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MILICIA

Presos PM e ex-PM suspeitos de integrarem narcomilícia do TCP em Itaboraí

Um PM e um ex-PM foram presos na manhã de hoje suspeitos de pertencer a uma narcomilícia ligada ao Terceiro Comando Puro que atuava na região do Retiiro São Joaquim, em Itaboraí. O grupo disputava o controle da área com a facção criminosa Comando Vermelho.  O policial que, segundo as investigações, chefiava a milícia da região, enquanto o ex-policial que foi expulso dos quadros da corporação, e preso no Operação Salvator em 2018, justamente por integrar grupo paramilitar atuante na região de Visconde, também em Itaboraí. Ele seria o braço armado do grupo, responsável por uma série de execuções.  A  disputa territorial em Itaboraí foi marcada por diversos homicídios, e que a operação de hoje é um desdobramento de diversas investigações que culminaram nas prisões de outros integrantes envolvidos na disputa. FONTE: PCERJ

CV atacou a Carobinha (milícia)

Traficantes da Vila Kennedy (CV) atacaram a comunidade da Carobinha, em Campo.Frande, na tarde de hoje. A área é dominada pela milícia. Veículos foram incendiados. A milícia respondeu atacando a vila Kennedy, e a Vila Kennedy respondeu atacando a Carobinha. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quinta-feira (9/10), policiais militares do 40ºBPM foram acionados para a Comunidade Carobinha, após informações de confrontos entre criminosos na região. Equipes do 14ºBPM também foram acionadas em apoio. Ocorrência em andamento.  FONTE: PMERJ e Submundo Criminal.(Telegram)

Presos seis milicianos que agiam no Tanque

Policiais civis da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter) prenderam, nesta quinta-feira (09/10), seis integrantes de uma milícia que atua no bairro do Tanque, Zona Sudoeste do Rio. Entre os presos está o líder do bando, apontado como o principal articulador das atividades criminosas na região. Com ele, os agentes apreenderam três pistolas, um revólver, cinco granadas e recuperaram dois veículos roubados. As investigações indicaram que o grupo era liderado por um criminoso com histórico de envolvimento em delitos desde a adolescência, quando respondeu por ato infracional análogo a estupro de vulnerável. Entre os presos estão bandidos com anotações por roubo, extorsão, resistência e porte ilegal de arma de fogo. Um dos integrantes havia deixado o sistema prisional em novembro de 2024 e voltou a atuar em atividades ilícitas ligadas à milícia. Os agentes foram estratégicos e, após trabalho de inteligência da especializada, foi possível determinar a localização exata dos criminosos no bairro do Tanque, onde foram capturados. Com os criminosos, os policiais recuperaram dois automóveis que haviam sido roubados em Duque de Caxias e na Praça Seca. Os presos foram autuados em flagrante e encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça. fONTE: PCERJ

Oito milicianos estão com prisões decretadas por homicídio em Queimados. Vítima foi espancada e depois efetuaram disparos

A Justiça decretou as prisões preventivas dos milicianos vulgos Japão,João, Caveirinha, Índio, Feijão e Nanan pelo homicídio de Jonathan Gonçalves da Silva ocorrido em agosto em Queimados. Outros dois já estavam com as prisões decretadas, Chocolate e Alessandro. A vítima sofreu espancamento praticado com golpes de pedaços de madeira, socos e chutes, e disparo de arma de fogo, o que lhe ocasionou os ferimentos que foram a causa eficiente da morte da vítima. Há indícios de que o crime teria sido praticado porque a vítima, na véspera, se envolveu em uma briga com os acusados Japão e Chocolate, integrantes da milícia e como forma de reafirmação do poder e terror imposto pela milícia à população local, Jonathan teria sido cercado por aproximadamente dez indivíduos, que chegaram em um carro e várias motocicletas, e passaram a lhe espancar, sessão que teria terminado com um integrante do grupo efetuando o disparo de arma de fogo. FONTE: TJ-RJ

Mais relatos do desespero dos moradores com o tiroteio na Vila Kennedy (CV)

Veja novos relatos de moradores sobre o tiroteio ocorrido entre a noite de ontem e a madrugada de hoje na Vila Kennedy (CV). A comunidade foi atacada por milicianos ligados a PL, sucessor de Zinho. Eu tava na praça trabalhando foi um desespero para todo mundo todo mundo se jogando no chão só Jesus livramento de Deus grande livramento da gente tomou. Só Deus para proteger a todos fiquei encurralada dentro do carro jogada no chão com meu filho que sensação horrível 😢 Acabei de passar por aí tive que me abaixar dentro do ônibus muito tiro mesmo Um passageiro de um ônibus gravou um vídeo e divulgou no instagram dele e de uma outra pessoa agachados dentro do coletivo por conta dos tiros. FONTE: Página Bangu Notícias (Instagram)

