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MILICIA

Ex-presidente de associação de moradores de área dominada pela maior milícia do RJ foi morto em Santa Cruz

O ex-presidente da Associação de Moradores da comunidade de Antares, em Santa Cruz, Marquinhos, foi assassinado na tarde de hoje. A área é controlada pela maior milícia do Rio que tem como chefe o vulgo PL. A Assessoria da Secretaria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (27/08), policiais militares do 27° BPM (Santa Cruz) foram acionados para checar a entrada de uma vítima de disparos de arma de fogo,  no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local o fato foi confirmado pelos policiais. A vítima não resistiu aos ferimentos e a ocorrência ficou a cargo da 36ª DP (Santa Cruz). O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e será encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para investigar a morte de um homem identificado como Marcos Torres Leite.

Milícia é suspeita de homicídio em Nova Iguaçu

Um miliciano é suspeito da morte de um homem chamado Douglas Crystiano Almeida Silva, em Nova Iguaçu. Uma testemunha disse que Douglas foi morto por dois homens conhecidos por Gambá e Luciano e que ambos fazem parte da milícia local comandada pelo então acusado “Marquinho Alemão” e que os integrantes da milícia não agem sem a ordem dele. Afirmou que após o homicídio, os milicianos invadiram a sua casa tendo ela indagado Luciano acerca disso, quando em seguida recebeu uma ligação telefônica de “Marquinho Alemão” tendo ele dito que ela poderia transitar tranquila pela localidade que nada de ruim lhe aconteceria.Uma outra testemunha falou que no dia do crime estava em um bar jogando fliperama juntamente com a vítima Douglas e que de frente a este local ficava o bar em que os milicianos, ora acusados, costumavam ficar. No momento em visualizou a presença dos milicianos, resolveu voltar para casa e que depois de certo tempo, alguns amigos foram até sua casa e contaram que Douglas foi morto pelos milicianos Luciano e “Gambá”. Uma terceira testemunha disse que viu Luciano no beco seguindo na direção de Douglas e logo depois ouviu os disparos de arma de fogo. O corpo da vítima foi encontrado no beco acima mencionado, Luciano teve a prisão preventiva decretada. Já os apontamentos de autoria em face dos acusados “Gambá” e “Marquinho Alemão”, estão baseados em “ouvir dizer” e também pelo fato de serem conhecidos como integrantes da milícia privada atuante da localidade, em tese, comandada pelo miliciano de vulgo “alemão”. Com efeito, em face do denunciado “Gambá” a denúncia está embasada em depoimentos de “ouvir dizer”, o que não revela justa causa para a deflagração de ação penal. Já em relação ao denunciado “Marquinho Alemão”, a narrativa da acusação ainda não indica minimamente as ordens de execução do homicídio e o controle sobre as ações dos executores.

Guerra entre milicianos se acirra em Jacarepaguá com relatos de baleados e perda de armas. Envolvidos ganhariam apoios de peso

A guerra entre milicianos se acirra em Jacarepaguá. Ontem, foi dia de novos confrontos entre os grupos de Fabi e André Boto com relatos de que houve vários baleados. A PM interveio no local e apreendeu três fuzis. Fabi tomou o maior prejuízo porque além de perder fuzis (além dos três apreendidos há relatos que teve mais quatro) ainda teve homens baleados.Boto teria contado com a ajuda de milicianos de Rio das Pedras no embate que teriam emprestado soldados e armas. Ele tem o apoio também do ex-PM Batata, chefe do Novo Escritório do Crime, e envolvido com a contravenção. Fabi estaria tendo apoio agora do Catiri, Santa Cruz e do Play do Jordão, todos que haviam lhe negado ajuda antes, e supostamente de integrantes do Comando Vermelho.

PM apreendeu três fuzis em Curicica após guerra entre milicianos

Equipes do 18º BPM apreenderam 3 fuzis na Comunidade Dois Irmãos, em Curicica, neste sábado (23/08), durante ação para coibir guerra entre facções. Após confronto e vasculhamento, os criminosos fugiram para a mata e abandonaram o material. Ocorrência encaminhada à 32ª DP. Durante a semana, o miliciano das antigas Fabi junto com traficantes do Comando Vermelho invadiram a localidade e expulsaram paramilitares ligados a André Boto.

