Ajudância Geral do QG PMERJ. Os três estavam armados e Informaram que realizavam a escolta e segurança pessoal de Taillon, Os três suspeitos foram levados para a Delegacia de Entorpecentes (DRE) para apreciação do flagrante Por conseguinte, os agentes estatais foram conduzidos a Unidade Prisional da PMERJonde permaneceram acautelados até a data de 09 de janeiro de 2024. No interrogatório prestado a Polícia Federal, um dos PMs, acusado informou que na ocasião, realizava a segurança de Taillon e que este o procurou após o incidente envolvendo os médicos assassinados na Barra da Tijuca. Vale recordar que um dos médicos foi executado na madrugada do dia 05 de outubro de 2023, após ser confundido com Taillon. O policial militar acrescentou que Taillon lhe informou não possuir mais vínculo com a milícia de Rio das Pedras e que realizava a segurança dele semanalmente, nos deslocamentos pela Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. Na sede da PF, o PM se calou, Depois, ele negou qualquer envolvimento com grupo paramilitar e acrescentou que não conduziu a sua mãe a consulta médica pois a sua ex-esposa já havia feito,. Disse que no dia dia 31 de outubro de 2023, o declarante solicitou ao chefe […], para ser dispensado às 12 horas do serviço de expediente do 23o BPM, pois precisava levar sua genitora a uma consulta marcada no dentista, na clínica do SUS, situada na Trav. Dona Joaquina no Centro de Belford Roxo; que ao chegar em casa sua mãe não se encontrava e foi avisado pela sua ex-esposa que a mesma a levara na consulta; que por volta das 13 horas, via telefone, foi solicitado por Taillon se o declarante poderia acompanhá-lo ao Centro Comercial Metropolitano na Barra da Tijuca e também pediu mais um motorista para conduzir o outro veículo: que mediante a fato o declarante chamou outro PM para dirigir o veículo; ao chegarem no condomínio de Taillon, na Barra da Tijuca, o mesmo disse que iriam ao Centro Comercial Metropolitano para ir pegar um exame médico e posterior talvez iriam para outro lugar no mesmo bairro; que ao saírem do centro comercial foram abordados por policiais federais, onde prontamente o declarante se identificou e aguardou saber o que estava ocorrendo; que após a abordagem todos foram conduzidos à delegacia federal na Praça Mauá, onde os policiais disseram ao declarante que estava sendo conduzido à delegacia somente para prestar esclarecimentos; ao chegar a delegacia o declarante prestou as devidas informações e posteriormente conduzido à UP:PMERJ, semao menos ter total esclarecimento de o por quê estar sendo preso; que dois meses após sua prisão, o declarante foi posto em liberdade pois o Ministério Público e o juiz do processo viram que o declarante e o outro PM não tinham nada a haver com qualquer ilícito penal, fato este que no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624- 05.2023.8.19.0001, esclarece ainda que não houve qualquer audiência no processo judicial, pois foi vislumbrado que o declarante não possui qualquer vínculo com grupo paramilitar. O cabo preso disse que on dia dos fatos se encontrava de folga quando recebeu um telefonema do colega para ver se estava disponível para dirigir um veículo para acompanhar um empresário e que o Sargento também estaria acompanhando o empresário; que o declarante concordou e foi ao encontro do colega de farda em um condomínio na Barra da Tijuca, que o empresário foi apresentado ao declarante e foidito que o declarante iria conduzir a esposa do empresário, mas antes iriam ao Centro Empresarial Metropolitano na Barra da Tijuca e posterior iria conduzir a esposa do empresário, contudo, após o empresário sair do centro empresarial, policiais federais abordaram o empresário e seus ocupantes, disseram que estavam cumprindo mandado de prisão contra aquele empresário e posterior foram todos conduzidos à delegacia da Polícia Federal; na delegacia, após transcorrido um longo tempo, foi dito ao declarante que iria ser autuado e preso; que o declarante não soube por qual o motivo estava sendo preso,somente após ser informado pelo advogado que se apresentou na Delegacia; que após cerca de dois meses o declarante foi posto em liberdade por determinação judicial e no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624-05.2023.8.19.0001, pois foi constatado pela justiça que o declarante não possui qualquer ligação com o que estava sendo apurado pela

