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MILICIA

Miliciano ligado a sucessor de Zinho disse que Juninho Varão quer dominar a Zona Oeste do Rio

Miliciano ligado a PL, sucessor de Zinho, disse que Juninho Varão, que controla áreas na Baixada Fluminense, quer dominar as suas áreas na Zona Oeste do Rio. Em conversa vazada na internet, ele apareceu negociando o apoio de um colaborador para passasr informações sobre a quadrilha rival liderada por Vaguinho e que conta com o apoio de Varão. Esse informante afirmou que tem muita gente do Varão morando em comunidades de Santa Cruz. O miliciano ligado a PL disse que tem outras fontes que lhe passariam informações sobre o bando rival  inclusive sobre os carros usados pelos oponentes.  Disse ainda que tem dado ataques contra os rivais e que muita coisa está para acontecer ainda na região de Santa Cruz. Esse miliciano flagrado na conversa é figura antiga na Liga da Justiça e tenta recuperar áreas que eram dele e que estão com Vaguinho e tomar outras.

Os detalhes da atuação da maior milícia da Baixada Fluminense: a entrada para a política, lavagem de dinheiro e as descrições das execuções cometidas pela quadrilha, em uma delas os bandidos decapitaram seis pessoas ao mesmo tempo

A milícia chefiada por Juninho Varão hoje começou a sse expandir a partir de 2020 quando policiais civis foram informados, por moradores e comerciantes de cidades da Baixada Fluminense, como Seropédica e Nova Iguaçu, estava, extorquidos pelos milicianos da área. De acordo com populares, na época, um determinado grupo de milicianos teria espraiado seus domínios por diversos bairros do município de Seropédica, ostentando ostensivamente armas de fogo, ameaçando e extorquindo a população local, cobrando taxas abusivas sobre serviços essenciais como água, luz, gás, TV a cabo, transporte e segurança, além de estarem invadindo terrenos e casas pertencentes de terceiros, a fim de realizar e comercializar construções ilegais Na ocasião, o grupo ainda era chefiado por Tandera e seu irmão Delsinho seria o seu “braço direito”, o segundo homem na cadeia hierárquica da organização. Com o passar do tempo, a quadrilha foi se avolumando em tamanho, complexidade e estrutura, passando a contar com dezenas de “funcionários” e “colaboradores”, os quais atuam de maneira escalonada, em diferentes níveis hierárquicos e com diferentes funções, mas todos unidos pelo propósito de trabalhar em prol da organização criminosa. A organização criminosa passou a ser responsável por diversos crimes ocorridos na região, como homicídios, sequestros, agiotagem, extorsões a moradores, comerciantes, motoristas de van e mototaxistas, esbulho possessório de residências e terrenos, monopólio sobre atividades comerciais inclusive lícitas objetivando lavagem de capital, roubos de cargas, roubos e clonagem de veículos, “grilagem de terras”, construção irregular e venda de empreendimentos imobiliários ilegais, ameaças, entre outros. Ainda líder do grupo, Tandera passou a imiscuir-se na política dos municípios de sua área de influência, patrocinando e apoiando candidaturas locais, tudo isso mirando a obtenção de vitórias em futuras licitações e contratos administrativos, além do controle de Secretarias de governo O plano era o seguinte: os milicianos apoiavam e auxiliavam candidatos em suas campanhas, sendo que, em troca, acaso eleitos, tais políticos deveriam agraciar a organização criminosa com cargos públicos e contratos administrativos recebidos em decorrência de licitações fraudulentas. Varão, Tandera e outros milicianos participaram de encontros com políticos das regiões por ele dominadas (pré-candidatos às eleições em 2020).A reunião tinha por objetivo a formação de uma “coalizão” para as eleições de 2020. Em troca do apoio dos criminosos, os autoproclamados pré-candidatos expressamente prometeram vantagens espúrias, que seriam materializadas por meio da entrega de cargos públicos aos milicianos e de contratos administrativos obtidos por meio de licitações fraudulentas. Ao longo da reunião, os milicianos articularam um audacioso plano de tomada de poder político nos municípios onde há influência de sua organização criminosa. Conforme abertamente debatido no inusitado “rendez-vous”, o plano era infiltrar-se nas Prefeituras locais, o que faria por meio do controle de determinadas Secretarias de Governo, bem como por meio da obtenção de contratos administrativos celebrados por meio de licitações fraudulentas. estrutura da organização criminosa. Não satisfeito com a criminalidade violenta, o bando planejou imiscuir-se também com crimes do “colarinho branco”, o que demonstra claramente sua intenção de escalar a organização para outro nível. Varão acabou assumindo o controle de regiões que outrora pertenciam a Tandera organizando, a partir de agosto de 2022, em torno de sua própria figura, uma nova quadrilha. Ele deu um golpe em Tandera se aproveitando do enfraquecimento deste. O bando investia em joias. Foram verificadas as compras de um anel feminino no valor de 2.900,00 (dois mil e novecentos reais), um cordão no valor de R$ 2.400,00, um bracelete em formato de cinto no valor de R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais), um escapulário no valor de R$ 9.000,00, um bracelete de ouro, no valor de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), um cordão de ouro no valor de R$ 13.760,00 e um cordão de ouro no valor de por R$ 13.015,00, tudo para afastar cada vez mais os valores ilícitos de sua origem criminosa Um dos integrantes do bando movimentou em menos de um ano R$ 1.394.405,00. Um outro em quatro anos fez circular R$ 1.553.025,93 Integrantes do bando tiveram vídeos captados pela polícia manuseando fuzis Fal, calibre 7.62mm, os quais estão sendo desembalados e montados. Em uma gravação, se viu menos 4 (quatro) fuzis novos , possivelmente recém adquiridos na época pela ORCRIM01958/2020. O bando teria arrecadado R$ 49.400,00 relativamente a extorsões a areais na Baixada. A quadrilha era muito violenta. Foram descobertos vídeos contendo a gravação da execução, por decapitação, de ao menos seis vítimas. Em um deles, o assassino serra o pescoço de uma das vítimas, enquanto ela ainda estava viva. Em outro vídeo, vê-se um rapaz, com a orelha decepada, implorando pela própria vida, alegando ser morador e pedindo clemência. Após alguns segundo, o rapaz é executado com um tiro, seguindo-se então a decapitação. As imagens revelam a crueldade dos bandidos a ponto de o criminoso ter tirado uma selfie com os cadáveres decapitados dos jovens que acabara de assassinar, nitidamente orgulhoso do que fizera: Foram identificados ainda vídeos de execuções de dois rapazes não identificados, possivelmente moradores das comunidades dominadas pela milícia, ocorridas em março de 2020. Em determinado momento, o miliciano pergunta aos rapazes quantas vezes eles teriam roubado, ambos confessando que teriam roubado Após, o criminoso pergunta “quem quer morrer primeiro”. Após concretizarem as execuções, os milicianos ainda filmaram os cadáveres dos rapazes, fazendo comentários jocosos, às gargalhadas. Em determinado momento, um deles pisou na cabeça de uma das vítimas, a fim de mostrar a marca do disparo na cabeça do rapaz. Em razão disso, foi possível identificar o calçado bastante característico, da marca Dolce Gabbana, utilizado pelo miliciano Havia um outro vídeo que um miliciano apareceu executando dois indivíduos com uma faca. No vídeo, vê-se que o crime foi cometido de maneira extremamente cruel, com o intuído de torturar as vítimas, uma vez que o bandido perfura seus corpos por repetidas vezes, sendo certo que as vítimas estavam amarradas, completamente incapazes de se defender. Chama atenção ainda que as execuções tenha sido registradas em vídeo, o que parecia comprazer o miliciano: A milícia tinha estratégias, Seus integrantes não podiam focar andando em “carro