Maior milícia do RJ teria mandado aumentar o preço do gás e obriga comerciantes a comprar água com eles senão recolhe

Denúncias publicadas em rede social apontam que a milícia do PL (sucessor de Zinho) tabelou o preço do gás em todas as áreas que domina na Zona Oeste do Rio. Todos os depósitos de gás tiveram que aumentar o valor para 110 reais, antes era 90, o motivo é que os depósitos estavam vendendo mais baratos que os depósitos da milícia Tem o lance da água de 1,5L também. Os comércios são obrigados a comprar com os paramiltares. Do contrário, mandam recolher. Em Palmares tem o depósito do Gordão, que está ameaçando os moradores de lá, Manguariba, Sagrada e Jesuítas a comprar com eles. Mesma coisa acontece com o carvão.

Milícia alvo de operação essa semana pelo MP é acusada de matar homem por causa de furto de celulares em Belford Roxo. Vítima foi atraída para a morte

Além de ter matado uma mulher acusada de furto de celular, a milícia que foi alvo de operação essa semana pelo Ministério Público Estadual também executou um homem pelo mesmo motivo em Belford Roxo. Três envolvidos tiveram as prisões preventivas decretads. A vítima foi Cláudio Barbosa Pereira. Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h30min, na Rua Civilizados, Bairro Itaipu, os milicianos, efetuaram disparos de arma de fogo contra Cláudio. Consta da denúncia que a vítima foi atraída ao local através de uma ligação telefônica, e, ao chegar, foi surpreendido pelos denunciados, que o retiraram de seu veículo sob ameaças e efetuaram diversos disparos de arma de fogo, resultando na sua morte. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teria sido motivado pois a vítima era suspeita de ter participado de furtos de celulares na região dominada pelos denunciados, que integram uma milícia privada, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e uso de armas de fogo de grosso calibre. Um dos envolvidos atuava como liderança na milícia local, fato determinante na escolha do alvo e na premeditação do crime, e determinou a conduta dos executores do crime e organizando a ação criminosa.

Zinho e Naval vão a júri popular por causa da morte de Jerominho

A Justiça do Rio decidiu que serão levados a júri popular o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, o “Zinho” e mais três suspeitos pela morte do ex-vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, que foi assassinado a tiros, em agosto de 2022, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade.  Também foram pronunciados Rodrigo dos Santos, o “Latrell,” Paulo David Guimarães Ferraz Silva, o “Naval”, e Yuren Cleiton Feliz da Silva, o “Costelinha”, que responderão também por organização criminosa e duplo homicídio qualificado. No ataque também foi morto Maurício Raul Atallah, que acompanhava o ex-vereador.  Disputa por controle de organização criminosa  De acordo com a denúncia do Ministério Público, o mandante do crime teria sido “Zinho”, depois que ele soube que “Jerominho” queria voltar a controlar a organização criminosa denominada “Liga da Justiça” e a motivação seria a disputa por este controle. Na sentença de pronúncia da 1ªVara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro foram mantidas as prisões preventivas dos acusados.  Luís Antônio da Silva Braga teve também o pedido negado de deixar o presídio de segurança máxima em Brasília e retornar para o Rio.  Segundo a decisão, há provas suficientes para levar os acusados a júri popular. Eles serão julgados pelo I Tribunal do Júri da Capital. O juízo destacou que “a qualificadora de motivação torpe, articulada na denúncia, encontra fundamento no acervo probatório dos autos, na medida em que documentos colacionados e os depoimentos das testemunhas em juízo indicam que os crimes foram cometidos em razão de disputas pelo controle das atividades ilícitas exploradas pela milícia privada que domina a região da Zona Oeste desta cidade”.  