Terror em Nova Iguaçu. Guerra de facções em duas comunidades na última noite

Nova Iguaçu viveu terror na noite de ontem . Foram muitos tiros em duas localidades. Traficantes do TCP da Tropa do Flamengo (TCP) tentaram retomar a comunidade do Danon da Tropa dos 300 (CV). Tá sem energia ?? Lá no Danon?Tudo isso é muito triste Danon, guerra A Tropa dos 300, em compensação, atacou o Jardim Palmares, dominado pela milícia do Juninho.Varâo. Muito tiro 😑 Tá brabo mesmo Misericórdia Rio de janeiro tá brabo todos os dias tem tiroteio por todos os lados Começou a guerra FONTE: Submundo Criminal.(Telegram).e Notícias de Nova Iguaçu e região (Facebook)

Boato de toque de recolher da milícia em Nova Iguaçu por conta de ameaça de invasão do CV

Circiula um boaro se toque de recolher determinado pelo miliciano Juninhon Varâo no Jardim Palmares, em Nova Iguaçu Os bandidos teriam ordenado a morador que buscassen buscarem os filhos nas creches e escolas por conta de uma lpossível invasão da Tropa dos 300 do Grão Pará (CV) comandada por Sérgio.Bala A Tropa do Sérgio Bala (CV) do Grão Pará vem se expandindo por Nova Iguaçu, Eles estão realizando Investidas no Danon e agora no Jardim Palmares,. FONTE: Submundk Criminal (Telegram)

Traficantes da ADA presos em Jacarepaguá em fevereiro confirmaram acordo feito entre Celsinho da Vila Vintém e o miliciano Boto para facção explorar a área

Traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos presos em fevereiro na comunidade Vila Sapê, em Curicica, confirmaram na polícia que lideranças da organização ciminosa Amigos teriam negociado e obtido domínio sobre as áreas do bairro de Curicica, que antes se encontravam sob o domínio de grupo miliciano. Eles disseram “a comunidade é conflagrada, e atualmente se encontra sob domínio da Facção Criminosa ADA, sob comando do Traficante Celsinho da Vila Vintém, que arrendou a gerência do local do miliciano de vulgo Boto”. “A importância da oitiva prévia de todos os “supostos declarantes”, principalmente, de supostamente” teriam declarado que o nacional Celso, vulgo “Celsinho”, teria feito um acordo com o Requerente, vulgo “Boto” para a ‘tomada’ de território e, posteriormente, ‘Celsinho’ teria acordado com nacional de vulgo ‘Doca’, por videoconferência. A investigação apresenta informações sobre acordos, venda e transações espúrias, ditas obtidas por inteligência produzida pelo GIC da 32a DP, aduzindo pelos policiais, alcunhado por ‘Boto’, teria vendido a comunidade para o de vulgo ‘Celsinho’ Na ocasião, oito traficantes foram presos. Todos eram oriundos da comunidade Vila Vintém, em Padre Miguel. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventiva de homem suspeito de envolvimento em morte de instalador de sinais de TV em Bangu durante guerra entre o CV e a milícia. Vítima foi ameaçada e teve que parar o serviço mesmo assim foi assasinada

