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MILICIA

CV faz mais uma provocação à milícia

Integrantes da Tropa do RD, facção ligada ao Comando Vermelho (CV), divulgaram nas redes sociais a imagem de uma pistola que, segundo eles, pertenceria a um dos milicianos mortos durante confronto ocorrido ontem, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A publicação tem sido usada pelo grupo para reforçar a narrativa de domínio territorial após o episódio.

Voltou a ter guerra entre o CV e a milícia na Taquara. Dois foram baleados, sendo que um acabou morrendo

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de tentativa de homicídio, em um bar, na Estrada do Tindiba, na Taquara, na tarde deste sábado (06/12). No local foi constatado que dois homens ficaram feridos depois que dois ocupantes de uma moto dispararam contra eles. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos. O outro foi socorrido ao Hospital Lourenço Jorge. Os agentes permaneceram no local até o término da perícia, que ficou a cargo da DHC.  A vítima fatal foi identidade como Nedilson Gomes de Souzs, o Baroni, que trabalharia como vigia mas existe a suspeita de ligação dele com milicianos Segundo relatos, o fato estaria relacionádo a disputa na comunidade do 700 onde .traficantres do Comando Vermelho vem atacando a milícia local. A briga ali seria entre traficantes das comunidades Santa Maria e Teixeira contra a milícia comandada por Léo Problema.

Dois supostos milicianos foram mortos na Zona Oeste do Rio

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados na Zona Oeste do Rio. Diligências estão em andamento para apurar os fato. Há relatos de que se tratavam-de milicianos. A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 27º BPM (Santa Cruz), policiais militares foram até o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, verificar a entrada de duas vítimas de disparo de arma de fogo. No local foi constado dois homens feridos, um deles em estado grave. De acordo com informações colhidas na unidade de saúde, os dois homens estavam em um campo de futebol no bairro Ponto Chique, quando quatro ocupantes em duas motos efetuaram os disparos. Ocorrência encaminhada para a 35ªDP.  Na última sexta-feira, o miliciano Ricardo Gomes foi assassinado com mais de 60 tiros no Conjunto Campinho, em Campo Grande.

Como estão os domínios por facção por região no Grande Rio, de acordo com o estudo da UFF

Segundo o estudo da Geni/UIFF, O Leste Fluminense é o território da hegemonia quase absoluta do Comando Vermelho: em 2024, o grupo responde por mais de 98% da área sob controle e influência na região, que concentra praticamente metade de toda a extensão territorial dominada pelo CV no Grande Rio. A Baixada Fluminense, por sua vez, se converteu, especialmente nos últimos seis anos, em área de disputa acirrada: o CV se mantém como principal força, mas as milícias cresceram 1.608% em controle territorial e mais de 1.200% em população dominada desde 2007, ao mesmo tempo em que o TCP ampliou significativamente sua presença, muitas vezes ocupando espaços deixados pelo ADA em retração. Na capital, o quadro é mais complexo e expressivo da “cidade partida” que organiza o imaginário sobre o Rio de Janeiro. Em 2024, 31,6% da superfície urbanizada do município e 42,4% da população estavam sob controle ou influência de grupos armados, com 22,5% da área e 36,3% dos moradores submetidos a controle efetivo.A hegemonia miliciana se concentra sobretudo na Zona Oeste, região que responde por 65% do território urbanizado da cidade e 49% de seus habitantes. Nessa zona, quase 90% da área dominada e cerca de 80% da população submetida a grupos armados estão sob o comando de milícias.A partir de 2020, porém, o relatório identifica um recuo gradual: entre 2020 e 2024, as milícias perderam parte do território e da população que controlavam na Zona Oeste, abrindo espaço para avanços do CV, do TCP e de pequenos remanescentes do ADA. No Centro e na Zona Sul, o vetor dominante é o Comando Vermelho, em boa medida a partir da conquista de áreas historicamente associadas ao ADA. A perda da Rocinha e do Vidigal, na Zona Sul, por exemplo, aparece na série como ponto de inflexão para o declínio dos Amigos dos Amigos e a recomposição do mapa sob liderança do CV. Já na Zona Norte, a história é de disputa e crescente complexidade: por muitos anos, milícias e CV alternaram posições na hegemonia territorial, com leve vantagem do CV em termos populacionais. Nos últimos anos, o TCP entra na equação com força, tornando a região um dos espaços mais disputados da cidade.