Ex-integrante da milícia de Orlando Curicica vira personagem de uma nova guerra entre paramilitares em Jacarepaguá

Integrante da milícia de Orlando Curicica no passado, Fabi ou Hulk virou personagem de uma nova guerra na Zona Oeste do Rio. Ele foi apontado como o responsável pelo ataque ocorrido na noite de ontem na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, em Jacarepaguá, reduto de outro miliciano, Andé Boto. Depois que foi solto, Fabi tentou se rearticular e teria pedido ajuda a vários setores: tentou junto ao grupo de Zinho, no Catiri (Bangu, Playboy do Jordão, Nem da Malvina e até mesmo no Terceiro Comando Puro, ninguém quis apoiá-lo. Acabou recebendo apoio de homens ligados ao ex-policial civil Pulgão e de integrantes do Comando Vermelho para realizar o ataque, No entanto, seu grupo atual teria poucos fuzis e não teria condições de enfrentar uma nova milícia que estaria se formando em Jacarepaguá que tem origem nas zonas norte e oeste. Há relatos de que Fabi iria se aliar a traficantes da Cidade de Deus onde seus homens teriam curtido baile funk. Quanto a André Boto, preso há alguns anos, dias antes do ataque, ele teria retirado os fuzis da Dois Irmãos deixando os soldados apenas com pistola.André Boto foi quem começou a guerra na Gardênia Azul no ano passado, depois não sustentou e ajudou o CV a entrar. Foi ele também que vendeu as comunidades Cesar Maia e Terreirão para o CV. Tentou tomar também a comunidade do Catiri junto com o CV. Também negociou comunidades de Curicica com Celsinho da Vila Vintém (ADA) e estava em conexão com Doca, chefão do CV. Agora, conta com poucos apoios de quem não tem muita força.

Mulher sofreu um infarto devido a abalo emocional por ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz. Ela teve até que mudar de cidade

Uma mulher veio a sofrer um infarto por conta de ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz já que ela era informante de uma ação penal que vai julgar os assasinos do seu filho. As ameaças ocorreram entre os meses de abril e maio de 2024, na comunidade do Rodo. Um miliciano que está preso prometeu matar a vítima e toda família dela, desviando-a da propensão em esclarecer as circunstâncias do homicídio de seu próprio filho. A mulher disse que sofreu em torno de dez intimidações, feitas por terceiros não identificados, que passavam em motocicletas quando ela circulava pela região, e lhe diziam frases como: “se você não parar, vão te matar” ou “o chefe disse que, se a senhora não parar, ele vai mandar matar a senhora”. Relatou ainda que, em ocasião posterior, soube por vizinhos que indivíduos desconhecidos estiveram em sua comunidade a bordo de um carro e fugiram ao perceberem a presença da polícia, o que a levou a crer tratar-se de nova investida contra sua vida. Disse também que moradores da região foram abordados por desconhecidos que procuravam saber seu endereço. Que, posteriormente, um carro preto foi visto em frente à sua residência, tirando fotografias, fato presenciado por sua neta de 5 anos e por um familiar. Afirmou que todos esses episódios lhe causaram intenso abalo emocional, culminando em um infarto, o qual a obrigou a implantar um marcapasso. Por essa razão, afirmou ter deixado a cidade por quatro meses, temendo por sua vida. Acrescentou que, após esse período, não houve novas ameaças, mas que permanece temerosa diante da lembrança dos fatos e da figura do acusado, a quem atribui condutas violentas e intimidadoras ocorridas antes e depois do homicídio de seu filho. A filha da vítima narrou que não presenciou diretamente as ameaças dirigidas à sua mãe, mas confirmou que esta frequentemente retornava de suas saídas à rua em estado de desespero, relatando ter sido ameaçada de morte por desconhecidos que mencionavam o nome de um miliciano. . Afirmou que a situação era recorrente e que vizinhos chegavam a socorrer sua mãe na via pública, concluindo crer que os atos estavam relacionados à condição de sua mãe como testemunha em processo criminal que envolve o acusado. Confirmou que, em uma dessas ocasiões, sua filha, neta da vítima, viu um carro preto parado em frente à residência da família, tirando fotografias, o que aumentou o sentimento de insegurança no núcleo familiar. Acrescentou que sua mãe sofreu um infarto em razão dessas ameaças e que, desde então, ambas passaram a viver sob constante medo, mesmo após cessarem os episódios diretos de intimidação.

CV se uniu a ex-miliciano das antigas para atacar Curicica

Intenso tiroteio na noite de hoje na comunidade do Dois Irmãos em Curicica, dominada pela milícia do Capitão América. Traficantes do Comando Vermelho teriam se unido la um ex-miliciano conhecido como ‘Hulk’, invadiram a comunidade e não teriam encontrado resistência do grupo paramilitar rival. Segundo relatos, Hulk na verdade seria o novo apelido de Fabi, um miliciano das antigas que atuava na região.

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