CV teria dado ultimato para a milícia deixar Itaguaí

Segundo informações que circulam nas redes sociais um dos chefes das comunidades do Comando Vermelho em Itaguaí vulgo Coroa, foi solto a um cerca de um mês, e se instalou na Favela da Rocinha (CV). Coroa deu a ordem para que seus soldados avançassem ainda até o final desse mês, e que se os milicianos não deixarem as comunidades a guerra irá se estender. Traficantes do Sem Terra e Rocinha (CV) deram o prazo de até o final do mês para que os milicianos deixassem as favelas que já pertenceram ao CV, sendo elas Chaperó, Mangueira, e Ponte preta. “Eles têm até o final do.mês para sair. Vamos retomar tudo que era nosso. Chaperó e Itaguai aguarda nós aí. Abraça o papo melicia”, escreveu os traficantes em uma postagem. A guerra está para reacender a qualquer momento e até agora as comunidades que estão envolvidas nessa guerra seriam o Complexo da Penha, Vila Kennedy, Complexo do Alemão, Grão-Pará e Cação.

Dois milicianos foram mortos nos últimos dias em pontos distintos da Zona Oeste do Rio

Dois milicianos foram mortos nos últimos dois dias na Zona Oeste do Rio. Um dos crimes ocorreu na comunidade da Colônia, em Jacarepaguá quando um membro do grupo do Capitão América foi assassinado. Existe a suspeita de que foi o Comando Vermelho. O outro caso aconteceu na comunidade do João 23, em Santa Cruz, que vive disputa entre duas milícias. 