Milícias lideram domínio de extensão territorial no Grande Rio mas CV é hegemônico em número de áreas controladas, aponta estudo da UFF

Estudo do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (GENI/UFF) revela que as milícias são o grupo armado com maior extensão territorial sob seu controle ou influência na Região Metropolitana do Rioç]. Em 2024, os paramilitares controlavam ou influenciavam 49,4% da extensão territorial da região sob o domínio de grupos armados, o que corresponde a 201 km². No entanto, quando considerado apenas o controle territorial, o Comando Vermelho é quem assume a primeira posição com 47,5% dos territórios controlados (150 km²) sob seu domínio. O Terceiro Comando Puro ainda está muito distante das maiores forças do Grande Rio: as milícias e o CV. É a terceira força, sendo responsável por 8,05% da extensão do controle territorial dos grupos armados no período e 7,8% quando soma dos controle e influência. Em 2024, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), 18,1% da superfície territo rial urbanizada da RMRJ e 34,9% da população se encontravam sob controle ou influência exercida por algum grupo armado. Isso significa que há mais de 4 milhões de habitantes do Grande Rio J sob controle ou influência de grupos armados, Na dimensão populacional, em 2024, o Comando Vermelho lidera o domínio sobre pessoas: 47,2% da população sob controle armado — aproximadamente 1,607 milhão de habitantes. O CV tem no Leste Fluminense sua área de maior hegemonia territorial, além de ser o local responsável pela maior área em Km² sob seu controle e influência. O grupo é também incontestavelmente hegemônico na Zona Sul e no Centro da Capital. As milícias são o grupo hegemônico na Capital, onde controlam 67,9% dos territórios e 47,3% da população sob controle armado e, somados o controle e a influência armada, controlam 74,1% do território e 52,7% da população. Isso se deve principalmente à sua forte hegemonia na Zona Oeste da Capital. Também a Zona Norte e a Baixada Fluminense são regiões que concentram parte importante do controle/influência territorial e populacional das milícias, embora o CV seja o principal grupo nessas áreas TCP, a terceira força e com tendência ao crescimento, também tem participação signifi cativa nessas duas áreas, além da Zona Oeste. Os ADA perderam territórios e população onde eram mais fortes, casos da Zona Sul da Capital, Baixada, Leste Fluminense, man tendo algum controle na Zona Norte e Oeste.

Justiça decreta prisão de Juninho Varão e quatro comparsas por homicídio em Guaratiba

A Justiça decretou a prisão do miliciano Juninho Varão e de outros quatro comparsas por um homicídio cometido no Jardim Maravilha, em Guaratiba. Segundo relatos de uma testemunha, no dia do crime (não revelado nos autos), um homem vestindo uniforme da Polícia Civil com uma balaclava, portando um fuzil, entrou em uma festa agachado, sendo certo que já havia ouvido da vítima que aquela pessoa não seria policial, mas que estaria no local para matá-la. Após ouvir um disparo que atingiu a vítima Layane e que após ouvir outros disparos, foi arrastada por amigos para fora do salão. Uma outra testemunha aduziu que sabia que a vítima tinha envolvimento com a milícia do Jardim Maravilha e que em determinado momento da festa em que estavam, ao sair do banheiro, avistou um homem alto, vestido todo de preto, rosto coberto e portando um fuzil e que ao deparar-e com ele, procurou abrigo junto à laje do banheiro, quando ouviu ao menos 4 disparos de arma de fogo e que souber que haviam mais 3 autores do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em local público. O local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes, tendo sido uma outra pessoa uma segunda vítima da empreitada delitiva.