Intenso tiroteio na Vila Kennedy (CV). Há relatos de ataque da milícia

Moradores relataram intenso tiroteio na Vila Kennedy (CV) entre a noite de ontem e a madrugada de hoje. Há a informação de que um morador teria sido baleado. Os comentários nas redes sociais é que a milicia do PL atacou a comunidade em resposta ao baque dado em Antares, em Santa Cruz. Teriam sido cerca de 50 paramilitares em 20 carros, segundo o que circulou, Vídeos com o som dos tiros foram divulgados na internet. “Aqui no barrão foi um terror muitos tiros só armamentos pesadão misericórdia Senho”. “Muito tiro que Deus nos proteja” “Estou deitada no chão com minha mãe e filho. Nunca pensei viver isso” Acabei de ter um livramento de fiquei encurralada na praça jogada dentro do meu carro começou justamente na hora que eu estava passando na upa estou bem eu e meu filho e agradecendo a Deus por ter conseguido sair dali 🙌que Deus proteja os de bem desse lugar Deus proteja a todos os cidadãos de bem!!! Estou ouvindo aqui da vila do presídio parece guerra. Em oração Passei um perrengue no Sucao do Xande 😂 , milícia passou lá em frente na guianas , foco foi no barrão pra praça FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Voz da Vila Kennedy (Facebook e Instagram)

Após CV gravar vídeo dentro de Antares (milícia) e diretora ter tido carro roubado por traficantes, policiamento foi reforçado em Santa Cruz. Tiros fizeram passageiros de ônibus se jogarem no chão

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 27º BPM (Santa Cruz), nesta terça-feira (07/10), ocorreu um assalto nas proximidades da comunidade do Antares. De acordo com as informações, a diretora de uma creche foi abordada por dois indivíduos em uma motocicleta, quando chegava para trabalhar, e teve seu carro roubado. O policiamento foi reforçado na área, com equipes da unidade atuando na comunidade e em seu entorno. Nas últimas horas, rculou um vídeo que mostrou bandidos da facção circulando armados por Antares. A comunidade é dominada pela milícia comandada por PL. Moradores relataram tiros próximo ao Antares e passageiros de um ônibus se agacharam no chão do coletivo com medo dos disparos. FONTE: PMERJ e Pega Visão (Telegram)

Dois mortos e um ferido em Rio das Pedras (milícia). Todos eram inocentes. CV foi ao local para matar miliciano

Três pessoas foram baleadas na noite dessa quinta-feira (02/09) na Rua Nova, sentido Correio, na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa, que foi atingida na cabeça e morreu no local, e um adolescente, baleado na garganta, que também não resistiu aos ferimentos. Um entregador de farmácia foi atingido, mas sobreviveu e foi socorrido para uma unidade de saúde da região. A Polícia Militar foi acionada e investiga as circunstâncias do tiroteio. Ainda não há informações oficiais sobre a origem dos disparos. Segundo o que circula nas redes sociais, traficantes do CV foram ao local para tentar matar o miliciano Kauazinho, mas acabaram matando dois inocentes e baleando uma terceira pessoa.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Ex-PM que integrava milícia foi morto em Bangu

Flávio Lúcio Carvalho de Faria ex PM, de 51 anos, foi morto a tiros na tarde da última terça-feira (30), na Rua Manuel Lisboa Moura, Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na década pasada, ele integrou a chamada ‘Milícia de Sepetiba’ organização criminosa armada destinada à prática de diversos crimes (inclusive homicídios; posse e porte ilegal de arma de fogo; usura; roubo; extorsão; receptação; ameaça; bem como lesão corporaL.f Por conta de sua participação na milícia, foi acusado de  três crimes de homicídio qualificado – um consumado e dois tentados. Segundo a denúncia, os crimes foram praticados quando as vítimas retornavam de uma audiência no Fórum Regional de Santa Cruz, logo depois de uma delas, a vítima fatal, haver repassado a um Promotor de Justiça, integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, dossiê contendo informações acerca da organização criminosa e seus membros. inda conforme a acusação, Flávio foi o executor, efetuando os disparos de arma de fogo contra as vítimas.

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