Traficantes jogaram granada de um drone e atingiram casa de morador no Catiri

Nessa madrugada de terça para quarta, traficantes do Comando Vermelho usando um drone, tentaram lançar uma granada em um grupo de milicianos, mas acabaram errando e acertaram a casa de um morador que ficou destruída. Ontem de noite, surgiu a denúncia de que dois corpos teriam sido abandonados no vizinho Jardim Bangu, que também é palco da guerra entre traficantes e milícia.

Milicianos mataram homem na Baixada alegando que ele havia batido em um comparsa Dois envolvidos foram presos

Policiais prenderam na noite da última segunda-feira (11), na Rua Paulo Soares, em São Roque, Queimados, na Baixada Fluminense, os criminosos, Matteus de Lima Fontes, de 27 anos e Alessandro dos Reis Siqueira, de 25. Os dois são apontados como envolvidos na morte de Jhonathan Gonçalves da Silva, de 31 anos, em Queimados, no último domingo (10), e atuam em uma milícia que atua na região. De acordo com as investigações, o assassinato aconteceu depois da vítima defender uma pessoa, que estava sendo agredida em um posto de combustíveis, no Centro do município. A 55ª DP (Queimados) descobriu que um grupo bebia no local, na madrugada do último domingo (10), quando começou uma briga. A corporação informou que Matheus Fontes e um outro amigo agrediram um homem. Jhonathan entrou na confusão para defender a vítima. Depois de conseguir libertá-la, ele foi perseguido até próximo à sua casa, se abrigando em uma residência vizinha. Por volta das 16h do mesmo dia, Jhonathan estava em casa, comemorando o Dia dos Pais, e saiu, junto com um irmão e o pai, para comprar cerveja em um depósito de bebidas na mesma rua. No estabelecimento, ele foi surpreendido com um grupo de pessoas armadas com pistolas e revólveres. Todas chegaram em motos. Segundo o apurado, os criminosos começaram a agredir a vítima, dizendo que ela tinha errado em bater em um miliciano. O pai e o irmão de Jhonathan ainda tentaram impedir as agressões, mas foram impedidos pelo grupo que, com as armas, os ameaçaram de morte caso não se afastassem. A 55ª DP identificou que, durante as agressões, Alessandro Siqueira atirou contra o peito da vítima, que foi socorrida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Queimados, mas não resistiu. Após dada voz de prisão, eles foram encaminhados à 55ª DP , para as medidas cabíveis sobre o caso. Ambos foram reconhecidos por testemunhas e confessaram a participação no caso, foram autuados pelo crime de homicídio qualificado e a arma utilizada no crime foi apreendida. Posteriormente, foram conduzidos a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontram acautelados à disposição da Justiç

Assassinos de PM e pai usavam roupas da polícia. Região onde ocorreu o crime é dominada pela milícia do Varão que na semana passada fez falsa blitz na área

Surgiram mais informações a respeito dos.assassinatos do PM Paulo Rogério da Costa Lopes Filho e de seu pai ontem de tarde em Nova Iguaçu Testemunhas relataram que os criminosos, que estavam em um carro e usavam uniformes da Draco, cercaram o veículo onde pai e filho estavam, Vale lembrar que a região onde ocorreu o crime é controlada pela milícia de Juninho Varão. Na semana passada, foi divulgado nas redes sociais que milicianos ligados ao grupo do “Juninho Varão” estavam fazendo “blitz” na rua Elias Persiano, em No parando todos os veículos e motos e revistando as pessoas. Assim que começou a chover, os paramilitares saíram em 6 veículos e foram em direção ao Jardim Paraíso e Km32 (cerca de 18/20) criminosos.

Voltou a ter guerra no Catiri e Jardim Bangu (CV x milícia)

Criminosos tentaram invadir simultaneamente as comunidades do Catiri e Jardim Bangu na noite de sábado (9) e madrugada de domingo (10). Moradores viveram momentos de pânico com intenso tiroteio. A PM enviou o caveirão para conter a ação. Até agora, nenhum preso e buscas continuam na região Isso foi terrorismo!!! Vieram deram vários tiros pro alto e fugiram, disse um morador População sofre, disse outro. E nessa disputa quem paga é os moradores que nada tem com isso. Dois meses sem Internet nesse inferno, falou mais um A disputa no local se arrasta desde o ano passado entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos.

Traficantes do CV gravaram vídeo dentro de área da milícia em Campo Grande. ASSISTA

Um vídeo divulgado hoje revelou a presença de criminosos fortemente armados na comunidade Barbante, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, um local estratégico historicamente ligado à milícia. s imagens mostram membros do “Bonde do RD”, supostamente ligados ao Comando Vermelho (CV), incluindo um homem identificado como Sapo/Baleado, ex-integrante da milícia, levantando suspeitas de uma ofensiva do tráfico na região. A aparição dos criminosos e a demonstração de força geram tensão e medo entre os moradores, que relatam viver cercados por criminosos, com receio de novos confrontos entre facções rivais. L

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

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