Crime organizado se infiltrou nas eleições e política de Macaé

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 8ª Promotoria Eleitoral que atua junto ao núcleo de Garantias da Justiça Eleitoral, obteve 21 mandados de busca e apreensão contra quatro suspeitos dos crimes de corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro e organização criminosa no município de Macaé. Os mandados obtidos pelo MPRJ são cumpridos, nesta terça-feira (02/12), pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Nova Capistrum. A investigação da Delegacia da Polícia Federal em Macaé apura a infiltração de grupos criminosos na política local, por meio da atuação de facções criminosas e milícias na coação de eleitores, no financiamento ilícito de campanhas, no uso de empresas contratadas pelo poder público para lavagem de dinheiro e apoio político-territorial a candidatos no município. Ainda segundo a investigação, entre os alvos estão empresários, agentes políticos e servidores públicos apontados como articuladores do esquema. Também estão entre os investigados indivíduos com forte influência no tráfico de drogas e na liderança de grupo paramilitar (narcomilícia) que exerce domínio territorial em comunidades da região. As investigações ainda mapearam o uso de empresas clandestinas de internet e distribuidoras de gás em Macaé e no Estado da Paraíba, além de indícios de peculato, caixa dois eleitoral e ameaças.

PMs flagrados em festas da milícia poderão ser expulsos da corporação

Um PM está sendo submetido a conselho de disciplina que pode levá-lo a ser expulso da corporação suspeito de participar da festa de aniversário de um miliciano em Nova Iguaçu O fato ocorreu no dia 24 de fevereiro. Na ocasião, um grupo festejava o aniversário de um miliciano vulgo Burgão em um sítio no TinguazinhoDiante dessas informações, foi determinado o deslocamento de quatro equipes da Área 04 e do Setor de Capturas da DHBF ao local, para verificação. Às 17h40min, assim que as equipes chegaram, alguns homens, ao perceberem a aproximação policial, iniciaram fuga em direção a um muro baixo que separava o imóvel de um terreno anexo, efetuando disparos de arma de fogo contra os agentes. Segundo registrado, não houve revide, em razão da presença de mulheres e crianças no local. No total foram conduzidas ao menos 40 (quarenta) pessoas à distrital; entretanto, apenas as 15 (quinze) citadas nos parágrafos anteriores foram autuadas. Ademais, foram encontradas nas proximidades do ponto de fuga para o terreno anexo 11 (onze) armas de fogo, diversos carregadores e munições de vários calibres, além de aparelhos celulares abandonados. Também foram recuperados 3 (três) veículos produtos de roubo, todos ostentando placas inidôneas: Mitsubishi Pajero TR4, cor preta, ano 2010/2010, placa ERP4F03, ostentando LTP3D27 — produto de roubo (R.O. n.o 053-02991/2023); Renault Sandero, cor branca, ano 2016/2016, placa KRQ7B71, ostentando RJI0J36 — produto de roubo (R.O. n.o 016-14033/2024); e Honda City Touring, cor prata, ano 2024/2024, placa SRJ6C71, ostentando SVO9120 — produto de roubo (R.O. n.o 038-07284/2024). No dia seguinte (25/02/2025), em diligências complementares realizadas por equipes da DHBF nas áreas de mato alto e adjacentes, localizaram-se mais 2 (duas) pistolas, além de carregadores e munições adicionais. O PM que foi flagrado em uma homenagem aos milicianos Carlos Alexandre da Silva Braga, o Carlinhos Três Pontes; Wellington da Silva Braga, o Ecko, e Matheus da Silva Rezende, conhecido como Faustão, também está sendo submetido a conselho de disciplina que pode levá-lo a ser expulso da corporação.

PMs foram expulsos da corporação por envolvimento com a milícia de Jacarepaguá

Três PMs foram excluídos da corporação este mês após investigação indicar que eles tinham envolvimento com a milícia da comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, entre os anos de 2017 e 2020. Os três PMs foram acusados de receberem propina de um criminoso vulgo PC ”, para fornecer informações privilegiadas sobre operações policiais militares, bem como liberar os mototaxistas da malta, eventualmente detidos operações policiais militares de trânsito, ocorridas na área de atuação do 18o BPM, independentemente das infrações de trânsito verificadas. A milícia  praticava um número incontável de crimes como a exploração e comercialização de sinais clandestinos de televisão a cabo, venda de cigarros, exploração de pontos de mototáxi, com cobrança de taxas, extorsão aos mototaxistas e corrupção de agentes públicos. Existindo ainda indícios da prática de esbulho possessório, grilagem de terras, exploração sexual de menores e lesões corporais contra membros da malta miliciana que cometessem erros e/ou desobedecessem ordens superiores. O criminoso vulgo Dô atuava como líder da organização criminosa miliciana, sendo o principal beneficiário dos valores indevidamente obtidos pela horda criminosa

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