Leandro Moura Peres foi asasssinado no dia 27 de janeiro deste ano por volta das 23h35min, na Rua Tiziu, em frente ao número 210, bairro Jardim Bangu, Um dos asassinos teve a prisão preventiva decretada na semana passada. As investigações revelaram que a vítima trabalhava instalando sinais de TV e havia recebido ameaças de morte caso continuasse a exercer tal função. Ressalte-se que o crime ocorreu em uma área marcada por conflitos entre a milícia e a facção conhecida como Comando Vermelho Leandro fazia um churrasco com sua esposa em frente da sua casa. Ao chegarem, os acusados passaram pelo casal caminhando pela rua e, pouco depois, dois deles permaneceram estrategicamente na esquina para dar cobertura ao ato criminoso. Enquanto isso, dois bandidosretornaram ao local e abordaram a vítima e sua esposa, rendendo ambos. Logo após, o cúmplice efetuou uma série de disparos de arma de fogo contra Leandro, atingindo-o fatalmente. A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Albert Schweitzer, mas já chegou ao local sem sinais de vida, tendo seu óbito constatado pelas equipes médicas. . O crime foi praticado por motivo fútil, vez que motivado em razão do ofício exercido pela vítima, o qual contrariava interesse de grupos criminosos existente na região. 2A mulher de Leandro afirmou que há dois anos residia no Catiri, Durante o tempo em que residiram no Catiri, seu marido Leandro trabalhava instalando sinal de tv, não sabendo informar para quem ELE trabalhava, sabendo informar apenas que Leandro usava uma camisa na cor cinza com um símbolo de uma tv estampada na frente da camisa, do lado esquerdo, e, na parte de trás havia uma escrita “técnico”; Falou que seu marido Leandro passou a sofrer ameaças no sentido de que se fosse pego em cima de poste, seu corpo ficaria estirado no chão. a partir desse momento Leandro deixou de exercer essa função de instalador de tv a cabo. Falou que na localidade do Catiri, Jardim Bangu há uma guerra envolvendo a milícia e a facção comando vermelho e alguns integrantes da milícia “pularam” para a facção comando vermelho. No momento do homicídio a depoente e a vítima estavam em frente a sua residência, rua Tiziu, nº210, Jardim Bangu, Bangu I, fazendo churrasco e bebendo quando, por volta das 23hs:40min quatro indivíduos passaram caminhando pela depoente e cumprimentaram Leandro. A declarante perguntou a Leandro se conhecia os quatros indivíduos, tendo Leandro respondido que não os conhecia e apenas respondeu por educação. Disse que os quatros indivíduos chegaram à esquina, pararam e dois retornaram. O indivíduo que abordou Leandro era negro e fazia uso de boné ou algum tipo de chapéu na cabeça, não sabendo informar mais características físicas. O segundo homem abordou a depoente portando uma arma de fogo curta, se colocando logo em sua frente, a cerca de 1 metro de distância, local bem iluminado. Essa segunda pessoa era pardo, magro, cerca de 1,70cm de altura, olhos claros, cabelos castanho escuro cortado tipo asa delta. Ela disse que ouviu dois disparos de arma de fogo e dois clarões, momento em que pediu “meu marido não, meu marido não., Contou que ouviu mais dois disparos de arma de fogo, momento em que a depoente achou que tivesse sido alvejada. Não se lembra do que aconteceu depois, mas ouviu comentários de que após atirarem em seu marido, os dois indivíduos caminharam até a esquina e se juntaram aos outros dois que lá estavam. Segundo ela, cerca de três dias depois do homicídio de Leandro, policiais militares entraram no Jardim Bangu e trocaram tiros com dois indivíduos, sendo um negro, o qual veio a óbito, e outro indivíduo, sendo pardo, olhos claros, cabelo tipo asa delta que foi preso; Obteve essa informação através da rede social Instagram, na página “bangunoticias”; Ao ver a publicação, a depoente começou a chorar compulsivamente , chorou desesperadamente, teve crise de ansiedade, e sua filha que tem doze anos de idade tentou acalmá-la dizendo “Calma mãe, calma mãe”. A esposa de Leandro afirmou “Foi ele, foi ele e não teve dúvidas em apontar o indivíduo que apareceu na postagem do instagram no dia 31/01/2025, o qual foi preso por policiais militares no interior do Jardim Bangu, como sendo o indivíduo que a abordou e manteve uma arma de fogo apontada em sua direção; Foi pesquisado no sistema da polícia sobre prisão em flagrante ocorrida no dia 31/01/2025, e foi encontrado o flagrante 034-01798/2025, no qual constava como preso um homem chamado João Pedro, que teve a prisão preventiva decretada. Ao ao ser apresentada a foto dele para a depoente, a mesma começou a chorar e confirmou a participação dele no homicídio de seu marido. ” O acusado foi reconhecido, espontaneamente pela testemunha, através de postagem em rede social dansdo conta de que teria diso preso num confronto armado entre policiais militares do 14ºBPM e criminosos da comunidade Jardim Bangu, tendo sido encontrada em seu poder uma pistola prateada, conforme descrito no depoimento da esposa da vítima em sede policial. FONTE: TJ-RJ

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